quinta-feira, 10 de março de 2011
Voluntários criam reserva para a preservação de plantas medicinais
Postado por Silvia Costa às 14:24:00 0 comentários
Marcadores: Saúde
sábado, 15 de janeiro de 2011
SOS Rio de Janeiro
A prefeitura tem quatro pontos de arrecadação:
- Igreja Wesleyana, no bairro Vale do Cuiabá
- Igreja de Santa Luzia, na estrada das Arcas, bairro Gentil
- Secretaria de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (Rua Aureliano Coutinho, 81, Centro)
- Centro de Cidadania de Itaipava (Estrada União e Indústria, 11.860)
Telefones para informações:
A empresa Frozen Spa, que produz comida congelada, também recebe alimentos não-perecíveis para preparar refeições que serão fornecidas aos desabrigados.
Para as pessoas que vivem em outros Estados, o município orienta os interessados a procurarem a Cruz Vermelha para encaminhar donativos e também disponibiliza a seguinte conta bancária para doações:
SOS Petrópolis
Banco do Brasil
agencia 0080-9
Conta Corrente 76000-5
Teresopólis
A Defesa Civil municipal também pede doações de gelo, recipientes como bandejas e tabuleiros, termômetros e luvas descartáveis, e recruta voluntários com lanternas e motosserras no bairro Caleme, um dos mais atingidos.
A Secretaria municipal de Saúde solicita que médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e fisioterapeutas se apresentem no Ginásio Pedrão para auxiliar no atendimento às vítimas
Alguns desabrigados estão sendo alojados na Igreja Batista em Barra do Imbuí (Rua Dr. Oliveira, 314), que pede a doação de glicosímetro, fitas para medição de glicose, lancetas, algodão, esparadrapo, álcool, luvas e seringas descartáveis, soro fisiológico, gaze, além de colchonetes, lençóis, toalhas de banho e água.
Conta para contribuições:
Banco do Brasil
Ag. 0741-2
C/C 100000-9
SOS Teresópolis - Donativos
Ponto de arrecadação e abrigo central: Ginásio Pedrão (Rua Ten. Luiz Meirelles, 211, bairro Várzea)
Telefones:
O município orienta pessoas que vivem em outros Estados a procurarem a Defesa Civil mais próxima para fazer doações de produtos para as famílias atingidas.
Nova Friburgo
Três pontos concentram o recolhimento de donativos: Centro de Assistência Social (no centro da cidade), 6° Grupamento do Corpo de Bombeiros (Praça da Bandeira, 1.027, bairro Vila Nova) e Sociedade Esportiva Friburguense (Avenida Doutor Galdino do Valle Filho, 35, Centro).
Dados da conta no Banco do Brasil: agência: 0335-2, c/c:120.000-3.
Polícia Militar
Todos os batalhões da capital e da Região Serrana estão recebendo doações. Veja aqui a lista de endereços.
A PM fluminense diz que, até o momento, as doações são concentradas apenas nos batalhões do Estado do Rio, mas que pessoas de outros Estados podem procurar a Cruz Vermelha para encaminhar donativos.
Cruz Vermelha
Donativos têm que ser entregues pessoalmente, na sede da entidade na Praça da Cruz Vermelha, 1.012, Centro do Rio. O órgão também aceita colaboração para transportar o material até a Região Serrana.
A Rodoviária Novo Rio também montou um posto no piso de embarque inferior, que funciona das 9h às 17h, e a Polícia Rodoviária Federal pôs à disposição dois locais de arrecadação 24 horas, no pedágio da Rodovia Rio-Magé e na BR-101, altura do município de Casimiro de Abreu. Outros dois postos, na Rio-Petrópolis e na Rodovia Presidente Dutra, funcionam das 8h às 17h.
Tel.: (21) 2224-1941
A entidade diz que tem informado por e-mail quais são as unidades mais próximas dos interessados em fazer doações para as vítimas das chuvas no Rio. Para isso, pede que os voluntários entrem em contato por telefone ou pelo e-mail: cruzvermelhariodejaneiro@gmail.com
Viva Rio
Para ajudar, basta levar os mantimentos à sede da ONG (Rua do Russell, 76, Glória) ou fazer depósito na conta do Viva Rio:
Banco do Brasil
Agência 1769-8
C/C 411396-9
CNPJ 00343941/0001-28
A coleta também será feita em 11 estações das Linhas 1 e 2 do Metrô: Carioca, Central, Largo do Machado, Catete, Glória, Ipanema/General Osório, Pavuna, Saens Peña, Botafogo, Nova América/Del Castilho e Siqueira Campos. Poderão ser doados até o dia 11 de fevereiro água, alimentos não perecíveis e material de higiene pessoal.
Tel: (21) 2555-3750 / 2555-3785
Caixa Econômica Federal
A Caixa Econômica Federal informa que foi aberta uma conta corrente para ajudar as vítimas das chuvas no estado do Rio de Janeiro. As doações aos moradores das regiões em estado de emergência podem ser feitas na conta da Defesa Civil do Rio de Janeiro:
Conta Corrente: 2011-0
Agência 0199
operação 006
Itaú Unibanco
O Itaú Unibanco também lançou um programa de mobilização interna e externa para ajudar as vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro.
A partir de amanhã, o banco vai disponibilizar uma conta corrente para direcionar recursos para o Estado por meio de parceria com a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos. Os dados da conta são os seguintes:
Itaú (341)
Agência: 5673
Conta: 00594-7
CNPJ 02932524/0001-46
Favorecido: Fundo Estadual de Assistência Social do Estado do Rio de Janeiro
As doações podem ser feitas pela internet ou pelos caixas eletrônicos.
As agências Itaú do Estado do Rio de Janeiro vão receber roupas, cobertores, agasalhos, calçados, materiais de limpeza e higiene, água e alimentos não perecíveis.
O banco também criou uma campanha interna de mobilização, para incentivar os colaboradores a ajudarem as vítimas das chuvas.
Museu Imperial
O Museu Imperial também recebe doações desde o último dia 13. A instituição mantém um espaço como ponto de coleta, no prédio da Biblioteca do museu (com acesso pelo Bosque do Imperador), e dá a opção aos visitantes de pagarem a entrada com uma doação, diretamente na bilheteria.
O ingresso pode ser trocado, por exemplo, com a doação de, no mínimo, 1,5 litro de água potável. Itens de higiene pessoal, roupas para crianças e adultos, alimentos não-perecíveis, roupas de cama, cobertores, colchonetes e toalhas também são aceitos como pagamento.
Endereço: Rua da Imperatriz, 220, Centro - Petrópolis, RJ
Visitação: de terça a domingo, das 11h às 18h
Preços:
- Adultos: R$ 8,00
- Estudantes, professores e maiores de 60 anos: R$ 4,00
- Menores de 7 anos e maiores de 80: gratuito
- Moradores de Petrópolis às quartas-feiras e último domingo do mês: gratuito
TRT Rio
Os pontos de coleta de doações (materiais de higiene, cobertores, água mineral e alimentos não perecíveis) são:
Fórum Ministro Arnaldo Süssekind (Av. Presidente Antônio Carlos, 251 – Hall);
- Edifício Marquês do Lavradio (Rua do Lavradio, 132 – Hall);
- Fórum Advogado Eugenio Roberto Haddock Lobo (Av. Gomes Freire, 471 – Hall).
Estradas
Todos os postos de pedágio da BR-040 e da RJ-116 estão mobilizados para receber doações.
Pão de Açúcar
Flamengo
A sede da Gávea (Av. Borges de Medeiros, 997) recebe donativos das 10h às 18h
HemoRio
O instituto (que fica na Rua Frei Caneca, 8, Centro do Rio) faz um apelo urgente para suprir o estoque de bolsas de sangue para as vítimas de desabamentos e deslizamentos. Pode doar quem tiver entre 18 e 65 anos, mais de 50 quilos e estiver bem de saúde. Basta levar um documento oficial de identidade com foto à sede do Hemorio, das 7h às 18h. Informações: 0800-282-0708.
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Marcadores: Notícias, Saúde, Utilidade Pública
sábado, 18 de dezembro de 2010
Taxa de mortalidade na infância cai 58% no Brasil
Data: 15/12/2010
As crianças brasileiras estão vivenciando uma nova realidade. Avaliação do Ministério da Saúde mostra que a taxa da mortalidade na infância, entre menores de cinco anos, caiu 58% entre 1990 e 2008. Neste período, o índice reduziu de 53,7 óbitos a cada mil nascidos vivos para 22,8. O país deve antecipar em três anos o cumprimento do quarto Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM) – reduzir a mortalidade na infância para 17,9 óbitos por mil nascidos vivos. O prazo estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para que os países atinjam a meta é 2015, considerando 1990 o ano base para início da série temporal de comparação da tendência de cada um dos ODM. Em 2005, o índice nacional de mortalidade na infância era de 25,2 mortes para cada mil nascidos vivos. Ou seja: naquele ano, o Brasil já acumulava uma queda de 53% em relação ao índice de 1990. Entre 2005 e 2008, essa diminuição ampliou-se em mais cinco pontos percentuais, de acordo com dados do Saúde Brasil 2007.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil está à frente dos 67 países prioritários na corrida pela redução da taxa de mortalidade na infância. Desde 1990, a taxa de mortalidade na infância vem se reduzindo entre 4,7% e 5,2% ao ano. Com o ritmo de redução na taxa observado desde 1990, o Brasil deve alcançar a meta antes de 2015, data limite do ODM.
O Nordeste puxou a queda nacional e conseguiu reduzir em 65% o índice regional de mortalidade na infância, entre 1990 e 2008 – uma redução média de 5,3% ao ano, no período. O foco das ações do país no enfrentamento da mortalidade na infância, no entanto, permanece sobre o Nordeste, que tem índices acima da taxa nacional. No período, a taxa da região caiu de 87,3 por mil nascidos vivos para 32,8.
Para avançar no cumprimento da meta do Brasil, o Ministério da Saúde lançou, em 2008, o Pacto pela Redução da Mortalidade Infantil Nordeste-Amazônia Legal, com investimento inicial previsto de R$ 110 milhões. Os investimentos, desde então, triplicaram e até o momento foram gastos R$ 339 milhões, especialmente para ampliação e qualificação de leitos neonatais, expansão de equipes de Saúde da Família, atendimento do SAMU, vigilância de óbitos infantis, fetais e maternos, qualificação de profissionais em saúde, entre outras ações nos municípios tidos como prioritários no Pacto.
Essas e outras análises e resultados das políticas públicas em Saúde estão reunidos no Saúde Brasil 2009, publicação anual do Ministério da Saúde sobre o perfil da saúde pública no país. Neste ano, o estudo apresenta indicadores do progresso no combate à desnutrição infantil, na redução das principais epidemias, no controle do HIV/AIDS, na queda da mortalidade materna, entre outros temas. “As análises contidas no Saúde Brasil, que está em sua sexta edição, apoiam a tomada de decisão em saúde e o controle social por parte da comunidade sobre os problemas de saúde mais relevantes”, explica o diretor do Departamento de Análise de Situação de Saúde, da Secretaria de Vigilância em Saúde, Otaliba Libânio Neto.
Mortalidade Infantil – Segundo o levantamento do Ministério da Saúde, de 1990 para 2008, registrou-se também redução na morte de recém-nascidos. Houve queda de 75% na taxa de mortalidade pós-neonatal (óbitos ocorridos entre os primeiros 28 e 364 dias de vida), de 24 para 6 óbitos por mil nascidos vivos. É um reflexo da melhoria do estado nutricional das crianças brasileiras, que reduz a vulnerabilidade às doenças diarreicas agudas e infecções respiratórias agudas, mais comuns na infância. Além disso, o estudo mostra que caiu 43% a taxa de mortalidade neonatal precoce (bebês até 6 dias de vida), passando de 17,7 para 10 óbitos por mil nascidos vivos, entre 1990 e 2008. No período, também houve queda, de 44%, na taxa de mortalidade neonatal tardia (bebês de 7 a 28 dias de vida), passando de 5,4 para 3 óbitos por mil nascidos vivos.
Doenças Infecciosas – No período analisado, a mortalidade de crianças por doenças infecciosas caiu mais de 60%. Responsável por 14,6% dos óbitos em 1990, hoje é a causa de 5,3% das mortes de crianças. Houve quedas importantes dos óbitos de crianças por doenças infecciosas intestinais e pneumonias nos últimos anos, resultado das ações de controle das doenças diarréicas e das infecções respiratórias agudas, realizadas em todo o país. A redução se deve, em grande parte, à urbanização, à melhoria nas condições de saneamento e ao aumento dos anos de estudo das mães. Deve-se, também, à expansão e melhoria da qualidade da atenção primária, por meio da ampliação da Estratégia Saúde da Família (ESF) e das ações de imunização e de vigilância sanitária e epidemiológica.
Outros ODM – A abordagem do “Saúde Brasil 2009” também contribui para avaliar as ações do país com o objetivo de atingir outras metas de saúde dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. O Brasil já cumpriu, em 2009, a meta de combate à malária, cujo combate faz parte do sexto ODM, juntamente com o enfrentamento do HIV/aids e outras doenças (tuberculose e hanseníase). Os números mostram que, de 1989 a 2009, as mortes por malária caíram de 1.168 para 58. As internações também diminuíram expressivamente, de 55,3 mil, em 1992, para 4,4 mil, em 2009.
O resultado se explica pela ampliação da rede laboratorial e do acesso a medicamentos para tratar a doença. As duas medidas colaboram diretamente para que o diagnóstico e o tratamento da malária sejam precoces, o que é fundamental para a cura dos pacientes. Entre 1989 e 2008, a rede laboratorial aumentou de 420 para 3,3 mil unidades. Nos últimos dois anos, cerca de 60% dos casos na área endêmica iniciaram tratamento dentro de 48h após o início dos sintomas.
Já a taxa de infecção de HIV/aids tem se mantido estável no Brasil, desde o ano 2000, em 0,6% da população entre 15 a 49 anos. Atualmente, estima-se em 630 mil o número de infectados pelo HIV – 70% menos do que a ONU previa para o país no ano 2000 (cerca de 2 milhões de portadores). Hoje, o Brasil oferece tratamento gratuito a 200 mil pacientes diagnosticados com aids.
Outra boa notícia é que a população tem adquirido maior consciência sobre a doença e formas de prevenção. Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas da População Brasileira de 15 a 64 anos de idade, realizada em 2008, comprova que os brasileiros têm elevado conhecimento sobre as formas de infecção pelo HIV e de prevenção à Aids. Segundo a pesquisa, 97% das pessoas sabem que o uso de preservativo é a melhor maneira de evitar a infecção.
Atendimento à Imprensa
(61) 3315 3580 e 3315 2351
Ministério da Saúde
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Marcadores: Saúde
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Obesidade atinge seis milhões de jovens brasileiros'
Vera Lúcia Perino Barbosa é especialista em nutrição materno-infantil pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo [UNIFESP/EPM], mestre em Ciência na Saúde pela mesma universidade e autora do livro Obesidade na Infância e na Adolescência - Exercício, Nutrição e Psicologia. Vera Lúcia é também idealizadora e presidente do Instituto Movere, criado em 2004 com o objetivo de prevenir e tratar crianças e adolescentes de baixa-renda, de 6 a 17 anos, com obesidade ou sobrepeso.
De acordo com pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, em abril de 2009 (veja enlaces ao final desta entrevista), 43,3% dos brasileiros adultos estão com excesso de peso. Desses, 13% são obesos. Os dados são referentes a 2008 e revelam o crescimento da obesidade no Brasil. Em 2007, o índice era de 12,9% e, em 2006, 11,4%.
A obesidade atinge seis milhões de crianças e jovens brasileiros. Para Vera Lúcia é preciso encarar a obesidade como um problema grave de saúde pública que exige um trabalho estratégico elaborado por instituições públicas, escolas, profissionais de saúde e sociedade.
Nesta entrevista, a especialista explica o trabalho do instituto, fala sobre causas e conseqüências da obesidade e destaca a importância do envolvimento familiar no tratamento da obesidade infantil. "Para ajudar seu filho a vencer o desafio do controle de peso, busque orientação e apoio, mas além disso, seja um modelo positivo nas suas atitudes, nos seus hábitos alimentares e nas suas atividades físicas."
por Viviane Gomes
Rets - Qual foi a motivação para se criar uma entidade que atua na prevenção e no combate à obesidade infantil?
Vera Lúcia Perino Barbosa - Certamente, foi contribuir para melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes com obesidade. Quando fiz minha especialização na UNIFESP atuei no ambulatório, trabalhando como agente estimulador, orientando os pacientes obesos a vivenciarem atividades motoras - até então desprezadas - e criando oportunidades de adoção de um novo modo de vida para eles. Lá, percebi que crianças e adolescentes com sobrepeso enfrentam sérias conseqüências orgânicas, sociais e emocionais. Já no instituto, tenho a felicidade de ver o progresso das crianças que fazem parte desse projeto. Todos aqui se emocionam quando recebemos relatos que contam como essas crianças conseguiram melhorar seu relacionamento na escola, na família e na vizinhança. Saber que o instituto contribuiu para a melhora da saúde física e mental delas é o que nos motivou e nos motiva a continuar esse trabalho.
Rets - Qual é a importância do tratamento da obesidade infantil?
Vera Lúcia Perino Barbosa - Atualmente em todo o mundo, mais de dois milhões de mortes estão associadas à inatividade física e à obesidade - uma vez que esses dois fatores contribuem com a incidência de doenças crônicas não-transmissíveis [DCNTs], tais como doenças cardiovasculares, cânceres e diabetes. Só essas doenças contribuem com quase 60% dessas mortes e a previsão é que em 2020 o índice suba para 73%.
No Brasil, nos últimos 30 anos, observamos o rápido aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade. Dados do IBGE de 2004 mostram que nesse período o número de adolescentes do sexo masculino acima do peso subiu de 4% para 18% e, em adolescentes do sexo feminino, subiu de 7,5% para 15,5%. Hoje, a obesidade atinge seis milhões de jovens brasileiros.
Rets - É extremamente preocupante.
Vera Lúcia Perino Barbosa - É sim. Esse aumento da prevalência de obesidade e sobrepeso na infância é preocupante porque crianças obesas apresentam maiores riscos de se tornarem adultos obesos, além de sofrerem com diversas condições mórbidas associadas, tais como: aumento da pressão arterial, doenças cardiovasculares, alterações ortopédicas e de mobilidade.
Rets - Mas o que causa a obesidade?
Vera Lúcia Perino Barbosa - Vários fatores são importantes na origem do acúmulo excessivo de gordura corporal. Basicamente, podemos separar em dois grandes grupos: internos (genéticos, fisiológicos e metabólicos) e externos (alimentares, psicológicos e os relacionados à prática de atividade física).
Rets - Você poderia explicar melhor esses fatores?
Vera Lúcia Perino Barbosa - Claro. Os genéticos se apresentam quando a criança possui uma predisposição genética à obesidade. Se numa família, os pais ou parentes apresentam obesidade, a chance da criança nascer com tendência a ser obesa é maior. Quando o peso dos pais é normal, há 7% de probabilidade dos filhos apresentarem obesidade; quando um dos pais é obeso, 40%; e quando ambos forem obesos é de 80%.
Nos aspectos fisiológicos, temos o hipotireoidismo (quando a tireóide produz pouco hormônio e faz com que o corpo funcione lentamente e a conseqüência disso pode ser o sobrepeso) e a baixa produção do hormônio HGH (produzido pela hipófise, glândula localizada na base do cérebro; a baixa produção desse hormônio causa acúmulo de gordura no tronco e na barriga).
Já os metabólicos estão relacionados à forma como o organismo de cada pessoa funciona. Por exemplo: há crianças que possuem um metabolismo que facilita o aumento de peso mesmo que ela coma pouco, e há outras que comem muito e não ganham peso. É importante lembrar que quando falamos de metabolismo, estamos nos referindo ao gasto energético, ou seja, à energia gasta pelo organismo para realizar todo tipo de atividade. Esse gasto é composto por: metabolismo basal, termogênese e atividade física. Desses componentes, o único que pode ser modificado é a atividade física. Assim, o objetivo aqui é aumentar o gasto energético.
Rets - Mas não são apenas esses fatores que influenciam na obesidade, certo?
Vera Lúcia Perino Barbosa - Certo. É fato que os fatores internos incidem seriamente na ocorrência da obesidade, mas estudos comprovam que mudanças nos padrões nutricionais e comportamentais relacionados a mudanças demográficas, socioeconômicas e epidemiológicas, ao longo do tempo, estão refletindo na redução progressiva da desnutrição e no aumento da obesidade.
Rets - Esses são os fatores externos?
Vera Lúcia Perino Barbosa - Sim. Nos alimentares, os tipos de alimentos, a forma de preparo, as preferências alimentares e a quantidade ingerida incidem no excesso de peso. Nos psicológicos, problemas emocionais podem levar a criança ou o adolescente a comer mais, usando o alimento como mecanismo de compensação ou defesa. Sobre atividade física, o estilo de vida sedentário leva à diminuição do gasto energético e como resultado temos o acúmulo de gordura corporal.
Rets - Com tantos aspectos a serem analisados, como a criança começa suas atividades no Instituto Movere?
Vera Lúcia Perino Barbosa - As crianças e os adolescentes chegam ao instituto por vários caminhos. Elas podem ser encaminhadas pelo conselho tutelar, por assistentes sociais, postos de saúde, escolas, hospitais etc. Há também casos de pais que não chegam de um encaminhamento, mas ligam para o instituto e marcam uma entrevista. Nessa entrevista, uma equipe multidisciplinar faz uma triagem e encaminha as crianças e os adolescentes para a Santa Casa para fazer os exames médicos. Depois, essa equipe - composta por profissionais de nutrição, psicologia e educação física - inicia, de fato, as atividades da criança no instituto.
Rets - Que atividades são oferecidas?
Vera Lúcia Perino Barbosa - A equipe constrói um programa de atividades, que respeita as características psicofísicas da criança, e um programa de exercícios, composto por práticas aeróbicas, exercícios resistidos, alongamentos e atividades lúdicas. Definimos a orientação nutricional, que envolve até aulas teóricas e práticas na cozinha experimental e, fechando o ciclo, são realizadas dinâmicas de grupo com uma psicóloga, uma vez por semana. Vale destacar que os pais também são atendidos pelo programa.
Rets - E quais são os resultados obtidos?
Vera Lúcia Perino Barbosa - Com essas atividades, em curto tempo, já observamos melhoras importantes nos riscos para a saúde dessas crianças e adolescentes. Percebemos melhoras nas taxas de colesterol, hipertensão, na composição corporal (com diminuição de gordura e aumento da massa magra), além de mudanças significativas no padrão de qualidade da alimentação tanto das crianças quanto de seus familiares e principalmente melhora da auto-estima.
Rets - Quais são os principais programas do instituto?
Vera Lúcia Perino Barbosa - O projeto Qualidade de Vida (Prevenção de Comorbidades e Melhoria da Qualidade de Vida em Crianças e Adolescentes Obesos de Baixa Renda) é o nosso carro-chefe. Ele vem sendo realizado há cinco anos, atendendo diretamente 220 crianças e adolescentes e suas famílias. Outro projeto importante é o Capacitação, voltado para a formação de profissionais da área de saúde e educação Estes profissionais são sensibilizados a mobilizar e conscientizar a comunidade sobre a importância da prevenção e do tratamento da obesidade infanto-juvenil por meio de diagnóstico precoce e com informações sobre as conseqüências da obesidade na saúde e na expectativa de vida das crianças.
Temos também o projeto Personagens, que foi idealizado para facilitar a compreensão dos recursos disponíveis na elaboração de uma dieta saudável. Os bonecos Moverita e Moverito são feitos de pano e trazem uma pirâmide nutricional impressa nas costas - o que facilita a escolha dos alimentos que vão compor a dieta da criança.
Rets - Sabemos que há outros projetos previstos para serem realizados este ano. Você pode falar sobre eles?
Vera Lúcia Perino Barbosa - Claro. Conseguimos uma parceria com a Berkeley University, da Califórnia, que nos cedeu os direitos de reprodução de uma cartilha educativa, desenvolvida pela Dra. Joanne Ikeda, voltada para orientação dos pais sobre a obesidade. Contamos com o trabalho voluntário de diversos profissionais para traduzir, diagramar e ilustrar o material. Agora estamos buscando patrocínio para a impressão dessas cartilhas.
Numa outra ponta, queremos reaplicar o projeto em comunidades de baixa renda e fazer mais campanhas de alerta contra a obesidade infantil. Primeiramente, pensamos em atingir a Zona Leste de São Paulo, por se tratar de uma região com bolsões de pobreza e com grande vulnerabilidade social, ampliando o acesso aos programas já consolidados a todas as pessoas que, direta ou indiretamente, possam vir a ser beneficiados.
Com a campanha "Obesidade infantil é um peso que se leva para toda a vida", queremos sensibilizar as pessoas sobre os riscos inerentes a esta doença e mostrar como ela pode marcar uma pessoa desde a infância até a vida adulta. Essa campanha foi desenvolvida porque no dia a dia do instituto o que vemos são pais totalmente desinformados sobre a obesidade infantil, sem saber lidar com crianças que não querem ir para a escola devido ao excesso de peso, sem entender crianças com depressão, com baixa auto-estima e com problemas de saúde. Então, organizamos a campanha - elaborada e discutida exaustivamente com toda nossa equipe, com pais e profissionais de saúde e comunicação - totalmente voltada para os pais e cuidadores das crianças, destacando seu papel na criação da criança e do adolescente com obesidade ou sobrepeso.
Rets - Além disso, o que se pode fazer para reverter esse panorama do crescimento das taxas de obesidade?
Vera Lúcia Perino Barbosa - Antes de tudo, é preciso saber que a obesidade é um problema grave de saúde pública e que exige urgentemente um trabalho realmente estratégico, com ações pensadas pelo poder público, escolas, profissionais de saúde e sociedade.
Quero acrescentar que crianças e famílias lidam com essa situação de formas diferentes: algumas fazem dela o foco de sua vida familiar e outras fingem que o problema não existe. Mas há duas verdades básicas para todas as famílias. Em primeiro lugar, os pais influenciam constantemente o relacionamento de seus filhos com os alimentos, com atividades físicas e com eles próprios. Em segundo lugar, o controle de peso é um problema familiar, que exige uma solução familiar. Para ajudar seu filho a vencer o desafio do controle de peso, busque orientação e apoio, mas além disso, seja um modelo positivo nas suas atitudes, nos seus hábitos alimentares e nas suas atividades físicas.
Para mais informações:
Instituto Movere
Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, Vigitel 2008.
Fonte: http://www.rets.org.br/
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Marcadores: Saúde
terça-feira, 22 de junho de 2010
Quase 50% dos brasileiros estão acima do peso
Agência Brasil
Publicação: 21/06/2010 15:28
Atualização: 21/06/2010 15:50
Problema está relacionada a fatores genéticos, sedentarismo e alimentação inadequada.
Brasília - O excesso de peso e a obesidade cresceram entre os brasileiros nos últimos quatro anos. De 2006 a 2009 a proporção de pessoas acima do peso subiu de 42,7% para 46,6% e o percentual de obesos cresceu de 11,4% para 13,9% no mesmo período. A prevalência de sobrepeso é maior entre os homens: 51% contra 42,3% nas mulheres.
Os dados fazem parte da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), lançada hoje (21).
A ocorrência do problema está relacionada a fatores genéticos, mas há uma influência significativa do sedentarismo e de padrões alimentares inadequados no decorrer da vida.
No sexo masculino, a situação é mais comum a partir dos 35 anos, mas chega a 59,6% em homens entre 55 e 64 anos. Na população feminina, o índice mais que dobra na faixa etária dos 45 aos 54 anos (52,9%) em relação a 18-24 anos (24,9%).
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Já a prevalência da obesidade entre homens quase triplica do grupo etário de 18 a 24 anos (7,7%) para o de 55 a 64 anos (19,9%). Entre as mulheres mais jovens, na faixa etária de 18 a 24 anos, o índice é de 6,22%, menor que o masculino nessa mesma etapa. Já nas mulheres entre 55 a 64 anos o percentual supera o masculino, ficando em 21,3%.
Para a coordenadora de Vigilância de Agravos e Doenças Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta, o expressivo crescimento no número de pessoas com sobrepeso e obesas, em um curto período, é uma tendência mundial. “O Brasil não está isolado nessas estimativas. É mais um reflexo da queda no consumo de alimentos saudáveis e a substituição deles por produtos industrializados e refeições pré-prontas”, comenta.
De acordo com a Vigitel 2009, 24,4% da população brasileira foi diagnosticada com hipertensão arterial e 5,8% afirma sofrer de diabetes. O consumo excessivo de sal e gordura é apontado como fator de risco para a pressão alta, enquanto a incidência de diabetes pode estar relacionada à ingestão de grande quantidade de açúcar, massas e alimentos calóricos.
Postado por Silvia Costa às 14:06:00 0 comentários
sábado, 28 de novembro de 2009
Dia Mundial de Combate AIDS - 1º de Dezembro
O Dia Mundial de Combate AIDS foi instituído em 1988, uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dos movimentos sociais de luta contra AIDS para mobilizar as pessoas no mundo todo na luta contra o HIV/AIDS. Esta data entrou na agenda do movimento LGBT que atua diariamente contra o estigma e o preconceito da doença e para exigir políticas públicas de enfrentamento a epidemia. Por mais que tenhamos grandes avanços e conquistas para reverter o quadro da epidemia de HIV e AIDS entre gays e travestis no país, ainda não é hora de festejar. A situação de gays e travestis é preocupante.
A homofobia é um elemento estruturante da vulnerabilidade. Segundo os estudos, o risco relativo à infecção pelo HIV: probabilidade de estar infectado entre os gays e outros HSH é 11 vezes maior que entre os homens heterossexuais*. Risco Relativo para AIDS - a probabilidade de desenvolver a doença entre gays e outros HSH é pelo menos 18 vezes maior que entre homens heterossexuais**. Mas infelizmente estes dados não têm sensibilizados os gestores públicos, pois os investimentos para as políticas públicas de prevenção ao HIV para população de gays e travestis não tem aumento na mesma proporção do risco relativo para AIDS.
Em 2008, foi lançada o Plano Nacional de Enfretamento a Epidemia de AIDS e outras DST entre Gays, Travestis e outros HSH, com o objetivo enfrentar a epidemia de AIDS e DST entre gays, outros HSH e travestis, por meio da redução de vulnerabilidades, estabelecendo respostas em prevenção, promoção e atenção integral a saúde. O Estado de Minas Gerais é um dos mais atrasados na elaboração e execução do Plano. Como se isso não bastasse, os representantes da Coordenação Estadual de DST-AIDS são trocados constantemente no que resulta numa fragilidade e retrocesso das ações e das políticas de enfrentamento constituídas no estado mineiro
Neste sentido, é preciso que o conjunto da militância LGBT e de luta contra AIDS assuma o seu papel histórico de controle social, mobilizar e pressionar o poder público para que se implemente políticas públicas consistentes de enfrentamento a epidemia de HIV/AIDS e outras DST para Gays, Travestis e a população em geral.
Ato Público – 1º de dezembro e Dia de Luta
Local: Praça Sete, às 16h.
Data: 1/12/2009
Belo Horizonte – MG
(* Scwarcwald e Aristides Barbosa Junior, 1999)
(** Risco relativo para AIDS dos homossexuais masculinos no Brasil, Beloqui J, Cadernos Pela Vida, 2006.)
Contato:
Carlos Magno: 8817-1170
Paulo Cezar: 8761-4750
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Marcadores: Saúde
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
14 de novembro: Dia Internacional do Diabético
A cada cinco segundos, uma pessoa descobre que tem diabetes, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes. A doença atinge mais de 246 milhões de pessoas no mundo e a estimativa da Organização Mundial da Saúde para o ano de 2025 é de 380 milhões. O diabetes é tratado como epidemia nos EUA e na Europa. No Brasil, cerca de sete milhões de pessoas, acima de 18 anos, têm a doença.
Diante desses números e projeções, a doença é considera um problema de saúde pública mundial. Por reforçar o alerta mundial sobre a doença 14 de novembro foi proclamado ‘Dia Internacional do Diabético’, data para orientar e chamar a atenção da população para essa enfermidade que, na maioria das vezes, é silenciosa.
De acordo com a endocrinologista, Soraya Hissa de Carvalho, o diabetes é uma doença crônica, que se caracteriza pelo aumento dos níveis de açúcar (glicose) no sangue e pela incapacidade do organismo em transformar toda a glicose proveniente dos alimentos.
Os sintomas do diabetes nas crianças e nos jovens são muito nítidos. Nos adultos, a doença não se manifesta tão claramente, sobretudo no início, motivo pelo qual pode passar despercebida durante alguns anos. Estes sintomas muitas vezes ainda podem ser vagos, como formigamento nos pés ou cansaço. “A realização do exame é recomendada para todos que estejam com o peso acima do ideal e com pelo menos mais um fator de risco para a doença”, afirma a médica.
Soraya explica que nos adultos a doença geralmente é do tipo ‘2’ e se manifesta em sintomas, como: urinar em grande quantidade e muitas vezes; sede constante e intensa; fome constante e difícil de saciar; fadiga e visão turva.
Já nas crianças e jovens, o diabetes é quase sempre do tipo ‘1’. Os sintomas são: emagrecer rapidamente; grande fadiga associada a dores musculares intensas; comer muito sem nada aproveitar; dores de cabeça, náuseas e vômitos.
Tipos da doença
Diabetes Tipo ‘2’ – Mais freqüente esse tipo atinge cerca de 90% dos casos, sendo a grande maioria diagnosticada nos adultos. Segundo Soraya, o pâncreas produz insulina, mas as células do organismo oferecem resistência à ação da mesma. O pâncreas vê-se, assim, obrigado a trabalhar cada vez mais, até que a insulina produzida se torna insuficiente e o organismo tem cada vez mais dificuldade em absorver o açúcar proveniente dos alimentos.
Diabetes Tipo ‘1’ – Mais rara, é diagnosticada com maior freqüência em crianças e jovens. Ao contrário do tipo ‘2’, que está relacionado com hábitos de vida ou de alimentação errados, esse tipo se manifesta pela falta de insulina. O pâncreas produz insulina em quantidade insuficiente, ou em qualidade deficiente, ou ambas as situações. Como resultado, as células do organismo não conseguem absorver, do sangue, o açúcar necessário, ainda que o seu nível se mantenha elevado e seja expelido para a urina.
Diabetes Gestacional - Surge durante a gravidez e desaparece, habitualmente, quando concluído o período de gestação. “No entanto, é fundamental que as grávidas diabéticas tomem medidas de precaução para evitar que a diabetes do tipo ‘2’ se instale mais tarde em seu organismo”, alerta a médica.
Controle
A prática moderada de atividades físicas é fundamental para os portadores do diabetes, pois contribui para o bom funcionamento dos órgãos. A endocrinologista orienta que o portador da doença deve ser acompanhado por um médico e se submeter a exames de sangue periodicamente, como forma de controlar seu nível glicêmico. “Com base nos resultados, o médico fará a prescrição individualizada de medicamentos e de alimentação, de acordo com cada caso”, explica.
Fonte para entrevistas: Médica e psicanalista Soraya Hissa de Carvalho.
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Marcadores: Saúde, Utilidade Pública
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Mafias farmacéuticas
Ignacio Ramonet
Le Monde Diplomatique
Muy pocos medios de comunicación lo han comentado. La opinión pública no ha sido alertada. Y sin embargo, las preocupantes conclusiones del Informe final (1), publicado por la Comisión Europea el pasado 8 de julio, sobre los abusos en materia de competencia en el sector farmacéutico merecen ser conocidas por los ciudadanos y ampliamente difundidas.
¿Qué dice ese informe? En síntesis: que, en el comercio de los medicamentos, la competencia no está funcionando, y que los grandes grupos farmacéuticos recurren a toda suerte de juegos sucios para impedir la llegada al mercado de medicinas más eficaces y sobre todo para descalificar los medicamentos genéricos mucho más baratos. Consecuencia: el retraso del acceso del consumidor a los genéricos se traduce en importantes pérdidas financieras no sólo para los propios pacientes sino para la Seguridad Social a cargo del Estado (o sea de los contribuyentes). Esto, además, ofrece argumentos a los defensores de la privatización de los Sistemas Públicos de Salud, acusados de ser fosos de déficits en el presupuesto de los Estados.
Los genéricos son medicamentos idénticos, en cuanto a principios activos, dosificación, forma farmacéutica, seguridad y eficacia, a los medicamentos originales producidos en exclusividad por los grandes monopolios farmacéuticos. El periodo de exclusividad, que se inicia desde el momento en que el producto es puesto a la venta, vence a los diez años; pero la protección de la patente del fármaco original dura veinte años. Entonces es cuando otros fabricantes tienen derecho a producir los genéricos que cuestan un 40% más baratos. La Organización Mundial de la Salud (OMS) y la mayoría de los Gobiernos recomiendan el uso de genéricos porque, por su menor coste, favorecen el acceso equitativo a la salud de las poblaciones expuestas a enfermedades evitables (2).
El objetivo de las grandes marcas farmacéuticas consiste, por consiguiente, en retrasar por todos los medios posibles la fecha de vencimiento del periodo de protección de la patente; y se las arreglan para patentar añadidos superfluos del producto (un polimorfo, una forma cristalina, etc.) y extender así, artificialmente, la duración de su control del medicamento. El mercado mundial de los medicamentos representa unos 700.000 millones de euros (3); y una docena de empresas gigantes, entre ellas las llamadas ” Big Pharma ” -Bayer, GlaxoSmithKline (GSK), Merck, Novartis, Pfizer, Roche, Sanofi-Aventis-, controlan la mitad de ese mercado. Sus beneficios son superiores a los obtenidos por los poderosos grupos del complejo militar-industrial. Por cada euro invertido en la fabricación de un medicamento de marca, los monopolios ganan mil en el mercado (4). Y tres de esas firmas, GSK, Novartis y Sanofi, se disponen a ganar miles de millones de euros más en los próximos meses gracias a las ventas masivas de la vacuna contra el virus A(H1N1) de la nueva gripe (5).
Esas gigantescas masas de dinero otorgan a las ” Big Pharma ” una potencia financiera absolutamente colosal. Que usan en particular para arruinar, mediante múltiples juicios millonarios ante los tribunales, a los modestos fabricantes de genéricos. Sus innumerables lobbies hostigan también permanentemente a la Oficina Europea de Patentes (OEP), cuya sede se halla en Múnich, para retrasar la concesión de autorizaciones de entrada en el mercado a los genéricos. Asimismo lanzan campañas engañosas sobre estos fármacos bioequivalentes y asustan a los pacientes. El resultado es que, según el reciente Informe publicado por la Comisión Europea, los ciudadanos han tenido que esperar, por término medio, siete meses más de lo normal para acceder a los genéricos, lo cual se ha traducido en los últimos cinco años en un sobregasto innecesario de cerca de 3.000 millones de euros para los consumidores y en un 20% de aumento para los Sistemas Públicos de Salud.
La ofensiva de los monopolios farmacéutico-industriales no tiene fronteras. También estarían implicados en el reciente golpe de Estado contra el presidente Manuel Zelaya en Honduras, país que importa todas sus medicinas, producidas fundamentalmente por las ” Big Pharma “. Desde que Honduras ingresó en el ALBA (Alianza Bolivariana de los Pueblos de América), en agosto de 2008, Manuel Zelaya negociaba un acuerdo comercial con La Habana para importar genéricos cubanos, con el propósito de reducir los gastos de funcionamiento de los hospitales públicos hondureños. Además, en la Cumbre del 24 de junio pasado, los Presidentes del ALBA se comprometieron a “revisar la doctrina sobre la propiedad industrial”, o sea, la intangibilidad de las patentes en materia de medicamentos. Estos dos proyectos, que amenazaban directamente sus intereses, impulsaron a los grupos farmacéuticos transnacionales a apoyar con fuerza el movimiento golpista que derrocaría a Zelaya el 28 de junio último (6).
Asimismo, Barack Obama, deseoso de reformar el sistema de salud de Estados Unidos que deja sin cobertura médica a 47 millones de ciudadanos, está afrontando las iras del complejo farmacéutico-industrial. Aquí, las sumas en juego son gigantescas (los gastos de salud representan el equivalente del 18% del PIB) y las controla un vigoroso lobby de intereses privados que reúne, además de las ” Big Pharma “, a las grandes compañías de seguros y a todo el sector de las clínicas y de los hospitales privados. Ninguno de estos actores quiere perder sus opulentos privilegios. Por eso, apoyándose en los grandes medios de comunicación más conservadores y en el Partido Republicano, están gastando decenas de millones de dólares en campañas de desinformación y de calumnias contra la necesaria reforma del sistema de salud.
Es una batalla crucial. Y sería dramático que las mafias farmacéuticas la ganasen. Porque redoblarían entonces los esfuerzos para atacar, en Europa y en el resto del mundo, el despliegue de los medicamentos genéricos y la esperanza de unos sistemas de salud menos costosos y más solidarios.
Notas:
(1) http://ec.europa.eu/comm/competition/sectors/pharmaceuticals/inquiry/index.html
(2) El 90% de los gastos de la gran industria farmacéutica para el desarrollo de nuevos fármacos está destinado a enfermedades que sólo padece el 10% de la población mundial.
(3) Intercontinental Marketing Services (IMS) Health, 19 de marzo de 2009.
(4) Carlos Machado, “La mafia farmacéutica. Peor el remedio que la enfermedad”, 5 de marzo de 2007 (www.ecoportal.net/content/view/full/67184).
(5) Léase, Ignacio Ramonet, “Los culpables de la gripe porcina”, Le Monde diplomatique en español , junio de 2009.
(6) Observatorio Social Centroamericano, 29 de junio de 2009.
http://www.cubadebate.cu/opinion/2009/09/01/mafias-farmaceuticas/
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Alternativa rápida para a cura do câncer de pele
Terapia Fotodinâmica pode ser alternativa rápida para a cura
Cerca de 115 mil novos casos de câncer de pele não melanoma devem surgir no Brasil até o final deste ano, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Indivíduos que trabalham com exposição direta ao sol são mais vulneráveis a esse tipo de câncer, mais comum em adultos, com picos de incidência por volta dos 40 anos. Porém, com a constante exposição de jovens aos raios solares, a média de idade dos pacientes vem diminuindo.
Apesar das altas taxas de incidência, o câncer de pele não melanoma apresenta altos índices de cura e já pode ser combatido sem a necessidade de cirurgia. Através da terapia fotodinâmica, os pacientes têm a possibilidade de se recuperar em, no máximo, dez dias. O método consiste na aplicação de um creme à base de ácido aminolevulínico. “Exposta à uma fonte de luz, a camada de creme provoca uma série de reações químicas que causam a morte das células cancerosas”, destaca a dermatologista Patrícia Ávila, da Lux Clínica.
Segundo a médica, trata-se de um tratamento bastante eficaz. “Além de ser simples e seguro, é indolor. Por isso, o uso da terapia fotodinâmica vem crescendo muito no Brasil”. A recuperação dura de sete a dez dias - tempo necessário para desaparecer a vermelhidão e o inchaço.
A paciente Maria Aparecida Pinto, de 65 anos, passou pelo tratamento há cerca de um mês, na Lux Clínica. Sua principal preocupação eram as manchas escuras no rosto. “Além de prejudicarem minha aparência, tive medo que fosse algo mais sério, como um câncer de pele”, relata. Através da terapia fotodinâmica não só as manchas desapareceram, como a incerteza também. “Descobrimos que não era nada grave e minha pele está ótima”, comemora a funcionária pública.
Rejuvenescimento
A mesma fonte de luz utilizada para a terapia fotodinâmica pode ser usada no rejuvenescimento de mulheres com mais de 40 anos e que se expuseram ao sol sem as devidas medidas preventivas. “Nesses casos, a coloração da pele já apresenta alterações como flacidez, rugas e sulcos acentuados. O procedimento irá atuar nas fibras elásticas e colágenas, melhorando o tônus, além de mapear e tratar as lesões pré-malignas provocadas pela radiação solar”, explica.
No entanto, Dra. Patrícia Ávila alerta que o cuidado com a pele á fundamental. “Evitar exposição excessiva ao sol e usar filtro solar todos os dias são formas de prevenir o envelhecimento e, consequentemente, problemas como o câncer”.
Informações para Imprensa:
Hipertexto Consultoria e Assessoria de Imprensa
Tel: 31.3227.4566 / 3223.5137 / 9404.0102 / 9404.0123
Jornalista responsável: Cilene Impelizieri
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domingo, 2 de agosto de 2009
Estudantes de Medicina em Cuba realizam vivência de Saúde em Betim
Betim recebe dezessete estudantes brasileiros de medicina, que se formarão Cuba para atuarem no país.
Desde o dia 01 (primeiro) de agosto está em curso na cidade uma vivência em saúde que se concluirá no dia 08 (oito) próximo sábado.
Nos dois primeiros dias: (01) sábado e (02) domingo, os estudantes participaram da X Conferência Municipal de Saúde e I Conferência Municipal de Saúde Ambiental , que teve como tema: Reconstruindo O SUS Betim Com Participação Popular.
Além de participar de palestras e votações das propostas na conferência, os estudantes contaram com uma aula especial da professora Terezinha Assis, que fez uma explanação sobre a origem da cidade o desenvolvimento e ocupação das Regiões Terezópólis e Citrolândia, regiões que receberão atividades na programação ao longo da semana.
As principais atividades previstas para a semana são: visitas domiciliares, visitas a unidades de Saúde a Escolas, palestras sobre temas de prevenção à sáude com grupos específicos, oficinas, intercâmbio com servidores da saúde dos dois turnos das Unidades e centros especializados da Região do Terezópolis.
Os estudantes participarão de reunião com o conselho Municipal de Saúde, farão visitas a Região Citrolândia, onde terão a oportunidade de conhecer o Bairro Colônia Santa Izabel, concederão entrevista à Rádio Trincheira e desenvolverão debate com a comunidade sobre cuba.
Com o objetivo de ampliar os seus conhecimentos sobre o Sistema Único de Saúde no Brasil, os estudantes receberão uma palestra de Conceição Rezende, Secretária Municipal de Saúde e de um representante da Secretaria Estadual de Saúde que abordará sobre a Política e o Plano de Saúde do Estado de Minas Gerais.
Está previsto ainda para o dia (06) quinta-feira às 19h00 uma audiência pública na Câmara Municipal, com toda a comunidade Betinense que terá como tema: "O Sistema Organizacional da Sociedade Cubana e o Olhar dos estudantes Brasileiros Sobre a Ilha".
Será realizada no dia (07) sexta -feira às 20h00 uma audiência com a Sra. Maria do Carmo Lara Perpétuo, Prefeita Municipal, que ovirá dos estudantes suas observações acerca da vivência e ação em saúde e receberá das mãos dos mesmos um relatório preliminar das atividas realizadas.
Fonte para entrevistas:
Wellington Guimarães
Augusto Cézar
Noranei Araújo
João Almeida
Nos seguintes telefones:
31 92950019
31 98119499
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quinta-feira, 23 de julho de 2009
A alimentação como aliada no tratamento da TPM
Tensão. Não há palavra melhor que defina ‘aquele’ período que quase todas as mulheres enfrentam mensalmente. A desordem disfórica pré-menstrual, carinhosamente chamada de TPM, atinge aproximadamente 75% das mulheres. E, na maioria dos casos, pode transformar o período que antecede à menstruação em um verdadeiro suplício feminino.
Além dos mais de 150 sintomas, a TPM também pode interferir negativamente no comportamento feminino, afetando os relacionamentos pessoais, afetivos e profissionais. Em alguns casos, a interferência no humor é tão severa que pode ser relacionada a altas taxas de suicídio, faltas ao trabalho ou às aulas e, até mesmo, a crimes envolvendo mulheres. Mas o que fazer para amenizar esses sintomas?
Segundo a médica e endocrinologista, Soraya Hissa de Carvalho, embora não seja considerada doença e desapareça com a menstruação, a TPM causa desconforto e precisa ser tratada. A alimentação correta pode ajudar a amenizar alguns sintomas. “Grande parte dos sintomas da TPM tem alguma relação com nutrientes da nossa alimentação, ou que estão sendo ingeridos em excesso ou escassez”, afirma.
Para exemplificar, Soraya explica que a baixa de cálcio e vitaminas B6 no organismo, dez dias antes da menstruação, pode causar nervosismo, irritabilidade, depressão e crises de choro, comuns nesse período. “Para suavizar esses sintomas, o cálcio pode ser encontrado no salmão, vegetais verdes folhosos, leite, iogurte, queijo, sorvete, sempre optando pelas versões desnatadas e menos gordurosas. Já a vitamina B6, está presente nas carnes, banana, batata, grãos integrais, lentilha e levedo de cerveja”, orienta a endocrinologista.
Na diminuição da sensação de peso e edemas, é recomendável a ingestão de água, chás de ervas e alimentos diuréticos como melancia, melão, alcachofra, entre outros.. "O ideal é consumir estes alimentos o mês todo. Caso não seja possível, pelo menos de 15 a 10 dias antes da menstruação", aconselha Soraya.
Proibidos em excesso
O açúcar, álcool, alimentos gordurosos, cafeína e o sal devem ser evitados. Conforme a endocrinologista, o excesso de açúcar faz desperdiçar cálcio, magnésio e vitamina B6 no processo metabólico, o que provoca hipoglicemia (queda dos níveis de açúcar no sangue) e, conseqüentemente, ansiedade, depressão e desejo de mais doce.
Já os alimentos gordurosos podem aumentar a produção de estrogênio e propiciar o aparecimento da acne. A cafeína aumenta a tensão e a sensibilidade. O sal contribui para a retenção de líquido, caracterizado por inchaços e sensação de peso.
Para as mulheres com a síndrome mais crônica, é indicado que tenha um acompanhamento com especialista, para indicar o melhor tratamento em cada caso. “A alimentação deve ser uma aliada para uma vida mais saudável. No caso dá síndrome pré-menstrual, ela aliviará grande parte dos sintomas, mas sempre é recomendado o acompanhamento de um médico para indicar o tratamento caso a caso”, finaliza Soraya.
Fonte para entrevistas: Médica e endocrinologista Soraya Hissa de Carvalho.
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quarta-feira, 26 de novembro de 2008
I Plenária Ampliada do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência
No dia 28 de novembro, às 14 horas, no Auditório da Pontifícia Universidade Católica – PUC Betim, acontece a I Plenária Ampliada do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência. Na ocasião , a entidade recebe a prefeita eleita Maria do Carmo Lara – 2009/2012.
Com o tema “Fatos e Percepções sobre a população de pessoas com deficiência em Betim”, a reunião discutirá as perspectivas da política pública municipal de acessibilidade previstas no Plano Nacional de Assistência Social. O encontro pretende pautar uma agenda de compromissos coma a futura gestora do executivo municipal.
Um olhar sobre Betim
Segundo do vice-presidente do Conselho Marcelo Cavalcanti de Albuquerque - representante do Instituto Ester Assumpção, a entidade apresenta à sociedade duas pesquisa norteadoras para as políticas públicas. São elas: MAPA DE BETIM- Perfil das Pessoas com Deficiência e MAPA DE BETIM - Empregabilidade e Pessoa com Deficiência.
Para Albuquerque, a plenária fortalece a ação pública de defesa e cidadania dos deficientes. "A atividade propõe levar ao conhecimento da futura prefeita os dados e dificuldades da população deficiente, buscando maior efetividade das políticas municipais", destaca.
A necessidade de avanços em projetos e programas de inclusão social é fundamental. Neste sentido, a ação política com os envolvidos na gestão da política pública contribui para maior efetividade. Albuquerque cita como desafios a falta de fiscalização e participação do público alvo nas política de afirmação.
Co-responsabilidade na inclusão
As ações que possibilitam a cidadania deve ser responsabilidade de todos - governo, sociedade civil e empresas. Neste sentido, Albuquerque afirma "a soma de esforços intersetoriais contribuirá para uma cidade mais inclusiva".
Analisando que Betim, o vice-presidente aponta que há ainda questões que merecem atenção. “Precisamos avançar nos serviços e programas para pessoas com deficiência”, cita. E enfatiza “é isto que vamos sugerir para a prefeita.
Serviços:
I Plenária Ampliada do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência de Betim
Dia: 28 de novembro de 2008
Horário: 14 horas
Local: PUC Betim
Endereço: R. Angola, 1081 - Bairro Rosário - Betim/MG
Informações: Contato: (31) 3592.1011
Fonte:
Marcelo Albuquerque - Vice-presidente do Conselho Municipal de Pessoas com Deficiência de Betim, Analista de Pesquisas e Projetos do Instituto Ester Assumpção e Graduando em Psicologia - Contato: (31) 3592.1011 ou (31)8769.2139
Assessoria de Comunicação:
Antônio Coquito – Jornalista Profissional MG06239JP Comunicação, Marketing, Cidadania, Mobilização Social e Responsabilidade Socioambiental Assessoria de Comunicação do Instituto Ester Assumpção (31) 3592.1011 – (31) 9771.7874
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008
ESP-MG promove saúde mental em etnia indígena
Começa, na próxima sexta-feira, 21, o curso de "Promoção em saúde mental nas etnias indígenas de Minas Gerais" no município de Caldas, região sul do Estado, a ser ministrado com a etnia XUKURU-Kariri. As oficinas são promovidas pela Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) em parceria com a Coordenação Estadual de Saúde Indígena da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).
A capacitação está estruturada na necessidade de continuidade da 2ª etapa das oficinas de saúde mental indígena com enfoque técnico de promoção da saúde para as equipes de saúde indígena e trabalhar conceitos chaves com a comunidade e sua mediação junto esses mesmos profissionais in loco.
Cada curso tem 40 horas/aula, sendo que o próximo ocorre, respectivamente, em Resplendor com a etnia Krenak.
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sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Promoção em saúde mental nas etnias indígenas de Minas Gerais
A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) promove até sexta-feira, 7, o curso de "Promoção em saúde mental nas etnias indígenas de Minas Gerais" no município de Ladainha, no Vale do Mucuri, em parceria com a Coordenação Estadual de Saúde Indígena da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).
A capacitação está estruturada na necessidade de continuidade da segunda etapa das oficinas de saúde mental indígena com enfoque técnico de promoção da saúde para as equipes de saúde indígena e trabalhar conceitos chaves com a comunidade e sua mediação junto esses mesmos profissionais in loco.
Segundo a referência-técnica da capacitação pela ESP-MG, Vanessa Almeida, é fundamental, nesse terceiro momento, mediar "as ações dos multiplicados, profissionais de saúde e educadores, em ações diretas com a comunidade em prol da multiplicação de informações sobre uso abusivo de álcool e drogas". Almeida destaca que o desafio, nesta fase do trabalho, é "levar os profissionais a aplicarem a teoria apreendida para a prática em atividades de campo que contemplem a promoção à saúde mental ".
Cada curso tem 40 horas/aula, sendo que os próximos ocorrem, respectivamente, em Caldas, com a etnia Xukuru-Kariri, e Resplendor, com a Krenak.
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10ª Campanha Nacional de Prevenção do Câncer da Pele
Neste sábado, dia 8 de novembro, entre 9h e 15h, será realizada simultaneamente, em 23 Estados brasileiros, a 10ª Campanha Nacional de Prevenção do Câncer da Pele, organizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Em média, 1.500 dermatologistas farão atendimentos gratuitos em cerca de 200 postos, para trabalho educativo sobre o tipo de câncer com maior incidência no País.
Em Minas Gerais, a campanha será coordenada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia – MG, que utilizou recursos da tecnologia e comunicação para intensificar as ações especiais para esta importante data. Em parceria com a Multiweb Digital foi criado um hot site para divulgação da campanha, que contou com reforço de peso com a participação de atletas de renome nacional, como o goleiro Fábio, do Cruzeiro; dos jogadores do Atlético Mineiro, Juninho e Rafael Miranda; dos jogadores de vôlei do Minas Tênis Clube, André Nascimento e André Eller, e do judoca Luciano Correa, . O hot site está em destaque no site da SBD-MG (www.sbdmg.org.br).
Segundo o Diretor de Criação da Multiweb Agência Digital, Bruno Camargos, a diretoria da SDB-MG apostou na internet e concentrou esforços de marketing no ambiente digital para fortalecer a imagem da entidade, intensificando o relacionamento com o associado e a comunidade. A agência digital também foi responsável pela criação do portal da SDB-MG.
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Novembro/2008
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sábado, 1 de novembro de 2008
Farmácias aderem ao selo social em defesa da homeopatia
Hoje a população está sob constante bombardeio de comerciais e divulgações de remédios e cada vez mais os meios de comunicação exploram os avanços tecnológicos na área da saúde e estética, porém pouco se fala da homeopatia. Neste cenário onde a imagem, marketing e comunicação vendem produtos e imagem, o segmento homeopático quase não investe para comunicar, difundir a sua própria causa e criar fatos positivos.
Por isso, o Selo Social é uma alternativa legítima para os estabelecimentos homeopáticos exercerem sua cidadania. Agora, as mais de mil farmácias homeopáticas do país já podem representar a causa "Homeopatia Direito de Todos", estampando nas suas vitrines o Selo Social.
"É um trabalho de 'Greenpeace da Homeopatia', para unir todos aqueles que compartilham as mesmas convicções", afirma o médico homeopata Hylton Luz, presidente da ONG e idealizador do Selo.
Qualquer empresa, além das farmácias homeopáticas, interessada em apoiar a Homeopatia, por meio do Selo Social, deve entrar em contato com a ONG, pelo telefone (21) 2255-1934 ou enviar uma mensagem para semelhante@semelhante.org.br
As farmácias homeopáticas que já estão compromissadas: Artpharma, De Faria e Pinho, Equilittá, Miliflora, Nova Era, Quintessência e Samuel Hahnemann, no Rio de Janeiro;
Alquimista, Artemísia, H.N. Cristiano, H. N. Cristiano Higienópolis, Sativa e Sensitiva, em São Paulo; e Magna Mater, em Belo Horizonte.
Abaixo-assinado a favor da Homeopatia no SUS
O médico homeopata Hylton Luz, presidente da ONG, explica que desde a aprovação da Portaria 971, em 2006, que prevê atendimento em homeopatia, acupuntura e fitoterapia na rede de saúde do SUS, a ONG criou em seguida a campanha nacional "Homeopatia Direito de Todos" e vem colhendo assinaturas para o abaixo-assinado, atualmente com mais de 50 mil (precisa de um milhão).
Luz esclarece que o abaixo-assinado é um movimento positivo, a favor da Homeopatia no SUS, que solicita ao governo, por meio de um instrumento de demanda popular, que sejam declaradas as fontes de recursos e critérios de monitoramento que criou a Portaria e implementou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC). Hoje, com apenas 514 médicos homeopatas no SUS para atender a população em todo o país, não é possível haver escolha terapêutica, portanto a intenção da Portaria não atende ao que foi estabelecido no papel.
O movimento é baseado em referências da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, de que a especialidade é uma das melhores opções para promover a saúde para a população do país. Conta ainda com o apoio do escritório de representação da OPAS/OMS no Brasil.
Novo endereço da ONG: Rua Álvaro Alvim 37, sala 1608, Centro, Rio de Janeiro, RJ. Acesse em www.semelhante.org.br
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Marcadores: Direitos Humanos e Cidadania, Saúde
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Saúde MG divulga vencedores do Prêmio Ennio Leão

Atenciosamente,
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Estado de Saúde - MG
(31) 3247-3798 / 3799
www.saude.mg.gov.br
SES divulga vencedores do Prêmio Ennio Leão
Os municípios de Montes Claros, Várzea da Palma, Itacarambi e Alto Caparaó podem comemorar o reconhecimento dos esforços pela redução das mortalidades infantil e materna. As cidades foram as vencedoras do Prêmio Ennio Leão, que repassa recursos para as melhores experiências desempenhadas em Minas Gerais.
Montes Claros receberá R$ 300 mil, pois foi a vencedora da categoria município com população acima de 80 mil habitantes; Várzea da Palma vai ganhar R$ 150 mil, por apresentar a melhor experiência entre os municípios com população de 20 a 80 mil moradores. Já na categoria de municípios com menos de 20 mil pessoas, há um empate. Itacarambi e Alto Caparaó receberão R$ 100 mil cada uma.
"Esta é uma competição positiva. A redução das taxas de mortalidade infantil e materna foi, inclusive, pactuada nas eleições”, lembrou o secretário-adjunto de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques.
“Temos três eixos que são observados: a organização e qualificação da rede, que passam pela estruturação de pontos de atenção que vão desde as unidades básicas de saúde até centros de referência, e as ações de mobilização social. Tudo dentro da lógica estabelecida pelo Programa Viva Vida. A Comissão julgadora do prêmio, que está em sua terceira edição, levou estes critérios em conta”, explicou a coordenadora de Atenção à Saúde da Mulher, Criança e Adolescente, Marta Alice Venâncio Romanini.
Trata-se de um ranking que avalia o desempenho dos municípios, não apenas em relação à taxa de mortalidade infantil, razão de morte materna e cobertura vacinal, como também ao percentual de gestantes com sete ou mais consultas de pré-natal e controle do monitoramento de doenças diarréicas agudas. A premiação totaliza R$ 900 mil e será paga com recursos do Tesouro Estadual, por meio do programa Viva Vida.
Prêmio Ennio Leão
O prêmio Ennio Leão foi criado pela SES, em 2006, e é destinado aos municípios mais bem sucedidos no desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a redução da mortalidade infantil e materna no Estado. No ano passado, foram premiados os municípios de Pará de Minas e Manhumirim que receberam R$ 300 mil cada um. Os municípios de Mamonas e Ipiaçu também dividiram um dos prêmios e ganharam R$ 150 mil.
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Marcadores: Saúde
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Obesidade Infantil
Quem nunca ouviu a história de João e Maria, filhos de uma pobre família que sem ter condições de criá-los decide deixá-los no meio da floresta. Na busca do caminho de volta para casa, João e Maria, famintos, encontram uma casa coberta por guloseimas e decidem comer. A dona da casa, uma bruxa, acolhe e os alimenta, para mais tarde, matá-los. Essa é uma historia infantil, fictícia, mas que nos fazem refletir sobre a importância do que comemos, principalmente, as crianças.
Nos dias atuais, a bruxa, conseqüência da má alimentação, é a obesidade. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), existem hoje cerca de 17,6 milhões de crianças obesas em todo o mundo, com idade inferior a cinco anos. No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SEBEM), 15% das crianças e 8% dos adolescentes sofriam de problemas de obesidade, e oito em cada dez adolescentes continuam obesos na fase adulta.
A endocrinologista e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho explica que a obesidade é uma doença causada por um excessivo acúmulo de gordura no corpo. “A obesidade se não tratada pode gerar um distúrbio, que pode levar as crianças a terem doenças crônicas, como as cardíacas, hipertensão arterial, diabetes, além de problemas físicos emocionais na fase adulta”, diz a médica.
Crianças até dez anos são consideradas obesas quando estão com mais de 19% do peso ideal para a sua idade. Acima de dez anos, a obesidade é diagnosticada a partir do cálculo do índice de massa corporal (IMC = peso [kg] dividido pela altura ao quadrado [m2])de acordo com o seguinte quadro:
Lanches Escolares De acordo com o cardápio recomendado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, os lanches escolares não podem ultrapassar 400 calorias. Batata frita, hambúrguer e refrigerantes, por exemplo, somam 600 calorias quando consumidos juntos.
Soraya explica que essas guloseimas calóricas podem ser substituídas por lanches, também saborosos, porém saudáveis. “Uma bisnaga com geléia e queijo branco, maçã e suco de laranja contêm apenas 265 calorias e oferece um bom equilíbrio entre carboidratos e proteínas”, explica a médica.
Tratamento
Muitos familiares ao depararem com um quadro de obesidade na família preocupam-se apenas com a alimentação, controle do peso e a atividade física, se esquecendo da parte psicológica.
Segundo a psicanalista, as piadinhas dos amigos de escola e até mesmo um comentário de familiares em relação ao físico podem geram um trauma na criança. “O tratamento psicológico é essencial tanto no processo de emagrecimento quanto para lidar com as conseqüências psicológicas da obesidade”, diz Soraya.
Os familiares também devem participar do tratamento psicológico para melhor lidar com a situação. “Os pais devem enfatizar os alimentos que as crianças podem comer e os que não podem. Devem incentivá-los a participar do preparo dos alimentos mostrando como é divertido e interessante cozinhar. Com certeza elas vão ficar mais motivadas a comer, principalmente o que elas ajudaram a fazer. Jamais preparem uma alimentação diferenciada para a criança acima do peso, isso pode gerar constrangimento e até mesmo um trauma”, reforça a médica.
As dietas não são aconselhadas as crianças. Medidas de curto prazo podem ocasionar o famoso efeito “sanfona”, a repetida perda e ganho de peso e gerar uma desordem alimentar. “Uma alimentação em excesso, ou menos do que o recomendado, pode levar em uma ingestão inadequada de vitaminas, por exemplo, que são importantes para o crescimento. O que toda a família deve fazer é a re-educação alimentar. Só assim o peso adequado será mantido”, orienta a endocrinologista.
Fonte para entrevistas: endocrinologista e psicanalista Soraya Hissa de Carvalho.
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Marcadores: Saúde
sábado, 20 de setembro de 2008
21/9 - Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença de Alzheimer
21/9 é o Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença de Alzheimer, data determinada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O mal de Alzheimer é a doença que mais se espalha em todo o mundo e, de acordo com dados da Federação Espanhola de Associações de Familiares de Enfermos de Alzheimer, atinge entre 8 e 15% da população mundial, com mais de 65 anos de idade.
Alzheimer foi um médico alemão, Alois Alzheimer (1864-1915) que, em 1906, ao fazer uma autópsia, descobriu no cérebro do morto lesões que ninguém nunca tinha visto antes. Tratava-se de um problema de dentro dos neurônios, os quais apareciam atrofiados em vários lugares do cérebro, e cheios de placas estranhas e fibras retorcidas, enroscadas umas nas outras. Desde então, esse tipo de degeneração nos neurônios ficou conhecido como Placas Senis, característica fundamental da Doença de Alzheimer. (fonte: Psiqweb – portal da Psiquiatria).
Sintomas
Segundo a médica geriatra, Soraya Hissa de Carvalho, no início da doença o paciente apresenta perda de memória leve e sente-se muito confuso, pois coisas que eram simples de lembrar, como um telefone de casa ou endereço parecem “sumir” da mente. Ela lembra que é necessário que os familiares acompanhem o doente, que pode até se perder se sair sozinho de casa, tamanha a confusão em seu cérebro.
De acordo com ela, a doença não é tratada corretamente, pois muitas vezes o doente e os familiares não procuram a ajuda correta. “Muitas pessoas pensam que é normal o idoso apresentar sintomas como esquecimento, fraqueza e irritabilidade além do normal, por isso não procuram um especialista para analisar o caso. Com isso, a doença vai evoluindo, e quando se dão conta, os remédios utilizados para tratar os sintomas já não fazem tanto efeito”, alerta.
A Doença de Alzheimer apresenta como características principais problemas de memória, perdas de habilidades motoras (vestir-se, cozinhar, dirigir carro, lidar com dinheiro), problemas de comportamento e confusão mental. Soraya lamenta dizendo que a patologia é progressiva e causada por um distúrbio ainda irreversível do cérebro, cujas células se deterioram, provocando a degeneração dos neurônios.
Tratamento
Segundo a médica, o diagnóstico é feito com testes de memória e a avaliação deve ser feita com tomografia computadorizada ou ressonância magnética do encéfalo. Infelizmente, o tratamento para o paciente que tem Alzheimer apenas controla os sintomas e já é possível encontrar no mercado medicamentos que prolongam a vida útil do paciente, melhorando o sistema cognitivo: memória, atenção, aprendizado, desde que não seja numa fase mais avançada.
Soraya ressalta ainda que a família tem papel importantíssimo no tratamento, pois o paciente fica completamente dependente. “Ele não consegue comer sozinho, tomar banho ou se locomover com facilidade e é necessário ter paciência, compreensão e habilidade para lidar com a situação”, diz a médica.
Sugestão de fonte para entrevista: médica e geriatra Soraya Hissa de Carvalho
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