sexta-feira, 30 de maio de 2008

Contagem Realiza Senso Cultural









Censo Cultural



Como participar

O QUE É O CENSO CULTURAL


CENSO CULTURAL CONTANDO CULTURA
A Prefeitura Municipal de Contagem, reconhecendo a necessidade de identificar mai profundamente o potencial cultural que a cidade oferece, lança o Censo Cultural.

O QUE É O CENSO CULTURAL
O Censo Cultural é o levantamento de dados sobre toda a produção cultural da cidade. Através deste Censo será possível saber por quem, como e onde é produzida a cultura contagense.

INSCRIÇÕES
1. Todas as pessoas que produzam, trabalhem, estudem e/ou promovam atividades de cunho artístico cultural no município, sejam amadoras ou profissionais, poderão se inscrever.

Acesse aqui o formulário geral on-line.

2. Representantes ou organizadores de eventos, festas e manifestações artísticas e sócio-culturais deverão imprimir e preencher e ecaminhar os formulários específicos listados abaixo para:
Casa da Cultura Nair Mendes Moreira
Museu Histórico de Contagem
(praça Vereador Josias Belém, 1
Centro - 3352-5323):

Entidades e Espaços Culturais
- em formato DOC (documento do Word) - 187 Kb

Manifestações Artísticas e Sócio-Culturais

- em formato DOC (documento do Word) - 574 Kb

Meios de Comunicação

- em formato DOC (documento do Word) - 192 Kb

Patrimônio Cultural

- em formato DOC (documento do Word) - 388 Kb

Serviços e Comércios Culturais

- em formato DOC (documento do Word) - 205 Kb

Desenvolvimento & Cidadania Petrobras

Desenvolvimento & Cidadania Petrobras: conheça o resultado da Seleção Pública

A Seleção Pública de Projetos 2007 do programa Desenvolvimento & Cidadania Petrobras apresentou um número expressivo de inscritos: 4.177. E é com o entusiasmo que divulgamos a lista dos 72 projetos contemplados. Esses projetos estão distribuídos por todos os estados brasileiros e, juntos, receberão R$27,5 milhões de reais.

Clique aqui e saiba quais são eles!

O Programa Desenvolvimento & Cidadania Petrobras reflete o compromisso da Petrobras em contribuir para o desenvolvimento com igualdade de oportunidades e valorização das potencialidades locais. Cada projeto apoiado é uma parceria firmada entre a Petrobras e organizações sociais de todo o país para a viabilização de uma inserção social, digna e produtiva, de pessoas que vivem em risco social no Brasil.

Essa é uma importante etapa de um trabalho contínuo da Petrobras para contribuir para a superação da pobreza e das desigualdades sociais, aliando crescimento e desenvolvimento sustentável. Não poderíamos deixar de dividir esse momento com vocês.

Veja os números da Seleção:

* 6.485 inscrições realizadas pela Internet;
* 4.177 inscrições efetivadas após envio da documentação pelo correio;
* 3.264 projetos aprovados da Triagem Administrativa;
* 654 projetos aprovados na Triagem Técnica;
* 129 projetos aprovados pela comissão de Seleção;
* 27,5 milhões investidos em 72 projetos selecionados;
* 57 projetos selecionados para o Banco de Projetos Petrobras que incentiva a participação de clientes e fornecedores da cadeia produtiva de negócio em ações de Responsabilidade Social.

Pão e Poesia - Vídeos Stereoteca

Vídeos com a participação dos poetas do Pão e Poesia no projeto Stereoteca.

28.05.08 - Paulo Urban
http://paopoesia.blogspot.com/2008/05/28.html

07.05.08 - Renegado
http://paopoesia.blogspot.com/2008/05/07.html

30.04.08 - Novato
http://paopoesia.blogspot.com/2008/05/30.html

23.04.08 - Lecy Pereira Sousa
http://paopoesia.blogspot.com/2008/05/23.html

PÃO E POESIA NA 1ª BIENAL DO LIVRO DE MINAS GERAIS
http://diovmendonca.blogspot.com/2008/05/po-e-poesia-na-1-bienal-do-livro-de.html

REPORTAGENS:

TV UFMG
http://br.youtube.com/watch?v=qh0H8wxfQKk

TV ALTEROSA
http://diovmendonca.blogspot.com/2008/05/po-e-poesia-jornal-da-alterosa-sbt.html

REDE MINAS
http://diovmendonca.blogspot.com/2008/04/po-e-poesia-na-rede-minas-23.html

Diovvani Mendonça
acesse e conheça:
poeminhas para matar o tempo
e distrair dor de dente.
toda semana um poema inédito.
www.diovmendonca.blogspot.com

ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMAÇÃO DE
JUNHO - 2008

CENTRO DE EXTENSÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL / SALA VERDE-
SMAMA
GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE MEIO AMBIENTE
PREFEITURA DE BELO HORIZONTE

Acione aqui para visualizar a programação em formato .PDF no item ACESSO RÁPIDO > PROGRAMAÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL

OFICINAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

17 – 3ª feira 8:30 às 11:30h S.O.S. Nossas Águas
19 – 5ª feira 14 às 17h Agenda 21 em Foco
24 – 3ª feira 8:30 às 11:30h Introdução ao Origami
26 – 5ª feira 14 às 17h Origami Avançado II: Desafio e Leitura

TRAVESSIA URBANA, VISITAS ORIENTADAS E CIRCUITO AMBIENTAL

13 – 6ª feira 8 às 12h Visita Orientada – Laboratório de Coleta e Beneficiamento de Sementes - CEMIG
16 – 2ª feira 13 às 17:30h Visita Orientada – Centro de Desenvolvimento Agrário Florestal – CEDAF / UFV (Florestal)

18 – 4ª feira 8 às 12h Visita Orientada – Produção em Agricultura Orgânica – Sítio do Frade (Ibirité)
20 – 6ª feira 13:30 às 17:30h Visita Orientada - Projeto Curiango: Educação Ambiental e Trilha Interpretativa – Parque Natural Municipal Chácara do Lessa (Sabará)

23 – 2ª feira 13:30 às 17:30h Circuito Ambiental Nordeste – Do Onça ao Velhas – SARMU-NE / PBH
27 – 6ª feira 8 às 12h Visita Orientada – Produção de Mudas – Jardim Botânico – FZB / PBH

30 – 2ª feira 13:30 às 17:30h Visita Orientada – Estação Ecológica – UFMG

AMBIENTE EM FOCO

10 – 3ª feira 9 às 11h Diálogo sobre Campos Eletromagnéticos Emitidos por Antenas de Celular

18 – 4ª feira 9:30 às 11:30h Captação de Águas de Chuva
19 – 5ª feira 8:30 às 11:30h Agricultura Orgânica em BH: Produção e Comercialização – Rede Terra Viva
24 – 3ª feira 14 às 17h Aspectos Ambientais da Bacia do Ribeirão do Isidoro
26 – 5ª feira 8:30 às 11:30h Aquecimento Global: Conceito, Problemas e Soluções

DATAS COMEMORATIVAS
05 – Dia Mundial do Meio Ambiente 21 – Início do Inverno

Público: cidadãos, a partir de 16 anos, interessados nas questões socioambientais.

Inscrições a partir de 02/06/2008 pelo telefone
31 3277-5199.

A ausência sem aviso prévio, em uma das atividades, implicará no cancelamento das demais inscrições para o mês.

Cursos de Extensão em Educação Ambiental BH Itinerante e
Educação Para o Risco

Inscrições para o 2º semestre de 2008: 9 e 10 de Julho, de 9 às 17h

Receba, pela internet, a programação das atividades do Centro de Extensão em Educação Ambiental / Sala Verde da Secretaria Municipal Adjunta de Meio Ambiente. Solicite pelo correio eletrônico: geeda@pbh.gov.br

Gerência de Educação Ambiental - GEEDA
Secretaria Municipal Adjunta de Meio Ambiente - SMAMA

Prefeitura Municipal de Belo Horizonte - PBH
www.pbh.gov.br

geeda@pbh.gov.br
Centro de Extensão em Educação Ambiental / Sala Verde

Av. Afonso Pena, 4.000/6° andar - Cruzeiro
Belo Horizonte
Minas Gerais
Brasil
CEP 30.130-009
Coordenadas geográficas 19°56'42.66"S 43°55'21.77"W

Tel./Fax: 31 3277 5199


Programação mensal de atividades do Centro de Extensão em Educação Ambiental

Feira de Produtos Orgânicos em Belo Horizonte

Música no Belas - Rodica (Trio Jungle Jazz)

Música no Belas - Rodica (Trio Jungle Jazz)


Clique na imagem para ver no tamanho original

Papel do ser na Filosofia

Papel do ser na Filosofia

A filosofia propõe a iluminar os caminhos de nossa alma que foram contaminados por convicções infundadas, desejos descontrolados, preferências e opções de vida questionáveis que não são dignas de nós. O principal antídoto a tudo isso é um auto-exame minucioso aplicado com bondade. Além de erradicar as doenças da alma, a vida de sabedoria também pretende despertar-nos de nossa apatia e introduzir-nos no caminho de uma vida ativa e alegre.

A verdadeira felicidade é um verbo. É o desempenho contínuo, dinâmico e permanente de atos de valor. A vida em expansão, cuja base é a intenção de buscar a virtude, é algo que improvisamos continuamente, que construímos a cada momento. Ao fazê-lo, nossa alma amadurece. Nossa vida tem utilidade para nós mesmos e para as pessoas que tocamos.

É na instauração da pergunta, enquanto se põe diante de uma realidade problemática, que o ser humano, na busca de resposta, percebe a dinâmica e o movimento dialético da realidade. Se não for possível perguntar, não será possível a reflexão e não há como construir conhecimento.

Aprendemos e ensinamos, trabalhamos, ouvimos música, vamos à praia e podemos construir nossas vidas com planos de sucesso e estabilidade financeira sem nos deixarmos envolver pelo discurso e pelos problemas filosóficos. Na verdade, os problemas filosóficos normalmente nos deixam incomodados, mal humorados, ansiosos. Isso porque, como normalmente ocorre, ao tentar resolvê-los, deparamo-nos com outros problemas que até então não havíamos considerado. A filosofia parece ser não apenas desnecessária para o bem viver; ela parece ser incompatível com a idéia de uma vida tranqüila. Somando-se a isso, devemos considerar o caráter abstrato da atividade filosófica. Por lidar com problemas distantes da vida comum, o filósofo é considerado freqüentemente uma pessoa destacada da realidade, perdido em especulações inúteis, alheio aos problemas que a vida diária se lhe impõem.

Essa visão caricatural da filosofia não se restringe ao senso comum. Guimarães Rosa certa vez definiu o filósofo como "aquele que se encontra num quarto escuro, à procura de um gato preto que não está lá. E ele o encontra..." Fernando Pessoa, em seu famoso poema 'Tabacaria', escreve que "a metafísica... é uma conseqüência de se estar mal disposto..." Mas será que é assim mesmo, quer dizer, será que é tão simples descartar a filosofia como uma atividade intelectual inútil? Para obtermos uma resposta satisfatória, é necessário que especifiquemos o ofício do filósofo. Qual é a natureza do trabalho filosófico? Sem dúvida que o ser estará sempre em busca de respostas a questionamentos. Com a filosofia, o homem aprendeu a perguntar quem ele é, o que é o ser. O mundo deixou de se restringir às divindades e à natureza, mas ganhou a figura humana, que agora também quer se encontrar. Como disse Sócrates, o autoconhecimento é o primeiro passo para sair da ignorância.

Wanilce do Socorro Pimentel do Carmo

Licenciada em Filosofia, Pós-graduada em Metodologia do Ensino Superior, Mestranda em Ciências da Educação Universidade Lusófona, professora na Faculdade FAMETRO com as disciplinas Metodologia da Pesquisa, Filosofia, Sociologia, Desenvolvendo Projetos na Faculdade no curso de Administração, Professora na Escola LA SALLE - Disciplina Ensino Religioso e Filosofia

E-mail: wan_tel@hotmail.com

Tv Nutrição em Pauta - A nova forma de ensino em Nutrição


A Nutrição é uma área bastante complexa, englobando setores tão diversos quanto nutrição clínica, nutrição esportiva e foodservice.

A partir da experiência da revista Nutrição em Pauta e do Núcleo de Estudos Avançados em Nutrição, criamos a TV Nutrição em Pauta, inovando a maneira de atualizar os profissionais e estudantes de nutrição, de uma forma agradável e dinâmica.

E, contando com renomados pesquisadores e especialistas em Nutrição, estaremos apresentando entrevistas, mini cursos e muito mais, com forte embasamento científico, garantindo a confiabilidade e credibilidade das informações transmitidas.

Divirta-se e atualize-se através da TV Nutrição em Pauta – a nova forma de ensino em nutrição.


Temas já disponíveis:

Alergia Alimentar
Prof. Dra Graziela Brandão - Nutricionista especialista em Nutrição Clínica, Professora de Nutrição Materno Infantil e Coordenadora da Clínica de Nutrição da UNIME.

Câncer: Nutrição e Interações Medicamentosas
Prof. Dra. Neuzir T. Reis - Nutricionista e Médica. Livre Docente em Nutrição Clínica. Responsável pelo Ambulatório de Nutrição Clínica da Santa Casa de Misericordia do RJ.

Nutrição e Exercício no Manejo da Obesidade Pediátrica

Dra. Isabela Guerra - Nutricionista, Doutora em Nutrição Humana Aplicada, Co-autora dos livros "Ciência do Futebol" e "Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte".

Fome Oculta: Anemia e Hipovitaminose A
Prof. Dr. Joel Alves Lamounier - Médico com Doutorado em Sáude Pública e Nutrição pela Universidade da Califórnia e Professor Titular da UFMG

Controle Higiênico-Sanitário em Restaurantes Comerciais

Dra. Márcia M. M. Paranaguá - Nutricionista, Prof. de Gastronomia Aplicada ao Turismo, Instrutora em Segurança Alimentar e Assessora Técnica do Restaurante Yemanjá.

Intestino: A Máquina Fantástica
Prof. Dra. Monique Pedruzzi - Nutricionista, Pesquisadora e Doutoranda em Imunologia pela UFF.


Contato: contato@tvnutricao.com.br

http://www.tvnutricao.com.br/

Capital estrangeiro no ensino superior

Capital estrangeiro no ensino superior. Grau de investimento pode atrair R$ 3 bilhões

O grau de investimento concedido ao Brasil no fim de abril, indicador que demonstra haver riscos menores para a entrada de capital externo no País, pode trazer mais dinheiro e movimentar o ensino superior privado. Para especialistas, o setor deve receber até R$ 3 bilhões nos próximos dois anos. O cenário aparentemente positivo, no entanto, é visto com ressalvas por educadores que acreditam que investimentos externos, abertura de capital e formação de conglomerados fazem com que a educação seja vista como uma mercadoria e não como um direito. A reportagem é de Renata Cafardo e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 26-05-2008.

"Os que já investiram no Brasil têm mais dinheiro e ainda há outros grupos para investir", diz o consultor de ensino privado e presidente da Hoper Educacional, Ryon Braga. Para ele, o ensino superior privado poderia ser mais beneficiado pelo investment grade se um número maior de instituições já tivesse aberto o capital.

Isso porque grande parte das ações colocadas à venda, como as do Grupo Anhangüera Educacional, foram compradas por estrangeiros. "Ainda são poucos os grupos profissionalizados no País. Há muito mais dinheiro, mas não tem onde entrar", completa.

O processo de organização e transparência da gestão de instituições de ensino superior privado é crescente no Brasil, mas ainda caminha com lentidão, de acordo com especialistas. A maioria das universidades é controlada por famílias, com estruturas de custo pesadas e inchadas.

"Para fazer um investimento, o capital estrangeiro vê até se tem telha de amianto no banheiro", diz o presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp), Hermes Figueiredo. Segundo ele, muitos negócios de compras de instituições não são efetivados porque, pela falta da transparência, o investidor não consegue estimar seus riscos.

O ex-ministro da Educação Paulo Renato Souza também acredita que o grau de investimento pode trazer mais dinheiro para o ensino superior, desde que mais universidades se profissionalizem. "O capital externo não compra uma instituição quebrada, só grupos nacionais fazem isso porque conhecem bem o mercado", explica.

Recentemente, processos de fusões, aquisições e fechamento de instituições tornaram-se comuns a alunos no ensino superior privado brasileiro. Foi o início de uma resposta a um mercado cada vez mais concorrido e saturado. Só o Centro Universitário Anhangüera comprou 16 instituições, entre elas a Uniderp, de Mato Grosso do Sul, a Faculdade Fênix, em Bauru e, na capital, o Centro Universitário Ibero-Americano em São Paulo (Unibero).

No ano passado, esse foi o primeiro grupo a abrir seu capital e a procura por cotas da empresa superou em 12 vezes o esperado. Foram R$ 360 milhões na primeira oferta de ações e outros R$ 508 milhões no segundo processo, em 2008. Quase a totalidade foi comprada por investidores de fora do País. Depois da abertura de capital e das aquisições, o Grupo Anhangüera passou de 40 mil para 139 mil alunos.

Outros três grupos de ensino - Estácio de Sá, Pitágoras e COC - fizeram o mesmo em 2007. Há especulações no mercado de que a Universidade Paulista (Unip), a Véris Educacional (que controla o Ibmec e o IBTA) e a Universidade Cruzeiro do Sul (Unicsul) estejam se preparando para também lançar ações na bolsa.

"O investment grade provoca dois impactos: um na possibilidade de captação de recursos pelas instituições e outro no financiamento estudantil", diz Ricardo Scavazzo, sócio do Pátria Investimentos, cujo fundo comprou participações na Anhangüera e hoje é seu controlador. Para ele, o novo índice recebido pelo País vai também baixar as taxas de juros, o que beneficia empréstimos a estudantes para financiar seu curso superior.

NAS MÃOS DE ESTRANGEIROS

Apesar de terem vendido suas ações a grupos e fundos de fora do País, as universidades que abriram o capital não passaram a ser controladas por dinheiro estrangeiro. Isso porque só uma minoria das cotas foram colocadas no mercado e o restante continuou na mão dos mantedores. Já a Universidade Anhembi Morumbi vendeu 51% de seu controle à rede internacional de universidades Laureate Education, dos Estados Unidos. A instituição americana gastou cerca de R$ 60 milhões na aquisição, em 2005, e investiu um valor não revelado em obras e equipamentos.

O grupo controla faculdades em outros países e, segundo a vice-reitora da Anhembi, Elizabeth Guedes, o grau de investimento ajuda os brasileiros. "Isso coloca a Anhembi em igual condição com uma instituição da Laureate em Madri, por exemplo, porque antes se dizia que era mais seguro investir lá", explica.

Para a educadora da Universidade de Brasília (UnB) especialista em ensino superior Regina Vinhais, o processo atual é extremamente negativo para a educação brasileira. "O ensino se torna um bem de consumo e não um bem de direito e é vendido conforme o poder de compra da sociedade", afirma.

Segundo ela, universidades com capital aberto, por exemplo, oferecem cursos de acordo com as demandas do mercado. "Se é bom para a sociedade brasileira isso não importa, é o mercado que vai decidir o que é bom ou não ali."

Oportunidade de trabalho 500 vagas

Encaminho vagas para diversas áreas. Se a vaga não atende seu perfil, divulgue!
Façamos uma rede de ajuda, divulgando vagas para que ninguém fique sem trabalho!

500 NOVAS VAGAS

AGENTE DE MARKETING / REPRESENTANTE DE SERVIÇOS / AGENTE DE COBRANÇA 2º GRAU COMPLETO / MAIOR 18 ANOS / BOA DIGITAÇÃO COMPARECER COM CURRÍCULO E CPF
NORTEARH BH: RUA OURO PRETO 1102 SANTO AGOSTINHO(PROX HOSPITAL SOS AV.
AMAZ ENTREVISTAS AS 8:00 OU 12:30
NORTEARH CONTAGEM: RUA MANACÁ 53 ELDORADO (PROX HOSP JK) ENTREVISTAS AS 8:00

PROMOTOR DE VENDAS
2º GRAU COMPLETO / MAIOR 18 ANOS /
COMPARECER COM CURRÍCULO E CPF
NORTEARH BH: RUA OURO PRETO 1102 SANTO AGOSTINHO(PROX HOSPITAL SOS AV.
AMAZ ENTREVISTAS 16:00

OUTRAS VAGAS ACESSE WWW.NORTEARH.COM.BR E FAÇA SEU CADASTRO.
701 ENGENHEIRO DE PROCESSOS SR (Processos Engenheiro)
Requisitos: Superior completo em Engenharia Mecânica/ Elétrica/ Automação / Necessária experiência com desenvolvimento de processos em produção em estamparia e solda
Salário: A combinar
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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703 COMPRADOR TÉCNICO
Requisitos: Bom desempenho em negociação e conhecimentos básicos de compras
Conhecimentos de procedimentos de Comércio Exterior; Sistema da qualidade (PAP, PPM, ETC); Inglês FLUENTE.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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755 MÉDICO DO TRABALHO
Requisitos: Experiência em medicina do trabalho com registro CRM/MG
Experiência mínima na função
Salário: A combinar
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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743 ASSISTENTE ADMINISTRATIVO DE PESSOAL
Requisitos: 2º grau completo ou superior em curso (Administração) / Experiência em departamento pessoal e em algum programa de folha de pagamento (desejável Microsiga) / Pacote Office intermediário e internet / Conhecimentos em contabilidade básica / Inglês básico.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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799 OPERADOR DE BENEFICIAMENTO I
Requisitos: 2º grau completo / Experiência na área de operação de usina de beneficiamento de minério de ferro, conhecimento de operação dos equipamentos e manutenções emergenciais / CNH B / Desejável cursos nas áreas de Segurança do Trabalho, Primeiros Socorros e Meio Ambiente / Desejável inglês / Disponibilidade para residir no interior de Minas.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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758 ELETRICISTA
Requisitos: 2º grau completo acrescido de curso técnico de Eletricista (Apresentar Diploma ou Registro no CREA) / experiência na área elétrica com serviços de manutenção elétrica em conjuntos, subconjuntos, máquinas, equipamentos e instalações nas diferentes unidades / Desejável Curso Básico NR10 (40 horas, com certificado). Cursos de Eletricidade Básica; Eletrônica Básica; Eletro técnica; Automação; Calibração; Instrumentação.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 01
Local: SERRO
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800 MECÂNICO TÉCNICO
Requisitos: 2º grau completo com curso Técnico em Mecânica / Experiência (preferência por experiência no segmento) / Desejável Domínio Pacote Office / Desejável CNH B / Desejável Inglês.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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477 AJUDANTES
Requisitos: Realizar a proteção de cargas de acordo com a exigência do cliente.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 04
Local: BH

747 ASSISTENTE DE R.H I.
Requisitos: Formação em Administração (desejável ênfase em RH), Gestão de RH / Desejável Inglês / Pacote Office avançado / CNH B / Experiência em empresa de grande porte na área de R.H e/ou Administrativa com vivência em organização de arquivos, controles administrativos e indicadores / Desejável conhecer rotinas de recrutamento e seleção e/ou RH em geral.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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609 AUXILIAR DE PORTARIA
Requisitos: Responsável pelo atendimento aos visitantes, bem como cadastrar os veículos e pessoas para entrada na empresa / Ensino médio completo ou cursando / Mínimo de 06 meses de experiência na função.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 03
Local: BH
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750 ELETRICISTA
Requisitos: Experiência circuitos e sistemas elétricos de autos.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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745 GERENTE DE FILIAL
Requisitos: Gerenciar processos administrativos, financeiros, operacionais e recursos humanos na área de negócios / Necessário formação superior / experiência em gerenciamento de equipes.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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546 MOTORISTA CNH ôEö
Requisitos: Ensino fundamental completo ou em curso / Experiência como motorista de carretas.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 20
Local: BH
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309 VENDAS PROMOTOR
Requisitos: Promotor de Vendas / Desejável experiência anterior com vendas / Irá abordar clientes.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 50
Local: BH
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698 TÉCNICO DE SEGURANCA DO TRABALHO (CONCEIÇÃO DO MATO DENTRO, SERRO /MG).
Requisitos: Curso Técnico em Segurança do Trabalho (registro M.T. E) /
Experiência na área (preferencialmente no segmento da mineração) / Vivência com promoção de campanhas, palestras e outras formas de treinamento / Domínio do Pacote Office / Desejável inglês / CNH B.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 04
Local: BH
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582 SUPERVISOR DE MANUTENÇÃO ELÉTRICA
Requisitos: Curso de elétrica, eletrônica e/ou graduação completa / Experiência com manutenção elétrica preferencialmente na área de mineração, siderurgia, óleo e gás ou petroquímica / Conhecimento do pacote Office / Desejável inglês / Desejável experiência com gestão de pessoas.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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795 ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO
Requisitos: Experiência na coordenação de sistemas de gestão integrada de segurança e saúde ocupacional. Gestão de normas, documentos e procedimentos / Graduação em Engenharia com especialização em Segurança do Trabalho. (Registro no CREA) / Inglês avançado / Pacote Office.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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791 MÉDICO DO TRABALHO
Requisitos: Formação em Medicina do Trabalho (com registro) / Experiência em gestão de PCMSO e documentação inerente à área de saúde, treinamentos e campanhas / Inglês avançado / Pacote Office / Disponibilidade para viagens.
Salário: Não divulgado
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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646 ENCARREGADO DE GARANTIA
Requisitos: Superior em Engenharia Mecânica / Responsável por: controlar os processo de garantia e notas fiscais / Recebimento das peças e relatórios de serviços técnicos / Controle e cobrança dos resultados finais das fábricas e discussão das divergências / Acompanhamento do desembarque e inspeções das peças nas fábricas, visando evitar extravio e divergências na análise e no recebimento / Contribuir na implantação, controle do novo sistema de custo e faturamento em apoio a gerencia técnica.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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645 ENCARREGADO DE MONITORAMENTO
Requisitos: Formação em Engenharia Mecânica / Elétrica / Telecomunicações / Bom conhecimentos em informática / Inglês intermediário / Conhecimentos em manutenção de equipamentos/ logística, planejamento e eletrônica / Atuar no projeto de monitoramento das máquinas da empresa.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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521 ENGENHEIRO CIVIL
Requisitos: Engenheiro Civil com conhecimento de Geotécnica / experiência em acompanhamento e fiscalização de obras de terraplenagem, concreto, barragens de terra e estradas / Disponibilidade para trabalhar no norte do país em regime de folga.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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338 ENGENHEIRO GEOTÉCNICO MÉDIO
Requisitos: Desejável experiência na área de mineração ou hidroenergia / Conhecimento na área de barramentos, aterros, contenções e análises de estabilidade / Mestrado / Inglês.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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339 ENGENHEIRO GEOTÉCNICO SÊNIOR
Requisitos: Experiência na área de mineração ou hidroenergia / Conhecimento avançado de projetos de barragens, ataludes, aterros, ensaios geotécnicos e análises de estabilidade / Mestrado / Inglês / Noções básicas de gerenciamento de projetos.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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313 GEOTÉCNICO
Requisitos: Experiência na função.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 02
Local: BH
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322 GEÓLOGO MÉDIO
Requisitos: Experiência na área de mineração e hidroenergia / Conhecimento na área de descrição de sondagem, fiscalização e supervisão de campo, classificação geomecânica de maciços, caracterização geotécnica de solos e rochas, materiais naturais de construção / Mestrado Desejado / Inglês.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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321 HIDRÓLOGO MÉDIO
Requisitos: Experiência na área de mineração e hidroenergia / Conhecimentos em projetos de barragens, diques, balanços hídricos, sistemas de captação, desvio e drenagem superficial e subsuperficial / Desejável Mestrado / Inglês.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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336 HIDRÓLOGO SÊNIOR
Requisitos: Experiência na área de mineração ou hidroenergia / Conhecimento avançado de projetos de barragens, diques, balanços hídricos, sistemas de captação, desvio e drenagem superficial e subsuperficial / Mestrado / Inglês.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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522 MINERAÇÃO TÉCNICO
Requisitos: Técnico de barragens / Experiência em fiscalização de obras de terraplenagem e concreto para trabalhar.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: Ourilandia do Norte û PA

775 ORÇAMENTISTA
Requisitos: Formação Superior em Engenharia / Experiência em orçamentos de gerenciamento de obras industriais, preferencialmente na área mineral ou siderúrgica / Experiência mínimo 5 anos / Domínio do Inglês.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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797 SUPERINTENDENTE GERAL
Requisitos: Experiência em Construção Industrial / Inglês fluente / Superior em Engenharia / Experiência com equipamentos de içamento de carga pesada / Experiência em instalação de equipamentos mecânicos e de planta / Experiência em gerenciamento de contratadas / Habilidade de compreender e interpretar todos os tipos de especificações relevantes e desenhos;
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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353 TÉCNICO
Requisitos: Experiência em acompanhamento de sondagem geológica/geotécnica / Abertura de poços para coleta de blocos indeformados / Ensaios de permeabilidade em solos e rochas / Mapeamento de taludes, cavas e fundações / Disponibilidade para viagens;
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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776 TÉCNICO ORÇAMENTISTA
Requisitos: Formação Técnica / Ensino médio completo / Experiência em orçamentos de gerenciamento de obras industriais, preferencialmente na área mineral ou siderúrgica / Necessário Experiência / Desejável domínio da língua inglesa.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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709 TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES
Requisitos: Elaboração de cronogramas físicos de atividades em MS Project / Elaboração de composições de preços unitários no Compor da 90 informática / Manuseio de arquivos / Cotações de insumos e serviços / Interpretação e qualificação de projetos civis de engenharia / Executar ações que possam promover a melhoria contínua do desempenho dos processos da Empresa / Cumprir os procedimentos do Sistema de Gestão Empresarial.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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182 TELEMARKETING OPERADOR
Requisitos: 2º completo / Experiência 6 meses com Telemarketing ou experiência 6 meses de vendas ou experiência vendas + telemarketing / Maior de 18 anos / Boa Digitação Conhecimentos de informática para navegação em sistemas corporativos / Curso de telemarkting û 16 horas.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 40
Local: BH

610 TELEMARKETING OPERADOR
Requisitos: 2º completo / Maior de 18 anos / Boa Digitação
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 40
Local: BH
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350 ADMINISTRADOR EDIFÍCOS
Requisitos: Recuperar créditos conforme metas e datas definidas pela empresa / Negociar forma de pagamento.
Salário: Não divulgado.
Nº. De vagas: 01
Local: BH
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845 TECNÓLOGO DE PROCESSOS
Requisitos: 2º grau técnico em mecânica ou engenharia em curso / Conhecimento em ferramentaria para ajustes de dispositivos / Conhecimento em máquina de soldar plástico (termofusão, vibração) / Conhecimento em processos de linha de montagem Necessário vivência no ramo de autopeças e cursos na área de qualidade (ISO,TS...) /
Disponibilidade de horário.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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840 ATENDENTE DE FAST FOOD
Requisitos: 2º grau completo / Sexo Feminino / Preferencialmente experiência em vendas, restaurantes ou fastfood.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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839 INSTRUTOR DE TREINAMENTO
Requisitos: 3º grau concluído ou em curso (a partir do 4º período preferencialmente Pedagogia) / Experiência em ministrar aulas / Disponibilidade para trabalhar aos sábados e horários variados / Domínio em excel e power point.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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833 ATENDENTE DE LOJA
Requisitos: 2º grau completo / Experiência comprovada com vendas internas.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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803 SECRETÁRIA
Requisitos: 2º grau completo / Experiência comprovada na função / disponibilidade para trabalha de segunda a sexta de 9:00 as 19:00 horas.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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842 SUSHIMAN
Requisitos: 2º grau completo / 6 meses de experiência na preparação de comidas japonesas; disponibilidade para trabalhar em horários diurnos e noturnos.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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841 AUXILIAR DE SUSHIMAN
Requisitos: 2º grau completo / 6 meses de experiência na preparação de comidas japonesas; disponibilidade para trabalhar em horários diurnos e noturnos.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

847 SUPERVISOR DE SEGURANÇA PATRIMONIAL
Requisitos: Ensino médio completo ou superior / Domínio pacote Office / CNH B / Desejável inglês / Experiência anterior com segurança patrimonial e supervisão / Cursos de especialização na área de segurança VIP / Defesa pessoal / Combate a incêndio / Segurança empresarial / Disponibilidade para residir no interior de Minas Gerais.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

753 AUXILIAR ADMINISTRATIVO
Requisitos: 2º grau completo / Experiência comprovada na função.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

810 FERRAMENTEIRO
Requisitos: 2º grau técnico ou engenharia em curso / Conhecimentos em industria de plásticos, leitura e interpretação de desenho / Conhecimento básico de Autocad / Conhecimento de regulagem básica de injetora / Disponibilidade de horários.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

844 PREPARADOR DE MÁQUINA INJETORA
Requisitos: 2º grau técnico ou engenharia em curso / Conhecimento do processo de injeção de plástico.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

829 PROGRAMADOR DE PRODUÇÃO
Requisitos: 2º grau técnico ou engenharia em curso / Conhecimentos de ferramentaria em específico de moldes de injeção plástica / Sexo masculino.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

766 û ANALISTA û SQA (SUPPLIER QUALITY ASSURANCE)
Requisitos: 3º grau completo em Engenharia ou Tecnologia da Qualidade / Conhecimento para aprovação de PPAP / Conhecimento em ferramentas da qualidade tais como CEP / PDCA / 8D / APQP / IMDS / MSA, dentre outras / Experiência com auditoria de processo / Conhecimento de normas de qualidade (ISO TS 16949:2002, 9001:2000; 14001:2004;VDA;QSB, dentre outras / Fluência na língua inglesa.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

732 û ANALISTA DE QUALIDADE
Requisitos: 3º grau completo em Engenharia ou Tecnologia da Qualidade / Experiência no ramo automotivo, em normas Automotivas e Ambiental, microinformática (pacote Office) / Conhecimentos avançados em inglês.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

651 û VENDEDOR EXTERNO
Requisitos: Superior em andamento / Experiência com vendas externas e veiculo próprio / Superior em andamento / Disponibilidade para trabalhar horário integral de segunda à sexta feira.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

622 û PROCESSO INTEGRADO CONDUTOR
Requisitos: 2º grau / Desejável curso técnico / Experiência em indústria automotiva / Disponibilidade para trabalhar em turnos.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

648 û SUPERVISOR PRODUÇÃO
Requisitos: 2º GRAU técnico(mecânica, eletrônica, mecatrônica, eletromecânica) / Experiência em industria automotiva / Conhecimento de processos produtivos / Gestão de Pessoas.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

657 û TÉCNICO CONTÁBIL
Requisitos: Técnico em Contabilidade ou Superior em andamento / Experiência em ICMS dentro e fora do estado de MG / Compensação de Imposto / Apuração de PIS / Imposto de renda / Além de toda rotina contábil / Disponibilidade para horário integral.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

835 û COORDENADOR APOIO TÉCNICO
Requisitos: Superior completo em Engenharia Civil, Mecânica ou Elétrica / Desejável inglês / Domínio Pacote Office / Experiência comprovada em implantação de projetos industriais de médio e grande porte.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

822 ûASSISTENTE ADMINISTRATIVO DE PESSOAL
Requisitos: Ensino Médio ou Superior Completo / Experiência anterior com todas as rotinas de departamento pessoal / Conhecimentos em Contabilidade Básica / Pacote office intermediário / Desejável Microsiga / Desejável inglês / Disponibilidade para residir no interior e para viagens.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

836 û ENGENHEIRO DE PROCESSOS
Requisitos: Superior completo em Engenharia Mecânica, Elétrica ou Metalúrgica / Desejável Inglês / Domínio Pacote Office / Conhecimento de estatística, controle de processos, bombeamento de polpa, corrosão, ensaios de laboratório.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

785û PORTADORES DE DEFICIÊNCIA
Requisitos: Profissionais de diversas áreas portadores de deficiência física.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

848 û SUPERVISOR SEGURANÇA PATRIMONIAL
Requisitos: Ensino médio completo ou superior / Domínio pacote Office / CNH B / Desejável inglês / Experiência anterior com segurança patrimonial e supervisão / Cursos de especialização na área de segurança VIP, defesa pessoal, combate a incêndio, segurança empresarial / Disponibilidade para residir no interior de Minas Gerais.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

821 û COORDENADOR T.I.
Requisitos: Superior em Ciência da Computação ou Tecnologia da Informação / Conhecimento em cabeamento estruturado, hardwares e softwares / Experiência em Coordenação de equipes para: Atendimento a demandas, Definição de soluções, Administração de contratos com fornecedores, Estudo de viabilidade e Administração de recursos
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

750 ûELETRICISTA INDUSTRIAL
Requisitos: Experiência circuitos e sistemas elétricos de autos.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

816 û TÉCNICO SEGURANCA TRABALHO
Requisitos: Curso Técnico segurança do trabalho concluído / Necessário experiência na área.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

830 û ESTAGIÁRIO ADMINISTRAÇÃO
Requisitos: Experiência com crédito/cobrança / Suporte ao setor de crédito, atendimento a clientes internos e externos / Liberação de pagamento mediante comprovação.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

823 û SUPERINTENDENTE ELETROMECÂNICA
Requisitos: Responsável pela instalação da planta de processo FeNi (mecânica e elétrica) / Formado em Engenharia Mecânica com experiência em construção de planta de beneficiamento de minério.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

779 û DIGITADOR
Requisitos: 2º grau completo / Qualidade na digitação / Habilidade com computador (impressão, configuração, etc).
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

710 û GERENTE INDUSTRIAL
Requisitos: Gerenciamento da produção, engenharia de processos, manutenção e logística / Responsável pelo planejamento e controle da produção / faturamento da fábrica e giro do estoque / Desenvolver estudo para redução do valor em estoque / aumento de giro / Assegurar em sua área o atendimento aos requisitos ISO/TS 16949, ISO14.000 e QSB / Inglês fluente / Formado em Engenharia com pós em Gestão da Produção/Logística / Experiência anterior em indústria de autopeças e processo Just in Time.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

831û VENDEDOR
Requisitos: Experiência em venda de veículos novos / Disponibilidade para trabalhar aos sábados.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

825 û GEÓLOGO
Requisitos: Superior em Geologia / Desejável inglês Intermediário / Internet e Pacote Office intermediário / Experiência com sondagem de minério de ferro, descrição de testemunhos e planejamento de lavra /
Disponibilidade para residir no interior e para viagens.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

805 û MOTORISTA CNH E
Requisitos: Habilitação E / Desejável experiência como motorista de carreta / Disponibilidade para trabalhar na Região de Brumadinho.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

819 û TOPÓGRAFO
Requisitos: Curso técnico em Topografia / Experiência na área /
Disponibilidade para residir no interior.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

838 COORDENADOR DE PRODUÇÃO
Requisitos: Ensino Médio incompleto (mínimo) / Experiência com coordenação de processos de produção de calçados, monitoria de indicadores de produção, treinamento de equipes, além de providenciar recursos necessários à produção / Disponibilidade para trabalhar em turnos / Disponibilidade para residir em Itapetinga/BA
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

813 ESTAGIÁRIA DE ADMINISTRAÇÃO
Requisitos: Formação em Administração, Secretariado ou Comunicação / Pacote Office avançado / Interesse em línguas estrangeiras.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

846 PROGRAMADOR DE MANUTENÇÃO
Requisitos: Conhecer bem de planejamento e controle de manutenção / 2º grau técnico ou engenharia em curso / Controle de arquivo relacionado a toda documentação do setor / análises estatísticas dos resultados de intervenções nos equipamentos; controle de gráficos / controle de compra de peças / auxilio no controle das despesas do setor.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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881 ENGENHEIRO ELETRICISTA SÊNIOR
Requisitos: Superior completo em Engenharia Elétrica / Experiência com projetos de plantas industriais de grande porte no segmento de mineração, engenharia ou energia / Desejável conhecimento em automação industrial / Domínio pacote Office / Desejável noções de AutoCad /
Desejável inglês técnico / Disponibilidade para viagens.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

882 ENGENHEIRO CIVIL SÊNIOR
Requisitos: Superior completo em Engenharia Civil / Experiência com projetos de plantas industriais de grande porte no segmento de mineração ou engenharia / Domínio pacote office; Desejável noções de AutoCad / Desejável inglês técnico / Disponibilidade para viagens.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

883 ENGENHEIRO MECÂNICO SÊNIOR
Requisitos: Superior completo em Engenharia Mecânica / Experiência com projetos de plantas industriais de grande porte no segmento de mineração ou engenharia / Conhecimento em equipamentos de mineração / Domínio pacote Office / Desejável noções de AutoCad / Desejável inglês técnico /
Disponibilidade para viagens.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

698 TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO
Requisitos: Curso Técnico em Segurança do Trabalho (registro M.T.E) / Experiência na área (preferencialmente no segmento da mineração) / Domínio do Pacote Office / Desejável inglês / CNH B.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

795 ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO
Requisitos: Experiência na coordenação de sistemas de gestão integrada de segurança e saúde ocupacional / Gestão de normas, documentos e procedimentos / Graduação em Engenharia com especialização em Segurança do Trabalho / (Registro no CREA) / Inglês avançado / Pacote Office.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

734 COMERCIAL ASSISTENTE
Requisitos: Experiência em terceirização e mão de obra temporária.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

791 MÉDICO DO TRABALHO
Requisitos: Especialização em Medicina do Trabalho (com registro) / Experiência em gestão de PCMSO e documentação inerente a área de saúde, treinamentos e campanhas / Inglês avançado / Pacote Office / Disponibilidade para viagens.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

872 ASSISTENTE DE TESOURARIA
Requisitos: Superior em curso: Administração, Ciências Contábeis ou Economia / Experiência na área financeira, com controles e rotinas de contas a pagar / Desejável Matemática Financeira / Conhecimentos em Excel avançado e Microsiga / Domínio do Pacote Office.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

824 SEGURANCA TRABALHO TECNICO
Requisitos: Mínimo seis meses de experiência na função / Conhecimento de PCMSO/PPRA/Treinamento de Brigada de Incêndio/Legislação Trabalhista de Segurança do trabalho.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

340 PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
Requisitos: Banco de Currículos.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

474 ESTÁGIO DE PSICOLOGIA
Requisitos: Cursando entre o 5º ao 8º período / disponibilidade para estagiar em horário integral.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

860 DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Requisitos: Planejar e gerenciar todas áreas de TI INFRA e sistemas / Gestão do IT Business Plan / Prover suporte tecnológico todas as áreas da organização / Liderança / Boa comunicação / Visão de negócios / Desejável mas não imprescindível inglês fluente.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

863 ANALISTA DE LOGÍSTICA
Requisitos: Superior em andamento / Necessário experiência com logística / Possui habilitação.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

853 COMUNICAÇÃO ANALISTA
Requisitos: Superior completo em comunicação / Necessário experiência com comunicação interna, redação e eventos.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

817 ESTAGIO ADMINISTRAÇÃO
Requisitos: Cursando do 3º ao 5º período / Desejável conhecimentos em rotina de departamento pessoal.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

854 ADMINISTRATIVO AUXILIAR
Requisitos: 6 meses de experiência em rotinas administrativas,/ Emissão de notas fiscais / Domínio de excel / Disponibilidade de horário e residir na região de Brumadinho, Itatiaiuçu, Sarzedo, Mário Campos.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

855 LIDER DE OPERAÇÕES
Requisitos: 6 meses de experiência na área de transporte / Monitorar a carga, descarga e ciclos de veículos.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

819 TOPÓGRAFO
Requisitos: Curso técnico em Topografia / Experiência na área / Disponibilidade para residir no interior.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

882 ENGENHEIRO CIVIL SÊNIOR
Requisitos: Superior completo em Engenharia Civil / Experiência com projetos de plantas industriais de grande porte no segmento de mineração ou engenharia / Domínio pacote Office / Desejável noções de AutoCad / Desejável inglês técnico / Disponibilidade para viagens.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

801 ENGENHEIRO ELETRICISTA DE EQUIPAMENTOS DE USINA
Requisitos: Superior completo em Engenharia Elétrica / Experiência em Manutenção Industrial em empresa de grande porte de Mineração, Siderurgia, Óleo, Gás e Petroquímica / CNH B / Domínio pacote Office / Desejável inglês / Disponibilidade para residir no interior.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

883 ENGENHEIRO MECÂNICO SÊNIOR
Requisitos: Superior completo em Engenharia Mecânica / Experiência com projetos de plantas industriais de grande porte no segmento de mineração ou engenharia / Conhecimento em equipamentos de mineração / Domínio pacote Office / Desejável noções de AutoCad / Desejável inglês técnico / Disponibilidade para viagens.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

896 ENGENHEIO SÊNIOR
Requisitos: Graduação em Engenharia Mecânica, Elétrica, Eletrônica / Inglês avançado / Domínio do Pacote Office / Conhecimento de Sistema de Manutenção / Experiência anterior com Manutenção Preventiva e Corretiva de equipamentos de mineração / equipamentos de Mina / Desenvolvimento de trabalhos de melhoria de produtividade / Orçamentação; KPI's.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

889 ARQUIVISTA TÉCNICO
Requisitos: Superior em Biblioteconomia / Conhecimentos Pacote Office, Autocad, Adobe, Programas GED/EDMS, Plotagem e Normas ABNT pertinentes / Desejável Inglês / Desejável Inglês / Experiência com implantação e controle do plano de arquivo, impressão e plotagem de documentos técnicos, controle de empréstimo de documentos, recebimento e expedição de GRS's (guias de remessas de documentos), implantação e controle de acervo técnico.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

859 GERENTE ADMINISTRATIVO FINANCEIRO
Requisitos: Experiência como gerente no setor administrativo e financeiro.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: Concórdia/SC

868 ESTAGIÁRIO DE LOGÍSTICA
Requisitos: Cursando Engenharia de Produção, Mecânica e outros / Já tenha cursado matéria de logística / Possuir conhecimento de excel avançado.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

857 GERENTE DE QUALIDADE
Requisitos: Superior completo / Experiência como gerente na área da qualidade em empresas de peças automotivas / Domínio nas ferramentas de qualidade / Inglês fluente.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: Varginha û MG

858 PROGRAMADOR DE PRODUÇÃO
Requisitos: Superior completo / Domínio de Sawluz / Domínio de Excel / Experiência com datasul ou SAP ou BPCS / Experiência com MRP.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: Varginha û MG

860 DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Requisitos: Planejar e gerenciar todas as áreas de TI INFRA e sistemas / Gestão do IT BUSINESS PLAN / PROVER suporte tecnológico todas as áreas da organização / Liderança / Boa comunicação e visão de negócios / Desejável mas não imprescindível / Inglês fluente.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

874 ELETRONICO TECNICO
Requisitos:. 2º grau Técnico Elétrica ou Eletrônica / Conhecimento de PLC's .
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

873 MECANICO TECNICO
Requisitos: 2º grau Técnico Mecânica.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

875 ENGENHEIRO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO
Requisitos: 3º grau em Engenharia / Conhecer APQP, FMEA, PPAP, normas ISO e microinformática (pacote Office) / Inglês Fluente.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

897 RECURSOS HUMANOS ANALISTA
Requisitos: Experiência com processos de recrutamento e seleção / Conhecimentos em testes psicológicos (aplicação e correção).
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: Varginha û MG

898 PSICOLOGIA ESTAGIARIO
Requisitos: Desejável experiência com processos de recrutamento e seleção.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: Varginha û MG

899 GERENTE DE OPERAÇÕES
Requisitos: Superior completo / Experiência no setor automotivo, preferencialmente no segmento de borracha / Experiência em administração de grandes equipes / Vivência comprovada e consistente em áreas produtivas.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: Varginha û MG

900 COMPRADOR PLENO CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS
Requisitos: Superior completo / Experiência no setor automotivo, preferencialmente no segmento de borracha / Experiência em compras de maquinários e equipamentos, bem como compra de materiais produtivos e improdutivos.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: Varginha û MG

901 PRODUÇÃO SUPERVISOR
Requisitos: Superior / Ter larga experiência em supervisão de equipes em média 100 pessoas / Conhecimento em moldagem, prensagens , linhas de extrusão Habilidades para treinar / Conhecimentos de ferramentas da qualidade
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: Varginha û MG

902 SUPERVISOR DE EXPEDIÇÃO
Requisitos: Superior completo / Ter larga experiência em expedição e estoque preferencialmente no setor automotivo / Ter domínio das ferramentas de Excel/ACCESS / Ter conhecimento de sistemas de transporte e emissão de NFs / Conhecimentos consistentes de técnicas de armazenagem (layout de estoques, segurança e sistemas de controle tais como FIFO.Ter noções do sistema BPCS / Ter curso de empilhadeira.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: Varginha û MG

903 GERENTE DE CONTAS
Requisitos: Superior completo / Experiência no setor automotivo, preferencialmente no segmento de borracha, Experiência na área comercial.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: Varginha - MG

864 ESTAGIARIO FINANCEIRO
Requisitos: Cursando Ciências Econômicas, Administração ou Ciências Contábeis / Conhecimentos em contas a pagar e receber, relatórios diversos / Disponibilidade para horário integral.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

867 ESTAGIÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO
Requisitos: Cursando Administração de Empresas / Experiência em rotinas administrativas, controle de NF, arquivos eletrônicos e físico, relatórios, atendimento telefônico / Foco em resultados, flexibilidade e visão analítica / Dinamismo e pró atividade.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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865 ESTAGIARIO/RECEPCIONISTA
Requisitos: Cursando nível superior / Conhecimento em rotinas de recepção, atendimento telefônico e ao público / Controle de estoques / Liberação de materiais promocionais / Disponibilidade para horário integral.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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870 OFICIAL DE ACABAMENTO REBARBADOR
Requisitos: Ensino Fundamental completo / Experiência em atividade de rebarbador/polidor / Conhecimentos de lixadeira pneumática em superfícies de alumínio, acabamento superficial / rebarbador, lixamento de soldas em alumínio.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
______________

871 AJUDANTE DE MONTAGEM
Requisitos: Ensino Fundamental / Não é necessário experiência.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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869 AJUDANTE DE PINTURA
Requisitos: Ensino Fundamental / Conhecimentos na preparação de superfícies a serem pintadas (tratamento químico) / Carregamento e descarregamento de peças pintadas (pré estufa).
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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891 TÉCNICO ELETRO ELETRÈNICO
Requisitos: Curso Técnico em Eletrotécnica ou Eletrônica / Experiência de 6 meses em manutenção eletro eletrônica corretiva, preventiva e preditiva, em máquinas operatrizes e equipamentos com CNC / Experiência em manutenção em equipamentos de usinagem (Heller, Mazak, Brother, Schaudt, Deckel, Rambaudi, Sodick) / Conhecimento em programação de CLP Rockwell, Simens e Fanuc / Disponibilidade para trabalhar em turno.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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894 û OPERADOR DE USINAGEM
Requisitos: Curso técnico e/ou Senai (Tornearia) / Domínio em leitura e interpretação de desenho / Conhecimento em Metrologia / Desejável experiência em máquinas operatrizes (torno, retífica, cilíndrica, fresa) / Disponibilidade para trabalhar em turno.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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880 û ANALISTA DE NEGÓCIOS
Requisitos: Experiência comprovada na implantação de um ERP mínimo de 1 ano / Conhecimento em Metodologia de Gerência de Projeto / Conhecimento em Metodologia de Desenvolvimento de Sistema (PMI) / Desejável conhecimento do Negócio Transporte Urbano de Passageiros / Conhecimento de Modelo de Entidades e Relacionamento / Capacidade de criação de relatórios via software.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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888 û ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO
Requisitos: Experiência de 05 anos em obras de montagem de estruturas e equipamentos para mineração / Formação superior em engenharia / Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho / Disponibilidade para residir em Ourilândia - Pará.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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905 û ENGENHEIRO CIVIL
Requisitos: Curso superior completo em Engenharia Civil / Registro no CREA / Domínio com editor de texto, planilha eletrônica, correio eletrônico e navegação internet. / Curso e experiência em AutoCAD.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH
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904 û ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO
Requisitos: Experiência comprovada como engenheiro de segurança do trabalho / Experiência comprovada com coordenação de equipe / Desejável experiência com gestão de qualidade (ISO/ONA) / Desejável experiência em serviços de saúde / Formação superior em engenharia completa / Pós graduação em Segurança do Trabalho Completa.
Salário: A combinar
Nº. De vagas: Não disponível
Local: BH

Pedro, Bispo. Artigo de Tomás Balduíno

Pedro, Bispo. Artigo de Tomás Balduíno

D.
Tomás Balduíno, bispo emérito de Goiás, publicou, em espanhol, um artigo celebrando os
80 anos de vida de D. Pedro Casaldáliga. O artigo foi traduzido para o italiano e publicado pela Agência Adista, 14-04-2008.

Eis o artigo.

É curioso: tenho dificuldade de satisfazer a solicitação de escrever sobre dom Pedro por ocasião de seu octogésimo aniversário. Dou-me conta que estou retardando os trabalhos. Uma das razões é, sem dúvida, a série de viagens que fiz no segundo semestre de 2007 para acompanhar os conflitos pela terra, que se intensificaram com o mega-projeto de desvio das águas do rio São Francisco. Mas, é também e, sobretudo, pelo fato que esta é a primeira vez que me ponho a escrever sobre Pedro, o qual marcou profundamente minha vida de bispo.

Pensei numa aproximação à figura de Pedro ao modo de florzinhas, como na narração da vida de Francisco de Assis. Em fim de contas, escrever sobre a história de um poeta que ao mesmo tempo é bispo é, de certa forma, a mesma coisa.

Conheci Pedro quando já era bispo da prelazia de São Félix do Araguaia, missão confiada pela Santa Sé aos claretianos. Foi numa tensíssima assembléia geral da CNBB (Conferência episcopal brasileira), convocada para Brasília em 1970, em plena ditadura militar, que nos encontramos por primeira vez. Impressionou- me sua vivacidade, fulminante, mas o que me impressionou ainda mais foi que ele estava tão bem informado sobre o que estava acontecendo na sociedade e na Igreja. Senti improvisamente naquele homem a clara e radical identificação com a caminhada - muito perigosa naquele tempo - que uma parte da Igreja do Brasil e da América Latina estava agora iniciando. Ali teve início nossa profunda amizade e nossa profunda comunhão. Considero aquele momento como uma bênção de Deus para mim. Naquela Assembléia foi lido integramente o conto de frei Tito de Alencar sobre as terríveis torturas por ele sofridas no cárcere Tiradentes. Já que a presidência não permitia que se superassem os minutos concedidos a cada intervenção, os bispos tiveram que se alternar para a leitura integral do texto. Foi nossa melhor ocasião de análise.

Bispo por vontade do povo

Aos 8 de agosto de 1971 fui a São Félix a pedido de Pedro para ordenar sacerdote Manoel Luzón, seu companheiro desde o início da missão no Araguaia. A um certo momento, Pedro me chamou à sua sala de trabalho e me mostrou a carta de resposta que recém escrevera ao Núncio, o qual lhe havia comunicado sua eleição a bispo de São Félix. Depois de ter lido a carta, eu lhe disse: 'Não entendo, Pedro. Até agora aceitaste ser juridicamente prelado desta igreja. Quando o papa te propõe passar do jurídico ao sacramental, dizes que não queres mais?' Percebi, a partir de minha intervenção, uma mudança de atitude. Convocou subitamente uma reunião com os sacerdotes, as irmãos, os leigos, à minha presença e, malgrado fosse vinculado pelo segredo pontifício, mostrou a todos o conteúdo da carta da Santa Sé e colocou a questão se deveria aceitar ou não tornar-se bispo de São Félix. Encontro belíssimo, e único, de membros maduros e sábios de uma igreja nova. Em cada um daqueles que tomavam a palavra se podia perceber de maneira viva a liberdade, a seriedade e a sinceridade de quantos empenhavam a própria vida na mesma perigosa aventura missionária. No final foi aprovado que Pedro se tornasse bispo de São Félix. Teria podido repetir com toda razão as palavras dos apóstolos 'Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós...' Por causa desta minha participação ao seu percurso episcopal, Pedro me adotou como 'padrinho' e também como seu 'bispo auxiliar'. De minha parte me emocionei ao assistir, naquele dia, ao renascimento do antigo e venerável modo popular e evangélico de escolher os grandes bispos e pastores que marcaram a história da nossa Igreja.

Pedro foi sagrado bispo em 1971, na mesma cidade de São Félix, circundado pelo povo pobre de toda aquela região, a céu aberto, na bela paisagem às margens do tranqüilo Araguaia, onde o rio apresenta em torno de um quilômetro de largura. Era outubro e ainda eram visíveis aquelas encantadoras praias de areia dourada. O sagrador principal foi o grande patriarca do Centro-Oeste, dom Fernando Gomes dos Santos, arcebispo de Goiânia, acompanhado por outros dois sagradores: dom Juvenal Roriz e eu. Antônio Carlos Moura, cerimoniário, teve a feliz idéia de levar embora as nossas mitras. O novo bispo jamais teve mitra nem báculo pastoral, nem anel de ouro ou de prata. Mas, recebeu todos estes elementos inculturados nos símbolos indígenas e camponeses. A mitra era um chapéu de palha, o báculo um remo tapirapé e o anel era eito de tucum, tornando-se, em seu dedo e no de muitos agentes de pastoral, um sinal do empenho pela caminhada da libertação.

Não faltou, como de rigor, a carta pastoral, distribuía no mesmo dia, com o título Uma igreja da Amazônia em conflito com o latifúndio e a marginalização social. Era a época da ditadura militar, sob a presidência do terrível general Emílio Garrastazu Médici, época de total censura, época de celas de tortura. O documento foi para a sociedade e a Igreja como um relâmpago em céu sereno. Mas, seu conteúdo profético fora muito bem pensado, nas incríveis peripécias de sua realização, e havia plena consciência sobre as duras conseqüências que sua publicação haveria de produzir. A carta, do início ao fim, trazia a marca de Pedro, mas recebera a válida e competente colaboração da equipe que trabalhava com ele desde o início de seu trabalho pastoral como prelado.


José de SouzaMartins , o grande sociólogo especialista em questões agrárias brasileiras, professor da Universidade de São Paulo, assim se expressou, em 1995, durante a comemoração do vigésimo aniversário da Comissão pastoral da Terra: 'Surge um dos mais importantes documentos sociais da história contemporânea do Brasil. Refiro-me à carta pastoral de Dom Pedro Casaldáliga no início dos anos setenta, Uma Igreja da Amazônia em conflito com o latifúndio e a marginalização social. Pela primeira vez na história do Brasil se apresenta, num documento público, com uma visão completa e total, o lado perverso do funcionamento do capital. Este documento deixou um sinal não só na história da Igreja, mas também na história social e política do país. Não foi por acaso que ele atraiu sobre a igreja de São Félix do Araguaia toda a ira possível dos representantes desta extrema e tremenda devastação' (in A luta pela terra, Paulus, p. 76).

A ira do poder não tardou a se abater sobre a pequena igreja de São Félix. Mas, não foi imediatamente por causa de deste documento bomba. Ocorreu com a ação do pe. Francisco Jentel em favor dos camponeses de Santa Terezinha, que ele defendia das agressões da empresa Codeara, a qual se declarava a única proprietária da região. Em conseqüência do conflito entre a fazenda, apoiada pela polícia militar, e os habitantes da região, teve início a caça ao pe. Jentel de parte da polícia. Para complicar a situação, aterrissei com o helicóptero em Santa Terezinha, junto ao mesmo Jentel e a Pedro. Não tardou muito a chegar um policial para capturar pe. Jentel. O encontro teve lugar numa encruzilhada: à esquerda se ia ao centro de pastoral, à direita ao cárcere. Pedro se interpôs entre Jentel e aquele elemento bem nutrido da mal-afamada polícia do Mato Grosso. Estupefato, vi então Pedro transfigurar- se de um pequeno mosquito pungente num verdadeiro gigante. Levantou a voz, gritou, gesticulou energicamente e não cedeu sequer um milímetro. O policial, vencido, foi embora dizendo que voltaria com reforços. Entrementes vieram soldados armados de fuzis mandados para vigiar meu helicóptero.

Viemos depois a saber que os reforços teria vindo naquele mesmo dia, de helicóptero, da Barra do Garças. Mas, tiveram que esperar até o dia seguinte. Entrementes, de manhã, uma lancha a motor levou Jentel para longe do cárcere de Santa Terezinha que ele conhecia nos mínimos detalhes e do qual queria fugir a qualquer custo.

A partir daquele momento iniciou a perseguição geral contra a Prelazia, sob a forma de verdadeira operação de guerra, em 1973. Todos os sacerdotes foram ao cárcere e todos foram espancados. Os agentes de pastoral leigos foram conduzidos a um quartel de Campo Grande e submetidos todos à tortura. O Pe. Jentel, julgado e condenado a dez anos de prisão pelo seu apoio aos camponeses de Santa Terezinha, foi também ele encarcerado em Campo Grande. Pedro, por sua vez, foi mantido preso em sua casa. A certa altura lhe ordenaram que tirasse os óculos, mas não tiveram a coragem de espancá-lo. O maior desafio que eles enfrentamos foram os diversos processos de expulsão feitos contra eles pelo exército. Nossa defesa consistia na denúncia pública destas tentativas, imediatamente difundida pelo jornal O Estado de São Paulo , então em guerra contra a censura oficial. A vantagem era que tais tentativas tinham repercussão internacional, fazendo retroceder o governo. A maior contribuição veio do próprio Paulo VI que chegou a declarar: 'Tocar dom Pedro Casaldáliga é como tocar a pessoa do papa'.

Em 1972 encontrei-me com Pedro em Brasília, onde estava ocupado com o processo do pe. Jentel. Tomou-me por um braço e me conduziu a um encontro convocado por dom
Ivo Lorscheiter, encontro no qual estava nascendo o Conselho indigenista missionário (Cimi). O relator da história sessão foi dom Sigaud, arcebispo de Diamantina. Saí dali como um dos conselheiros deste instrumento pastoral que revolucionou totalmente a missão indigenista no Brasil, passando a considerar os povos indígenas não mais como um objeto de nossa assistência e de nossa catequese, mas como sujeitos, autores e destinatários da própria história.

Em 1974, por ocasião da assembléia da CNBB em Itaici, dom Pedro propôs a um grupo de bispos um encontro sobre a Amazônia, prioridade da política governamental. Já desde então Pedro via a Amazônia como símbolo de uma realidade muito grande, complexa e conflitiva, de caráter sócio-político- cultural- econômico e religioso, de dimensão nacional e latino-americana. Hoje ela conquistou ainda mais peso, atingindo uma dimensão planetária.

O fruto desta preocupação e desta mobilização de Pedro foi a criação da Comissão Pastoral da Terra (CPT). Para nós que nos consideramos co-fundadores, Pedro é o legítimo iniciador, ou, melhor ainda, o pai da CP, concebida a partir da compaixão pelos sofrimentos dos camponeses de sua igreja local. É por isto que ele a chama de 'filha', escrevendo-lhe uma carta de amor pelo seu 'jubileu de orvalho e de sangue'. Entre outras coisas, lhe diz:

'Nasceste um pouco amaldiçoada, / quase clandestinamente, / filha da paixão pelos pobres da Terra, / filha do reino dos Céus que é também o Reino da Terra. / Mal vista em casa, odiada fora... / (...) bendita CPT, / pastoral de fronteira, / evangelho de risco, / profecia nos campos e pá na mão e cântico nos lábios / dos Novos Céus e da Nova Terra'.

As incompreensões na Igreja

Como se não bastasse a pressão geral contra ele e contra os seus agentes de pastoral - além da expulsão do pe. Jentel, decidida pelo general presidente Ernesto Geisel, de acordo com a nunciatura e a embaixada francesa - um dos bispos da assembléia episcopal regional do Centro Oeste, dom Juvenal Roriz, iniciou uma campanha entre os bispos para a expulsão de Pedro da nossa regional. Recebeu a notícia da tremenda iniciativa somente no próprio dia da reunião episcopal. Dom Fernando Gomes dos Santos, presidente da Comissão episcopal, propôs a votação sobre este caso no início da sessão. Estava presente dom Ivo Lorscheiter, presidente da CNBB, em visita à regional. Dom Epaminondas, bispo de Anápolis, por pudor, passou uma nota a dom Roriz, solicitando- lhe retirar a proposta da ordem do dia. Dom Juvenal Roriz lha devolveu escrevendo sobre a mesma folha: 'Pelo menos sete são contra ele'. Éramos treze bispos. Sua proposta foi rejeitada por onze votos contra e um a favor. Pedro foi expressamente confirmado entre nós, graças, em parte, à presença de dom Ivo.

Dom Sigaud, arcebispo de Diamantina, acusou publicamente dom Pedro e a mim de sermos 'comunistas' . Isto, naturalmente, teve grande repercussão na imprensa. Era a ocasião, servida num prato de prata, para que a mídia falasse de divisões no seio da Igreja. De nossa parte, tratando-se de um bispo ligado à TFP(Tradição, família, propriedade) , movimento integralista da elite empresarial e latifundiária de São Paulo, decidimos não responder à acusação. Não obstante isso, o núncio apostólico, Sebastiano Baggio, tomou como pretexto a denúncia e solicitou de Roma uma visita apostólica às nossas duas igrejas, a de São Félix do Araguaia e a de Goiás. O visitador foi dom José Freire Falcão. Nem eu, nem Pedro, jamais viemos a saber da conclusão destas visitas e se o motivo real da Santa Sé para agir de modo agressivo contra as nossas igrejas fosse na realidade uma questão de comunismo. Em conseqüência de tudo isso decidimos enviar uma carta conjunta ao Paulo VI. Confiamos o documento a Paulo Evaristo Arns, recomendando- lhe que a consignasse diretamente ao papa. Confiou-nos sucessivamente que a consignou a uma terceira pessoa. O resultado é que jamais obtivemos resposta. Sinal de que o papa jamais recebeu esta carta, ou que, talvez, jamais soubesse desta visita apostólica.

Pedro sempre preferia o pullman para as suas viagens, incluídas as mais longas. Porém, certa ocasião teve que caminhar por horas a pé, de noite, pela estrada dita 'da fera', entre Goiás e São Miguel do Araguaia. Não foi por escolha. Viajava em pullman direto a São Miguel. Percebendo problemas intestinais, disse algo ao motorista e desceu do pullman. O motorista pensava que fosse alguém do lugar e partiu. No mesmo pullman viajava pe. Geraldo Rosania, vigiando pela segurança do bispo, mas dormia profundamente. Ao amanhecer, Pedro, exausto, encontrou barracas de bóias-frias e foi por eles acolhido. Eis agora a minha leitura daquele contratempo: Pedro estava retornando de um encontro do regional ao qual chegara com atraso porque havia levado seu apoio a um grupo de camponeses ameaçados. Dom Miguel Mundo, bispo auxiliar de Jataí e secretário do regional, havia dirigido uma repreensão pública a Pedro porque chegara com atraso. Pedro não se defendera. De minha parte, não dera importância ao caso. Mas, posso garantir que o episódio havia golpeado profundamente Pedro, que empreendera a viagem de retorno sofrendo em nível físico as conseqüências daquela agressão injusta e anti-evangélica.

Durante o pontificado de João Paulo II, foi praticamente ordenado a Pedro que cumprisse a visita ad limina. Em Roma, na Congregação para a Doutrina da Fé, teve que justificar-se ante o cardeal Ratzinger e outros sobre dois pontos: com respeito às suas viagens anuais à América Central, quando percorria regiões e dioceses suscitando mal-estar nos respectivos bispos, e com respeito às suas críticas às visitas ad limina. Pedro nos contou que jamais se sentira com tanta presença de espírito como naquele dia. De início, percebendo que iriam diretamente ao ponto, sugeriu de se começar com uma prece. Creio que esta prática tenha sido ali introduzida desde então. Continuo pensando no testemunho do nosso irmão ante aquele tribunal que fora o da Santa Inquisição. Creio que a missão do bispo se tenha voltado, em primeiro lugar, aos pequenos e aos pobres de sua igreja, mas não exclua a ação profética ad intra, também às mais altas instâncias eclesiásticas, inclusive ao papa. Deus seja louvado!

Bispos 'vermelhos'


Mas, não é tudo tão grave e repleto de tensão na vida de um bispo. Por solicitação dos índios tapirapé, transportei mais de uma vez de avião araras domesticadas pelos índios rikbatsa do rio Juruena. Atravessava todo o estado de Mato Grosso em direção Leste-Oeste. Numa daquelas viagens dei uma passagem a Pedro, que se dirigia à sua Prelazia. Uma volta grande, mas compensada pela beleza extremamente variada do panorama. Pedro teve uma inspiração: uma crônica daquela viagem agradabilíssima intitulada 'Um helicóptero vermelho, carregado com doze araras vermelhas e conduzido por dois bispos da mesma cor'. Escurecia e notei no horizonte, na nossa direção, uma formação de um temporal que bloqueava nossa trajetória. E de longe despontou uma boa pista de uma grande fazenda. Aproximei-me e aterrissamos. Veio o administrador, um conhecido de Pedro. 'Sois afortunados - disse -; o patrão está com sua família no Rio, para o carnaval. A casa é toda para vocês'. Assim, depois de nos termos alimentado, pudemos gozar do conforto de um leito matrimonial para cada um.

Chegou para Pedro o momento de renunciar ao cargo de bispo de São Félix. Sua preocupação e a de muitos de nós dizia respeito à continuidade da caminhada pastoral. Isto o angustiava, principalmente por causa da demora da nunciatura, prejudicando sua saúde, cada vez mais frágil. Tanto mais que naquele período ele estava empenhado na solidariedade com os xavantes, decididos a recuperar o próprio antigo território. Pedro viu-se novamente circundado de atenção por causa da explícita a ameaça de morte contra ele.

O núncio apostólico solicitou a um bispo que fosse à prelazia para pedir informações a Pedro com respeito aos seus projetos de partida de São Félix. A repercussão desta proposta foi em geral negativa. Um grupo de bispos enviou uma carta à nunciatura pedindo que prestasse contas daquilo que teria podido existir por trás desta ação e afirmando o direito do bispo emérito de escolher livremente a própria residência, como é garantido pela lei canônica. A assembléia da prelazia reagiu. A imprensa no Brasil e no exterior se encarregou de dar eco à questão. Preocupava-nos a possibilidade que a proposta relativa à partida de Pedro fosse a condição posta por algum candidato à prelazia. Por isso, na chegada de dom Leonardo vimos o sinal do amor do Pai por Pedro e por sua igreja. Além disso, desde o primeiro telefonema que trocaram, Pedro percebeu que a chegada de Leonardo seria uma bênção. Em meu modo de ver, Pedro já estaria morto se tivesse prevalecido o outro projeto. Leonardo quis habitar na mesma casa de Pedro, continuar a mesma caminhada. Na cerimônia de posse de Leonardo, diante de uma grande multidão, após a leitura das bulas, pensei nas palavras de São Paulo à comunidade, na qual diz que esta é a verdadeira carta de apresentação e o sinal de sua legitimidade como apóstolo. Ali, naquele povoado, estava derramando de modo absoluto o Espírito do Senhor e, através deste Espírito, o povo reconhecia instintivamente seu novo pastor.

Certo dia Pedro chegou a me dizer que agora não era mais bispo. Do mesmo modo pelo qual eu, em 1971, estive em desacordo com ele quando estava para renunciar ao episcopado no momento de passar do jurídico ao sacramental, assim também nesta ocasião discordei de sua eclesiologia, a qual reduz este sacramento ao espaço e ao tempo da jurisdição. Seja como for, agradeço ao Senhor por ter nos dado Pedro como bispo. Ele era destinado a este ministério desde o ventre de sua mãe. Viveu-o e vive-o hoje na radicalidade evangélica e na simplicidade, na pobreza e na coerência, na doação até o martírio e na mística, numa obstinada esperança e numa vibrante poesia. Pensando nos bispos que o Deus de misericórdia enviou ao nosso continente latino-americano nos tempos pentecostais do Vaticano II e de Medellín, como Leônidas Proaño, Oscar Romero, Manuel Larrain, Hélder Câmara e outros, pode-se afirmar que dom Pedro Casaldáliga se encontra na companhia deles. Sua ação em nossos dias tem sido tão ampla e profunda que muitas coisas na sociedade e na Igreja trazem o sinal de sua presença. Por isso, podemos com toda razão colocá-lo ao lado dos grandes bispos que assinalaram a história da nossa Igreja.

Grupo Corpo - Um Espetáculo

Grupo Corpo


A partir de oito temas oriundos da parceria inédita entre o instrumentista e compositor norte-americano Philip Glass e o grupo instrumental mineiro Uakti, o coreógrafo Rodrigo Pederneiras desvencilha-se, pela primeira vez, do rigor formal que marca suas criações, para construir uma obra despojada, em que a partitura de movimentos emerge como uma série de esboços, apontamentos ou estudos para uma coreografia. Inacabados, na aparência, mas irretocáveis pela genialidade da forma. Como em uma pintura contemporânea, em que as correções podem ser incorporadas ao resultado final, os movimentos dos bailarinos do Grupo Corpo sucedem-se em variações, que vão da estética "suja" própria dos ensaios a um primoroso acabamento formal. Nesse sentido, 7 ou 8 Peças para um Ballet , que teve sua estréia em 1994, propõe mais do que vaticina. O componente obsessivo, frio e exato dos temas, especialmente criados para o balé pelo ícone maior da música minimalista norte-americana, leva Pederneiras a orquestrar repetições de movimentos que beiram o automatismo, executados, no mais das vezes, em solo, em contraposição a movimentos orgânicos de grupo, carregados da sensual latinidade intrínseca à sonoridade única produzida pelo Uakti. O cenário de Fernando Velloso e os figurinos de Freusa Zechmeister buscam, nos primórdios da corrente minimalista da pintura americana, a inspiração para as listras em verde, azul e tons de amarelo, que dão identidade visual ao espetáculo, enquanto o branco reina absoluto na iluminação de Paulo Pederneiras.

BENGUELÊ (1998)
Coreografia: Rodrigo Pederneiras
Música: João Bosco
Cenografia: Fernando Velloso e Paulo Pederneiras
Figurino: Freuza Zechmeister
Iluminação: Paulo Pederneiras


Gestos e seqüências da capoeira, das danças de festas de São João ou dos congados fazem parte do universo de Benguelê . Incorporados à dança contemporânea, esses movimentos ganham novas dinâmicas e intensidades. Ao som da trilha de João Bosco , que acomoda de Debussy à música árabe , Rodrigo Pederneiras cria sua dança nesse universo popular de raízes marcadamente negras. O cenário é parte importante nessa coreografia e, juntamente com a luz, multiplica o palco em vários planos, que a dança acentua, com os corpos cruzando, muitas vezes, a cena. No alto, ao longe, essas figuras por vezes adquirem novas formas – por exemplo, um grupo de mulheres "aranhas" faz fundo a um solo de "capoeira", na parte de baixo; os corpos, envergados sobre si mesmos, caminham lentamente ao som da batida da música, enquanto, na parte baixa, várias seqüências marcam a melodia. Benguelê e suas infinitas "caminhadas" evocam uma organicidade inspirada na movimentação popular brasileira. Os gestos têm elasticidade e continuidade, que permitem a visualização das linhas no espaço e criam uma tensão, que é resultante, também, do encadeamento preciso dos movimentos com a música. A dança, nesse caso, tem uma presença que evoca um passado vivo.

Siro Darlan e Unicef debatem filme "Juízo" na Ação da Cidadania (RJ)

Siro Darlan e Unicef debatem filme "Juízo" na Ação da Cidadania (RJ)

A Ação da Cidadania convida educadores e estudantes de escolas, entidades e universidades para o Cine Debate EducAção - evento gratuíto que irá discutir o tema "Cuidado com as Crianças: Educar a Família é possível?", dia 02/06/08 (segunda), às 14h.

Será exbido do filme "Juízo - O Maior exige do Menor" (Brasil, 2008), de Maria Augusta Ramos, seguido do debate com Siro Darlan (Desembargador do TJRJ) e Jacques Schwarzstein (Gestor de Programas da UNICEF Rio). Considerando que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) está chegando a "maior idade" semanas após às eleições dos Conselhos Tutelares, e que os maiores agressores das crianças são da própria família, perguntamos: é possível educar a família para cuidar direito de crianças e adolescentes?

Para se inscrever, ligue (21 2233-7460) ou envie uma mensagem (
acao@acaodacidadania.com.br), com nome, escola/organização e telefone. A inscrição é gratuíta e será entregue certificado após o evento, que será realizado no Centro Cultural Ação da Cidadania - Av. Barão de Tefé, 75, Saúde, Rio de Janeiro/ RJ (próx. Praça Mauá, ao lado da Pro-Matre).
Venha, faça a sua parte pelo fim da miséria através da educação com cultura para cidadania!
Forte abraço,
Maurício Fabião
Sociólogo e Professor
Gestor do Núcleo de Educação
Tel Fax: (21) 2233-7460 2253-8177

Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida

Rio de Janeiro e BH recebem a rota AIESEC pela Sustentabilidade

Rio de Janeiro e BH recebem a rota AIESEC pela Sustentabilidade
No dia 30 de maio, a cidade do Rio de Janeiro receberá a visita da Rota AIESEC pela Sustentabilidade, uma caravana que está percorrendo nove capitais brasileiras com o objetivo de divulgar e estimular a participação dos universitários no I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade (11 e 12 de junho em Brasília). O projeto é uma iniciativa da AIESEC, maior organização estudantil do mundo, em parceria com a Atitude Brasil, empresa responsável pela organização do evento.

No Rio de Janeiro, a visita será na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no Campus da Praia Vermelha. A Rota teve início em São Paulo no último dia 20 de maio. Já esteve em Porto Alegre, Florianópolis e passará por Curitiba, outras capitais da região Sudeste, além das cidades de Goiás e Brasília.

Dois representantes da AIESEC, a bordo de um veículo preparado especialmente para divulgar o Fórum, vão percorrer universidades e, além de convidar os estudantes para participar do evento, promoverão um concurso de atividades com o tema sustentabilidade. Os vencedores das duas melhores redações sobre o tema serão premiados com uma viagem a Brasília (incluindo hospedagem) para participar do Fórum. O encontro tem inscrição gratuita para todos os interessados, basta se inscrever no site oficial do evento, em
www.comunicacaoesustentabilidade.com

Calendário da Rota

26 de maio - Porto Alegre (Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS)
27 de maio - Florianópolis (Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC)
28 de maio - Curitiba (universidade ainda não confirmada)
30 de maio - Rio de Janeiro (Universidade Federal do Rio de janeiro - UFRJ)
2 de junho - Vitória (Universidade Federal do Espírito Santo - UFES)
4 de junho - Belo Horizonte (Faculdade Alpha)
6 de junho - Goiânia (Universidade Federal de Goiás - UFG)
9 de junho até o início do Fórum - Brasília (Universidade de Brasília - UnB)

Participação dos estudantes

O I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, organizado pela Atitude Brasil, reunirá cerca de dois mil estudantes universitários e 200 professores para o entendimento do conceito de sustentabilidade. A proposta é discutir o papel estratégico e educativo da comunicação neste processo de mudança cultural nos sistemas político, econômico e social.

Os estudantes e professores presentes no Clube do Exército, em Brasília, poderão participar das discussões num auditório para mais de duas mil pessoas que fica próxima ao local do evento. Eles vão acompanhar tudo ao vivo via telão e poderão fazer perguntas aos palestrantes. No evento estarão os dois últimos ganhadores do Prêmio Nobel da Paz: Muhammad Yunus (2006) e Rajendra Pachauri (2007), além de Paulo Vannuchi, Ministro dos Direitos Humanos, Luciano Coutinho, presidente do BNDES, e Oded Grajew, empresário.

Segundo Marta Rocha, diretora da Atitude Brasil, o papel da comunicação e de todos os envolvidos em seus processos é fundamental para promover a mudança de conduta da sociedade e aproximar o discurso à prática: "Temos o potencial de multiplicar a consciência de responsabilidade e respeito para com a vida humana e a natureza, educando e influenciando por meio da disseminação desses valores. O jovem é peça-chave fundamental nesse processo".

Haverá uma programação especial com debates, apresentações culturais e shows de grandes artistas. "A idéia é transformar Brasília na capital mundial da juventude, despertando nos estudantes e professores o interesse por temas ligados à sustentabilidade de maneira instigante e interativa", explica Marta.

Sobre a AIESEC

A AIESEC é a maior organização estudantil no mundo e a cada ano proporciona mais de 5 mil posições de liderança aos seus membros, além de 350 conferencias anuais e são realizados 4500 intercâmbios de trabalho.

Anualmente, a entidade promove o IC (International Conference), evento que reúne jovens de mais de 100 nacionalidades para discutir questões globais. Este ano, a organização completa 60 anos e as comemorações acontecerão em São Paulo, no mês de agosto.

Os participantes da Rota

O veículo promocional da Rota AIESEC pela Sustentabilidade será conduzido pelos por Eduardo Migliano (Diretor de Marketing da AIESEC e estudante de Comunicação Social na ESPM) e Carlos Canhisares (consultor de Gestão Pessoal na AIESEC da Fundação Getúlio Vargas e Bacharel em Esporte pela USP).

Serviço

I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade
Data: 11 e 12 de junho em 2008
Horário: das 9h às 18h30
Local: Hotel Brasília Alvorada (antigo Blue Tree) - Brasília (DF)
Participação dos Estudantes e Professores

Local: Clube do Exército - Brasília (DF)
Informações: (11) 3815-6400
Site:
http://www.atitudebrasil.com/

E-mail: atitudebrasil@atitudebrasil.com
Site Oficial do Fórum: www.comunicacaoesustentabilidade.com

Blog do Fórum: http://dialogosustentavel.wordpress.com/

I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade

A Atitude Brasil, empresa de consultoria em cultura e negócios, realizará nos dias 11 e 12 de junho, em Brasília (DF), o I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade. Com o objetivo de discutir, trocar experiências, buscar caminhos e democratizar as informações ligadas ao tema "sustentabilidade", o encontro promete reunir os grandes nomes nacionais e internacionais ligados ao assunto como os dois últimos prêmios Nobel da Paz, Muhammad Yunus e Rajendra Pachauri.

Toda discussão a ser promovida na primeira edição do Fórum está fundamentada nos preceitos da Carta da Terra: respeitar e cuidar da comunidade da vida; integridade ecológica; democracia; não violência e paz; justiça social e econômica. O evento deve reunir dirigentes, gestores, especialistas e profissionais que atuam em empresas privadas, organizações públicas e da sociedade civil, nacionais e internacionais.

Sobre a Atitude Brasil

A Atitude Brasil presta consultoria nas áreas de Cultura e Negócios. É uma empresa de comunicação especializada em desenvolver políticas de patrocínio visando à integração da comunicação, em criar programas e projetos para empresas e em promover diálogos necessários para o entendimento da nova cultura dos novos negócios - pois é sempre necessário atualizar a linguagem de comunicação social de uma empresa para atender as exigências do novo modelo de consumo.

A articulação de parcerias e captação de recursos para projetos e programas socioculturais tem como objetivo a promoção do diálogo na busca de soluções e na criação de processos que, de alguma forma, venham criar estas soluções. Com isso, a Atitude Brasil oferece aos seus clientes um conjunto de experiências para que possam criar um relacionamento com seus diferentes públicos através de alguns pontos importantes como: Valorização de suas marcas; Aumento da confiança do consumidor no produto; Melhora da reputação da empresa; Integração com a comunidade; e Identificação com o consumidor. Fundada pela comunicadora Marta Rocha, a Atitude Brasil é responsável pela organização de grandes projetos, entre eles, o Festival Internacional de Fotografia de Paraty.

Jornalistas Responsáveis

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Sobre a Trama

Há 12 anos, a Trama Comunicação desenvolve e executa estratégias diferenciadas de relacionamento e comunicação para empresas e instituições de diversas áreas com foco em tecnologia, educação e inovação e sustentabilidade. Foi uma das agências pioneiras em oferecer e administrar a sala de imprensa das organizações na Internet e postar diariamente releases com informações a respeito dos clientes atendidos, baseada no conceito de comunicação interativa.

Preparada para atender marcas com presença na América Latina, possui sede em São Paulo e escritório em Buenos Aires, além de operar internacionalmente por meio de parcerias com agências locais. Entre os serviços oferecidos estão: auditoria de imagem e opinião, assessoria de imprensa, clipping digital, comunicação interna, comunicação interativa (blog corporativo, podcast, conteúdo para website, sala de imprensa interativa), organização de eventos, gestão de crises, media training, planejamento estratégico de comunicação, publicações corporativas e relações públicas.


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    Captação de Recursos para ONGs em BH - Sustentabilidade e Profissionalização

    Captação de Recursos para Sustentabilidade de ONGs e Marketing Social na Prática - dias 23 e 24 de junho de 2008 das 9h às 17h

    Curso completo em Belo Horizonte - MG, fruto da parceria da DEARO com a ONG MAYA http://www.maya.org.br/, oferece todas as ferramentas de captação de recursos disponíveis no Brasil para ONGs e projetos sociais.

    Inscrições e informações acesse -
    http://www.dearo.com.br/

    A metodologia compreende entendimento de conceitos e teorias que envolvem os processos de captação de recursos, e a aplicação prática desses conceitos, casos de sucesso e insucesso no Brasil. Durante todo o curso, trabalhamos a motivação do participante perante ao mercado e enfatizamos a importância de ver essa atividade de forma profissional.

    PROGRAMAÇÃO
    O que é e como funciona o Terceiro Setor? - Principais razões pelas quais pessoas e empresas fazem doações – A importância da criatividade num mercado muito pouco explorado - Razões para doar que não existem, mas você pode criar - A transformação da simples doação em negócio entre parceiros - Como criar vantagens e o que oferecer em troca - Argumentos e técnicas de negociação - O que é Captação de Recursos / Marketing / Marketing Social e Planejamento - O que é preciso saber sobre a sua instituição - seu produto, antes de lançar-se ao mercado – Como montar um departamento de Captação de Recursos na sua ONG - Conselho Consultivo-importante papel na Captação de Recursos - O papel, a missão e a profissão do Captador de Recursos - Responsabilidade Social - Marketing Societal - Marketing Direto e as principais ferramentas de Captação de Recursos - Marketing de Relacionamento com seu doador, como principal ferramenta para driblar a falta de credibilidade - Marketing de baixo custo - Como e porque trabalhar com agências de publicidade - Ameaças e Oportunidades do mercado de Terceiro Setor - Fontes de Recursos (nacionais e internacionais) - Como falar ao telefone - As reuniões pessoais - Montando o seu "book" de apresentação - Auditoria e Prestação de Contas - Doações Materiais - Montando um bazar - Central de Sócios Mantenedores - Mala Direta - Eventos - Campanhas - Elaboração de cartas e propostas de parceria - Um bom projeto - Como fazer um planejamento de captação de recursos.

    LOCAL
    Auditório da EMATER - Avenida Raja Gabaglia, 1.626 no térreo - Bairro Luxemburgo - Belo Horizonte - Minas Gerais

    DATA
    Segunda e terça-feira, dias 23 e 24 de junho de 2008 das 9h às 17h.

    INVESTIMENTO
    R$ 290,00 à vista ou 3 parcelas de R$ 100,00

    MINISTRANTE
    O curso é ministrado por Fernanda Dearo, captadora de recursos há 14 anos, sócia-diretora da DEARO, consultora para o Terceiro Setor e empresas em marketing social, planejamento estratégico, captação de recursos e ações de responsabilidade social, responsável pelo patrocínio do Troféu Raça Negra 2004 e 2005 da AFROBRAS em São Paulo, idealizadora do "Show do Bem" em Londres em 2004, pioneira na campanha Doe seu Troco do Pedágio, consultora de captação de recursos nacionais e internacionais da BOVESPA, Save The Children, Target Trade, Rede de ONGs da Mata Atlântica, coordenadora das sócias empresárias jovens da BPW-SP Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais de SP.

    Curso de Ciências Eco-Espirituais

    Curso de Ciências Eco-Espirituais

    Clique na imagem para ver no tamanho original

    Informações sobre o Curso e Inscrições:

    1- No dia 31/05 acontecerá o 14º encontro do Curso de Ciências Eco-Espirituais. Devido à totalidade que cada disciplina e tópico representam, sempre acolhemos novos integrantes.

    2- A participação dos facilitadores e da coordenação é voluntária. No entanto, contribuições para cobrir os custos e qualificação do trabalho são bem-vindas e úteis.

    3- O curso inclui aulas presenciais e realização de trabalhos e leituras à distância, com prazo de aproximadamente um mês para serem realizadas. As tarefas são simples e existem para ajudar na leitura e assimilação dos textos da apostila.

    5- As apostilas do curso são enviadas via e-mail para os participantes e estão disponíveis para todas as pessoas que quiserem acompanhar à distância o desenvolvimento dos temas.

    6- Temos um grupo na internet para facilitar a troca entre os participantes e também com os facilitadores:
    Podem participar do grupo todos os inscritos no Curso de Ciências Eco-Espirituais (CCEE).

    7- O local do curso será na FACECA, à Rua Catanduvas, 173, Varginha – MG. As aulas de sábado vão das 8 às 17 horas.

    8- A cidade de Varginha oferece diversas opções de hospedagem para quem vem de outras localidades. (Aguardamos a liberação de área campestre para construção da sede da Ipê, que acolherá os participantes do curso e demais atividades).

    9- Para efetivar a inscrição é necessário o preenchimento e envio dos dados abaixo.

    Curso de Ciências Eco-Espirituais - Inscrição

    Nome Completo:

    Endereço:

    Cidade:

    Estado:

    País:

    Endereço Eletrônico:

    Telefone:

    Nível de Escolaridade:

    Área de atuação:

    Como ficou sabendo do curso?

    Qual a sua expectativa com relação ao Curso de Ciências Eco-Espirituais?

    Estamos à disposição para maiores esclarecimentos.

    Tatiana Regina Sandy Reis

    Coordenadora do Curso de Ciências Eco-Espirituais

    Associação Ipê

    Rua Carajás, 115, B. Rezende, Varginha – MG, Cep 37062.240, Tel: (35) 3222-3070

    CNPJ 07.715.513/0001-28/Conta Poupança 42.913-9, Variação 01,

    Agência 0032-9, Banco do Brasil


    associacaoipe@gmail.com

    http://www.mapa.org.br/webforms/relatorio/organizacao/secao1.aspx?IDORG=600811

    Municípios Mineiros debatem SAN

    O Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais - CONSEA-MG realizará, entre os dias 06 e 08 de junho, no Hotel Normandy, em Belo Horizonte, o Primeiro Encontro Estadual de Conselhos Municipais de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável.

    O evento tem como tema central "Construindo a Política Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável" que será abordado com o objetivo de promover a articulação dos Conselhos Municipais existentes e aqueles em processo de implantação no âmbito do estado de Minas Gerais. Pretende-se, ainda, apresentar e dialogar sobre a composição e integração dos Sistemas Nacional, Estadual e Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável, além de ser um espaço de formação continuada de conselheiros e outros agentes sociais, possibilitando a aquisição de ferramentas que lhes permitam intervenções mais qualificadas na implementação de políticas públicas deste temário.

    A programação do evento conta, na sexta-feira (06), com uma palestra de abertura que será proferida pela representante do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Marília Leão. No sábado (07) serão apresentados dois painéis que discutirão o "Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN" e a "Política Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável". No domingo (08), haverá um painel sobre "Sistemas Municipais de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável" e uma exposição sobre "Legislação de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável nos Municípios".

    OS CONSELHOS MUNICIPAIS

    Os Conselhos Municipais são órgãos de articulação do Governo com a sociedade civil e possuem, dentre outras, a atribuição de elaborar diretrizes para a política municipal de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável. Elas vão orientar a elaboração de um Plano Municipal e a definição de ações prioritárias a serem executadas. No estado de Minas Gerais já existem mais de 60 conselhos instituídos e muitos ainda em fase de implantação; em razão disto e, no intuito de articular os conselhos, o CONSEA-MG definiu como uma das prioridade de sua ação a consolidação dos sistemas municipais de segurança alimentar e nutricional sustentável.

    LEGISLAÇÃO

    O Estado de Minas Gerais foi o primeiro estado brasileiro a promulgar uma lei estadual que dispõe sobre a política estadual de segurança alimentar e nutricional sustentável. Trata-se da Lei 15.982, sancionada em 2006 pelo Governador Aécio Neves. A Lei define as diretrizes da política estadual de segurança alimentar e nutricional sustentável e institui o sistema estadual que é o articulador das ações, projetos e programas desenvolvidos pelos municípios, pelo Governo Estadual e pelas entidades da sociedade civil.

    No nível federal, a Lei 11.346 cria o sistema nacional de segurança alimentar e nutricional e define importantes eixos para a política nacional.

    Mais informações:

    CONSEA-MG: 3249-9200 -
    http://www.consea.mg.gov.br/

    Por Um Brasil de Cidadania!

    Por Um Brasil de Cidadania!
    Sabe aquela conversa sobre cidadania, fazer um Brasil melhor, que a gente acha muito bonita, mas, quase sempre, por falta de tempo, acabamos deixando de lado? Vamos mudar essa história.

    O site Um Brasil de Cidadania, desenvolvido para a Ação Global do SESI, vem justamente criar um jeito prático para que cada um faça sua parte.

    Uma foto, um vídeo, uma simples frase, coisas do dia-a-dia, cada coisa tem seu valor na construção de um Brasil com mais cidadania. Nossa missão é estimular as pessoas a mostrarem como têm colaborado. E isso pode ser mais fácil do que parece. Existem duas formas de contribuir. A primeira é adicionar tags específicas às fotos do Flickr , posts no Twitter e vídeos do YouTube ligados ao tema (conforme exemplo em anexo) e eles serão mostrados no site da ação. E a segunda é contribuir no próprio site, deixando seu depoimento. Para entender melhor como funciona, visite:
    http://www.umbrasildecidadania.com.br/?name=Blogs&V584

    As tags para vídeos, posts e fotos são: cidadania, caridade, voluntariado, voluntário, beneficente, doação, donativos, SESI, ONG, “Ação Global”, "ação social", "ajuda ao próximo", "responsabilidade social", "serviço comunitário", “brasil de cidadania”.

    Obrigada por contribuir por um Brasil com mais cidadania.

    Atenciosamente,

    P.S: Por favor confirme a publicação do seu post via e-mail


    sesi.midiadf@agenciaclick.com.br

    Departamento de Mídia Mídia
    55 61 3424-5848

    sesi.midiadf@agenciaclick.com.br

    segunda-feira, 26 de maio de 2008

    Fórum Lixo e Cidadania

    A Rede de Educação Cidadã e o Fórum Regional de Economia Solidária promovem um encontro sobre o Fórum Lixo e Cidadania, que tem como foco a ação desenvolvida com catadores/as de material reciclável.

    O encontro será no dia 28 de maio, das 14h às 17h, na Escola Profissional Delfim Moreira, em Pouso Alegre (próximo ao Colégio São José, à Rua Monsenhor José Paulino). É aberto à participação de entidades de apoio e associações de catadores, do Sul de Minas, sendo uma vaga para cada instituição/ associação.

    Haverá ajuda de custo para passagens de ônibus. Trazer os bilhetes.

    Favor confirmar a presença neste e-mail, até terça-feira, à noite. Outras informações: (35) 9956-9948 - falar com Suzana.

    Convite - Movimento do Graal no Brasil

    Prezadas Companheiras,

    O Movimento do Graal no Brasil, Rede Feminista de Saúde e Articulação de Mulheres Brasileiras, têm o prazer de convidar para a Roda de Conversa sobre Mortalidade Materna, que será realizada no dia 27 de maio de 2008, de 14 às 18:00, na sede do O Movimento do Graal no Brasil, Rua Pirapetinga, 390 na Serra. Na oportunidade contaremos com a presença de Carla Batista integrante da ONG SOS-Corpo de Pernambuco e do Comitê Nacional da Articulação de Mulheres Brasileiras.

    Contamos com sua presença.

    Neusa Cardoso de Melo

    Articulação de Mulheres Brasileiras

    XX Congresso Brasileiro de Nutrição

    XX Congresso Brasileiro de Nutrição: Alimentação, nutrição e desenvolvimento sustentável em pauta

    O XX Congresso Brasileiro de Nutrição reúne, de 25 a 28 de maio, no Rio de Janeiro, cerca de 2.500 nutricionistas do Brasil inteiro para discutir o tema "Saúde e Ambiente: Alimentação, Nutrição e desenvolvimento Sustentável". O objetivo é contextualizar a área de alimentação e nutrição no universo da discussão mundial acerca do aquecimento global e suas conseqüências sobre a saúde e a escassez dos recursos naturais, pautando diretrizes para a atuação pró-ativa do nutricionista.

    Promovido pela Associação Brasileira de Nutrição (Asbran) e Associação de Nutrição do Estado do Rio de Janeiro (Anerj), o XX Conbran abordará questões afins a este grande tema, contando com a presença de pesquisadores de instituições de ensino e pesquisa de todo o país. Além da programação científica, o Congresso será cenário para a comemoração dos 50 anos do primeiro Congresso e para uma homenagem aos 100 anos de nascimento de Josué de Castro.

    Também serão abordados temas como rotulagem de alimentos, marketing, alimentos orgânicos e fitoterápicos, alimentação e cultura, certificação ambiental, nutrogenômica e Síndrome Metabólica entre outros.

    Com informações da organização do evento.

    Saiba mais no site do evento

    Serviço
    XX Congresso Brasileiro de Nutrição
    Data: 25 a 28 de maio
    Local: Centro de Convenções SulAmerica - RioCidadeNova
    (Área do Teleporto - Av. Paulo de Frontin nº 1 - Rio de Janeiro - RJ)

    Informações
    (21) 3326-3919 / (21) 2437-8996 (fax)
    conbran@interevent.com.br

    Assessoria de Comunicação

    www.presidencia.gov.br/consea

    5º Encontro de Escritores e Artistas Indígenas

    INBRAPI/Instituto Indígena Brasileiro para a Propriedade Intelectual
    NEARIN/Núcleo de Escritores e Artistas Indígenas
    Rede GRUMIN de Mulheres Indígenas

    INBRAPI, NEARIN. GRUMIN, Instituto C&A,Fundação Ford, FNLIJ

    5º ENCONTRO DE ESCRITORES E ARTISTAS INDÍGENAS

    Promoção: Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual – INBRAPI

    Realização: Núcleo de Escritores e Artistas Indígenas do Inbrapi – NEArIn

    Apoio: Instituto C&A, Fundação Ford, Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – FNLIJ

    Parceiro: Rede GRUMIN de Mulheres Indígenas.

    Data: 25 de maio a 01 de junho de 2008.

    Local: Museu de Arte Moderna – MAM e Centro de Acolhida Assunção/Rio de Janeiro/RJ.

    Justificativa

    Os Povos Indígenas estão vivendo momentos de transformações, mudanças que são trazidas por um contato cada vez mais próximo e intenso. Tais mudanças têm ocasionado uma nova postura com relação à sociedade nacional trazendo uma nova luz à dinâmica da cultura que estes povos desenvolveram ao longo de toda sua história. São mudanças espetaculares do ponto de vista da adaptação necessária aos novos tempos.

    Tais adaptações já se fazem sentir no seio dos povos indígenas seja através da participação política nas diversas instâncias de negociações e luta pelos direitos históricos, seja através da participação em eventos culturais onde possam expor a riqueza de suas danças, músicas, línguas, enfim, do seu universo mítico e espiritual.

    Tem sido este esforço em compreender a riqueza da sociedade nacional que tem feito os povos indígenas resistir ainda mais como grupos e fortalecerem suas identidades étnicas e buscarem novos caminhos de sobrevivência dentro e com a sociedade brasileira.

    Tal esforço tem sido observado pelos brasileiros principalmente no que diz respeito à produção literária de autoria indígena. Há um crescente interesse nessa literatura, sobretudo por parte das escolas brasileiras que têm percebido quão especiais é o olhar indígena sobre sua realidade e sobre a realidade que o cerca, no caso, o Brasil.

    É justamente pela necessidade de fazer esta aproximação com a sociedade nacional mostrando a riqueza da cultura através das letras e do desenho indígenas que estamos propondo a realização deste III Encontro Nacional de Escritores e Ilustradores Indígenas a ser organizado pelo Núcleo de Escritores e Ilustradores Indígenas – NEII.

    Nosso propósito é divulgar ao público brasileiro a 2ª. Década Internacional dos Povos Indígenas (2005-2015) proclamada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma forma de esclarecer e informá-la sobre a existência da grande diversidade cultural e lingüística em nossa terra.

    É também nosso objetivo dar visibilidade à literatura de autoria indígena aos educadores das redes públicas e particulares do Estado do Rio de Janeiro.

    No entanto, nosso objetivo maior é preparar profissionais indígenas para o exercício de uma função social especialmente importante na conscientização de crianças e jovens brasileiros.

    Pretendemos fazer isso participando do X Seminário sobre Literatura Infantil e Juvenil organizado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – FNLIJ e da organização de Oficinas de Texto e Leitura direcionada para os indígenas participantes do referido encontro.

    Temos a esperança de, assim, podermos oferecer à sociedade brasileira e aos povos indígenas um (re) encontro necessário para a partilha de idéias e sentimentos.
    Daniel Munduruku

    Atividades irão de 25 de junho a até 1º de junho de 2008, no MAM/Museu de Arte Moderna/Rio.Entre algumas atividades destacam-se:

    * Lançamento do livro de Daniel Munduruku A PALAVRA DO GRANDE CHEFE, da editora Global, será no dia 24 de maio, às 16 hs.
    O livro é uma releitura do famoso discurso do chefe seatle com uma ilustração primorosa do Mauricio Negro.
    * Atendimento ao público do Salão do livro e gravação de depoimentos para o projeto poranduba
    * Abertura do seminário FNLIJ com a presença de todos os indígenas
    * Seminário FNLIJ e atendimento ao público do salão do livro e gravação de depoimentos para o projeto poranduba.
    * Dia 28/05/2008, durante todo o dia, no Mam , veja as atividades específicas abaixo:

    Seminário FNLIJ/Inbrapi.

    Seminário

    o Lançamento do catálogo de autores indígenas;

    o Seminário na UERJ.( noite)

    * Reunião interna entre os indígenas

    INFORMA GRUMIN/REDE DE COMUNICAÇÃO INDÍGENA
    ELIANE POTIGUARA
    Fellow da Ashoka
    Observatório da Mulher Indígena
    INBRAPI/Inst.Bras.Propriedade Intelectual
    Membra Fundadora del Enlace Continental de Mujeres Indígenas
    Associação Mulheres pela Paz
    www.inbrapi.org.br
    www.grumin.org.br (institucional)
    http://www.elianepotiguara.org.br (site oficial da escritora)
    http://fotolog.terracom.br/elianepotiguara
    http://groups.yahoo.com/group/literaturaindigena

    E-mail institucional: grumin@grumin.org.br

    http://groups.yahoo.com/group/literaturaindigena ( Participe desta lista de discussão)

    IV SEMINÁRIO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR E ACESSO Á JUSTIÇA

    IV SEMINÁRIO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR E ACESSO Á JUSTIÇA

    DATA:29 A 30 DE MAIO DE 2008
    LOCAL: ESCOLA DA MAGISTRATURA - TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO DE
    JANEIRO

    PREZADOS AMIGOS

    UMA DAS LEGISLAÇÕES MAIS EFICIENTES E IMPORTANTES ESTÁ COMPLETANDO 18 ANOS ESTE ANO: O CÓDIGO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR.

    VISANDO DAR CONTINUIDADE A MAIS UM CICLO DE DEBATES E TAMBÉM COMEMORAR A MAIORIDADE DO CPDC, ESTAREMOS REALIZANDO NAS DATAS DE 29 & 30 DE MAIO, NO HORÁRIO DAS 9H ÁS 19H, O IV SEMINÁRIO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR E ACESSO Á JUSTIÇA, NO AUDITÓRIO DA EMERJ- ESCOLA DE MAGISTRATURA DO RIO DE JANEIRO LOCALIZADA NO 4º ANDAR DO FORUM CENTRAL DO RIO DE JANEIRO.

    IMPORTANTES TEMAS ESTARÃO SENDO DEBATIDOS COMO:
    AS NOVAS REGRAS DA TELEFONIA MÓVEL,
    AS NOVAS REGRAS DOS PLANOS DE SAÚDE,
    O TRANSPORTE ÁEREO E TERRESTRE NO BRASIL E OS DIREITOS DOS CONSUMIDORES ENTRE OUTROS.

    AS INSCRIÇÕES SÃO GRATUITAS E SERÃO REALIZADAS SOMENTE PELO
    SITE DA EMERJ (www.emerj.rj.gov.br), tels:(021)3133-3369/3380.

    INFORMAÇÕES NO CARTAZ ELETRÕNICO EM ANEXO.

    SAUDAÇÕES
    ALEX RISKI - COORDENADOR

    REPASSE AOS SEUS AMIGOS E CONTACTOS POR GENTILEZA

    Jornal Aldrava Cultural & InBrasCI - MG

    Jornal Aldrava Cultural & InBrasCI-MG


    DIVULGAM

    Estimados amigos:

    Tenemos el placer de invitaros a la presentación del libro de relatos Nunca llueve sobre el Sáhara, de Pedro M. Martínez Corada, que tendrá lugar en Madrid, el jueves 29 de mayo de 2008, a las 20,30 h., en la Fundación Progreso y Cultura - C/. Maldonado, 53 (ver mapa de la zona).

    www.martinezcorada.es

    Intervendrán Pedro M. Martínez (autor, director de la Revista de Cultura Almiar, fotógrafo y miembro de CiÑe)
    y
    Xavier de Tusalle (escritor, editor y Presidente de CiÑe).
    Habrá una actuación musical a cargo de Ana Piquer y Alejandro Calmaestra
    y os ofreceremos un espectáculo audiovisual.

    Gracias por tu asistencia y recibe nuestro más cordial saludo,

    Círculo Independiente Ñ de Escritores

    Matérias enviada por CLEVANE PESSOA - Diretora InBrasCI-MG em BH

    "8º CONCURSO INTERNACIONAL DE CANTO BIDU SAYÃO
    20 de maio de 2008

    Começa na próxima terça-feira, dia 27 de maio, em Belo Horizonte, o 8º Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão. Cinqüenta candidatos disputarão R$ 68 mil em premiação em dinheiro, além de troféus, placas e diplomas. A edição de 2008 conta com o patrocínio da CEMIG e o apoio do Governo do Estado de Minas Gerais, através da Secretaria da Cultura, e também com apoio do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura.

    Entre os concorrentes classificados há candidatos vindos de vários países como Coréia, Canadá, Argentina, Escócia e Austrália, além de diversas regiões do Brasil, como Rio Grande do Sul, Pernambuco, Bahia, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Goiás, Alagoas, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais.

    O público irá apreciar vozes e estilos muito diferentes. Entre os homens, dos 25 candidatos, dez são barítonos; nove, tenores; cinco, baixo barítonos; e um, baixo. Das 25 candidatas, dezenove são sopranos; e seis, mezzo-sopranos.

    Segundo Cleber Papa, presidente do Concurso Bidu Sayão e diretor da São Paulo ImagemData, "esta é uma oportunidade muito interessante para se conhecer como estão as vozes no Brasil e no exterior. É muito bom percebermos que há uma atividade muito consistente no aprendizado do canto e que no Brasil temos bolsões de excelência em que professores estão trabalhando um grande número de cantores. Temos que persistir no caminho de auxiliar estas vozes a se revelarem e o Concurso é um instrumento importante para isto".

    Nas sete primeiras edições do Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão foram 67 cantores premiados vindos de vários países (Portugal, Cuba, Austrália, Estados Unidos, Coréia, Itália, dois Argentina e Uruguai) e de diversos estados brasileiros. Uma das novidades para a edição deste ano é que as provas eliminatórias e semifinais serão mistas.

    Os candidatos serão avaliados por um júri internacional composto por oito integrantes. A presidência caberá ao maestro Ira Levin, regente titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília. Dividirão com o maestro Ira Levin a incumbência de julgar os candidatos, Bruno Michel, coordenador artístico do Théâtre Du Châtelet (França); Christopher Meyer, diretor artístico da Ópera de Zurique (Suíça); maestro Luiz Aguiar, regente de coro e musicólogo; Jorge Vaz de Carvalho, barítono de Portugal; maestro Reinaldo Censabella, regente e diretor artístico do Teatro de La Plata (Argentina); José Carlos Xavier, professor do Conservatório Nacional de Lisboa (Portugal) e o jornalista e crítico musical Irineu de Franco Perpétuo.

    "A troca de experiência entre os candidatos e o próprio júri são os principais atrativos para os candidatos que se inscrevem para participar do Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão. A reunião de tantos representantes deste segmento, vindo de várias regiões do mundo garante aos candidatos possibilidade única de audição", explica Cleber Papa.

    Provas e premiação: O acesso do público às provas eliminatórias, semifinais e à final é gratuito. Todas serão realizadas no Teatro SESIMINAS, localizado à Rua Padre Marinho, 60, Santa Efigênia. As eliminatórias acontecem nos dias 27 e 28 a partir das 16h30; as semifinais, nos dias 29 e 30, e a final, no dia 31, a partir das 18h. Os ingressos para acesso às provas e à final devem ser retirados nas bilheterias do Teatro SESIMINAS. Mais informações pelo telefone (31) 3241-7181

    Na prova final, o público vota escolhendo um cantor do sexo masculino e outro feminino. Os indicados do Voto Popular se apresentam no Concerto de Premiação, recebem troféus e prêmios em dinheiro.

    O Concerto de Encerramento e Premiação com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, sob a regência do Maestro Marcelo Ramos, acontece no dia 1º de junho, a partir das 19h, no Grande Teatro do Palácio das Artes. Os ingressos para o Concertoa apresentação estarão a venda a partir do dia 26 de maio nas bilheterias do Teatro do Palácio das Artes, Avenida Afonso Pena, 1.537, a apenas R$ 1,00 cada.

    Os cinqüenta candidatos classificados para o 8º Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão concorrem aos seguintes prêmios:

    Premiação do 8º Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão:

    - 1º Prêmio masculino - R$ 15.000,00 e troféu;

    - 1º Prêmio feminino - R$ 15.000,00 e troféu;

    - 2º Prêmio masculino - R$ 10.000,00 e troféu;

    - 2º Prêmio feminino - R$ 10.000,00 e troféu;

    - 3º Prêmio masculino - R$ 5.000,00 e troféu;

    - 3º Prêmio feminino - R$ 5.000,00 e troféu;

    - Prêmio Melhor Intérprete de Canção - R$ 2.000,00 e Diploma;

    - Prêmio Melhor Intérprete de Ária de Ópera - R$ 2.000,00 e Diploma;

    - Prêmio Júri Popular Masculino- R$ 1.000,00 e Placa;

    - Prêmio Júri Popular Feminino- R$ 1.000,00 e Placa;

    - Prêmio Revelação - R$ 1.000,00 e Diploma;

    - Prêmio Estímulo - R$ 1.000,00 e Diploma;

    - Menção Honrosa – Placa e Diploma."

    Mais informações pelo site:

    www.bidusayao.com.br

    http://achamarte.blogspot.com.br

    Divulgação:Clevane Pessoa de Araújo Lopes
    Diret.Reg.do InBRasCI em Belo Horizonte, MG.Domingo, 25 de Maio de 2008
    5º. ENCONTRO DE ESCRITORES E ARTISTAS INDÍGENAS

    Recebemos do GRUMIN e repassamos esse importante encontro de escritores e artistas indígenas.

    Na foto:Recentemente, Eliane Potiguara( * ) no FORUM em LIMA,Peru,representa as etnias brasileiras.

    "5º. ENCONTRO DE ESCRITORES E ARTISTAS INDÍGENAS

    Promoção: Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual – INBRAPI

    Realização: Núcleo de Escritores e Artistas Indígenas do Inbrapi – NEArIn

    Apoio: Instituto C&A, Fundação Ford, Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – FNLIJ

    Parceiro: Rede GRUMIN de Mulheres Indígenas."

    Data: 25 de maio a 01 de junho de 2008.

    Local: Museu de Arte Moderna – MAM e Centro de Acolhida Assunção/Rio de Janeiro/RJ.

    Justificativa

    Os Povos Indígenas estão vivendo momentos de transformações, mudanças que são trazidas por um contato cada vez mais próximo e intenso. Tais mudanças têm ocasionado uma nova postura com relação à sociedade nacional trazendo uma nova luz à dinâmica da cultura que estes povos desenvolveram ao longo de toda sua história. São mudanças espetaculares do ponto de vista da adaptação necessária aos novos tempos.

    Tais adaptações já se fazem sentir no seio dos povos indígenas seja através da participação política nas diversas instâncias de negociações e luta pelos direitos históricos, seja através da participação em eventos culturais onde possam expor a riqueza de suas danças, músicas, línguas, enfim, do seu universo mítico e espiritual.

    Tem sido este esforço em compreender a riqueza da sociedade nacional que tem feito os povos indígenas resistir ainda mais como grupos e fortalecerem suas identidades étnicas e buscarem novos caminhos de sobrevivência dentro e com a sociedade brasileira.

    Tal esforço tem sido observado pelos brasileiros principalmente no que diz respeito à produção literária de autoria indígena. Há um crescente interesse nessa literatura, sobretudo por parte das escolas brasileiras que têm percebido quão especiais é o olhar indígena sobre sua realidade e sobre a realidade que o cerca, no caso, o Brasil.

    É justamente pela necessidade de fazer esta aproximação com a sociedade nacional mostrando a riqueza da cultura através das letras e do desenho indígenas que estamos propondo a realização deste III Encontro Nacional de Escritores e Ilustradores Indígenas a ser organizado pelo Núcleo de Escritores e Ilustradores Indígenas – NEII.

    Nosso propósito é divulgar ao público brasileiro a 2ª. Década Internacional dos Povos Indígenas (2005-2015) proclamada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma forma de esclarecer e informá-la sobre a existência da grande diversidade cultural e lingüística em nossa terra.

    É também nosso objetivo dar visibilidade à literatura de autoria indígena aos educadores das redes públicas e particulares do Estado do Rio de Janeiro.

    No entanto, nosso objetivo maior é preparar profissionais indígenas para o exercício de uma função social especialmente importante na conscientização de crianças e jovens brasileiros.

    Pretendemos fazer isso participando do X Seminário sobre Literatura Infantil e Juvenil organizado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – FNLIJ e da organização de Oficinas de Texto e Leitura direcionada para os indígenas participantes do referido encontro.

    Temos a esperança de, assim, podermos oferecer à sociedade brasileira e aos povos indígenas um (re) encontro necessário para a partilha de idéias e sentimentos.
    Daniel Munduruku

    Atividades irão de 25 de junho a até 1º de junho de 2008, no MAM/Museu de Arte Moderna/Rio.Entre algumas atividades destacam-se:

    * Lançamento do livro de Daniel Munduruku A PALAVRA DO GRANDE CHEFE, da editora Global, será no dia 24 de maio, às 16 hs.
    O livro é uma releitura do famoso discurso do chefe seatle com uma ilustração primorosa do Mauricio Negro.
    * Atendimento ao público do Salão do livro e gravação de depoimentos para o projeto poranduba
    * Abertura do seminário FNLIJ com a presença de todos os indígenas
    *
    Seminário FNLIJ e atendimento ao público do salão do livro e gravação de depoimentos para o projeto poranduba.
    *
    Dia 28/05/2008, durante todo o dia, no Mam , veja as atividades específicas abaixo:

    Seminário FNLIJ/Inbrapi.

    Seminário

    o Lançamento do catálogo de autores indígenas;

    o Seminário na UERJ.( noite)

    * Reunião interna entre os indígenas

    INFORMA GRUMIN/REDE DE COMUNICAÇÃO INDÍGENA
    ELIANE POTIGUARA
    Fellow da Ashoka
    Observatório da Mulher Indígena
    INBRAPI/Inst.Bras.Propriedade Intelectual
    Membra Fundadora del Enlace Continental de Mujeres Indígenas
    Associação Mulheres pela Paz
    www.inbrapi.org.br
    www.grumin.org.br (institucional)
    http://www.elianepotiguara.org.br (site oficial da escritora)
    http://fotolog.terracom.br/elianepotiguara
    http://groups.yahoo.com/group/literaturaindigena

    E-mail institucional:
    grumin@grumin.org.br

    Veja em BLOCOS ONLINE, divulgue e navegue para conhecer outras notícias importantes:

    BOLSAS DA FUNDAÇÃO IBERÊ CAMARGO 2008 - As inscrições para a Bolsa Iberê Camargo 2008 estão abertas. Nesse ano, estão sendo oferecidos dois destinos para residência: Blanton Museum of Art / The University of Texas at Austin , nos Estados Unidos, e Maus Hábitos / Espaço de Intervenção Artística , em Portugal. Ao se inscrever o artista já deverá indicar o destino escolhido e fazer um projeto específico para o espaço. Além dos dois projetos selecionados para as residências internacionais, como nas últimas edições, serão selecionados dez artistas que receberão destaque na Revista Digital do site da Fundação Iberê Camargo. Também será indicado um artista que será escolhido para participar do Programa Artista Convidado do Ateliê de Gravura, em Porto Alegre. s inscrições podem ser feitas até o dia 18 de julho. Leia o regulamento em: e participe. Prazo: 18 de julho. Notícia enviada pela Assessoria da Fundação .

    FONTE: http://www.blocosonline.com.br/literatura/servic/sernotic.php#noticias

    HAICAIS CONCRETOS - CLEVANE PESSOA
    http://clevanepessoaeoutraspessoas.blogspot.com/

    Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

    Haicais Concretos




    Clevane Pessoa de Araújo Lopes

    Haikais Concretos

    9/08/2006 10h04

    No último Festival Internacional de Teatro, o FIT, que ocorre em Belo Horizonte ,capital de Minas nos anos pares, mas que estão pedindo para os ímpares-todos- também serem contemplados, um dos espetáculos levou o espectador a ver haicais tomarem forma, concretizarem-se à sua frente.
    Vi apenas em partes, nas reportagens locais de TV, impossibilitada de sair..
    No entanto, quero tecer considerações sobre essa maravilha, que foi aprentada na rua, permitindo assim que muitas pessoas pudesse saber do haicai através da manifestação artística. Para haicaista nenhum perder -espero estar no próximo).
    Nos jardins de Imperadores japoneses, havia certames de haikais, improvisados e considerados de forma muito séria.

    Os amantes também se mandavam mensagens em haicais, o que encontramos em nosso livro querido e relido inúmeras vezes, "Lady Nijo"- o Diário de uma concunbina de imperador, depois tornada monja e que sobre seus amores e nas suas peregrinações, vai espalhando haikais como pétalas de peônias, de flores de cerejeira, de pessegueiro.

    Temos vistos no Ocidente, muitos haicais (haikus ou haicais) muito "duros", pois a essência dessa estrutura poética, é tênue, mesmo que fale de situações fortes, uma tempestade, por exemplo.
    O haicai tem como situação referencial, as quatro estações. Mas as nuances orientais nem sempre podem encontrar omesmo equilíbrio no Ocidente. Apesar disso, há haicaistas notáveis no Brasil. Permite-se uma certa flexibilidade, uma adaptação ao gênero do eterno Basho, que deixou seguidores ad infinitum.

    No Festival das Estrelas Pastoras, a festa das estrelas ou o TANABATA, que em nosso país, é celebrado no bairro da Liberdade, em S.Paulo, há concursos de haicais e tanto crianças quanto idosos costumam, a par dos poetas presentes, criar seus haikus.

    A sutileza se faz sentir e a proposição do poeta é para ser adivinhada, redesenhada no imaginário. Os versos são a parte alivanhada, com fios de prata, ouro, seda ou algodão de quem escreve.
    Sempre me esforço para usar um mínimo de verbos, pois os ideogramas japoneses necessitam de sensibilidade artística, de filosofia de vida, de senso estético para que sua significância seja alcançada.
    A forma usual é a de tercetos, com cinco, sete e cinco sílabas poéticas muitos confundindo quaisquer tercetos ou Poetrix, uma tendência hodierna, com eles. Por isso, quando um grupo teatraliza e concretiza haikais, merece atenção máxima.

    O título do espetáculo,, para começar:

    "Somente as nuvens nadam no fundo do rio..."

    A imagem do efêmero, do passageiro, está perfeitamente retratada aí. As nuvens sempre existirão(idéia de eternidade), mas são mutatórios (passíveis de mudanças) e poderão ser substituídas por outras, mas sempre serão nuvens. Assim, a dicotomia efêmero/eterno; Yin/yang; claro/escuro; frio/quente; e tantos outros pares de sensações extremas, podem ser demonstradas como representantes da passagem das estações e os elementos da natureza a ela integrados. O rios, as corredeiras, os regatos, as chuvas, os lagos, a geada, a neve, o granizo, a garoa, a neblina, o orvalho, só para citar algumas das muitas mu/danças da águas que os haicaistas poderão explorar e os elementos que a cercam: as pedra, uma ponte, um sapo ou rã, as libélulas, as plantas e aves...

    Esse tema, "somente as nuvens nadam no fundo do rio", é de uma riqueza plena.O pensamento oriental nos chega sutilmente e nos enlaça
    .
    Não resisti a criar ,neste exato momento, a partir de agora, as imagens que chegam ao meuolhar interior de desenhista, de poeta,de psicóloga.Aqui nascem essas variações::

    Somente as nuvens
    "nadam no fundo do rio":
    pétalas de flores...

    "No fundo rio"
    nadam, quais peixinhos brancos,
    as nuvens do céu...

    E agora, apenas as imagens, sem citações do verso-título original, mas mantendo a idéia nuvens/rio:

    Nuvens se refrescam,
    bailarinas de algodão,
    lavadas nas águas...

    formas leves, brancas,
    repousam nas águas frias,
    nuvens transportadas...

    Hóspedes das águas
    as nuvens brincam no rio:
    fogem do céu azul...

    elegantes nuvens
    vestidas de dançarinas
    dançam com as águas...

    azulado ao céu,
    o rio não pára e carrega
    nuvens passageiras.

    No rio em movimento
    Caem flores de cerejeira,
    viajam com as nuvens...

    HARUKO(*)

    Bem, eu não pararia. Depois lapidarei. Tento sempre retirar os artigos(o, os, a, as; um, uns; uma; umas),algumas preposições. mas nossa Lingua ocidental nem sempre o permite, se queremos manter a métrica(5,7,5).De qualquer forma, qiando os haikais chegaram no Ocidente, permitiram pequenas mudanças para permitira nós, que sejamos haicaistas. uma bênção...

    Se o leitor que fazer haicais nesse tema ( "Somente as Nuvens Nadam no Fundo do Rio" ), mande-me para triagem , que postarei aqui no blog (
    clevane@yahoo.com.br)

    Tentem essa sutil forma de fazer poesia. É um desafio e tanto, uma atitude lúdica, um prazer. mas se vc não quiser entrar nesse vício bom , nem comece; depois é impossível parar(qual o de ser trovador, ser haicaista é um estado de espírito)...

    Clevane Pessoa de Araújo Lopes(*) Belo Horizonte,09/08/0/2006;

    (*) Assino haikais como HARUKO(primavera, em japonêes, nome que me foi doado, na adolescência, por um namorado oriental, Mi e a partir de quando passei a me interessar pelo gênero.

    Abaixo: endereço de kakinet, um site dedicado ao HaiKai, endereço para meu e-book Orvalho, de haicais, mais a ficha técnica do espetáculo em questão.
    Pelo que vi pela TV, Elisa Belém ,Marcelo Miyagie Roberson Nunes, os criadores, estão de parabéns. Vejam também que atuam como artistas-é muito importante que sejam louvados pela interpretação significativa dos temas com sua linguagem corporal- com Sarasvat , Daniel Antonio e Gregory Melo.

    Caqui :

    Revista brasileira de haicai, forma de poesia japonesa também conhecida por haiku:

    www.kakinet.com

    Lá, em Grafitte, aficcionados podem colocar seus haikais, permanentemente.

    Meu e-booK ORVALHO, para download gratuito, onde vc encontrará também , minha "Pequena História do Haicai", no prefácio e algo sobre Lady Nijo(transcrevo dados de pesquisa em site de busca Yahoo):

    BIBLIOTECA VIRTUAL "Cá Estamos Nós"
    Autores da Biblioteca Virtual do Portal Cá Estamos Nós: Clevane Pessoa de Araújo Lopes. . CLEVANE PESSOA DE ARAÚJO LOPES ... ORVALHO. Clevane Pessoa de Araújo Lopes é Haruko, uma hábil e exímia escritora de haicais, esses poemetos orientais .
    www.portalcen.org/bv/clevane/clevane.htm
    ClevanePessoa

    ... outros, mas consegui transitar livremente entre eles e fazer irmãos em qualquer Estado(...)." (Clevane Pessoa ... do olhar a claridade revela a secreta lira?) ( Clevane) Orvalho. Ano: 0...
    www.clevanepessoa.net/ebooks.php -24 KB

    ebboks de CLEVANE PESSOA DE ARAÚJO LOPES :

    CLEVANE PESSOA DE ARAÚJO LOPES. Borboletário de estrelas ... Mix de haikais e poetrix. Orvalho. Pana-paná - Chuva de Borboletas .
    www.sokarinhos.com.br/ebook/ebook_clevanepessoa.htm

    Ficha Técnica do espetáculo:

    Fonte:

    http://www.pbh.gov.br/cultura/fitbh/programacao/detalhe/det_haikai.php

    «
    " "HAIKAI - Somente as Nuvens Nadam no Fundo do Rio" - Rua
    Gênero: Drama poético
    Direção: Coletiva
    Criação: Elisa Belém, Marcelo Miyagi e Roberson Nunes
    Concepção: Elisa Belém, Marcelo Miyagi e Roberson Nunes
    Elenco: Daniel Antonio, Elisa Belém, Gregory Melo, Marcelo Miyagi, Roberson Nunes, Sarasvat
    Duração: 40min
    Local:
    Praça Duque de Caxias - 20:00h - 28/07
    Praça Guimarães Roas - 19h - 30/07

    Avenida Brasil - 19:00h - 06/08

    Haikais dos séculos XVIII e XIX, de poetas japoneses como Bashô, Busson e Issa são traduzidos para o teatro por meio de imagens que buscam revelar estados de espírito e efeitos sinestésicos.. As memórias dos performers transitam entre a primavera, o outono, o inverno e o verão. A intervenção se contrapõe aos ambientes agitados das ruas dos centros urbanos, propondo uma pausa para contemplação. Essa interferência envolve teatro, dança, artes plásticas, literatura, música e projeções de vídeo.

    O Grupo

    O grupo é composto por profissionais independentes das áreas de teatro, dança, música e vídeo de Belo Horizonte."

    O impossível
    é imprevisível
    só até acontecer
    (Clevane Pessoa, em "Sombras feitas de Luz-Edit.Plurarts)

    JORNAL TELESCÓPIO - Everi Carrara - SP

    Haicai a Efigênia Coutinho

    AGENDA em
    http://telescopio.vze.com

    Convite

    Convite de Efigênia Coutinho - Presidente Fundadora da AVSPE

    CONVITE

    O Grupo Ecos da Poesia está a organizar o seu quarto cenário, com o titulo:

    " AS LETRAS DA PINTURA."

    "Pretende-se interagir com a nobre arte das artes plásticas e suas derivadas através da poesia ou prosa e em que o poeta ou escritor irá apresentar o seu trabalho baseado em uma das pinturas apresentadas"
    Temos o prazer de o(a) convidar a escrever sobre as obras desse ilustre artísta plástico Roberto Bérgamo.
    AS LETRAS DA PINTURA duas artes que se contemplam e complementam.
    AS LETRAS DA PINTURA é uma criação e organização da poeta Nelim Monti, gerente no GEP.
    Por favor envie o seu texto até o dia 28 de maio de 2008 para:
    nelin@netsite.com.br
    Para ver mais visite: http://ecosdapoesia.net/letras/roberto_bergamo/curriculum.html
    As nossas saudações literárias
    Nelim Monti - Organizadora
    Victor Jerónimo - Administrador
    http://ecosdapoesia.net

    Lista dos Participantes

    01 - Efigênia Coutinho- Brasil
    02 - Clara Arruda- Brasil
    03 - Odir Milanez da Cunha- Brasil
    04 - Marineusa Santana- Brasil
    05 - Nelim Monti- Brasil
    06 - Gislaine Canales - Brasil
    07 - Wilson Rosa da Fonseca - Brasil
    08 - Célia Jardim - Brasil
    09 - Mercília Rodrigues- Brasil
    10 - Maria Luísa Amorim - Brasil

    " As Letras da Pintura", N-4
    Apresenta:

    ROBERTO BÉRGAMO
    Artista Plástico

    http://ecosdapoesia.net/letras/roberto_bergamo/curriculum.html
    Visite e admire.

    http://ecosdapoesia.net/letras/roberto_bergamo/curriculum.html

    Boa Tarde!

    Carinho sempre.

    GRUPO ECOS DA POESIA - QUATRO ANOS
    24 de Fevereiro de 2004 a 24 de Fevereiro de 2008
    ecosdapoesia.net

    Bloguices do Ecos é o blogue de divulgação do Grupo Ecos da Poesia
    que convidamos a visitar em:
    http://ecosdapoesia.blogspot.com/

    Divulgar o Grupo Ecos da Poesia é contribuir para a divulgação das letras e das artes

    Grupo Ecos da Poesia a cada dia, mais perto do poeta e escritor

    <*> Para visitar o seu site de divulgação, acesse:
    http://ecosdapoesia.net

    <*> Para visitar o seu grupo Yahoo na web, acesse:
    http://br.groups.yahoo.com/group/ecos_da_poesia/

    BLOG DE CARLOS VILARINHO

    http://carlosvilarinho.blogspot.com/

    Quem tem o livro e conhece o texto pode reler, pois o conto está sendo reescrito

    ANEXO - PDF

    TEIA CULTURAL - MINAS
    Notícias culturais, editais, prêmios


    Dobal (Teresina, PI) jan/2001, foto remetida por Paulo Cunha
    Amigo(a),

    Acabamos de perder H. Dobal, um os maiores expoentes da poesia brasileira contemporânea. Éramos amigos. Sofria de parkinson e ultimamente seu estado de saúde vinha se agravando. Prefaciou meu primeiro livro de poemas, "O Salto sem trapézio". E escreveu seu último prefácio, também para um livro meu, "Perfume de resedá", ainda inédito, a ser publicado até o final deste ano. Sempre que podia, quando ia a Teresina, no Piauí, visitava-o na companhia de amigos, nas famosas "dobalinas". Dobal era uma dessas pessoas inesquecíveis.

    Há alguns dias eu vinha escrevendo alguma coisa em versos, sobre ele. Quando me chegou a notícia de sua morte, agora há pouco, apenas completei o texto que segue abaixo, juntamente com alguns dados biográficos que puxei da internet.

    Outro dia escrevi, e repito agora, com uma certeza ainda mais clara:

    marretadas não abolem
    uma verdade maior
    nenhum verso vira pó
    todo verso vira pólen.

    Um abraço.

    Paulo José Cunha

    Um brinde ao amigo H. Dobal

    Ergo um poema ao poeta
    como se uma taça ao brinde.

    Um brinde ao riso afável, honesto, verdadeiro
    do operário calmo das palavras,
    do mestre de desapegada vaidade
    incapaz de grito ou impropério,
    mas capaz de levantar
    enormes e frágeis catedrais
    feitas de versos.

    É ler Dobal
    para sentir-se em meio
    ao seco das caatingas,
    no largo dos sertões,
    ardendo,
    in vitro
    à fumaça do ferro em brasa
    marcando bois e homens.

    É conhecê-lo
    para aprender
    que toda glória é vã,
    além de arredia aos que a perseguem.

    A alegria guardado nas retinas
    e o macio da mão trêmula
    distraem o sorriso de menino travesso,
    que ironiza vida e fama
    por saber
    que os pombos sempre cagam nas estátuas.

    O que fica, para além da vida,
    e ele bem sabe,
    é o brinde que se ergue,
    além do nada,
    e os versos que se cantam,
    além da glória,
    a um tempo de carinho e amizade.

    Agora, de repente, tudo é pouco
    e tão grande, apenas na memória:

    A conversa amena, regada a café com bolos fritos,
    umas risadas, os afagos dos velhos companheiros,
    ao redor de sua cadeira preguiçosa,
    nas manhãs dobalinas de domingo.

    Morreu Hindemburgo Dobal Teixeira.

    Viva H. Dobal!

    (A poesia de Dobal, como bem disse Cineas Santos, no e-mail em que acaba de me comunicar a sua morte, resistirá).

    Hindemburgo Dobal Teixeira é de Teresina (17 de outubro de 1927). Curso secundário no antigo Liceu. Bacharelou-se em Direito na turma de 1952 da Falcudade de Direito do Piauí, tendo sido o orador. Diretor da Revista Meridiano, figura líder da geração vanguardista, tornou-se um poeta respeitado no Brasil inteiro. Fez concurso para Fiscal do Imposto de Consumo do Ministério da Fazenda; membro do Conselho de Contribuites e professor da Escola Superior de Legislação Fazendária, em Brasília. No Governo Médici fez parte da comissão que reestruturou todo o sistema tributário nacional. Posteriormente, comissionado pelo Ministéio da Fazenda, fez cursos e estágios em Londres e Berlim, sendo um dos mais brilhantes e competentes técnicos em legislação e Técnica Fazendária, no país. Membro da Academia Brasiliense de Letras.
    Em 1969 Hindemburgo Dobal Teixeira ganhava, com O Dia Sem Presságios, o Prêmio Jorge de Lima (poesia) do Instituto Nacional do Livro. Mas nem sempre a obra premiada é o melhor instante do escritor. "O Tempo Consequente", editado em 1966, é ainda o melhor momento da poesia deste notável poeta.

    Obras: O Tempo Consequente (1966); O Dia Sem Presságios (Premio Jorge de Lima, 1970); A Viagem Imperfeita (1973); A Província Deserta (1974); A Serra das Confusões (1978); A Cidade Substituída (1978); El Matador (folhetim, 1980); Os Signos e as Siglas (1978); Cantigas de Folhas (1989).

    Conheça um pouco de sua bela obra:
    Campo Maior Bucólica
    Gleba de Ausentes Inverno
    II os Dias Pioneira Social
    As Chuvas Transeunte
    I os Rios Crepúsculo
    Homo O Destiono
    Réquiem Hunamae Vitae
    Salmo do Homem Sozinho A Morte
    Campo Maior

    Ai campos do verde plano
    todo alagado de carnaúbas.
    Ai planos dos tabuleiros
    tão transformados tão de repente
    num vasto verde num plano
    campo de flores e de babugem.

    Ai rios breves preparados
    de noite e nuvem. Ai rios breves
    amanhecidos na várzea longa,
    cabeças d'água do Surubim
    no chão parado dos animais,
    no chão das vacas e das ovelhas.

    Ai campos de criar. Fazendas
    de minha avó onde outrora
    havia banhos de leite. Ai lendas
    tramadas pelo inverno. Ai latifúndios.
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    Gleba de Ausentes

    Onde serão as roças planta-se primeiro
    o fogo.. E em cinza as chamas
    vão turvando o céu
    de uma cidade ardente. Ardemos no peso da tarde
    com a cinza do sol nos campos do verão.
    Desde muitos avós o fumo das queimadas
    vamos repetindo. Ficamos enfim
    na cidade sem ventanas transplantados
    e saltando os aceiros só em nós lavramos
    a chama vagarosa que nos consome.
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    II os Dias

    Sobre as águas de um rio onde vareiros
    silenciaram suas mágoas.
    Sobre outro rio cantado por lavadeiras,
    e o riozinho proclamado
    pelos buritizeiros,
    sobre os brejos sem nome
    onde os riachos começam,
    sobre todas as águas
    o espírito perene.

    Sobre o espírito das águas
    que memoraram os dias,
    sobre um rio perdido onde os bichos do mato
    beberam o fim da tarde,
    sobre um vale pastoral onde os rios pensam
    sobre a música de vida
    dos rios reduzidos a um nome
    PARNAÍBA
    sobre os rios plenos,
    os dias consumidos.
    >>>Clique aqui para retornar ao índice
    As Chuvas

    Nas mãos do vento as chuvas amorosas
    vinham cair nos campos de dezembro,
    e de repente a vida rebentava
    na força muda que as sementes guardam.

    Nas ramas verdes rebentava a luz
    e a doçura do tempo transformava
    a terra e o gado na pastagem tenra,
    na alegria dos rios renovados.

    Cheiro de mato e de currais suspensos
    no ar que os dedos do inverno vão tecendo
    mais uma vez nos campos de dezembro.

    E nos trovões a tarde acalentada,
    cantigas de viver que a chuva traz
    numa clara certeza repetida.
    >>>Clique aqui para retornar ao índice
    I os Rios

    Ai rios do Piauí, água rica de peixe
    de couro e de escama.

    De todos os rios sobra uma cantiga
    de bem viver. Um rio preguiçoso
    se compraz no seu curso. Outro rio
    subterrâneo se afunda no peito.

    Campo de areia, água viva nos pés,
    água pesada na memória.
    Senhor das dimensões um rio segue
    suas margens renovadas, ribanceiras
    movediças. Um rio move
    seus habitantes, seus destinos.

    Dodó das Cabeceiras
    conhecedor dos rios
    com eles aprendeu
    a plenitude da vida.

    Seu ritmo irregular um rio instala
    faz a sua própria força. Cava os seus canais
    seus tributários arrecada.

    Água de beber, água de lavar,
    água de nuvem, água do chão.
    Móvel. Migrante. Um rio.
    Jamais o mesmo.
    >>>Clique aqui para retornar ao índice
    Homo

    Sua razão de vida o homem vê minguando
    a cada dia. Mas duro recomeça
    como se o tempo lhe sobrasse. E vagaroso
    não conta as eras que se extinguem.
    Nem conta a solidão dos dias claros
    se desdobrando iguais como esquecidos
    de mudar. Nem a distância
    que o grito não transpõe, a passagem da vida
    cumprida só em mínimos desejos.
    Sua lástima no piar das nambus, sóbrio
    se esquiva às armadilhas da tarde.
    A incerteza nos paióis, o chão batido
    em que levanta a casa, o amor
    como a água das cabaças.
    Lavrador do milho e do feijão, sua frugal colheita
    em gleba alheia. Passa-lhe a vida,
    e queima o céu com a cinza de suas roças.
    >>>Clique aqui para retornar ao índice
    Réquiem

    Nestes verões jaz o homem
    sobre a terra. E a dura terra
    sob os pés lhe pesa. E na pele
    curtida in vivo arde-lhe o sol
    destes outubros. Arde o ar
    deste campo maior desta lonjura
    onde entanguidos bois pastam a poeira.

    E se tem alma não lhe arde o desespero
    de ser dono de nada. Tão seco é o homem
    nestes verões. E tão curtida é a vida,
    tão revertida ao pó nesta paisagem
    neste campo de cinza onde se plantam
    em meio às obras-de-arte do DNOCS
    o homem e os outros bichos esquecidos.

    Atualização de Blogs

    Texto da Semana
    Atualização Blog Casa de Paragens

    Olá Amigos

    Seguem o texto da semana e a atualização do blog Casa de Paragens
    poema: Espera

    Texto da Semana


    Breve premonição para uma viagem

    Domingo. Final de tarde. Ele irá atravessar a cidade com uma mala cheia de roupa suja. Levará as roupas para serem lavadas. Ele andará até o ponto de ônibus. Notará que os cães da vizinhança estarão agitados, como se algo os prendesse no final de tarde. Os cães latirão uma agonia ou alegria que seu idioma não entende.

    Ele chegará ao ponto de ônibus. Antes do ônibus chegar, um motorista pedirá uma informação de como sair dali. Ele terá vontade de mentir, mas não, dirá a rota certa para sair do labirinto. A vida ao redor murmurará: skates, bicicletas, uma mulher de amarelo.

    Ouvirá um ronco. O ônibus. Fará um sinal. Perceberá que é uma mulher motorista. Entrará, passará a catraca, se atrapalhará com a mala de roupas sujas. A motorista continuará conversando com a única passageira, além dele. Contará que, nas manhãs, é professora e nas tardes dirige ônibus. Contará que, nas manhãs, o marido é
    operário e, nas tardes, cuida da própria empresinha. A passageira ouvinte descerá antes dele e o deixará sozinho com a motorista, que nada mais falará até que ele desça.

    Ele descerá para esperar o outro ônibus. Sentará ao lado de uma mulher velha. Sorrirão timidamente um para o outro. O ônibus virá. Estará lotado mesmo sendo domingo à tarde. Ele ficará em pé. Sua mala de roupas sujas atrapalhará alguns passageiros. Pedirá desculpas. A mulher velha conseguirá sentar-se ao lado de um homem que estará dormindo. Ele verá a fragilidade do homem dormindo. Os demais passageiros também serão frágeis.

    Chegará ao terminal central. Notará pequenas ilhas de conflito. Mãe e filho. Adolescentes. Dois homens num canto. Aguardará mais um pouco o próximo ônibus. Perceberá que o ônibus se aproxima porque de repente várias pessoas ficarão à sua frente. Todos estarão ávidos por um assento. Ele não, ele ficará em pé
    novamente. Aos seus pés a mala de roupas sujas. Ele verá nesse ônibus quase o mesmo que viu no outro. De diferente, apenas uma moça estará lendo "Homens Gostam de Mulheres que Gostam de Si Mesmas". Ele pensará que ela não necessitava ler um livro pra saber disso. Ele olhará os demais passageiros e todos estarão olhando para ele e sua mala.

    Então, descerá perto da casa da lavadora. Terá de andar três quadras. Ele carregará sua mala como quem carrega um corpo morto. Com cuidado e constrangimento. Ele terá dificuldades de atravessar a rua e não ouvirá nenhum cachorro latir. Rirá por dentro. Aqui nesse bairro os carros fazem às vezes de cachorro.

    Chegará à casa da mulher que lava suas roupas. Pagará pelo serviço do mês passado. Descobrirá novas coisas superficiais da vida dela: uma filha promovida, o seu retorno ao antigo emprego e a morte do cachorro que estavam criando. "Estava tão bonito, daí secou, secou e
    morreu." Ele lamentará um pouco.

    Depois, irá despedir-se e voltará pelo mesmo caminho até a sua casa. Não terá mais a mala de roupas sujas para diferenciá-lo. Será mais um homem dentro do ônibus num começo de noite. Domingo à noite. Não verá mais nada diferente. Nem a lua cheia. Chegará em casa, ligará a TV e logo depois dormirá um sono longo e ininterrupto. Até que o despertador o acorde na manhã trabalhadora de segunda-feira.

    Rubens da Cunha

    Últimas Poemas antologia ME - 18 no Blog.


    Visitem:

    www.mulheresemergentes.blogspot.com

    Tânia Diniz
    poeta e editora
    telefax (31) 3332 21 11
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    XI Concurso Letras Premiadas - 2008

    XI Concurso Letras Premiadas - 2008
    Prêmio de incentivo à leitura e produção textual
    Poesia: 1º lugar – R$1.000,00

    Crônica: 1º lugar - R$ 1.000,00

    Conto: 1º lugar - R$ 1.000,00
    Contribuição: R$ 10,00 por texto
    Tema Livre

    Participam destes Concursos textos em português enviados por autores residentes em diversos países.


    1. Endereço: Envie uma cópia do texto(s), uma fotografia e teu currículo em português para: alpasxxi@hotmail.com
    Ou: ALPASXXI - Rua Benjamin Constant, 71 – Centro – Cruz Alta – RS – 98025-110

    2. Prazo: 30.08.08

    3. Contribuição:

    Letras Premiadas - 10,00 por texto

    Estudante - R$ 5,00 por texto

    Cheque nominal e cruzado a Rozelia Scheifler Rasia ou depósito na Conta 0510046-1 Ag. 3273-5 - Bradesco / Postal ou CC 35 0242960-0 Ag. 0190 -Banrisul

    4. Diplomas: Diploma de Destaque Literário para os dez primeiros textos classificados.

    5. Resultados: Os resultados serão divulgados em 30 de setembro de 2008

    6. Divulgação: Os textos classificados serão publicados no BLOG da ALPAS XXI. Será editada coletânea cooperativada com os autores que autorizaram a publicação.

    7. Cerimônia de Premiação: Os autores receberão convites para a cerimônia de Premiação em outubro de 2008.

    8. Galeria de autores: As fotografias enviadas serão publicadas na ‘Galeria de autores contemporâneos ALPAS XXI’.

    9 – Características: Tema Livre - Textos inéditos.

    10. Limite de textos: 4 textos por categoria.

    Instruções:
    1 – Sugerimos aos autores que registrem seus textos na Biblioteca Nacional

    2 - Formatação do texto em A4; fonte 12, arial ou times. Até 12 páginas.

    3- Solicitamos criteriosa correção gramatical: ortografia, concordância e sintaxe

    4- Os textos participantes do BLOG são expressamente excluídos dos Concursos

    OBS- Vamos imprimir quatro cópias dos textos, uma para o Memorial da Cultura ALPAS XXI com os dados do autor e as demais para os jurados sem identificação.

    O Currículo e a foto irão para o Memorial da Cultura ALPAS XXI e na Galeria de autores, posteriormente serão usados para a divulgação dos vencedore


    Poeta e Artista Plástica - REGINA MELLO

    Ações de Regina Mello - Belo Horizonte

    http://reginamellobr.blogspot.com/

    Concurso de Trovas

    5º Concurso de Trovas
    Projeto de Trovas para uma vida melhor
    Tema - Ciência

    Apenas uma trova (L/F) em Língua Portuguesa, inédita, do próprio autor. (A palavra do tema, neste caso: CIÊNCIA - tem que constar no corpo da trova). De 01/05/08 a 20/06/08.

    Para o Concurso TROVA é: "composição poética de quatro versos setissílabos, rimando o 1º com o 3º, o 2º com o 4º, e tendo sentido completo".

    Trova: Tema - CIÊNCIA:

    ---------------------1º

    ---------------------2º

    ---------------------3º

    ---------------------4º

    Autor:

    Cidade:

    Estado:

    País:

    E-mail:

    GRUPOS:

    GR. 1. Trovadores consagrados (aqueles que já tiveram, pelo menos uma trova premiada no sistema comum por envelope. Não considerar a menção honrosa, nem a menção especial);

    GR. 2. Trovadores ainda não premiados, iniciantes e alunos Universitários;

    GR. 3. Alunos da Educação Básica e Ensino Médio (1º e 2º Grau, ou Ginásio e colégio - colocamos tais terminologia para melhor identificação).

    Síntese do PROJETO DE TROVAS PARA UMA VIDA MELHOR

    Nesta primeira etapa os princípios e valores serão sobre os seguintes temas:

    Até 30/10/07 - tema: SABEDORIA - publicação: 15/11/2007

    Até 20/12/07 - tema: ENTENDIMENTO - publicação: 15/01/2008

    Até 20/02/2008 - tema: CONSELHO - publicação: 15/03/2008

    Até 20/04/2008 - tema: FORTALEZA - publicação: 15/05/2008

    Até 20/06/2008 - tema: CIÊNCIA - publicação: 15/07/2008

    Até 20/08/2008 - tema: PIEDADE - publicação: 15/09/2008

    Até 30/12/2008 - publicação do 1º Livro do Projeto de Trovas e divulgação dos temas para o segundo ano.

    Encerramento - confraternização dias: 13 e 14/12/2008

    domingo, 25 de maio de 2008

    Paulo Freire - Vídeos

    Vídeos de Paulo Freire para serem baixados no site:

    http://www.dominiopublico.gov.br/

    1 .
    Paulo Freire Contemporâneo (Parte 1) Toni Venturi[me] Ministério da Educação.wmv62,07 MB 3.681

    2 .
    Paulo Freire Contemporâneo (Parte 1). (LIBRAS) Toni Venturi[me] Ministério da Educação.wmv62,59 MB 646

    3 .
    Paulo Freire Contemporâneo (Parte 2) Toni Venturi[me] Ministério da Educação.wmv68,23 MB 637

    4 .
    Paulo Freire Contemporâneo (Parte 2). (LIBRAS) Toni Venturi[me] Ministério da Educação.wmv

    II Encontro Montalvânia e Juvenília em BH, 2008


    II Encontro Montalvânia e Juvenília em BH, 2008

    Areté Educar, participou ativamente da idealização do projeto, coordenação e contribuiu com sucesso do evento.
    Esse 20. Encontro, com certeza marcou uma página importante na História das cidades de Montalvânia e Juvenília.
    Somos de fato pequenos para intervir culturalmente em BH, e intervimos, mas o que nos torna grandes, são os nossos ideais que assemelham a ousadia de nossos fundadores: Antônio Lopo Montalvão e Cel Manoel José de Almeida, desbravadores que tiveram coragem de colocar seus sonhos em prática e construir as cidades que amamos no interior do sertão.

    O Areté Educar, registrou algumas fotos, mas em breve as fotos oficiais poderão ser conferidas no site parceiro: http://www.montalvania.com.br/

    Gildázio Santos





    sábado, 24 de maio de 2008

    Cine Debate EducAção

    Cine Debate EducAção

    A Ação da Cidadania convida educadores e educandos de escolas, entidades e universidades para a 2ª edição do Cine Debate EducAção, com o tema:

    CUIDADO COM AS CRIANÇAS:

    Educar a família é possível?

    Þ Quando: 02/06/08 (segunda), 14h

    Þ Cine: Juízo – O Maior exige do Menor (Brasil, 2008), de Maria Augusta Ramos

    Þ Debate: Siro Darlan (Desembargador TJRJ) e Jacques Schwarzstein (Gestor UNICEF RJ)

    Þ Onde: Av. Barão de Tefé 75, Rio/RJ (Pça Mauá)

    É possível educar a família para cuidar direito de crianças e adolescentes?

    Evento gratuito. Inscrições:

    (21) 2233-7460 2253-8177

    acao@acaodacidadania.com.br

    www.acaodacidadania.com.br

    Cine Debate EducAção

    Ação da Cidadania (RJ) convida educadores e educandos de escolas, entidades e universidades para evento gratuíto para discutir o tema: "Cuidado com as Crianças: Educar a família é possível?"

    Dia 02/06/08 (segunda), às 14h, será exbido o documentário "Juízo - O Maior exige do Menor" (Brasil, 2008), de Maria Augusta Ramos, seguido de um importante debate com Siro Darlan (Desembargador do TJRJ) e Jacques Schwarzstein (Gestor de Programas da UNICEF Rio).

    Considerando que o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) está chegando a "maior idade" semanas após às eleições dos Conselhos Tutelares, pergunta-se: é possível educar a família para cuidar direito de crianças e adolescentes?

    Para se inscrever, ligue (21 2233-7460) ou envie uma mensagem (acao@acaodacidadani a.com.br), com nome, escola/organizaçã o e telefone. A inscrição é gratuíta e será entregue certificado após o evento. Venha, faça a sua parte pelo fim da miséria através da educação com cultura para cidadania!

    Forte abraço,

    Maurício Fabião
    Sociólogo e Professor
    Gestor do Núcleo de Educação
    Tel./ Fax: (21) 2233-7460 2253-8177
    Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida
    www.acaodacidadania.com.br

    ONU e UFRJ lançam site de direitos humanos

    ONU e UFRJ lançam site de direitos humanos
    Fruto de parceria entre o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), site disponibiliza informações sobre as comemorações do aniversário, a história da Declaração Universal dos Direitos Humanos, assim como detalhes de funcionamento do Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos e do Conselho de Direitos Humanos, criado dois anos atrás.

    Já se encontra disponível na Internet um novo site sobre direitos humanos. A página, criada através de uma parceria do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi desenvolvida como parte da campanha mundial do 60º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, comemorado este ano.

    Lá, os usuários encontram informações sobre as comemorações do aniversário, a história da Declaração Universal dos Direitos Humanos, assim como detalhes de funcionamento do Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos e do Conselho de Direitos Humanos, criado dois anos atrás. O site também fornece explicações sobre as principais ferramentas que apóiam a implementação dos direitos humanos em todo o mundo, entre outras informações.

    Em breve, será disponibilizada na página a agenda de eventos comemorativos que devem acontecer no Brasil e em outros lugares do mundo.

    Para ver o site, acesse: www.dudh.org.br

    Outras informações
    UNIC Rio de Janeiro
    Valéria Schilling
    Assessora de Comunicação
    (21) 2253-2211

    sexta-feira, 23 de maio de 2008

    Convite - XI EMEL

    XI EMEL Convida


    Sarau e premiação do Concurso Cultural da UFOP - conto e poesia
    Dia 23 de maio - 22 horas - Jardim Interno do ICHS
    Rua do Seminário, s/n - Centro - Mariana, MG

    quarta-feira, 21 de maio de 2008

    Conectas Direitos Humanos - Newsletter

    Informativo Mensal
    Conectas Direitos Humanos - http://www.conectas.org/

    São Paulo, Brasil - edição especial - Colóquio Internacional de Direitos Humanos - ano II n°11
    en español dddd in english dddd versão para impressão

    Abertas inscrições para o VIII Colóquio Internacional de Direitos Humanos!
    “60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos:
    Desafios para o Sul Global"

    Participantes do VII Colóquio durante conferência da manhã

    O Colóquio, que este ano realiza sua oitava edição, foi criado em 2001, com o objetivo de promover a formação e o aperfeiçoamento de jovens profissionais e militantes de direitos humanos do hemisfério sul (África, Ásia e América Latina). A edição 2008 do encontro abordará o tema “60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos: Desafios para o Sul Global".

    O Colóquio pretende oferecer aos ativistas de direitos humanos uma capacitação de alto nível que contribua para aumentar a eficácia de suas ações na promoção dos direitos humanos e para construir novas redes de cooperação entre ONGs, acadêmicos e a Organização das Nações Unidas (ONU).

    Estrutura
    O Colóquio está estruturado em palestras, oficinas e grupos de trabalho, nos quais profissionais com experiência na área discutirão tópicos relacionados à promoção e proteção dos direitos humanos. Durante as manhãs serão realizadas conferências gerais e durante as tardes os participantes trabalharão em oficinas e grupos de trabalho, além de realizar visitas a organizações de direitos humanos.

    Organização
    O VIII Colóquio é organizado pela Conectas Direitos Humanos e pela SUR – Rede Universitária de Direitos Humanos. Após o término do encontro, os participantes continuam em contato e promovem ações conjuntas pela Rede DiálogoDH, integrada por mais de 600 ex-participantes das sete edições anteriores do Colóquio, de 53 países da América Latina, África e Ásia. (Para mais informações, visite o Portal Conectasur, www.conectasur.org).

    O VIII Colóquio conta com o apoio do Open Society Institute (OSI), da Fundação Ford, do Fundo das Nações Unidas para Democracia (UNDEF), dentre outros.

    Perfil dos Participantes
    Jovens candidatos do hemisfério sul que não tenham participando anteriormente do Colóquio, demonstrem compromisso com a causa dos direitos humanos bem como experiência de pelo menos dois anos de trabalho. Critérios como raça, gênero, origem regional e social serão levados em consideração.

    Taxa de Participação e Bolsas
    O Colóquio cobra uma taxa que tem a finalidade de cobrir os custos de participação do candidato. Um número limitado de bolsas será concedido a fim de garantir a participação dos grupos mencionados anteriormente. Os candidatos devem solicitar bolsa no momento da inscrição.

    Inscrição
    Documentos necessários:
    - Formulário de Inscrição;
    - Uma Carta de Recomendação (por correio ou e-mail separado);
    - Carta de apoio institucional;
    - Curriculum Vitae (1 página);
    - Redação (1 página).

    As inscrições se encerram no dia 30 de junho de 2008 (não haverá prorrogação do prazo). A inscrição poderá ser feita on-line através do site www.conectas.org/coloquio. Em caso de dúvidas, escreva a coloquio@conectas.org. O resultado da seleção estará disponível no site a partir de 1 de agosto de 2008.

    www.conectas.org/coloquio


    Convite - Fórum CAVIV

    Convite - Fórum CAVIV


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    Seminário - Saúde, Relações e Condiçoes de Trabalho na Sociedade Comteporânea

    SEMINÁRIO SAÚDE, RELAÇÕES E CONDIÇÕES DE TRABALHO NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

    DATA: 31 DE MAIO DE 2008

    LOCAL: Auditório da UNA

    Rua Aimorés, nº1451 Lourdes

    Belo Horizonte

    PROGRAMAÇÃO

    8h às 8h45 Credenciamento e Café Mineiro

    8h45 às 9h Mesa de abertura

    CRP-MG, CPTO, CPS, GT de Relações e Condições de Trabalho

    9h Mesa- redonda: SAÚDE E TRABALHO

    SAÚDE E TRABALHO

    Daniel Augusto Fernandes – Psicólogo, Servidor Público lotado em cargo de Especialista em Políticas e Gestão da Saúde da Secretaria de Estado de Saúde-MG. Integrante da Coordenação de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador.

    GESTÃO DA SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

    Celso Amorim Salim – Sociólogo, pós-doutor pela Universidade Estadual de Campinas, doutor em Demografia pela UFMG, mestre em Sociologia pela UnB. Trabalha na Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (FUNDACENTRO) e vem atuando nos campos da Sociologia do Trabalho, Gestão da Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.

    ESTRATÉGIAS DE PROMOÇÃO À SAÚDE DO TRABALHADOR

    Manoel Deusdedit Junior – Psicólogo pela UFMG, Mestre em Engenharia de Produção - UFMG, Professor da Newton Paiva. Professor e Coordenador da Área do Trabalho do Curso de Psicologia da PUC Minas Betim.

    Mediadora: Diana Ferreira - Conselheira XII Plenário CRP –MG

    11h às 12h Participação Interativa (Debate)

    12hàs 13h Almoço

    13h Mesa-redonda : RELAÇÕES E CONDIÇÕES DE TRABALHO

    RELAÇÕES DE TRABALHO PARA A SUSTENTABILIDADE: DIVERSIDADE E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA"

    Dr. Flávio Couto – Historiador e doutor em educação pela UFMG. Coordenador geral da Coordenadoria Especial de Apoio e Assistência à Pessoa com Deficiência (CAADE). Membro do Instituto ETHOS/UNIETHOS de Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento Sustentável.

    EM BUSCA DE MELHORES CONDIÇÕES PARA O TRABALHO DO PSICÓLOGO

    Letícia Siqueira Lemos – Psicóloga, mestranda em Psicologia e Educação pela FAE/UFMG, membro do GT de Relações e Condições de trabalho do CRP-MG

    ASSÉDIO MORAL NAS RELAÇÕES DE TRABALHO

    Carlos Eduardo Carrusca Ferreira – Psicólogo, mestre em Psicologia pela UFMG. É professor vinculado ao Laboratório de Psicologia Organizacional e do Trabalho da PUC Minas e atua também como coordenador e pesquisador do projeto de pesquisa "Análise Ergonômica e Psicossocial do Trabalho dos Vigilantes". Autor do livro "Assédio: do moral ao psicossocial – desvendando os enigmas da organização do trabalho" da Juruá Editora (2008).

    INCLUSÃO SOCIAL E CONQUISTA DA CIDADANIA

    Rogério de Oliveira Silva – Psicólogo da área da Saúde e Mobilidade Humana, coordenador técnico da Circular Núcleo de Referência para o Trânsito, conselheiro-Presidente do Conselho Regional de Minas Gerais – CRP-MG.

    Mediadora: Georgina Mota - Conselheira Diretora do XII Plenário do CRP-MG

    15h30 Café Mineiro

    15h 50 Participação Interativa (Debate)

    16h30 às 17h Encerramento

    VAGAS LIMITADAS

    INSCRIÇÕES GRATUITAS EXCLUSIVAMENTE PELO E-MAIL :

    comissões@crp04.org.br

    Informações (31) 2138 -6767

    Assessoria de Comunicação
    Conselho Regional de Psicologia Minas Gerais
    Tel.: (31) 2138-6769
    ascom@crp04.org.br
    ascom1@crp04.org.br
    http://www.crpmg.org.br/



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    Câmara Brasileira do Livro

    Câmara Brasileira do Livro

    Encontro Técnico: Acordo Ortográfico e Livro Acessível

    Para os interessados em conhecer as apresentações feitas durante o Encontro Técnico: Acordo Ortográfico e Livro Acessível, promovido pela Câmara Brasileira do Livro no dia 14 de maio, no Instituto Goethe, em São Paulo, estão disponíveis para download a palestra "Política Pública do Livro Acessível e Garantia do Direito à Educação", proferida por Maria Glória Batista da Mota, da Secretaria de Educação Especial, do Ministério da Educação, e o tema da oficina "Livro Falado e Daisy (Digital Accessible Information System)", ministrada por Antonio Borges, da UFRJ.

    Política Pública do Livro Acessível e Garantia do Direito à Educação:

    www.cbl.org.br/download.php?recid=682

    Livro Falado e Daisy (Digital Accessible Information System):

    www.cbl.org.br/download.php?recid=683

    Especialização em Gestão dos Direitos Humanos

    Abertas as inscrições para o curso à distância de Especialização em Gestão dos Direitos Humanos
    O Centro Universitário UNIEURO lança o curso à distância de Especialização em Gestão dos Direitos Humanos, cujos objetivos são desenvolver estratégias, definir planos e executar projetos que visem a promoção e proteção dos direitos humanos, possibilitando aos participantes redescobrir, conhecer e construir sua identidade frente aos direitos humanos, assumindo uma postura crítica e assertiva as violações com as quais se deparam tanto na vida profissional quanto na vida pessoal.

    O curso está dirigido a profissionais com formação superior que atuam em organizações governamentais e não-governamentais, bem como técnicos e assessores integrantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário nos âmbitos da União, Estados e Municípios, e demais interessados com militância na área de Direitos Humanos. A Coordenação do curso é do Prof. Iradj Roberto Eghrari, que também tem sido o coordenador geral dos cursos a distância oferecidos pela Ágere Cooperação em Advocacy.

    O começo das aulas virtuais está previsto para o dia 26 de maio.

    Para mais informações e para se inscrever:
    http://www.unieuro.edu.br/posgraduacao_2005/dados_curso.asp?curso=0105

    Ana Marcilia Stevanato

    Equipe de Coordenação de Cursos

    Ágere Cooperação em Advocacy

    61-32484742

    Publicação aborda questão agrária na atualidade

    Publicação aborda questão agrária na atualidade

    Como as transformações ocorridas no mundo em decorrência da globalização afetam o meio rural, as florestas, as águas e as sociedades do século 21? A publicação "Geografia Agrária - Teoria e Poder", da Editora Expressão Popular, analisa essa questão por meio de variados temas.
    O livro, que teve apoio do Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (Nead) do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), é uma coletânea de trabalhos apresentados no final de 2005 em três eventos: o III Simpósio Nacional de Geografia Agrária, o II Simpósio Internacional de Geografia Agrária, e a Jornada Ariovaldo Umbelino de Oliveira. Neles estiveram reunidos alguns dos mais importantes teóricos sobre desenvolvimento no campo e geografia agrária, vindos do Brasil e de países como México, Estados Unidos e Zimbábue.

    Todos os encontros foram organizados pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) e pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana da Universidade de São Paulo (USP).

    Na opinião de um dos organizadores da obra, Bernardo Mançano, o mundo rural, historicamente, foi colocado como secundário por parte de estudos e políticas. "Mas a realidade desafia constantemente essa 'secundarização'. Muitas das principais lutas históricas para a democratização de nosso país ocorreram no campo", ressalta.

    Para o pesquisador, a partir da última década, o campo passou a ser mais valorizado pelo trabalho e pela luta da população camponesa e por estudos de cientistas sociais que fomentam políticas públicas para o desenvolvimento rural. "O campo é parte essencial, assim como a cidade, da formação do país", reforça. Daí a necessidade de discutir a questão agrária na atualidade.

    Debates - Os artigos da publicação tratam, sob diversas perspectivas, das mudanças e formas de ação política no campo, por meio do debate de teorias e modelos já existentes de desenvolvimento. "A formação do agronegócio e a intensificação da resistência camponesa renovaram os conflitos entre estas duas forças. A questão agrária deste início de século possui elementos que a questão do fim do século passado não possuía. Por isso são mudanças conjunturais", explica Mançano.

    Como os eventos, os artigos estão divididos em quatro partes: I - Conceitos e Políticas de Desenvolvimento: Teoria e Ideologias; II- Desenvolvimento neoliberal e lutas camponesas-indígenas na América Latina e na África; III- Questões sobre campesinato e desenvolvimento do campo e das florestas no Brasil; e IV- O pensamento de Ariovaldo Umbelino de Oliveira e a Geografia Agrária Crítica.

    A primeira parte traz textos do geógrafo Richard Peet, de Jorge Montenegro Gómez e Élson Pires. Na segunda estão reunidos artigos de Armando Barra, Sam Moyo, Paris Yeros e Gerardo Otero. A terceira conta com trabalhos de Delma Pessanha Neves, Antonio Nivaldo Hespanhol e Silvio Simeone da Silva. A quarta parte é constituída de textos de Larissa Bombardi, Eliane Paulino, Rosemeire de Almeida e Carla Barbosa.

    A publicação pode ser adquirida pelo site da Editora Expressão Popular.

    * Há um exemplar do livro disponível na Biblioteca do Nead, para consulta no local (SBN Quadra 02, Bloco D, Loja 10, Edifício Sarkis, 2º subsolo - Asa Norte, Brasília).

    Geografia Agrária - Teoria e Poder
    Organizadores: Bernardo Mançano Fernandes, Marta Inez Medeiros Marques, Júlio César Suzuki
    384 páginas
    Editora Expressão Popular

    Fonte: Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural

    Assessoria de Comunicação
    (61) 3411.3349 / 2747

    www.presidencia.gov.br/consea

    ascom@consea.planalto.gov.br

    terça-feira, 20 de maio de 2008

    Curso à distância sobre Controle Social

    Curso à distância sobre Controle Social

    Apresentação

    A Controladoria-Geral da União (CGU) é o órgão do Governo Federal responsável por assistir direta e imediatamente ao Presidente da República quanto aos assuntos que, no âmbito do Poder Executivo, sejam relativos à defesa do patrimônio público e ao incremento da transparência da gestão, por meio das atividades de controle interno, auditoria pública, correição, prevenção e combate à corrupção e ouvidoria.

    Nesse escopo, a CGU desenvolve o Programa Olho Vivo no Dinheiro Público para incentivar o controle social. O objetivo é fazer com que o cidadão, no município, atue para a melhor aplicação dos recursos públicos.

    Diante dessa realidade e, dada a relevância do tema, a CGU, em parceria com a Escola de Administração Fazendária (Esaf), promove o curso Controle Social, com objetivo de incentivar o controle social e promover a cidadania.
    OBJETIVO
    Mobilizar cidadãos para que os mesmos atuem no controle social das ações do governo, promovendo melhor aplicação dos recursos públicos.
    PRÉ-REQUISITOS
    Ter disponibilidade de tempo para participação no curso;

    Possuir conhecimentos básicos de informática: windows, word e internet;

    Possuir endereço eletrônico (e-mail);

    Ter acesso à internet.
    CARGA HORÁRIA
    40 horas
    PÚBLICO-ALVO
    Agentes públicos municipais, conselheiros municipais, lideranças locais, professores, alunos e cidadãos em geral.
    PERÍODO DE REALIZAÇÃO
    O curso será realizado no período de 27 de maio a 27 de junho de 2008.
    NÚMERO DE VAGAS
    1640 vagas, distribuídas em 41 turmas com 40 alunos cada.
    INSCRIÇÃO
    As inscrições serão realizadas no período de 16 a 25 de maio de 2008. Para inscrever-se, o interessado deverá acessar um dos seguintes sites:

    Da CGU:
    - www.cgu.gov.br no link “Olho Vivo no Dinheiro Público” na opção “Educação a Distancia” ou

    Da ESAF – http://www.esaf.fazenda.gov.br no link Educação a Distância na opção “Cursos Oferecidos”.
    CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
    O conteúdo programático está estruturado em 03 módulos:
    1-A participação popular no estado brasileiro.
    2-O controle das ações governamentais.
    3-O encaminhamento de denúncias aos órgãos responsáveis.
    METODOLOGIA
    O curso, desenvolvido na modalidade à distância, via internet, deverá ser acessado na Escola Virtual da Esaf, no endereço http://www.esaf.fazenda.gov.br, no link Educação a Distância. Os alunos receberão uma senha de acesso, que será enviada para o email indicado no cadastro da Escola, realizado no ato da confirmação de sua matrícula.
    AVALIAÇÃO
    Participação no curso
    Participação nos fóruns
    Questões objetivas
    Avaliação final
    CERTIFICADO
    Receberá o certificado da ESAF o aluno que obtiver no mínimo 70% de aproveitamento geral, inclusive fórum.
    INFORMAÇÕES
    Para esclarecimento de dúvidas sobre o curso a distância ligar para: (61) 3412-6283 ou 3412-6164, ou enviar e-mail para ead.esaf9@fazenda.gov.br ou ead.esaf3@fazenda.gov.br.

    A questão alimentar no Brasil, sob a visão da Conab

    A questão alimentar no Brasil, sob a visão da Conab
    Entrevista

    A tese defendida por alguns especialistas de que o etanol e o biodiesel brasileiros avançam sobre a produção de alimentos, provocando alta nos preços dos produtos, é duramente criticada pelo presidente da Conab, Wagner Rossi. Ao reagir às declarações sobre o avanço dos biocombustíveis no país e ao possível desabastecimento de alguns alimentos, ele classifica essas análises como especulações descabidas do mercado e desconhecimento dos especialistas estrangeiros, ao colocarem no mesmo patamar a realidade do etanol de cana-de-açúcar do Brasil com o subproduto extraído do milho nos Estados Unidos. Nesta entrevista ao Conab em Foco , Rossi destaca que não há crise de alimentos no país e que a Companhia está pronta para aumentar ainda mais a capacidade do Brasil como grande exportador.
    CONAB EM FOCO - O crescente interesse mundial pelos biocombustíveis, notadamente o etanol, tem provocado em vários países discussões sobre a competição do uso da terra para a produção de alimentos e de energia. O etanol e os alimentos podem ser parceiros ou são incompatíveis?
    WAGNER ROSSI – É preciso analisar o assunto separadamente. No caso brasileiro, não há nenhum problema de incompatibilidade entre o programa de biocombustíveis, como o etanol de cana-de-açúcar, e a produção de alimentos. Em primeiro lugar, dos quase 300 milhões de hectares de terras cultiváveis no Brasil (um terço do total), apenas 7,8 milhões, ou 2,8% desta área, são destinados à cana. Os alimentos representam 48 milhões ou cerca de 17% da área cultivada. O restante das terras, cerca de dois terços, está ocupado por pastagens naturais ou é simplesmente inaproveitável. Isso significa que podemos dobrar, triplicar, quadruplicar a área de grãos e de cana sem criar conflitos. Não há incompatibilidade. Para se ter idéia, para um aumento de aproximadamente 50% da área plantada de grãos no país, nos últimos vinte anos, obtivemos um crescimento da produção de mais de 150%. Isto porque temos hoje tecnologia avançada e uma agricultura que potencializou a sua produtivida de. O nosso programa de etanol é fundamental para o país e o mundo. Temos mais de 30 anos de experiência neste setor. Grande quantidade de nossos automóveis é movida a álcool e outro percentual do combustível é adicionado à gasolina. Somos, talvez, o único país no mundo que dispõe de capacidade para crescer em alimentos e agroenergia limpa e renovável, sem prejudicar o meio ambiente ou a floresta amazônica.
    Nas últimas semanas, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu que a produção do etanol brasileiro não tem relação com a crise alimentar no mundo. Essa posição reforça o diferencial do Brasil?
    Eu acho que a ONU fez críticas genéricas e se deixou levar, num primeiro momento, por informações equivocadas. A Europa não tem muita visão da dimensão brasileira. Eles conhecem o nosso país, mas não em detalhe. É muito fácil criar uma visão equivocada, dizendo que o aumento do plantio de cana no Brasil ameaça a floresta amazônica. Eles não sabem que a floresta amazônica está muito distante dos centros produtivos, que são o Centro-Sul e o Centro-Oeste, e que o cultivo não oferece risco à biodiversidade. Sabemos que isso é impossível, até por motivos agronômicos. A Amazônia não se presta à produção de alimentos ou de agroenergia. Os biocombustíveis não acabam com todos os nossos problemas, mas também não são responsáveis pela fome. Ao contrário, podem até ser um grande aliado contra as mudanças climáticas e com impactos positivos sobre o meio ambiente. Os europeus erraram, ao colocar na mesma discussão o nosso etanol daquele que é fabricado pelos americanos a partir do milh o. Este sim, pode afetar os preços dos alimentos. Como houve no Brasil uma reação muito forte dos órgãos governamentais e privados nesse episódio, a verdade prevaleceu; uma verdade científica que qualquer um pode comprovar.
    Este seria um dos motivos para o aumento dos preços e a falta de alimentos?
    Acredito que os principais fatores são a alta extraordinária do petróleo e as conseqüências que acarretam nos insumos agrícolas, como no transporte e em alguns defensivos. A especulação financeira é outro fator. Com a crise do Subprime (hipoteca de risco) nos Estados Unidos houve uma migração para os fundos de commodities, e isso transformou um mercado que era voltado ao abastecimento mundial em uma ciranda financeira, criando dificuldades e ajudando a inflacionar os preços dos alimentos. Veja que falo de razões que não têm nada a ver com a agricultura. São problemas provocados por outros setores produtivos: energia, no caso o petróleo, e razões de natureza financeira. Além disso, houve um fator especulativo no mercado agrícola nacional. Claro, e é compreensível que haja, como no caso do preço do arroz que, mesmo sem crise, subiu acentuadamente. A Conab, cumprindo uma política governamental, vem colocando estoques públicos no mercado para impedir uma subida exagerada nos p reços.
    Qual o papel da Conab nas políticas de abastecimento alimentar do país?
    A Conab tem hoje três grandes vertentes. A primeira é ser um importante centro de informações do agronegócio. Não se faz planejamento sem dados confiáveis e de qualidade, e o produtor sabe disso. Em segundo lugar, a Conab tem operações de apoio direto ao produtor em todos os níveis, por meio de vários instrumentos, como o PEP, Pepro, Compra Direta e o Vendas em Balcão. A estatal tem sido um agente indispensável para a equalização de oportunidades, seja para o grande ou para os agricultores familiares. Mas, há deficiência em outras áreas, não nego. Abandonamos uma política de estoques públicos regulatórios e estratégicos, por exemplo, e entramos no apoio direto à comercialização, de forma a não precisar fazer estoques. No entanto, não podemos deixar de ter um estoque mínimo como segurança. Há países onde o estoque estratégico equivale a seis meses de consumo da população e outros, como os Estados Unidos, que estão sujeitos a intempéries muito violentas, estendem, em alguns casos, em até um ano. No Brasil não precisamos de estoques dessa natureza. Precisamos manter o consumo de um mês ou dois, para superarmos situações de catástrofes atmosféricas. O estoque regulador, para intervir no mercado, esse é menos necessário, pois o nosso agricultor está mais preparado. Além do mais, a política de estoques tem custos logísticos e de armazenagem elevados. No ano passado, acabamos com o milho que estava armazenado há quatro, cinco anos. Vamos acabar agora com o arroz de cinco anos atrás. Isso porque temos condições de renovar rapidamente os nossos estoques. Essa é a política atual. A terceira vertente é o apoio à agricultura familiar, que no Brasil é responsável pela maioria dos alimentos que está na mesa do brasileiro. Incentivamos esse grupo de produtores por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e de outras ações.
    Esse diferencial da agricultura familiar seria suficiente para impedir uma possível crise de alimentos?
    Acredito que sim. Principalmente porque estamos estruturando políticas que vão reforçar ainda mais esta área, como um diferencial nos preços mínimos. Defendemos que o pequeno deve ter um preço mínimo maior, pois eles têm custos também maiores. Para que não haja injustiça, uma parte da produção do grande também seria beneficiada. Este, por dispor de mais recursos, já utiliza toda a sua propriedade. Já o agricultor familiar, que tem menos dinheiro, só consegue aumentar suas áreas de plantio aos poucos. Assim, com mais incentivos, estes podem dar uma resposta mais rápida para o aumento da produção de alimentos.
    A discussão em torno do arroz está em evidência. Como este, outros produtos, a exemplo do feijão, milho e trigo, estão presentes também no prato do brasileiro. Que políticas a Conab vêm adotando para impedir que uma futura crise chegue a esses alimentos?
    Precisamos pontuar fortemente que no Brasil não há crise de alimentos. Nós produzimos com excedentes todos os produtos básicos de alimentação que o povo consome, com exceção do trigo. Temos excedentes na produção de arroz, café, carne, feijão, milho, mandioca, soja. O que ocorre com o trigo é uma opção brasileira. Na verdade, como os nossos vizinhos produzem em condições climáticas mais adequadas, a preços razoáveis, nós optamos em um certo momento por manter uma cultura de trigo menor no Brasil, embora esteja atuante, produzindo cerca de 4 milhões de toneladas. Importamos dois terços, que representam uns 7 a 8 milhões de toneladas. O ministro Reinhold Stephanes acabou de lançar um plano para incentivar o aumento da produção deste cereal. Fora o trigo, não há escassez em nenhum outro alimento, nem possibilidade de desabastecimento. O que ocorre é que, de certa forma, importamos um componente psicológico da crise. Começamos a perceber que no mundo havia falta de alimentos, o noticiário intensificou esse assunto e ao mesmo tempo havia um movimento especulativo interno. O produtor, sobretudo o de arroz, que havia perdido dinheiro nos últimos quatro anos, tendo a oportunidade de recuperar, é natural que tentasse ganhar dinheiro. Entramos no mercado vendendo arroz e com isso já houve uma certa contenção. Na verdade, essa especulação não é feita pelo produtor, pois grande parte do arroz que estava na mão dele já foi vendida a R$ 22, o preço mínimo da época. Os que atravessam o mercado e compram para ter lucro na valorização dos estoques é que operam essa especulação. De qualquer forma, os produtores que chegaram até agora com o seu produto vão se beneficiar. Nossa realidade é totalmente diferente da de outros países. É claro que há razões estruturais para que os preços cresçam substancialmente. Um desses motivos é o aumento do consumo. Estatísticas mostram que, nos últimos cinco anos, a China e a Índia colocaram no mercado consumidor algo em torno de um bilhão de pessoas, quase sete vezes a população do Brasil. Além disso, muitos países melhoraram a sua condição social, gerando empregos e, conseqüentemente, alimentando mais os cidadãos.
    Sobre esse aspecto, no Brasil é diferente?
    Sim, o Brasil é exemplar na questão de abastecimento. O presidente Lula implantou uma política social que mudou o patamar alimentar do nosso povo com as ações do Fome Zero, antes e depois do Bolsa Família. Incorporou ao mercado consumidor um contingente de brasileiros que antes estava totalmente excluído, que vivia abaixo da linha da miséria. Isso gerou demandas nutricionais. Mas o Brasil teve condições produtivas para atender integralmente esse aumento, graças a nossa agricultura de ponta. Sendo assim, os países com maior potencial de produção, como o nosso, são mais demandados por aqueles que têm deficiência nesta área. Com a oportunidade de ganhar mais dinheiro, alguns elevam seus preços de exportação, o que faz parte do jogo, infelizmente. O que não podemos permitir é que esta crise seja importada para a nossa realidade, que é diferente.
    Alguns especialistas acreditam que este é o momento de o Brasil ganhar...
    Eu defendo que o Brasil aproveite esta crise para se consolidar como um grande país exportador de alimentos. Como já falei, temos essa consolidação na soja, açúcar, café, carnes e vamos fazer o mesmo com o milho. Pela primeira vez, vamos passar de importadores a exportadores deste grão. Em função do aumento especulativo de preços, o Ministério da Agricultura impediu momentaneamente exportações do estoque público para garantir que tivéssemos meios de intervir no mercado interno, caso haja um aumento exagerado do produto. Mas a Conab tem excedentes de arroz, e no momento em que o mercado se estabilizar, poderemos, ainda neste ano, exportá-lo. Os preços firmes do milho vai nos garantir uma produção maior no ano que vem.
    Esse aumento requer boas estruturas, como equipamentos, transportes e armazéns para atender a demanda. O Brasil está preparado?
    Primeiro, acho que há uma supervalorização na questão das deficiências do país em infra-estrutura logística. Temos problema, mas não com a dimensão que é apresentada. O país tem uma matriz de transportes centrada na rodovia. Mas o caminhão prestou um enorme e extraordinário serviço ao desenvolvimento do Brasil. Se não fosse por ele não teríamos essa expansão para o Oeste, já que os investimentos em ferrovias para atingirem todas as linhas são muito altos. Em substituição, o caminhão é um veículo extremamente maleável e isso, apesar de um custo também elevado, representa variáveis importantes na economia, como a rapidez. Atualmente, há estudos para a expansão da rede ferroviária, hidroviária e de cabotagem, ainda pouco usadas no Brasil e, no futuro, esses modais certamente serão mais freqüentes.
    A Conab está implementando um plano de reestruturação da rede armazenadora. Isso vai implicar em maior capacidade estática?
    O Brasil tem capacidade de armazenar algo em torno de 125 milhões de toneladas de grãos. Nossa safra está projetada em 142 milhões de toneladas. Existe uma falsa idéia de que é preciso o mesmo tamanho para abrigar a colheita. É um erro, pois a produção não entra de um única vez nos armazéns. A nossa capacidade é perfeitamente compatível com o que produzimos. Pode haver deficiências de armazenagem em algumas regiões na fronteira agrícola, mas grande parte da produção hoje é comercializada com antecedência. Em muitos casos, a colheita vai direto para exportação, sem passar pelos silos. O que é preciso hoje é construir armazéns nas fazendas, dando aos produtores condições para comercializar a colheita no momento mais oportuno.
    A logística voltada aos portos brasileiros, por onde é escoada boa parte da safra, também é deficitária...
    Os nossos portos receberam investimentos mínimos, porque o Brasil optou pela sua privatização, o que está certo. Mas a venda foi apenas de suas operações. Os portos permaneceram como entes públicos. Apesar das carências, eles estão aí, dando conta de um aumento enorme de exportações. Não podemos confundir problemas dos portos com greve da Receita Federal, com cartel de operadores, com paralisação de fiscais da agricultura etc. De qualquer maneira, há necessidade de outros investimentos, principalmente na área de dragagem, o que vai possibilitar a utilização de navios de maior calado, mais econômicos. Existe um choro tradicional contra o governo e contra a infra-estrutura brasileira. Chegaram até a cunhar a expressão Custo-Brasil. Na verdade, todo o país que se expande rapidamente, sobretudo na fronteira agrícola, tem problemas estruturais que só são equacionados com o tempo. Mas estamos movimentando a produção sem perder quantidade nem qualidade, o que já é muito. A Conab tem um papel importante nisso, pois, pegamos determinado grão onde há muita oferta e levamos para regiões com déficits, como estamos fazendo agora com o milho, a um preço com paridade ao praticado nas importações. Tudo isso é feito porque temos políticas públicas consistentes de apoio à agricultura, o que não havia no passado.
    Alguns estudos mostram que o Brasil chega a desperdiçar no pós-colheita até 10% do que produz. Como o senhor avalia essa questão?
    A perda, seja por transporte ou outros fatores, existe de fato. Precisamos diminuí-la. Mas isso é mais ou menos natural. A nossa perda por transporte pode ser comparada à da água. Na cidade de São Paulo, por exemplo, 40% do líquido se perde por deficiência de infra-estrutura. Poderíamos falar também da perda de eletricidade. Naturalmente, isso vai sendo melhorado. Acredito que, com o avanço tecnológico e os investimentos, teremos mais alternativas para combater o desperdício, como a utilização do potencial extraordinário dos nossos rios com o transporte aquaviário, o aperfeiçoamento de nossos equipamentos rodoviários, nossas estradas, ferrovias, silos e armazéns.
    No próximo mês, faz um ano que o senhor assumiu a presidência da Conab. Qual a avaliação desse período?
    A Conab é um órgão executor público com indispensável trabalho para o país. A sua importância para a sociedade pode ser medida, de certa forma, pelas notícias publicadas na imprensa, onde cerca de 90% delas fazem referências positivas sobre as suas atividades. A Companhia tem técnicos da mais alta qualificação. Onde há um problema agrícola no Brasil, a Conab está presente e sempre atuante. Queremos que o produtor tenha boa remuneração, para que ele expanda a sua produtividade e para que os preços dos alimentos cheguem ao consumidor em níveis aceitáveis. Não consigo enxergar as políticas de segurança alimentar nacional sem a interferência da Conab.

    Assessoria de Comunicação
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    IBGE investigará as transformações no modo de viver

    IBGE investigará as transformações no modo de viver

    Os rendimentos e as aquisições das famílias brasileiras serão o foco da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008/2009, que investigará a partir de 19 de maio deste ano até maio de 2009, 65 mil domicílios brasileiros espalhados pelo país, onde vivem aproximadamente 230 mil pessoas. A pesquisa demandará investimentos em equipamentos e na coleta das informações da ordem de R$ 23 milhões, parte destes recursos (43%) provenientes de convênio com o Banco Mundial e o Ministério da Saúde. A divulgação dos primeiros resultados está prevista para o final de 2009.
    Além de apurar o peso e estatura de cada integrante do domicílio, a renda dos moradores, as despesas coletivas da família (água, luz, telefone) e individuais, a edição 2008/2009 da POF investigará a ingestão de alimentos dentro e fora do domicílio, o consumo de produtos orgânicos, light e diet, e a utilização de serviços e produtos que visam o desenvolvimento sustentável, como por exemplo, a separação e coleta seletiva de lixo e o uso de energia elétrica proveniente de fontes alternativas. Além disso, serão pesquisadas despesas relacionadas à saúde, turismo e cultura.
    A duração da coleta da POF - um ano - é a maior entre todas as pesquisas do IBGE, com o objetivo de captar todos os hábitos de consumo observados ao longo do ano no Brasil. O tempo de coleta das informações - nove dias em cada casa - também é o maior do Instituto. Após selecionar os domicílios que serão visitados (amostra), o IBGE envia uma carta de apresentação e um folheto explicativo informando aos moradores sobre a pesquisa. A entrevista é feita, geralmente, durante quatro visitas, em dias distintos, com duração de aproximadamente 1h, dentro de um período de nove dias.
    Realizada por 750 supervisores e agentes de pesquisa, a coleta é estruturada em quatro trimestres ao longo do ano, e em cada um são pesquisados 1.175 setores, de um total de 4.700 setores em todas as regiões do país. Nos setores urbanos, serão pesquisados 13 domicílios e nos rurais, 18 domicílios. O maior número de domicílios visitados situa-se em Minas Gerais (5.982), seguido por Espírito Santo (4.385), São Paulo (4.137) e Bahia (3.465). Embora sejam estados menos populosos, no Espírito Santo (4.385 domicílios) e em Alagoas (3.298 domicílios) serão visitados grande número de domicílios, o que se deve às características de cada estado em relação ao conjunto de variáveis utilizadas para definição dos tamanhos da amostra.
    Uma das razões para a coleta da Pesquisa apresentar índice de recusa baixo, apenas 3% na última POF 2002/2003, de acordo com a coordenação da POF, é o investimento no treinamento dos pesquisadores, cujo foco é o compromisso com o informante, o que significa que os agentes de pesquisa têm flexibilidade para se adequar às necessidades do informante. Um dos principais desafios da coleta da pesquisa, a falta de tempo dos moradores, em razão de cumprirem longas jornadas de trabalho e estudo, é resolvida com a realização da entrevista à noite ou nos finais de semana, quando necessário.
    Além do papel de retratar a sociedade por meio da renda, do consumo e das condições de vida, a POF dará subsídios para a avaliação do projeto do IBGE de criação de contas satélites de saúde, turismo e cultura (participação no PIB de cada um destes setores), e também, para a atualização da cesta de produtos dos Índices de Preços ao Consumidor produzidos pelo IBGE e seus respectivos pesos. Outro marco desta coleta da POF será a utilização de um desenho de amostra para seleção de setores e domicílios que visa integrar todas as pesquisas domiciliares do IBGE, como por exemplo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD e a Pesquisa Mensal de Empregos - PME.
    Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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    IV Semana do Alimento Orgânico

    Prezados Colegas,

    Envio-lhes a programação e o release da IV Semana do Alimento Orgânico. Sugerimos ampla divulgação na imprensa. Em caso de dúvidas e ajustes, não hesitem em nos retornar.
    Envio também um arquivo com o folder institucional da Semana, que será enviado, juntamente com os cartazes.

    Agradecemos antecipadamente,

    Míriam Ester Soares
    Coordenadora da Comissão da Produção Orgânica em Minas Gerais

    Folder Organicos.pdf

    Programação CPORG MG 2008 Final.xls

    Release Divulgação 2008.doc

    segunda-feira, 19 de maio de 2008

    Querida Marina / Frei Betto

    Querida Marina

    Frei Betto

    Caíste de pé! Tu eras um estorvo àqueles que comemoram, jubilosos, a tua demissão, os agressores do meio ambiente
    CAÍSTE DE pé! Trazes no sangue a efervescente biodiversidade da floresta amazônica. Teu coração desenha-se no formato do Acre e em teus ouvidos ressoa o grito de alerta de Chico Mendes. Corre em tuas veias o curso caudaloso dos rios ora ameaçados por aqueles que ignoram o teu valor e o significado de sustentabilidade.
    Na Esplanada dos Ministérios, como ministra do Meio Ambiente, tu eras a Amazônia cabocla, indígena, mulher. Muitas vezes, ao ouvir tua voz clamar no deserto, me perguntei até quando agüentarias.
    Não te merece um governo que se cerca de latifundiários e cúmplices do massacre de ianomâmis. Não te merecem aqueles que miram impassíveis os densos rolos de fumaça volatilizando a nossa floresta para abrir espaço ao gado, à soja, à cana, ao corte irresponsável de madeiras nobres.
    Por que foste excluída do Plano Amazônia Sustentável? A quem beneficiará esse plano, aos ribeirinhos, aos povos indígenas, aos caiçaras, aos seringueiros ou às mineradoras, às hidrelétricas, às madeireiras e às empresas do agronegócio?
    Quantas derrotas amargaste no governo? Lutaste ingloriamente para impedir a importação de pneus usados e a transformação do país em lixeira das nações metropolitanas; para evitar a aprovação dos transgênicos; para que se cumprisse a promessa histórica de reforma agrária.
    Não te muniram de recursos necessários à execução do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia Legal, aprovado pelo governo em 2004.
    Entre 1990 e 2006, a área de cultivo de soja na Amazônia se expandiu ao ritmo médio de 18% ao ano. O rebanho se multiplicou 11% ao ano. Os satélites do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) detectaram, entre agosto e dezembro de 2007, a derrubada de 3.235 km2 de floresta.
    É importante salientar que os satélites não contabilizam queimadas, apenas o corte raso de árvores. Portanto, nem dá para pôr a culpa na prolongada estiagem do segundo semestre de 2007. Como os satélites só captam cerca de 40% da área devastada, o próprio governo estima que 7.000 km2 tenham sido desmatados.
    Mato Grosso é responsável por 53,7% do estrago; o Pará, por 17,8%; e Rondônia, por 16%. Do total de emissões de carbono do Brasil, 70% resultam de queimadas na Amazônia.
    Quem será punido? Tudo indica que ninguém. A bancada ruralista no Congresso conta com cerca de 200 parlamentares, um terço dos membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
    E, em ano de eleições municipais, não há nenhum indício de que os governos federal e estaduais pretendam infligir qualquer punição aos donos das motosserras com poder de abater árvores e eleger ($) candidatos.
    Tu eras, Marina, um estorvo àqueles que comemoram, jubilosos, a tua demissão, os agressores do meio ambiente, os mesmos que repudiam a proposta de proibir no Brasil o fabrico de placas de amianto e consideram que "índio atrapalha o progresso".
    Defendeste com ousadia nossas florestas, nossos biomas e nossos ecossistemas, incomodando quem não raciocina senão em cifrões e lucros, de costas para os direitos das futuras gerações. Teus passos, Marina, foram sempre guiados pela ponderação e pela fé.
    Em teu coração jamais encontrou abrigo a sede de poder, o apego a cargos, a bajulação aos poderosos, e tua bolsa não conhece o dinheiro escuso da corrupção.
    Retorna à tua cadeira no Senado Federal. Lembra-te ali de teu colega Cícero, de quem estás separada por séculos, porém unida pela coerência ética, a justa indignação e o amor ao bem comum.
    Cícero se esforçou para que Catilina admitisse seus graves erros: "É tempo, acredita-me, de mudares essas disposições; desiste das chacinas e dos incêndios. Estás apanhado por todos os lados. Todos os teus planos são para nós mais claros que a luz do dia.
    Em que país do mundo estamos nós, afinal? Que governo é o nosso?"
    Faz ressoar ali tudo que calaste como ministra. Não temas, Marina. As gerações futuras haverão de te agradecer e reconhecer o teu inestimável mérito.

    CARLOS ALBERTO LIBÂNIO CHRISTO, o Frei Betto, 63, frade dominicano, escritor e assessor de movimentos sociais, é autor de, entre outras obras, "A Obra do Artista Uma Visão Holística do Universo". Foi assessor especial da Presidência da República (2003-2004).
    Fonte: Folha de São Paulo, 16 de maio de 2008

    X Encontro Nacional de Aleitamento

    X Encontro Nacional de Aleitamento Materno, que acontecerá em Belém do Pará, iniciando no próximo dia 20.05.08, O Encontro já inicia com um acontecimento de impacto: 1.000 (mil) mães amamentando as margens do Baía do Guajará, demonstrando
    claramente a importancia desse ato de amor e a grande relevância desse ato para o desenvolvimento da raça humana. O FPSANS participa do evento em mesa redonda cujo o tema será a Segurança Alimentar e o Aleitamento Materno.

    Pode publicizar. Maiores informações acesse o site:

    http://www.enam.org.br/

    Programa de Capacitação para o Trabalho

    Programa de Capacitação para o Trabalho: PUC Minas oferece cursos gratuitos para pessoas com necessidades especiais

    Objetivo é a qualificação para a inserção no mercado de trabalho

    A PUC Minas está com inscrições abertas, até 30 de maio, para a seleção de participantes do Programa de Capacitação para o Trabalho, destinado a pessoas com deficiência física, auditiva, visual, mental e/ou múltipla, que tenham mais de 16anos.

    Com o objetivo de qualificar esse público para a inserção no mercado de trabalho, o Programa Sociedade Inclusiva, da Pró-reitoria de Extensão da Universidade, oferece seis cursos gratuitos e 142 vagas para Belo Horizonte e região metropolitana, no segundo semestre de 2008.Os cursos serão realizados nas unidades Barreiro (av. Afonso Vaz de Melo, 1200 ), Betim (rua do Rosário, 1081 - bairro Angola), Contagem (rua Rio Comprido, 4.580) e no Edifício Dom Cabral (avenida Brasil, 2.023), onde as inscrições podem ser feitas das 8h às 13h e das 14h às 17h.

    Os cursos oferecidos são: Informática Básica (domínio de teclado, Windows, Word, Excel e Internet), Virtual Vision (domínio de teclado, Windows, Word, Excel e Internet) para deficientes visuais, Relações Interpessoais e Ética no Trabalho, Auxiliar Administrativo, Massagem Terapêutica/Drenagem Linfática,Vivência de Formação Profissional.
    14/05/2008

    "Só o desejo inquieto, que não passa, faz o encanto da coisa desejada"

    Michelle Guimarães dos Santos
    Psicóloga: CRP/04: 24.355
    Tel: (31) 9805.2190 - E-mail:
    chellegs@yahoo.com.br

    domingo, 18 de maio de 2008

    Você é capaz - Curso grátis pela Internet

    Victor Zacharias

    A Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República em parceria com o
    ITS - Instituto de Tecnologia Social, está lançando o curso "Direitos Humanos. Mediação de Conflitos" pela internet, dentro do chamado ensino à distância, o que possibilita que ele seja realizado em todo o Brasil. O curso é dirigido aos movimentos sociais e é gratuito.


    A maneira proposta para interferir nos conflitos é chamada de mediação porém não é arbitragem ou mesmo conciliação, atividades afetas a área jurídica.

    O curso parte de situações práticas e das necessidades concretas dessas pessoas, e pretende apontar caminhos para solucionar conflitos ligados aos direitos humanos, fornecendo informações sobre órgãos públicos e organizações da sociedade civil, além de um ambiente para a troca de experiências. Seu conteúdo está estruturado nos temas dos direitos humanos e seus conflitos.
    O exercício da tolerância entende que o outro é diferente e que faz parte da mesma sociedade e como ser humano também participa dos direitos humanos. O método se funda na disposição das partes iniciarem um diálogo mediado por uma pessoa que não está envolvida no processo, mas treinada nos passos para que, a medida que acontece o entendimento, possa oferecer uma oportunidade para promover a paz e afirmar cada vez mais os direitos humanos.
    Para se inscrever clique aqui: "Direitos Humanos. Mediação de Conflitos"
    Dúvidas envie um e-mail para dh@itsbrasil.org.br.




    Seja a mudança que você deseja ver no mundo - Gandhi

    Neinb - Curso de Extensão Universitária

    CURSO GRATUITO DE DIFUSÃO CULTURAL ABOLIÇÃO: 120 ANOS DE QUE?

    Núcleo de Pesquisa da Universidade oferece curso de pós-graduação para profissionais formados em todas as áreas. O Neinb (Núcleo Interdisciplinar do Negro Brasileiro da USP), com apoio do Celacc e da Secretaria da Justiça do Estado de SP, promovem, a partir de 29 de maio, o Curso de Extensão Universitária com o tema "Abolição: 120 anos de que?".
    O objetivo do curso é o de analisar os 120 anos de liberdade formal dos afrodescendentes e suas lutas para conquistar a cidadania plena.
    O curso terá carga horária de 14 horas e será voltado para estudantes universitários ou pessoas com curso superior concluído (em qualquer área)que tenham interesse em aprofundar os estudos sobre as relações étnicas no Brasil.
    As aulas acontecerão ministrado no Espaço da Cidadania, na sede da Secretaria da Justiça, todas as quintas-feiras, de 5 a 26 de junho. A abertura do curso se dará com um TRIBUNAL SIMULADO DE JULGAMENTO DA ABOLIÇÃO INCONCLUSA A ser realizado no dia 29 de maio, às 19h30 no Salão Nobre da Faculdade de Direito da USP. As inscrições podem ser feitas preenchendo o formulário aqui no site.
    É necessário enviar para o Celacc (via fax) cópia do RG, CPF e comprovante de que está matriculado em curso superior ou de conclusão do mesmo. As inscrições poderão ser feitas até o dia 29 de maio, no dia do Tribunal Simulado ou até o número de vagas ser completado.
    Programa completo das disciplinas:
    29/05/2008 (Abertura) - Faculdade de Direito do Largo São Francisco/USP - Salão Nobre
    19 horas - TRIBUNAL SIMULADO DA ABOLIÇÃO INCONCLUSA - Dr. Marcos Orione, Dra. Eunice Aparecida de Jesus Prudente, Dr. Hamilton Rangel Junior, Dr. Nadir de Campos Junior e Dra. Carmem Dora de Freitas Ferreira.
    05/06/2008 - Espaço da Cidadania - Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania
    19 horas - 120 ANOS DE LUTA: OS QUILOMBOLAS - (Prof. Dr. Dennis de Oliveira - ECA/USP)
    21 horas - 120 ANOS DE LUTA: O MOVIMENTO NEGRO (Prof. Dr. Dennis de Oliveira - ECA/USP)
    12/06/2008
    19 horas - 120 ANOS DE PRECONCEITO, DISCRIMINAÇÃO E RACISMO - (Profa. Dra. Eunice Prudente - FD/USP) - IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 10.639/2003 (Prof. Dr. Celso Luiz Prudente - Faculdade UniPalmares)
    21 horas - QUESTÕES JURÍDICAS ANTES E DEPOIS DE 1888 - (Profa. Dra. Eunice Prudente - FD/USP e Dr. Luiz Antonio Calazans - Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania)
    19/06/2008
    19 horas - O RACISMO NO BRASIL HOJE: CIDADANIAS MUTILADAS, REIVINDICAÇÕES E PROPOSTAS DO MOVIMENTO NEGRO DE SUPERAÇÃO DO RACISMO - (Prof. Dra. Liana Trindade - FFLCH/USP)
    21 horas - A VIDA DO AFRODESCENDENTE EM SÃO PAULO - (Profa. Dra. Liana Trindade - FFLCH/USP)
    26/06/2008
    19 horas - PRESENÇA DE LIDERANÇAS DO MOVIMENTO NEGRO - (Prof. Dr. Dennis de Oliveira - ECA/USP) Serviço: Curso de Extensão Universitária - Abolição: 120 anos de que?
    Data: 29/05/2008 a 26/06/2008 (todas as quintas-feiras)
    Horário: 19h00 às 23 horas
    Local: Patéo do Colégio, 148 - Espaço da Cidadania André Franco Montoro

    quinta-feira, 15 de maio de 2008

    Convite 16 de Maio

    Convite 16 de Maio


    Clique na imagem para ver no tamanho original.

    Café Filosófico Apresenta

    Café Filosófico Apresenta:

    O silêncio da tragédia ou a tragédia do silêncio
    Palestrante: Prof. Alexandre H. Reis

    Local: Status Café e Livraria
    (Rua Pernambuco entre Cristóvão Colombo e Tomé de Souza
    Data: 17/05/2008 (sábado)
    Horário: 16:30

    Stael de Campos Moura
    Belo Horizonte/Contagem-MG

    Agenda Show Rodica e Banda

    Clique na imagem para ver no tamanho original

    Vejam a programação do mês de Maio
    dos shows da banda
    Jungle Jazz:
    Neném (bateria)
    Nestor Lombida (Teclados)
    Pablo Souza (baixo acústico)
    Rodica (voz)

    Saúde mental e 1968 são tema de evento

    Saúde mental e 1968 são tema de evento

    Por Gustavo Barreto, da assessoria de imprensa

    O professor João Ferreira da Silva Filho, do Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal da Faculdade de Medicina da UFRJ, está coordenando nesta sexta-feira, 16 de maio, evento e lançamento de obra para relembrar os 40 anos de 1968, no contexto da Universidade Federal do Rio de Janeiro e sua Coordenação de Saúde Mental. Além de profissionais da área, também estarão presentes outros docentes da Faculdade de Medicina.

    Haverá mesa redonda e o lançamento do livro "68 e a Saúde Mental", organizado por João Ferreira. O debate será no Salão Dourado do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, às 10h30. As seguintes palestras estão previstas:

    Maria da Glória: "O direito de asilo e a livre circulação em 1968. Como as moradias podem ser terapêuticas"
    Revisora do Jornal do Brasil e estudante do Instituto de Psicologia da UFRJ. Hoje é Professora Adjunta e Coordenadora do Programa de Moradias Terapêuticas do IPUB/UFRJ.

    João Ferreira: "A comunidade terapêutica, a cidade asilar e democratização do espaço público no Brasil"
    Calouro da Faculdade Nacional de Medicina; revisor do Jornal do Brasil; militante da União Nacional dos Estudantes (UNE) e, posteriormente, auxiliar psiquiátrico da comunidade terapêutica do Hospital Pinel. Atualmente é Professor Titular do Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal - IPUB/UFRJ.

    Pedro Gabriel: "Os determinantes de 68 para as políticas públicas de saúde mental no Brasil"
    Natural de Lima Duarte, na região de Juiz de Fora, em cuja Universidade (UFJF) formou-se em Medicina e foi co-editor do jornal Doxa, do Diretório Acadêmico. Hoje é Professor Adjunto da Faculdade de Medicina da UFRJ e Coordenador de Saúde Mental do Ministério da Saúde.

    Marci Dória: "Tragédia e drama nos discursos revolucionários e a moral da culpa. O caso Louis Althusser"
    Ex-aluna do Pedro II (centro) e estudante de Psicologia da PUC-RJ, onde ajudava os amigos presos ou escondidos na época. Atualmente é Professora Adjunta do Centro de Letras e Artes da UFRJ; Psicanalista e Membro da Equipe do Programa Análise do Discurso Psicótico - IPUB/UFRJ.

    Ana Pitta: "A sexualidade e suas expressões: comunidades, casais e companheiros"
    Soteropolitana, era aluna do Colégio Central da Bahia, onde escrevia no jornal Centrália, em uma coluna semanal denominada "Sexus". Em 1969 foi estudante de Medicina da UFBA; Ex-Coordenadora de Saúde Mental do Estado de São Paulo e do Ministério da Saúde. É Professora da Faculdade de Medicina da UFBA.

    Ligia Costa Leite: "Menor idade, maior idade em 68 e o abandono da assistência social no Brasil"
    Ex-aluna da Notre Dame (Ipanema), trabalhava nas Editoras Paz e Terra e Civilização Brasileira, onde conheceu Ênio Silveira, Darci Ribeiro e outros. Posteriormente foi diretora da escola Tia Ciata (a original). Hoje é Coordenadora da Unidade de Pesquisa e Assistência de Usuários de Álcool e Drogas do Hospital Escola São Francisco de Assis (HESFA) da UFRJ.

    Ficha técnica:
    Lançamento do Livro "68 e a Saúde Mental"
    (Rio de Janeiro: Contra Capa Editora, 2008. João Ferreira (org.).

    Autores: Ana Pitta; Pedro Gabriel; Marci Dória; Lígia Leite; Patrícia Albuquerque; Manoel Olavo e João Ferreira.
    Coquetel no Salão Vermelho - FCC/UFRJ.

    Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ
    Palácio Universitário da Praia Vermelha
    Av. Pasteur, 250 / 2º andar - CEP: 22295-900 - Urca - RJ (esquina com Av. Venceslau Brás)
    Tel.: 2295-1595 / Ramais: 109, 113 e 117

    Também disponível em http://www.medicina.ufrj.br

    Brasil só alcançará igualdade racial em 32 anos



    Brasil só alcançará igualdade racial em 32 anos

    políticas públicas: 120 anos após a abolição", divulgada ontemNegros ganham menos, trabalham mais sem carteira assinada e são a maioria em serviços domésticos, agricultura e construção civil. Segundo a pesquisa "Desigualdades raciais, racismo e pelo Ipea, o Brasil levaria no mínimo 32 anos para igualar salários de negros e brancos. Ao explicar o estudo, o diretor de cooperação de desenvolvimento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Mário Lisboa Theodoro, enfatizou que "as políticas universais não são suficientes para resolver a questão racial". "A diferença entre brancos e negros com acesso à universidade triplicou, saindo de 4,3% em 1976 para 13% em 2006", disse. Theodoro informou que os pesquisadores do Ipea vêm se dedicando a estudar como nasce e se constitui o racismo. "Ao contrário dos EUA, por exemplo, que construíram escolas após o fim da escravidão, no Brasil historicamente não houve investimento de dinheiro público na população negra", afirma. Segundo o estudo, neste ano comemorativo de 120 anos de Abolição da Escravatura, a população negra deve alcançar a maioria. Mas permanece a desigualdade no acesso a bens, a serviços e a direitos fundamentais, como educação. Os pesquisadores analisaram variáveis agregadas para todo o país sobre população, escolaridade e renda e compararam por faixas etárias entre negros e brancos a partir de dados primários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
    O trabalho foi realizado por técnicos da Diretoria de Estudos Sociais do Ipea, entre eles Sergei Soares, Luciana Jaccoud e André Campos. O estudo completo vai virar livro a ser lançado pelo Instituto ainda neste ano.

    População

    Renda

    Mercado de Trabalho

    Escolaridade

    Veja o texto integral da pesquisa

    Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

    Assessoria de Comunicação
    (61) 3411.3349 / 2747

    www.presidencia.gov.br/consea

    ascom@consea.planalto.gov.br

    Cidades Mineiras de Montalvânia e Juvenília realizam encontro festivo no próximo sábado

    Com o objetivo de realizar um evento festivo, se reencontrarem e matarem a saudade da terra natal, conterrâneos das cidades mineiras de Montalvânia e Juvenília no extremo Norte do estado, radicados em Belo Horizonte e região metropolitana, se encontram em uma confraternização cultural no dia 17 de maio, próximo sábado, no Restaurante Maria das Tranças, rua professor Morais, 158, Savassi, Belo Horizonte.

    Em sua segunda edição o encontro desse ano contará com a presença dos prefeitos de Montalvânia e Juvenília, representantes dos fundadores das duas cidades, lideranças municipais, artesãos, artistas locais e convidados amigos das duas cidades que residem em BH.

    O I Encontro Montalvânia e Juvenília em BH, foi realizado em 18 de maio de 2007, no Jequitibá no bairro Floresta, e alcançou grande sucesso.

    Temos como objetivo maior, reunir em uma mesma noite pessoas queridas para confraternizar e reviver as melhores lembranças que carregam em suas memórias. Pessoas, fatos, histórias, músicas.... Teremos exibição do curta metragem “... E agora Deixa Vim”, de Antônio Horácio Salles, que representou a cidade de Montalvânia na segunda edição do projeto Revelando os Brasis, iniciativa do Governo Federal/Ministério da Cultura e exposição do artesanato desta cidade, considerado um dos mais criativos e de bom gosto de toda a região.

    “Voltar a linha do tempo ao nosso passado e reviver nossa origem, no mais fundo da nossa existência, nossas sólidas raízes que nos mantém fortes até hoje, e que na geografia recebeu o nome de Montalvânia e Juvenília, onde foi para nós, ao mesmo tempo, ventre, berço e nos lançou para o mundo”

    Neste encontro conversamos, brincamos, sorrimos, bebemos, dançamos, trocamos idéias e reencontramos pessoas. Enfim, matamos a saudade da nossa terra e da nossa gente.

    Decidimos que todos os anos nos encontraremos em Belo Horizonte, para reviver, nem que seja por pouco tempo, o que gostaríamos de viver sempre: a alegria do reencontro.

    Este ano contamos com a parceria do projeto Filhos de Minas, do Restaurante Maria das Tranças e estaremos mostrando o que cada cidade tem de melhor além da oportunidade do reencontro.

    Temos ainda como objetivos:

    - Cadastrar os Conterrâneos das cidades de Montalvânia e Juvenília em BH e aproximá-los formando uma comunidade que gosta de se encontrar e viver a saudades da terra.

    - Divertir, interagir e trocar informações de interesse mútuo.

    - Desenvolver novos encontros ao longo do ano para possibilitar maior aglutinação em maio nos próximos anos.

    - Divulgar nossas cidades e suas riquezas, visando ampliação do turismo e o desenvolvimento sustentável da região.

    Contato: Gildázio 31 98643647

    email: montalvaniaejuvenilia@yahoo.com.br

    Antônio Casadei e Thalita de Oliveira Casadei

    Historiadores Antônio Casadei e Thalita de Oliveira Casadei serão homenageados na 8ª Feira do Livro

    A 8ª Feira do Livro, agendada para o período de 12 a 15 de junho de 2008 será dedicada aos historiadores Antônio Casadei e Thalita de Oliveira Casadei. O evento organizado anualmente pela ONG Sebo Cultural, terá exposição e vendas de livros a partir de R$ 1,00 e ainda, uma série de eventos paralelos como: Concurso de Redação, Concurso de Poesia Gioconda Labecca, Concurso Fotografe a 8ª Feira do Livro, Torneio de Xadrez, Noite de Autógrafos, Mostra Campanhense de Vídeo, Torneio de Jogo da Velha, Contadores de Histórias, Distribuição de Vale-livros, Gincanas Culturais e visitas aos Museus e Bibliotecas da cidade.

    A 8ª Feira do Livro acontecerá no Ginásio Pronoama, Campanha/MG, de 14 às 22 horas, com entrada franca.

    Mais informações e agendamento de estudantes:

    (35) 9907-9457 com José Reinaldo

    E-mail:
    ong@sebocultural.org.br

    http://sebocultural.blogspot.com/

    http://www.sebocultural.org.br/antonio_casadei.html

    http://www.sebocultural.org.br/thalita_casadei.html

    ONG Sebo Cultural divulga vencedores do 2º Concurso de Poesia Gioconda Labecca

    ONG Sebo Cultural divulga vencedores do 2º Concurso de Poesia Gioconda Labecca

    O 2º Concurso de Poesia Gioconda Labecca recebeu 113 poemas que foram julgados por literatos reconhecidamente idôneos da comunidade poética brasileira, cuja decisão é irrevogável e irrecorrível. Foram considerados na decisão: correção de linguagem, beleza das imagens poéticas e a originalidade com que o tema foi tratado. A premiação é de R$ 700,00 divididos em três categorias:

    Categoria Adulto - acima de 18 anos. Foram selecionados os 10 melhores textos, cujos autores receberão certificado de Menção Especial.. Ao 1º classificado R$ 300,00 (trezentos reais).

    Categoria Juvenil - concorrente de 13 até 17 anos. Foram selecionados os 2 melhores textos, cujos autores receberão certificado de Menção Especial. Ao
    1º Classificado R$ 200,00 (duzentos reais).

    Categoria Infantil - concorrente até 12 anos. Foi selecionado o melhor texto, cujo autor receberá certificado de Menção Especial e R$ 200,00 (duzentos reais).

    Os autores classificados terão seus poemas publicados graciosamente na Coletânea CONCURSO DE POESIA GIOCONDA LABECCA- 2007/2008, que será apresentado por ocasião da 8ª Feira do Livro, de 12 a 15 de junho de 2008, em Campanha/MG.

    Em 2008 foram registrados a inscrição de trabalhos originários de vários estados do Brasil, Distrito Federal e Portugal.

    CATEGORIA INFANTIL
    1º Lugar - A flor - Protocolo nº 90
    Autora: Gabriela de Carvalho – São Paulo/SP

    CATEGORIA JUVENIL
    1º Lugar - Lamentos - Protocolo nº 62 -
    Autora: Daniele Cristina Dias – Campanha/MG

    2º Lugar - Cidadania - Protocolo nº 08
    Autora: Luana Cordeiro de Lima – Osasco/SP

    CATEGORIA ADULTO
    1º Lugar - Desafio - Protocolo nº 73
    Autor: Antônio Roberto de Carvalho– São Paulo/SP

    2º Lugar - O mensageiro - Protocolo nº 88
    Autor: Eloi de Paula Pereira – Passos/MG

    3º Lugar - Minha culpa - Protocolo nº 72
    Autor: Célio de Oliveira Ferreira – Rio de Janeiro/RJ

    4º Lugar - Coração vazio - Protocolo nº 89
    Autor: João Luis de Oliveira – Jundiaí/SP

    5º Lugar - Dia-a-dia - Protocolo nº 104
    Autor: Mathusalécio Padilha – Rio de Janeiro/RJ

    6º Lugar - Triste saudade - Protocolo nº 20
    Autora: Lenir Mattos de Moura – Arraial do Cabo/RJ

    7º Lugar - Tessituras - Protocolo nº 37 -
    Autora: Maria de Fátima Parente – Rio de Janeiro/RJ

    8º Lugar - Festa de igreja no interior - Protocolo nº 30
    Autor: Cecim Calixto – Tomazina/PR

    9º Lugar - Vida poeta - Protocolo nº 65
    Autor: Robinson Silva Alves – Coaraci/BA

    10º Lugar - Realidade - Protocolo nº 75
    Autora: Lenita Jaolino Alves Pinto – Rio de Janeiro/RJ

    Todas as poesias classificados estão disponíveis em - http://sebocultural.blogspot.com/

    Daniel Munduruku

    Daniel Munduruku

    Contos Indígenas

    Palestra

    Debate

    Leitura de textos

    Sorteio de livros

    Quinta, 29 de maio

    18 horas

    Centro Cultural da Ação da Cidadania

    Av. Barão de Tefé 75, Saúde – Rio de Janeiro

    2233-7460

    www.acaodacidadania.com.br

    ENTRADA GRATUITA

    quarta-feira, 14 de maio de 2008

    Conferência em Roma debaterá segurança alimentar, mudanças climáticas e bioenergia

    Conferência em Roma debaterá segurança alimentar, mudanças climáticas e bioenergia

    A Conferência de Alto Nível sobre a Segurança Alimentar Mundial: e os Desafios das Mudanças Climáticas e da Bioenergia, da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), com a participação de Chefes de Estado e de Governo, responde à emergência internacional provocada pela alta dos preços dos alimentos. Junto a soluções imediatas, tratará de traçar uma estratégia para a segurança alimentar mundial nos próximos anos.
    A reunião abordará os novos desafios da segurança alimentar, como as mudanças climáticas e a bioenergia. E também avaliará as políticas e medidas necessárias para ajudar os agricultores a conviver com preços mais altos e produzir mais alimentos para a crescente população mundial.
    A importância crucial desses temas garante a participação de um número importante de líderes mundiais, incluindo o presidente da França, Nicolas Sarkozy; do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; Cristina Fernández de Kirchner, da Argentina, e o Secretario Geral da ONU, Ban Ki-moon. O presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Renato S. Maluf, integra a delegação brasileira.
    Serviço
    Conferência de Alto Nível sobre a Segurança Alimentar Mundial e os Desafios das Mudanças Climáticas e da Bioenergia
    Data: 3 a 5 de junho
    Local: Sede central da FAO (Viale delle Terme di Caracalla, Roma - Itália)

    Site da conferência (em inglês)
    Site da conferência (em espanhol)
    Credenciamento para imprensa (em espanhol)

    Informações
    Escritório de Imprensa da FAO
    (+39) 06 570 53625
    FAO-Newsroom@fao.org
    No Brasil:
    Isabela Dutra
    Assessora de Comunicação da FAO Brasil)
    (61) 3038-2270
    isabela.dutra@fao.org
    Fonte: Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação

    Assessoria de Comunicação
    (61) 3411.3349 / 2747

    www.presidencia.gov.br/consea

    ascom@consea.planalto.gov.br

    Merenda para o ensino médio

    Merenda para o ensino médio

    Entrevista Renato S. Maluf

    Presidente do Consea pede aprovação de projeto que amplia oferta e diz que país seria melhor se tratasse tão bem das crianças como cuida das vacas.
    Lúcio Lambranho
    Congresso em Foco
    Ao contrário do que muita gente imagina, o Fome Zero não acabou. É tocado pela Secretaria de Articulação Institucional e Parcerias do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Mas, na prática, o combate direto à fome foi substituído pelo governo com a ampliação do Bolsa Família.
    E, há pelo menos três anos, o tema está fora dos holofotes e das preocupações midiáticas do governo e do presidente Lula, que conseguiu, no início do primeiro mandato, levar a idéia até mesmo para o debate internacional.
    É também sem muito alarde que trabalha no anexo da Presidência da República, em Brasília, o presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutrição (Consea), Renato Maluf.
    Com mandato até 2009, Maluf tem uma missão difícil pela frente, considerando-se que o combate à fome está, digamos, fora de moda.
    Ele pretende convencer o Congresso, cercado pelo lobby da bancada ruralista, que tem ganhado apoio direto do governo em questões do seu interesse, a investir mais de R$ 362 milhões na inclusão da merenda escolar no ensino médio. Hoje esse direito está restrito aos alunos da educação infantil e fundamental.
    A oferta de alimentação a esses alunos, segundo o Consea, pode ajudar a diminuir a evasão e a repetência, principalmente no período noturno. É que na escola pública muitos jovens vão do trabalho direto para a escola e sem fazer a refeição noturna.
    Por isso, Maluf já cobra mais empenho do governo e do Congresso. "Eu espero que o Congresso trate disse logo. Eu acho que o governo pode articular, mas ainda não vi isso totalmente na rua. Acho que ainda é preciso um pouco mais de empenho", diz.
    O grande embate que o doutor em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) deve enfrentar com os ruralistas é a proposta de que 30% dos alimentos comprados para a merenda escolar venham dos agricultores familiares e dos assentados da reforma agrária.
    Vacas e crianças - O presidente do Consea também defende a universalização o Sistema de Gestão Federal e Estadual de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan). Por enquanto, o Sisvan existe em quase todos os municípios, mas a maioria funciona de forma precária e o atendimento se limita às famílias do Bolsa Família.
    "Se a gente dedicasse às crianças a mesma atenção que dedicamos às vacas que exportamos, estaríamos muito melhor", dispara.
    Nesta entrevista exclusiva ao Congresso em Foco, o presidente do Consea também não foge das brigas com os produtores de etanol, do atual modelo de produção de alimentos e até mesmo do Legislativo, com o qual ele terá de lidar diretamente em breve.
    Para Maluf, a produção de etanol não ajuda na diminuição das desigualdades sociais no Brasil e ainda há dúvidas sobre sua ação sobre o meio ambiente. "Pode surgir energia renovável, mas que não sai sociedade justa não sai não", diz. "Há pesquisas que mostram que o etanol tem eficiência econômica, mas, dependendo de como for produzido, também pode contribuir para o aquecimento global", contesta.
    Eu não quero acusar um usineiro contemporâneo pelo que fez um coronel no passado. Há quatro séculos que essa gente controla o Estado. Eles têm uma trajetória marcada pela concentração da riqueza, das terras, da superexploração do trabalho", ressalta Maluf ao falar dos usineiros.
    Para Maluf, a crise dos alimentos é de modelo. Não é conjuntural e talvez nem mesmo passageira. Ele defende com veemência a aproximação da produção do consumo e a redução do "passeio" das mercadorias para reduzir os custos com o transporte. O ideal também seria, segundo o economista, intensificar a produção de forma mais sustentável e agroecológica.
    Nós temos um sistema alimentar global, conduzido pelas políticas dos Estados Unidos e da União Européia, absolutamente controlado por não mais do que seis grandes corporações internacionais. E que no caso do Brasil beneficia meia dúzia de grandes exportadores. Esse é um modelo em crise", avalia.
    Ridícula - Sobre o Congresso, ele não deposita muitas esperanças e sustenta que, sem uma reforma política, não será possível resolver o problema da fome, que ainda atinge hoje 20 milhões de brasileiros, cerca de oito milhões deles considerados indigentes.
    O presidente do Consea também não poupa críticas aos legisladores. "A qualidade do debate congressual no Brasil se tornou ridícula. Pavorosa. Cadê o debate programático?", questiona.
    Vinculado à presidência da República, o conselho tenta articular a sociedade civil e cobra do governo federal ações para garantir a segurança alimentar e o combate à fome no país. O colegiado, que tem caráter apenas consultivo, é atualmente composto por 57 conselheiros. São 38 representantes de entidades civis, 19 ministros ou representantes do governo e 23 observadores convidados.
    Saiba como pensa um dos principais articuladores da política de segurança alimentar no país, lendo a íntegra da entrevista concedida ao site:
    Congresso em Foco – O que mudou na segurança alimentar desde que o sociólogo Betinho propôs aquela campanha de combate à fome na década de 90? É possível saber hoje quantas passam fome ou tenham algum problema de nutrição no Brasil?
    Renato Maluf – Acho que mudou em relação ao contexto do Betinho pelo fato – fruto até da luta dele e de outros – da questão passar a ser reconhecida. E ter um tratamento político devido. Isso já é em si é uma grande conquista. Porque a fome, como Josué de Castro dizia, era um tabu sobre o qual não se podia falar. Essa é a primeira grande conquista. A segunda grande conquista foi que hoje compreendemos o fenômeno e tratamos de uma maneira melhor com o foco da segurança alimentar e nutricional que foi construído nestes anos todos no Brasil. Do ponto de vista da condição das pessoas, as políticas sociais implementadas mais recentemente têm resultado bastante visíveis na melhoria de muitos indicadores no que se refere ao acesso à alimentação, à condição nutricional e à saída da pobreza.
    Mas quais seriam os indicadores?
    Tem um tipo de indicador indireto que é o mais universal, mas o mais limitado deles, que é a renda. É um indicador de pobreza e de indigência e por ele você deduz a maior ou menor dificuldade de acesso aos alimentos. Esse é um indicar nacional de pesquisa regular feita pela Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio). Por esse indicador, a pobreza está caindo no país, vem caindo sistematicamente, e nós devemos estar com um número próximo de 20 milhões de indigentes.
    Quando o Betinho começou a campanha eram 40 milhões?
    A história dos 40 milhões é dos que vivem a baixo da linha de pobreza. A linha de pobreza hoje deve estar em 20 e poucos milhões, então os indigentes são cerca de nove milhões. Eu estou usando dados do salário mínimo. Se você usar outro indicador de renda como o dólar por dia, do Banco Mundial, vai encontrar valores menores da Pnad e do Ipea. Mas a maioria dos pesquisadores usa um quarto de um salário mínimo per capital como indigência e meio salário mínimo como pobreza. Outro indicador, que infelizmente a gente tem menos porque não tem um sistema bem montado, é o que mede diretamente a condição nutricional, sobretudo das crianças. Por isso, a gente tem insistido muito na necessidade de instalar definitivamente o Sisvan, o Sistema de Gestão Federal e Estadual de Vigilância Alimentar e Nutricional em todos os municípios com uma cobertura universal. Ai nós poderíamos ter um dado direto da condição nutricional de crianças.
    Qual é dificuldade de consolidar o Sisvan?
    Não é muita. Principalmente, vontade política de fazer. Se dedicássemos às crianças a mesma atenção que dedicamos às vacas que exportamos, estaríamos muito melhor. Então é uma questão de colocar recursos, que as prefeituras assumam e os governos estaduais idem. Houve recentemente um pequeno problema técnico de compatibilização de sistemas de informação para consolidação dos dados nacionais, mas foi resolvido. Se você andar pelas prefeituras do país, como eu já fiz, e perguntar, vai ver coisas inacreditáveis. Mas as prefeituras acham que tem que aplicar o Sivan na amostra do Bolsa Família. Então eu só acompanho a condição das crianças que são atendidas pelo Bolsa Família. Como se fosse a referência, mas o Sivan não é para acompanhar o Bolsa Família. É feito para acompanhar o estado nutricional das famílias. Nós temos necessidade de colocar equipamentos, e ele é muito simples. Uma balança e um computador. Mas basta a prefeitura assumir e os médicos da rede de atenção básica decidirem que é importante fazer a medição, o acompanhamento antropométrico. É absolutamente possível estender para todos os municípios e universalizar.
    O senhor falou da atenção dada às vacas e às crianças. Mas o senhor não acha que esse governo está dividido entre o apoio político de uma numerosa bancada ruralista no Congresso e as questões que envolvem meio ambiente e a fronteira agrícola, a produção de transgênicos e a agricultura familiar e orgânica?
    Acho que o governo se divide com relação a isso porque a sociedade brasileira se divide em relação a isso. Não é uma questão só de governo. É claro que o governo tem suas opções de construção de alianças, mas não foi o governo que inventou o agronegócio e o apoio à exportação. Então há uma divisão na sociedade. Podemos afirmar que o sentimento majoritário da população é preservacionista. Agora, a visão de negócio dos alimentos e do uso da terra como mercadoria, da ocupação da Amazônia, ela é compartilhada por alguns setores da sociedade. Vá perguntar a algum prefeito da Amazônia se quer que mantenha a floresta ou se ele quer encher aquilo de soja, caminhão ou plantar pinos. É uma visão deles de desenvolvimento. Eu já vi isso mais de uma vez. Acho que o governo se divide. Acho que ele tem feito coisas muito importantes tanto no campo ambiental quanto na agricultura familiar e das políticas sociais. Há que se reconhecer. Se você me perguntar se elas predominam em relação às outras, eu diria que não.
    Mas seria importante que essas políticas sociais predominassem para garantir a segurança alimentar no Brasil?
    Eu acho que sim. Eu tenho uma visão de que a crise de alimentos que estamos vivendo é uma crise de modelo. Não é só uma crise conjuntural. Você pode dar várias respostas a ela. Uma delas é mais do mesmo. Estão vamos seguir com esse padrão de produção intensivo, de grande escala com muito agroquímico e tecnificado. Esse padrão do qual o Brasil é um dos principais representantes do mundo. Isso é uma resposta, a resposta que muita gente quer que se dê. É preciso produzir mais sem discutir a maneira como está sendo feito. Essa é a resposta que beneficiará a alguns, mas que tem limites absolutamente visíveis. Então esse é um modelo que tem que ser revisto. Tem que caminhar na direção de aproximar produção e consumo e reduzir o passeio das mercadorias. Intensificar a produção de forma mais sustentável e agroecológica. E o outro componente da crise do modelo é essa visão que se constrói uma segurança alimentar global baseada em fluxo comercial e com países desaparelhados para im plementar políticas soberanas. A falácia desse modelo está absolutamente evidente. Nós temos um sistema alimentar global conduzido pelas políticas dos Estados Unidos e da União Européia absolutamente controlado por não mais do que seis grandes corporações internacionais tanto na ponta dos alimentos quanto na ponta dos insumos e fertilizantes. E que no caso do Brasil beneficia meia dúzia de grandes exportadores. Esse é um modelo em crise. Você pode aproveitar essa crise dos alimentos para revê-lo se quiser ou não. Então, por isso, que eu digo que é preciso rever sim. Seria preciso que outras concepções de produção de alimentos e de organização da atividade econômica ganhassem mais espaço. É um embate permanente na sociedade e no governo.
    A agricultura familiar produz hoje 70% dos alimentos que o brasileiro consome. O senhor acredita que há pouco espaço para esse setor dentro do governo e na sociedade?
    A agricultura familiar que representa esses 70% é muito diversa. Vai se encontrar nesses 70% a agricultura familiar mais capitalizada e integrada à agroindústria. A maneira, a importância e a visibilidade políticas que eles recebem dependem de você diferenciar esse segmento. Ele não é homogêneo. Eu acho que esse segmento ganhou muito nesse governo em espaço. Por dois indicadores. Um deles é a evolução do Pronaf. O Pronaf multiplicou por seis os seus recursos. Saiu de dois ou três bilhões para quase 11 neste ano. O número de contratos aumentou muito. A criação do PAA, o Programa de Aquisição de Alimentos, é outro exemplo, ainda que ele seja um programa meio claudicante no que se refere a recursos e na sua operacionalização. Mas ele ganhou muita importância. Ganhou a sociedade e os movimentos de agricultores. Nesse sentido, cresceu o espaço. Eu não diria a mesma coisa da reforma agrária. A reforma agrária ainda é uma área com uma definição muito insuficiente.
    Qual é sua avaliação sobre a reforma agrária e qual é a proposta do Consea para integrar os assentamentos na segurança alimentar?
    A reforma agrária é inquestionavelmente importante e continua um tema atual. A comprovação disso eu tive, para minha surpresa, aliás, na Conferência que a FAO realizou aqui no Brasil, a Conferência Latino-Americana. Um dos temas era a Conferência sobre reforma agrária e desenvolvimento organizado com um forte apoio brasileiro em Porto Alegre ano passado. Quando esse tema entrou em debate na plenária, teve apoio quase que unânime dos países da América Latina com relação à importância do tema. Temos mais uma comprovação. A reforma agrária está na agenda.
    Quais são os componentes de segurança alimentar num programa de reforma agrária?
    Eu acho que são pelo menos dois. Para entender esses componentes, é preciso considerar que família rural, o agricultor familiar, combina a dupla condição de produtor e de demandante de alimentos. E como é nesse setor da sociedade que serão encontrados os mais elevados índices de pobreza, ao apoiá-los você simultaneamente melhora o acesso aos alimentos de gente pobre e melhora a oferta para a sociedade porque eles são produtores. Por isso é que agricultura familiar, e dentro dela a reforma agrária, tem papel estratégico na segurança alimentar. Pelos dois lados, pelo lado da demanda e da oferta.
    Como assim?
    Os assentamentos geram ocupação do espaço de forma mais eqüitativa e geração de oportunidades de trabalho. E se tiverem qualidade também podem ter uma relação mais amigável com a natureza. Nesse caso, de fornecedor de alimentos, seria preciso, para que a reforma agrária cumprisse o papel relevante na segurança alimentar, uma assistência técnica que orientasse a produção. Não basta ser produção de agricultor familiar. Tem que ser uma produção que respeite a natureza e que forneça produtos de qualidade e, principalmente, uma das grandes metas da agricultura familiar, para diversificar hábitos alimentares. A nossa referência principal é a aproximação produção e consumo. Essa é a chave para discutir essa crise de alimentos. Não estou negando que possamos ter sistemas integrados de produção e abastecimentos nacionais e mesmo internacionais. Mas a chave para reduzir o uso da energia, a transformação dos alimentos, custos no transportes e valorizar a variedade de hábitos é aprox imar a produção do consumo. E a reforma agrária e a agricultura familiar permitem isso. Desde que você tenha suporte. Não dá para jogar as pessoas no campo. E uma política agrícola que promova essa aproximação.
    Qual é a sua avaliação sobre essa polêmica entre a produção de alimentos e de bicombustíveis? O que o senhor acha do programa brasileiro de biocombustíveis, que insere a agricultura familiar e a reforma agrária?
    São dois componentes. Tem um componente dos agrocombustíveis que é o etanol. Que é totalmente diferente do biodiesel. No componente do etanol, embora reconheça que é necessário fazer um esforço para construir fontes renováveis de energia, eu penso que em primeiro lugar que há uma questão que não está sendo feita, que é sobre o consumo. Ninguém está discutindo consumo de energia. Só se discute como se troca petróleo por qualquer outra coisa mantido o patamar de consumo. O que é absolutamente inviável. Feita essa discussão, quais são as fontes melhores? De fato o etanol vindo da cana-de-açúcar tem algumas vantagens. Uma taxa de conversão e do ponto de vista de eficiência econômica. Problemas: esse é um setor secularmente poderoso nesse país. Há quatro séculos que essa gente controla o Estado. Eles têm uma trajetória marcada pela concentração da riqueza, das terras, da superexploração do trabalho.
    De acordo com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), 52% dos casos de trabalho escravos registrado no ano passado aconteceram no setor sucroalcooleiro. O que o senhor acha disso?
    Fazem isso há quatro séculos como exportadores de trabalho escravo no Brasil. Eu não quero acusar um usineiro contemporâneo pelo que fez um coronel no passado. Mas que muitos desses hábitos dessa sociedade autoritária nossa permanecem. Eu acho que ele tem que ser olhado com o cuidado e objeto de regulação pública. Primeiro no zoneamento agroecológico, onde pode onde não pode. Segundo, é preciso haver regulação de relações de trabalho. Terceiro, uma forte fiscalização ambiental sob o ponto de vista do cultivo. Daqui pode surgir energia renovável, mas que não sai sociedade justa não sai não. Então eu não deposito minhas fichas no modelo concentrador e de grande escala. A gente já conhece isso e sabe aonde vai dar. Agora, o zoneamento agroecológico tem que levar em conta não apenas onde a cana está se expandindo, mas o que ela está empurrando. Eles argumentam com muita freqüência que não se planta cana na Amazônia. Não é verdade, já tem pressão para plantar no Acre no Pará. Mas digamos que até o momento a expansão tem sido sobre área de pecuária. Mas essa pecuária tem que ir para algum lugar. As vacas e os bois vão para algum lugar e provavelmente vão para a Amazônia. Então o país precisa decidir o que quer fazer com a Amazônia. Mas há indicadores de expansão de milho e soja no Paraná.
    E o biodiesel?
    O biodiesel é outra conversa. No caso do biodiesel esse é programa bastante interessante. Porque o etanol vai além da capacidade do Estado brasileiro de regular. É uma coisa antiga e não é um governo que regula. O governo está correndo atrás. No caso do biodiesel é uma criação do governo, então é diferente e é ali que você vai ver são preocupações sociais e ambientais quando eles dizem que o agricultor não pode dedicar mais de certa parcela para plantar mamona, por exemplo. E como eles têm requisitos para a indústria que vai fazer o biodiesel do ponto de vista do seu funcionamento é um programa criado e com regulamentação. A dúvida está na capacidade da agricultura familiar e de até onde se pode ir com isso. E a capacidade da agricultura familiar de produzir matéria prima.
    Ainda não se sabe se vale à pena?
    Os indicadores técnicos são muitos favoráveis de conversão da matéria-prima em energia. Mas ainda estamos para ver do ponto de vista da escala.
    Não há faz muito tempo o presidente Lula chamou os usineiros de “heróis” publicamente. E a Câmara aprovou recentemente um projeto de lei, com apoio da bancada do governo e que saiu do Executivo, permitindo a contratação de safristas sem o registro em carteira de trabalho. Fiscais do trabalho e procuradores avaliam que a nova lei é um estímulo ao trabalho escravo. Afinal, esse governo tem um discurso trocado?
    Eu não concordo. Eu já disse publicamente que não concordo com essa qualificação dos usineiros. Acho que o presidente Lula tem se mostrado bastante entusiasmado com algumas possibilidades econômicas do país. Tem razões para ter esse entusiasmo dada a sua função de presidente. O próprio presidente Lula ganhou notoriedade internacional pela defesa que fez de coisas importantes como o combate à fome, pautando internacionalmente a pobreza. Por isso é que eu acho que, neste momento, se espera do Brasil um comportamento à altura da sua responsabilidade internacional. O Brasil não pode aparecer como um mercador de commodities. O país é conhecido internacionalmente porque vende soja, frango e produz etanol. E para isso mobiliza seus heróis. Isso é uma visão pobre de país. Não corresponde ao país. Não corresponde inclusive com o perfil do presidente e do que o seu governo tem feito. Acho que a política internacional do país é muito correta. Política externa, não a comercial. Esse é um setor poderosíssimo e é preciso ter instrumentos adequados para regulá-lo e colocá-lo dentro dos limites do tolerável do ponto de vista do que representa socialmente. Há pesquisas que mostram que o etanol tem eficiência econômica, mas, dependendo de como for produzido, também pode contribuir para o aquecimento global.
    O senhor acha que o Brasil vai conseguir vencer essa dicotomia a curto ou médio prazo de um país que pode ser auto-sustentável ou ser um grande exportador de commodities?
    Acho difícil. Não que eu seja cético. Eu acho que a gente avançou muito. É uma crivagem que se tem na sociedade brasileira. A sociedade brasileira construiu durante muito tempo uma das maiores desigualdades do mundo. Desigualdade no Brasil tem nome e sobrenome. Aponte uma grande fatalidade natural que explique? Nem o semi-árido explica. Nem as condições adversas do semi-árido são capazes de explicar. Com muito pouco no semi-árido, já se fez coisa que emancipa pessoas, como o programa maravilhoso que criou um milhão de cisternas.
    Mas esse programa não está patinando nas suas previsões de construção de cisternas?
    Não. Está muito bem. Vai devagar porque o método que eles estão usando, o pessoal da ASA, é o que respeita a dinâmica social. Não é o prefeito chegar lá, construir uma cisterna e depois ir embora. Os que fizeram isso, a cisterna virou galinheiro. Isso eu já vi lá. Agora as cisternas feitas dentro do movimento social e com organização levam as pessoas a se organizarem. Eu acho que a gente melhorou. Apenas acho que enfrentar a desigualdade no Brasil é enfrentar estruturas muito poderosas que estão enraizadas.
    Essa estrutura tem um lobby muito forte no Congresso?
    O Congresso é a expressão disso. Como é que você pode imaginar que é possível enfrentar todas essas desigualdades que todos nos sabemos com uma determinação política fundamental num país que não é capaz de fazer a reforma política. Com esse padrão de debate político que nós temos neste país, abaixo da crítica. A qualidade do debate congressual no Brasil se tornou ridícula. Pavorosa. Cadê o debate programático?
    Falando em Congresso, o Consea, junto com outras entidades, propôs um projeto de lei que já está na Câmara prevendo a inclusão do ensino médio das escolas públicas no programa de merenda escolar. O senhor acha que o governo vai se mobilizar para aprovar esse projeto?M
    Aquilo é um marco na política nutricional no Brasil caso venha a ser aprovado. Em vários aspectos. Primeiro, porque trata a alimentação escolar como um direito. Não como esmola nem como uma ajudazinha. É um direito que as crianças têm de se alimentar quando vão a escola. E se alimentar adequadamente. Segundo porque estabelece um compromisso com os entes federativos que não estava estabelecido em lei. Esse é o mais antigo programa que temos no Brasil, quase 50 anos, com uma regulamentação absolutamente precária. E a fiscalização idem. Terceiro porque obriga que 30% das aquisições de alimentos da merenda sejam feitas da agricultura familiar da região. Isso é fundamental. Capacitando a agricultura familiar para atender essa demanda, que é muito grande, é um estímulo ao desenvolvimento local muito importante. Estabelece responsabilidade para os gestores, mas estabelece que as crianças não sejam penalizadas pela incúria de gestores. Até pouco tempo, quando o gestor não prestav a contas, a alimentação escolar era suspensa. E quem pagava eram as crianças. O Consea participou de uma mudança. Agora, a Conab entrega diretamente nas escolas enquanto o prefeito acerta suas pendências. A lei acerta isso também.
    Mas e a articulação no Congresso sobre esse projeto?
    Eu espero que o Congresso trate disse logo. Eu acho que o governo pode articular, mas ainda não vi isso totalmente na rua. Até estamos tentando sensibilizar o presidente Lula nessa direção. O Consea e os ministros. Acho que ainda é preciso um pouco mais de empenho.
    O que o Josué de Castro, patrono do Consea, diria hoje do Brasil se ele estivesse vivo? Eu espero que ele fique contente com o empenho que nós temos feito para valorizá-lo. Pelo Consea, sobretudo. Vamos comemorar o centenário de nascimento dele em 5 de setembro no Recife. E que o tema vai ser o acesso à água. Acho que ele nos pediria para fazer uma atualização de seu mapa sobre a geografia da fome. Mas, ao mesmo tempo, ele diria que estamos conseguindo, como disse quando falei sobre Betinho, o reconhecimento político do tema. Que o tema é uma questão que tem que ser tratada e não é mais um tabu. Quanto aos avanços, eu diria que o Josué teria razões para se alegrar e algumas para se preocupar. Coisas inovadoras estão sendo colocadas em prática e algumas velhas práticas ainda não foram removidas. Uma visão de saúde curativa, medicalizada. Acho que isso ele não gostaria. Uma maior valorização da prevenção, da educação e do acompanhamento nutricional que está nos faltando. Ele então teria motivos para se preocupar.

    Assessoria de Comunicação
    (61) 3411.3349 / 2747

    www.presidencia.gov.br/consea

    ascom@consea.planalto.gov.br

    Seminário Legislativo - Minas Gerais

    SEMINÁRIO LEGISLATIVO “MINAS DE MINAS”
    Encontro Regional de Muriaé
    20 de maio de 2008 (terça-feira)
    Local: Teatro Zaccaria Marques – Av. Constantino Pinto, 400 (Terminal Rodoviário)

    Minas Gerais possui uma das maiores províncias minerais do mundo. O desenvolvimento do Estado tem uma vinculação histórica com a atividade minerária, e os produtos derivados dela constituem o carro-chefe de nossa economia.
    Esse potencial ganha agora nova dimensão, com a crescente demanda mundial por bens minerais e a abertura de grandes mercados consumidores. Surgem possibilidades de fortes investimentos em Minas, com significativa geração de emprego e renda.
    A mineração, contudo, situa-se em um contexto complexo. A legislação sobre jazidas e minas é de competência privativa da União, mas a competência para legislar sobre meio ambiente cabe tanto à União quanto aos estados e municípios, e é freqüente a localização de jazidas em áreas de fragilidade e tensão ambiental.
    Coloca-se, portanto, para Minas um desafio: conciliar as atividades da mineração com a proteção do meio ambiente e a qualidade de vida, por meio do aperfeiçoamento institucional e da gestão compartilhada dos bens naturais. É o desafio da sustentabilidade, que depende do envolvimento dos órgãos públicos, do setor empresarial, dos trabalhadores, das entidades ambientalistas, enfim, de toda a sociedade.

    OBJETIVO:
    Buscar, junto às entidades representativas da sociedade civil e dos setores público e privado, subsídios para a elaboração de uma política minerária estadual, que respeite as características naturais e socioculturais das diversas regiões de Minas Gerais, orientada para a sustentabilidade social, econômica e ambiental, e para o aprimoramento da política minerária nacional.

    8h – Credenciamento

    8h30 – ABERTURA
    Deputado Alberto Pinto Coelho – Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais
    José Braz – Prefeito Municipal
    Antônio Augusto Pereira – Presidente da Câmara Municipal

    Palestras

    9h30 – A mineração no contexto estadual
    Consultor da Assembléia Legislativa

    9h45 – A mineração no contexto regional

    Francisco Ofeni Silva – Secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Muriaé
    Claret Antônio Vidal Abreu – Assessor da Diretoria de Mineração da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA)

    João Paulo Dias da Fonseca – Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Muriaé, Barão de Monte Alto e Rosário da Limeira

    Glauco Regis Florisbelo – Membro da Comissão Regional de Atingidos pela Mineração na Zona da Mata

    11h30 – Grupos de trabalho

    Grupo 1
    A Sustentabilidade da Mineração em Minas Gerais
    Gestão Ambiental e Mineração

    Grupo 2
    Sistema Federativo e a Legislação sobre Mineração – Política Tributária e Mineração
    Perspectivas do Setor Mineral – Cenários e Estratégias de Sustentabilidade para o Desenvolvimento Mineral e Conhecimento do Potencial Mineral

    14h – Reinício do trabalho dos grupos

    15h30 – Plenária final
    Apresentação do relatório dos grupos de trabalho
    Eleição dos 12 delegados representantes da região para a etapa final do seminário

    17h – Encerramento

    Entidades de apoio

    Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Abes/MG
    Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais – Amig
    Associação Mineira de Defesa do Ambiente – Amda
    Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paraopeba
    Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa
    Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig
    Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais – Crea/MG
    Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM
    Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais – Fetaemg
    Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Extrativas do Estado de Minas Gerais – Ftiemg
    Fórum Agenda 21 do Estado de Minas Gerais
    Fundação Estadual do Meio Ambiente – Feam
    Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho – Fundacentro
    Fundação Rural Mineira – Ruralminas
    Instituto Brasileiro de Mineração – Ibram
    Instituto Ekos para o Desenvolvimento Sustentável
    LAFM – Consultoria, Gestão e Engenharia Ambiental
    Ministério Público do Estado de Minas Gerais – Coordenação de Promotorias de Meio Ambiente
    Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
    Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico
    Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana
    Secretaria de Estado de Fazenda
    Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
    Secretaria Municipal Adjunta de Meio Ambiente – PBH
    Sindicato das Indústrias Extrativas de Ouro, Metais Preciosos, Diamante, e Pedras Preciosas, Areias, Pedras Ornamentais, Lenha, Madeira, Minerais Metálicos e Não Metálicos de Minas Gerais – Sindiextra
    Sindicato dos Geólogos no Estado de Minas Gerais – Singeo/MG
    Sociedade Mineira de Engenheiros – SME
    Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG

    Calendário Cultural de Minas Gerais - Maio/2008

    Clique na imagem para ver no tamanho original.

    segunda-feira, 12 de maio de 2008

    Agenda Chévere - Maio 2008

    Agenda Chévere para os próximos dias: 17/05 – Status Café cultura e Arte; 22/05 – Damas e Valetes e 31/05 – Status Café Cultura e Arte

    O que é Chévere?
    “chévere adj. (esp. mer.) col. Excelente o estupendo.”

    Diccionário General de Lengua Española

    O grupo nasceu em 2004, a partir do encontro de um venezuelano, Fernando González; uma boliviana, Marcela Morón e de um brasileiro, Daniel Mariano. O trabalho desenvolvido pelo Chévere representa o resgate de várias manifestações musicais que já encantam os brasileiros há várias décadas. Através desta iniciativa é possível promover não só o reencontro dos antigos fãs dos vários gêneros musicais presentes no universo hispânico, como também permitir ao público conhecer a musicalidade e os aspectos culturais de vários países que estão localizados bem próximos do Brasil, mas que são pouco divulgados. A partir do repertório do grupo é possível fazer uma viagem pelas canções executadas nas regiões que vão desde o Rio Bravo, no México até a Patagônia, na Argentina.

    No repertório configura uma enorme diversidade de ritmos e canções que retratam os diferentes aspectos do povo latino-americano. Trata-se de uma verdadeira viagem musical por vários países como Argentina, Bolívia, Cuba, Espanha, México, Venezuela e Peru.

    Através de um cancioneiro rico, resultado de uma extensa e constante pesquisa, é possível esboçar as várias vertentes da música latina e sua representatividade. Uma das características marcantes do Chévere é a utilização de instrumentos originais como cuatro venezolano, charango andino, bongó caribeño e vários outros. E exaltando o caráter caliente da maioria desses ritmos, sentimentos como alegria, tristeza, ternura, coragem e o amor se revelam nos Huaynos Bolivianos, Milongas Argentinas, Tangos, Valsas Peruanas, Merengues Venezuelanos, Boleros e Rumbas Cubanas, Huapangos Mexicanos e Canciones de Cuna. E para os amantes da dança, seja ela lenta ou agitada, não faltarão oportunidades de dançar ao som da mais autêntica música latino-americana!

    O Chévere vem se apresentando regularmente em diversas casas de shows de Belo Horizonte como Vinnil Cultura Bar, Ziriguidun, La Madre Café, Sari Café Lounge, Soleá Tablao Flamenco e eventos como Teia 2007, Festival de Inverno da Savassi, II e III Semanas de Cultura Hispânica da UFMG, Projeto Música no Belas, Encontro Cultural de Milho Verde e ainda vários outros.

    Os Integrantes

    Daniel Mariano: Licenciado em Música pela UEMG em violão, diretor musical, compositor e arranjador. Com o Chévere apresenta-se como vocalista e guitarrista.

    Fernando González: Músico e investigador do folclore latino-americano, participou dos grupos Convenezuela, Americanto, Son Caribe, Dois por Dois e Fidelidade Partidária. No Chévere apresenta-se com seu cuatro venezolano, charango andino, percussão e voz.

    Marcela Morón: Cantora e professora de espanhol, traz à cena toda a alegria e energia do povo latino-americano, que se traduz em suas belíssimas interpretações. Vocalista.

    Juventino Dias: Trompete, vocais e percussão. Professor de Trompete nas oficinas do Bloco Tambolelê.

    Luizão Lobo: Músico licenciado em violino pelo Cefar- Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado. Professor de percussão e bateria. No Chévere desempenha as funções de percussionista e backing vocal.

    Eduardo Ávila: Violoncelista. Aluno do curso de Licenciatura em música da UEMG. Ex-professor de violoncelo do Conservatório de Música de São João Del Rei.

    Serviço:

    Chévere - Música Latina

    Data: 17/05 - sábado – Status Café Cultura e Arte

    Horário: 21:00h

    Endereço: Rua Pernanbuco, 1.150 - Savassi

    Couvert artístico: R$10,00

    Informações e reservas: (31)3261-6045

    Chévere - Música Latina

    Data: 22/05 - quinta – Damas e Valetes

    Horário: 21:00h

    Endereço: Rua Antônio de Albuquerque, 862 - Savassi(antigo Sari Café)

    Couvert artístico: R$6,00

    Informações e reservas: (31)8445-2927

    Contatos para entrevistas:

    assessoria@chevere.com.br

    (31)3462-5302/ 9123-6730 – Daniel Mariano
    (31)9104-8621 – Marcela Morón

    www.chevere.com.br

    Rumos Educação Cultura e Arte

    Rumos Educação Cultura e Arte (Goiânia dia 12 de maio)

    Lançamento do programa em todo o Brasil

    Goiânia - Dia 12 de maio - Participe!!

    Prezado(a) parceiro (a) social,

    O programa Rumos Educação Cultura e Arte esta sendo lançado em diversos estados através de encontros, mesas-redondas e apresentações voltadas a educadores de organizações sociais, espaços culturais e museus; estudantes e profissionais das áreas de arte, cultura e educação não-formal.

    O programa Rumos Educação Cultura e Arte irá premiar ações educativasno contexto não-formal que estejam nos campos da cultura e da arte.

    Gostaríamos de convidá-lo a participar do evento de lançamento em seu estado e contar com sua colaboração na divulgação do mesmo para a sua rede de contatos locais, de modo a ampliarmos a rede de participantes dos encontros, fomentando a troca de experiências e o desenvolvimento sociocultural no Brasil, além de incentivar a participação no edital de profissionais de todos os estados brasileiros.

    Desde já agradecemos o seu apoio e contamos com sua participação.

    Programação:
    Apresentação do Programa Rumos Educação, Cultura e Arte
    Palestra: Espaços da Cultura, Espaços da Educação

    Goiânia - GO
    12 de maio - 14h
    Evento: Rumos Educação, Cultura e Arte – O diálogo como estratégia educativa
    Apresentação do programa Rumos Educação, Cultura e Arte e palestra com Denise Grinspum
    Local: Universidade Federal de Goiás
    EMAC – Campus II GO 080 km 8 – Samambaia – Caixa Postal 131 – CEP
    74001-970 / Goiânia-GO

    Divulgação do edital no país - regulamento e formulário de inscrição:

    www.itaucultural.org.br/rumos

    Rumos Educação, Cultura e Arte

    Cotidianamente, em todo o país, educadores atuam junto aos mais diversos públicos na promoção de atividades de formação em diferentes campos e criam situações em que a participação do educando é essencial. Esses educadores são profissionais de várias áreas que partilham suas experiências fora do espaço escolar, possibilitando a ampliação dos universos social, cultural e econômico dos envolvidos.

    As ações no contexto da educação não-formal envolvem diferentes áreas de conhecimento. O programa Rumos Educação Cultura e Arte pretende mapear e valorizar as ações educativas no contexto não-formal que estejam nos campos da cultura e da arte.

    Nesta segunda edição do programa Rumos Educação, Cultura e Arte pretende-se identificar as experiências voltadas para os mais diversos tipos de públicos, desenvolvidas tanto por organizações da sociedade civil como por museus e instituições culturais.

    O programa Rumos Educação, Cultura e Arte visa mapear e valorizar os educadores e as experiências, criadas e colocadas em prática por eles no âmbito da educação não-formal. As ações nesse contexto são fundamentais para a experimentação na educação, para a transformação pessoal e profissional dos participantes e para o desenvolvimento sociocultural no Brasil.

    O programa Rumos Educação Cultura e Arte irá premiar ações educativas no contexto não-formal que estejam nos campos da cultura e da arte.

    Venha conhecer o programa e participar do edital!

    Divulgação do edital no país - regulamento e formulário de inscrição:

    www.itaucultural.org.br/rumos

    sábado, 10 de maio de 2008

    Ação da Cidadania abre inscrições

    Ação da Cidadania abre inscrições para novos comitês

    A Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida, criado em 1993 pelo sociólogo Hebert de Souza, o Betinho é um dos maiores movimentos sociais do Brasil. Formada por uma rede de 743 Comitês Locais que desenvolvem atividades sociais em 20 municípios do estado do Rio de Janeiro. A Ação da Cidadania tem a missão de mobilizar e organizar a sociedade brasileira para a luta pelo fim da miséria.

    Entre os dias 13 e 30 de maio, a Ação da Cidadania abre inscrições de instituições para a formação de novos comitês locais. Para isso, são necessários três voluntários que já desenvolvam algum projeto em suas comunidades, em qualquer área (educação, geração de emprego e renda, esportes e lazer, cultura etc) e que estejam interessados em ter um suporte para melhorar suas atividades.

    Os comitês são formados por grupos de amigos, associações de moradores, ONGs, igrejas, sindicatos, creches, escolas, grupos de amigos, rádios comunitárias entre outras organizações que desenvolvem ações que visem melhorar a vida das comunidades em que estão inseridas. Esta rede, além da troca de informações e experiências, atuam nos projetos desenvolvidos pelo Comitê Rio, órgão responsável por agregar os Comitês Locais organizando-os para reivindicar melhorias sociais..

    Uma das campanhas que possui maior visibilidade é o Natal Sem Fome dos Sonhos, que em 2007 arrecadou 400 mil brinquedos e 150 mil livros e contou com apoio de grande parte da sociedade.

    Os brinquedos foram distribuídos para crianças moradoras em áreas de risco social pelos comitês da Ação da Cidadania nas comunidades em que atuam e os livros usados para compor 200 espaços de leitura móveis, usados pelas lideranças como forma de incentivar a leitura nos bolsões de pobreza do estado. Para tanto, elas receberam capacitação em oficinas em que foram discutidas a situação da educação no Brasil, a relação entre a precariedade do ensino e pobreza e formas de diminuir a diferença social através do estímulo à leitura e a uma educação de qualidade.

    Também com o trabalho em conjunto com os comitês, mil famílias foram incluídos no CadÚnico, programa do Governo Federal que assegura às famílias em situação de risco o recebimento do Bolsa Família. Foi um grande projeto em que as lideranças comunitárias identificaram pessoas em condições de receber o benefício e que ainda não o recebiam, cobrando depois da prefeitura a inclusão no programa.

    Além do Natal Sem Fome dos Sonhos, dos Espaços de Leitura (foto), da reivindicação da inclusão de famílias no CadÚnico, a Ação da Cidadania realiza atividades no Centro Cultural, um prédio com 12 mil metros quadrados localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro. Uma das atividades em andamento é o Leitura em Ação, que já recebeu escritores como Ziraldo, Elisa Lucinda e Ferreira Gullar.

    Tudo isso é realizado gratuitamente para todos os líderes comunitários que fazem parte dessa grande rede.

    Maiores informações ligar para 2233-7460
    ou 21 8175-1232 ou pelo site:

    www.acaodacidadania.com.br

    sexta-feira, 9 de maio de 2008

    Confira os próximos eventos culturais em Minas Gerais

    Nos próximos meses os eventos culturais estarão a todo vapor em Minas Gerais. Tem para todos os gostos: música, teatro e claro, literatura. O grande destaque do mês é a 1ª Bienal do Livro em Belo Horizonte.

    E você pode curtir muito mais a cultura brasileira. Basta ser um dos cinco primeiros a responder corretamente a pergunta "Que país será homenageado na 1ª Bienal do Livro de Minas?"e ganhar um CD da Orquestra Barroca ou um par de ingressos para a Bienal. Você escolhe.

    Clique aqui para responder a pergunta. Mas seja rápido porque muita gente está de olho nesses prêmios.

    Confira agora os principais destaques em Minas Gerais:

    1ª Bienal do Livro de Minas Gerais
    Entre os dias 15 e 25 de maio a cidade de Belo Horizonte vai receber a 1ª Bienal do Livro de Minas. O evento homenageará o Japão. Com essa iniciativa a Petrobras fomenta iniciativas educacionais com crianças e jovens e estimula a cultura e o pensamento. De quebra, a Bienal também vai fortalecer ainda mais o universo cultural de BH.

    Festival Internacional de Teatro Palco & Rua de Belo Horizonte
    (FIT BH)
    O FIT BH é um dos mais importantes festivais do gênero no país e, mais uma vez, a Petrobras orgulha-se em ser a sua apresentadora. O evento vai de encontro ao compromisso da empresa em auxiliar a difusão e democratização das artes, além de ser um excelente espaço de intercâmbio entre artistas do Brasil e do mundo. De 26 de junho a 6 de julho.

    XIX Festival Internacional de Música Colonial Brasileira
    e Música Antiga
    Sempre com grande destaque no calendário cultural do Brasil, esse Festival traz uma proposta inovadora no campo da pesquisa, registro e divulgação da música colonial brasileira. Em 2008, o Festival vai contar com a participação de importantes professores e grupos do exterior.
    Vale a pena conferir. De 18 a 20 de julho.

    Para conhecer outros destaques, acesse:
    www.petrobras.com.br/cultura.

    Filosofia e Sociologia

    Filosofia e Sociologia: APROVADO - PLC 04/08 do Dep. Ribamar Alves (PSB/MA)

    Assessoria filosófica do Centro de Filosofia
    Educação para o Pensar
    - Florianópolis/SC

    A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado aprovou nesta terça-feira (6/5) o PLC 4/08, que altera dispositivos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), para incluir no currículo do Ensino Médio as disciplinas de Filosofia e Sociologia como obrigatórias.

    Por unanimidade, na Comissão de Educação do Senado Federal, o PLC 04/08 foi aprovado e contou com apoio de todos os senadores. Com elevado quorum e com pronunciamentos firmes e decisivos do senador Cristóvam Buarque que presidiu a sessão e sobretudo de Ideli Salvatti, lider do PT. O senador Marco Maciel, embora propenso inicialmente a incluir a psicologia, acabou concordando com os argumentos do Senador Valter Pereira (PMDB/MS) que fez um claro relato de defesa, importantíssimo para a sua aprovação.

    Especialistas defendem que a aprovação do projeto será a maior revolução do Ensino Médio na história do Brasil, pela dimensão que a presença dessas duas disciplinas terá na estrutura curricular em nosso país. Serão 25 mil escolas que ensinarão Sociologia e Filosofia para pelo menos 10 milhões de jovens, que poderão finalmente ter acesso a um saber especial que lhes possibilitará uma melhoria substancial de sua capacidade de reflexão (Filosofia) e análise (Sociologia) da realidade que esse jovem está inserido.

    Os fortes argumentos para a aprovação do PLC ("que se arrasta na Câmara e no Senado há anos" faria justiça "é, por assim dizer, uma questão de honra") a uma longa luta, de décadas, sendo intenso nos últimos onze anos, quando se buscou mudar a LDB de forma a tornar obrigatório o ensino das disciplinas. Também essa aprovação faz justiça ao ensino e à educação nacional, pois foi lembrado pelo senador Valter Pereira (PMDB/MS), que a ditadura militar, ideologicamente retirou a obrigatoriedade do ensino de ambas as disciplinas em 1971. Na ocasião, foram substituídas pelas disciplinas de Moral e Cívica e Organização Social e Política do Brasil. Desde então, teve início a luta de educadores, estudiosos e entidades de classe de trabalhadores da educação para a volta das duas matérias indispensáveis à formação integral dos jovens brasileiros.

    A Comissão de Educação aprovou ainda por unanimidade um requerimento de urgência sugerido pelo Senador Flávio Arns (PT/PR) e imediatamente encaminhado pelo relator Valter Pereira para que o PLC 04/08 seja discutido logo, se possível ainda hoje, no plenário do Senado. Se não ocorrer ainda hoje, terça-feira, dia 6 de maio de 2008, um dia histórico para todos nós, - há quatro medidas provisórias obstruindo a pauta -, poderá ocorrer amanhã ou na próxima semana.

    Há uma esperança de um acordo de líderes vir desobstruir a pauta. De qualquer forma foi uma grande vitória para todos os professores e instituições que defendem a qualificação do Ensino Médio e uma elevação da consciência de nossa juventude.

    Hoje, o contexto é completamente distinto, tendo em vista que em mais de quinze Estados brasileiros os currículos do ensino médio já incluem as disciplinas de Filosofia e Sociologia.

    O Ministério da Educação homologou a Resolução nº. 4, de 2006, da Câmara Básica do Conselho Nacional de Educação, que estabelece prazo para os sistemas de ensino fixar "as medidas necessárias para a inclusão das disciplinas de Filosofia e Sociologia no currículo das escolas de ensino médio".

    A luta agora será travada no plenário do Senado, no sentido de que nenhum senador apresente qualquer emenda ao PLC 04/08, pois se isso acontecer ele voltará à Câmara e poderá atrasar mais uns três ou mais anos. Por isso, devemos estar atentos.


    Entrevista com o Dep. Ribamar Alves - Jornal Corujinha nº. 59 / 3º. trimestre de 2007.

    Com a apresentação do Proj. de Lei nº. 1641/2004 o senhor entra para a história da Filosofia e da Educação brasileira. Qual é o seu sentimento por essa vitória e sua perspectiva com relação aos alunos das escolas que terão Filosofia e Sociologia no Ensino Médio?

    - Quanto ao sentimento que sinto é indescritível, sou plenamente feliz e fico muito emocionado com as homenagens que tenho recebido. Estou orgulhoso e muito contente por perceber-me com o dever cumprido e, sabedor que posso contribuir muito mais. Quanto a perspectiva, com relação aos alunos do Ensino Médio, o que quero e espero é que os adolescentes e jovens de hoje tenham muito mais a contribuir e exigir para uma sociedade mais igualitária, tenham muito mais sonhos a realizar do que pesadelos para viver....

    Para ler toda a entrevista, clique aqui: Jornal Corujinha No. 59

    Fontes:
    Diap (Dep. Intersindical de Assessoria Parlamentar)
    - Boletim do Sinsesp e
    Jornal de Idéias da Filosofia Fundamental – Corujinha"

    Como Captar recursos para ONGs com empresas através de campanhas

    Como Captar Recursos para ONGs com a Criação e Desenvolvimento de Campanhas com Empresas Privadas São Paulo, dia 7 de junho, sábado, das 9h às 17h Informações e inscrições ligue (11) 3722-3929 ou acesse www.dearo.com.br - inscrições on-line

    Nesse CURSO INÉDITO, Fernanda Dearo ensina sem medo as estratégias e ferramentas da Captação de Recursos para ONGs e projetos sociais, enfatizando a importância das ações de sustentabilidade operacional de uma ONG, uma das maiores dificuldades do Terceiro Setor Brasileiro, através da CRIAÇÃO e do DESENVOLVIMENTO de campanhas de marketing social e captação de recursos em parceria com EMPRESAS PRIVADAS.



    À quem destinamos esse curso

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