terça-feira, 22 de março de 2011

Blog de Poesias incluído na lista sobre o Dia Mundial da Água

Blog de Poesias incluído na lista sobre o Dia Mundial da Água das Nações Unidas

Em função dos Poemas pela Água, o blog A Luz é o Corpo da Alma, da brasileira Maria do Rosário Lino, foi incluído na lista oficial de eventos sobre o Dia Mundial da Água 2011, pela UN Water, órgão do Departamento das Nações Unidas de Assuntos Econômicos e Sociais. O Dia Mundial da Água, neste dia 22 de março, terá como tema “Água para as cidades: respondendo ao desafio urbano”.

O objetivo de UN Water, o setor das Nações Unidas que promove o Dia Mundial da Água, é promover uma reflexão em escala internacional sobre o impacto do rápido crescimento da população urbana, a industrialização e a incerteza causadas pelas mudanças climáticas, os conflitos e os desastres naturais sobre os sistemas urbanos de abastecimento de água. Neste ano em que o planeta deve chegar a 7 bilhões de moradores, mais da metade já vivem em cidades, indicando enormes desafios para garantir o suprimento de água nas áreas urbanas. (Eventos relacionados ao Dia Mundial da Água, no site especial de UN Water, estão em Site Un Water

Um dos Poemas pela Água, de Maria do Rosário Lino, incluídos no site é “Água”, do livro “A Luz é o Corpo da Alma”, de 2002. Trecho do poema: “Suas cascatas despejam/ energia vital como/ um vitral de luz/ que se traduz em céu/ em contato com o ar”.

Outro Poema pela Água é “O último farol”, do livro “O adolescer de um novo dia”, de 1997, com versos como: “Essa guerra surda hoje enterra/ nossos parentes aquáticos./ Sorumbáticos, teremos o mesmo fim./ E lacônicas as estrelas/ nos olharão piedosas,/ temerosas, porém,/ que o potencial destrutivo terreno,/ num último e verdadeiro ato obsceno/ alcance o macrocosmos,/ matando também o eterno”.

“Sete Quedas”, do livro “Ide Ais”, de 1994, é outro Poema pela Água. “Ninguém dissolve/ a água/ ela evapora/ vai embora/ mas retorna/ em quedas/ d´água/ livre/ e sempre/ de pé”! E “Deixa a água”, do livro “Pó Ética da Paz”, de 1993, é outro Poema pela Água.

Maiores informações:
http://aluzeocorpodaalma.blogspot.com/

segunda-feira, 21 de março de 2011

22 de Março - Dia Mundial da Água


22 de Março - Dia Mundial da Água

Mobilização e Panfletagem na Praça Sete, amanhã, dia 22/3 - Dia Mundial da Água


Mobilização e Panfletagem na Praça Sete, amanhã, dia 22/3 -
Dia Mundial da Água - de 9 ao meio-dia

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Atividades de Educação Ambiental - Março/2011 - SMMA/PBH

Atividades de Educação Ambiental

Programação de Março / 2011

Centro de Extensão em Educação Ambiental / Sala Verde - SMMA

Gerência de Educação Ambiental
Secretária Municipal de Meio Ambiente
Prefeitura de Belo Horizonte

· Atividades do Centro de Extensão em Educação Ambiental / Sala Verde

· Oficinas de Educação Ambiental

Data: 15 – 3ª feira
Horário: 08:30 às 11:30
Atividade: SOS Nossas Águas

Data: 17 – 5ª feira
Horário: 14:00 às 17:00
Atividade:
BH História Ambiental

Data: 22 – 3ª feira
Horário: 08:30 às 11:30
Atividade: Mãos à Obra: Confecção de Mandalas com folhas e sementes secas

Data: 24 - 5ª feira
Horário: 14:00 às 17:00
Atividade: Mãos à Obra: Confecção de Mandalas com folhas e sementes secas

Data: 29 - 3ª feira
Horário: 08:30 às 11:30
Atividade: BH História Ambiental

Data: 31 - 5ª feira
Horário: 14:00 às 17:00
Atividade: SOS Nossas Águas

Visitas Orientada e Trilhas Ecológicas

Data: 11 – 6ª feira
Horário: 13:30 às 17:30
Atividade: Trilha Ecológica - Jardim Botânico - Museu de História Natural - UFMG*

Data: 14 - 2ª feira
Horário: 13:30 às 17:30
Atividade: Visita Orientada - Centro de Educação Ambiental do Barreiro - Ex-reserva Particular Ecológica - Vallourec Mannesmann

Data: 18 - 6ª feira
Horário: 08:00 às 12:00
Atividade: Visita Orientada - Aterro Sanitário de Betim

Data: 21 - 2ª feira
Horário: 08:00 às 12:00
Atividade: Trilha Ecológica - Parque Municipal das Mangabeiras

Data: 25 - 6ª feira
Horário: 08:00 às 12:00
Atividade: Visita Orientada - Parque Natural Municipal Chácara do Lessa (Sabará)

Data: 28 - 2ª feira
Horário: 13:30 às 17:30
Atividade: Visita Orientada - Salão do Encontro (Betim)*

* Existência de taxa a ser cobrada pela instituição visitada.

Ambiente em Foco

Data: Dia 23 – 4ª feira
Horário - 14:00 às 17:00
Atividade: Palestra - Transformações e Permanências na Paisagem de Belo Horizonte

· Público-alvo: Cidadãos, a partir de 16 anos, interessados nas questões socioambientais.

Inscrições a partir de 25/02/2011, de 08:00 às 17:00, pelo telefone 31 3277-5199 ou pessoalmente.

Número de inscrições por mês: Até 04 atividades por pessoa.

· A ausência sem prévio aviso, em uma das atividades, implicará no cancelamento das demais inscrições para o mês.

Seja pontual: A vaga dos inscritos será assegurada somente até o horário de início da atividade.

· Curso de Extensão em Educação Ambiental - XXII BH Itinerante.
Às 4ª feiras - 08:00 às 12:00 - Carga Horária: 110 horas.

· Inscrições para o 2º Semestre de 2011: Julho de 2011.

· Ecoteca - Biblioteca e Videoteca especializada em temas ambientais - 2ª à 6ª feira, de 09:00 às 17:00 - 3277-5194.

· Receba, pela internet, a programação das atividades do Centro de Extensão em Educação Ambiental / Sala Verde da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Solicite pelo telefone: 31 3277-5199 ou acesse o site:
www.pbh.gov.br/meioambiente

· Gerência de Educação Ambiental - GEEDA
Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SMMA
Prefeitura Municipal de Belo Horizonte - PBH
www.pbh.gov.br/meioambiente
geeda@pbh.gov.br

Centro de Extensão em Educação Ambiental / Sala Verde
Av. Afonso Pena, 4.000/6° andar - Cruzeiro
Belo Horizonte
Minas Gerais
Brasil
CEP 30.130-009

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Cartilha Código Florestal

Cartilha Código Florestal

Argumentos para nossos discursos:

"Dizem que o Código Florestal engessa o crescimento da agropecuária brasileira, que precisa de novas áreas para expandir sua produção; que ele não tem base científica; e é impraticável, prejudicando, sobretudo, a agricultura familiar.
Será? Será mesmo que falta áreas agricultáveis no Brasil para expandir a produção agropecuária? Recente estudo coordenado pela USP mostra que a área cultivada no Brasil poderá ser praticamente dobrada se as áreas hoje ocupadas com pecuária de baixa produtividade forem realocadas para o cultivo agrícola.
Segundo o estudo, a maior parte das terras de elevada aptidão para agricultura já foram abertas. O estoque de terras de elevada e média aptidão hoje ocupadas com pastagens é de 29 milhões de hectares e 32 milhões de hectares respectivamente, totalizando 61 milhões de terras que poderiam ser utilizadas para a agricultura. A pecuária, que hoje cria 0,7 de boi para cada hectare de floresta, pode se desenvolver pela intensificação e ganho de produtividade."
Fiquemos atentos!




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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A turbulenta relação entre os brasileiros e as serras remonta à criação do país

A turbulenta relação entre os brasileiros e as serras remonta à criação do país

Publicado em janeiro 25, 2011 por
HC

A trágica história dos desastres naturais em terras brasileiras começa com o país. São Vicente, em São Paulo, a primeira povoação oficialmente criada na América portuguesa, teve o núcleo destruído por tempestades e ressacas em 1541. O padre José de Anchieta, ao escrever na mesma região em 1560, descreveu uma tempestade que “abalou as casas, arrebatou os telhados e derribou as matas”.

Desde então, se sucedem os desastres gerados pela combinação de gente no lugar errado, montanhas e tempestades, destaca o historiador José Augusto Pádua, para quem a história tem muito a contribuir para a compreensão da relação entre o homem e a natureza. Relação que pode terminar em desgraça, como demonstrou a tragédia deste mês na Região Serrana do Rio. Reportagem de Ana Lucia Azevedo, em O Globo.

- Temos uma longa trajetória de uso inadequado do solo. E uma visão da natureza sem enfoque histórico. As pessoas, e não só no Brasil, veem a natureza como um cenário. Mas a natureza é movimento. É transformação permanente – explica Pádua, um dos poucos especialistas brasileiros em história do meio ambiente e coordenador do Laboratório de História e Ecologia do Departamento de História da UFRJ.

Em busca de uma utopia possível

Pádua diz que a utopia possível é que vamos conseguir adaptar nossas necessidades ao mundo natural. Na era do aquecimento global, em que extremos tendem a se tornar mais regra do que exceção, esse aprendizado ganha urgência.

- É preciso conhecer a transformação da paisagem. Nos últimos dias houve muitos relatos de pessoas atingidas dizendo não se lembrarem de ter visto, em 70 anos, antes algo como as chuvas e desmoronamentos na Serra. Isso é muito tempo para uma vida humana. Mas não é nada para a natureza – diz Pádua.

Autoridades e meteorologistas discutem se as chuvas que devastaram a Serra entre 11 e 12 de janeiro foram as mais violentas da região. Para Pádua, a discussão é secundária. Pode ser que chuvas assim ocorram a cada 100 anos. Pode ser que não.

- O importante é se convencer de que elas podem voltar a ocorrer. Pode ser que tenham ocorrido outras vezes, mas que não tenham sido catastróficas porque ninguém morava lá. Se a história da ocupação das serras brasileiras, e não apenas a fluminense, ainda é incipiente, e está cheia de lacunas, a história natural é ainda mais desconhecida – afirma o historiador.

Exemplo disso é a visão equivocada sobre as florestas. Muita gente se chocou com o fato de encostas cobertas por florestas terem vindo abaixo na enxurrada.

- Muitos moradores pensaram que as encostas estariam defendidas pela presença de florestas. Realmente as florestas são a melhor proteção das encostas. No contexto atual, as propostas ruralistas de afrouxar o Código Florestal representam um tapa na cara da sociedade. Só que as florestas não existem no abstrato. Cada floresta tem sua história. Muitas das formações florestais da Serra são recentes e secundárias, estando bastante mexidas e fragmentadas. Se mesmo as florestas mais íntegras, dependendo do volume de água e do contexto geológico, podem não segurar um deslizamento, quanto mais as florestas secundárias. Conhecer a história de cada paisagem é fundamental para desenhar boas políticas de prevenção e reconstrução – explica o pesquisador da UFRJ.

O passado não registra nada da magnitude da catástrofe que matou centenas de pessoas em Nova Friburgo, Teresópolis e outros municípios serranos nas chuvas deste janeiro. Mas explica sua origem.

- Uma perspectiva ampla permite identificar que transformações na paisagem contribuíram para aumentar o desastre. E demarcar melhor que lugares devem ser considerados impróprios – observa o historiador.

Ele lembra que as enormes enchentes de 1987/88 na Serra Fluminense, ou no Rio de Janeiro em 1966/67, mataram bem menos gente do que a tragédia deste ano. Não porque estivéssemos mais bem preparados. Um fator decisivo é que a escala das populações e da ocupação dos espaços era muito menor.

- Havia menos gente em lugares que nunca deveriam ter sido ocupados. Os últimos 30 anos assistiram a um aumento populacional explosivo. Comas previsões de que chuvas extremas se tornarão mais frequentes, mais do que nunca é preciso repensar a ocupação, os limites de nossa sociedade de risco – frisa.

Nossa sociedade é paradoxalmente poderosa e vulnerável. – O tamanho da população das cidades, a complexidade da infraestrutura e a dependência de fluxos intensos de matéria e energia, isto é, de água, de combustível, fazem com que nossa sociedade seja ao mesmo tempo muito poderosa, porém muito mais frágil – diz.

A história do Brasil nos traz muitos alertas.

- À medida que as cidades cresciam, com maior concentração de gente, como o Rio de Janeiro, onde se desmatava as encostas para agricultura, carvão ou moradia, as enchentes começaram a causar danos consideráveis e a ficar na memória coletiva. É o caso das “águas do monte” de 1811, quando parte do Morro do Castelo desmoronou. Ou da enchente de 1864, lembrada em 1889 por uma crônica de Machado de Assis. A partir do século XX a situação piorou muito – relata o historiador.

A questão das encostas já era alvo de críticas em 1821, quando José Bonifácio argumentou que a agricultura deveria ser feita nos vales, beneficiando-se da proteção dos morros florestados.

O cultivo em encostas, motivado em grande parte pela facilidade de desmatar em favor da gravidade, era encarado por ele como uma combinação de ignorância, preguiça e má gestão. Em 1862, ao ver Petrópolis alagada pela chuva, o imperador D. Pedro II reclamou com o engenheiro do distrito que “pouco se fez do ano passado para cá” para enfrentar o problema.

E pouco continuou a se fazer, passados quase um século e meio desde a crítica do imperador. O plano original de Petrópolis, dos idos de 1840, não previa o desmatamento de encosta. Mas Pádua acredita que a região de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo permaneceu por muitos anos relativamente a salvo de catástrofes em virtude de sua baixa ocupação por muitos anos.

- Até meados do século XX a população dessas cidades estava na casa dos 30, 60 mil habitantes. Tudo isso mudou nas últimas décadas do século XX, quando a população começou a crescer muito depressa – diz Pádua.

Relação perigosa com o verde

O motivo seria o fenômeno socioeconômico que os historiadores chamam de Novo Rural, baseado em turismo, casas de campo, agricultura orgânica, criação de ovelhas, cavalos e produção de produtos finos. As pessoas subiram a Serra em busca do verde.

- Apesar dos muitos pontos de risco, a região se tornou cada vez mais atraente para os que queriam viver “mais perto da natureza”, ter maior contato como verde. E pessoas pobres foram atraídas por essas novas oportunidades de emprego. Assim, casas ricas e pobres foram erguidas em lugares totalmente vulneráveis a desastres – salienta.

Para o historiador, só uma intensa presença do poder público no controle da ocupação, associada a formas inovadoras de manejo local, poderão indicar um caminho seguro para Região Serrana.

- A natureza não pede licença ao homem. Precisamos encontrar uma forma de nos adequar – conclui.

EcoDebate, 25/01/2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Nas Águas do Velho Chico

Nas Águas do Velho Chico

Projeto “Nossa Canoa” quer estimular consciência ambiental com uso de barco


Detalhe da embarcação e da logomarca do projeto: aposta no turismo para garantir
iniciativa de valorização da cultura e da história da ribeirinha Manga

Ribeirinho do São Francisco, o município de Manga, no extremo Norte de Minas, vai ser palco de interessante iniciativa com cunho cultural e educativo: realizar o debate sobre questões ambientais durante passeios de barco sobrre as águas do rio. Essa a ideia central do projeto “Nossa Canoa”, idealizado pelo casal Márcio Antônio de Moura Santos, o manguense "Toniquinha", e Renildes Rodrigues Silva Santos, técnicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Bahia (Emater-BA).

O barco “Nossa Canoa” está ancorado em Xique-Xique, na Bahia, e ainda passa pelas inspeções finais da Capitania dos Portos para começar a navegar no “Velho Chico”. A embarcação, que tem capacidade para 60 pessoas em passeios de curta distância e de até 20 passageiros em trajetos de excursão, deve chegar ao porto de Manga até o final deste mês.

Um grande evento cultural está sendo preparado para marcar a chegada do barco na orla da cidade. A recepção festiva vai contar com apresentação da banda de musica da Ascomac-JM e com a participação de artistas da terra, além palestras e passeios pelas águas do rio.

O projeto é fruto de parceria com a Associação Comunitária de Arte e Cultura João Moreira (Ascomac-JM) e tem o objetivo inicial de realizar passeios no Rio São Francisco com alunos de escolas do município de Manga. Durante essas incursões de curto itinerário pelo rio, serão realizadas palestras sobre a importância São Francisco para os municípios ribeirinhos, oportunidade para o debate das causas da degradação ambiental no rio conhecido como da integração nacional.

“Vamos propor parcerias com as escolas e professores da cidade para proporcionar oportunidades de discussão do histórico cultural e social do município de Manga e fomentar a consciência ambiental dos estudantes”, explica Toniquinha Moura, que também presta, homenagem à memória do seu pai, o maestro João Moreira, com a iniciativa da criação do projeto. Empreitada familiar, por sinal, já que a Ascomac-JM é dirigida por ouaatros filhos do maestro-atuor da música do hino do município, João Moreira Filho e Evaldo Moura Santos.

Toniquinha aposta que o projeto possa se viabilizar com o desenvolvimento de alternativa de turismo para a cidade. “A cidade possui grande potencial de crescimento econômico nessa área”, acredita.

Fonte:
http://www.luisclaudioguedes.com.br

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Informe - Programa Oi de Projetos para o Meio Ambiente - até 31 de janeiro

Edital 2010 Programa Oi de Projetos para o Meio Ambiente 2010

A Oi, através do Oi Futuro, lança o seu primeiro edital para a seleção de projetos voltados para a temática ambiental. O Programa Oi de Projetos para o Meio Ambiente 2010 busca apoiar, em todo o país, iniciativas de efeito multiplicador com o objetivo de construir uma nova realidade para as diferentes comunidades, desde as grandes metrópoles até os pontos mais distantes do Brasil.

Inscrições de 14 de dezembro de 2010 a 31 de janeiro de 2011

O Programa busca selecionar projetos de conservação e preservação ambiental nas áreas de: financiamento de novos empreendimentos integrando sustentabilidade e conservação ambiental; implementação/fortalecimento de tecnologias sociais que promovam o desenvolvimento sustentável e a conservação do meio ambiente; uso de novas tecnologias para a preservação ambiental e educação para a sustentabilidade.

Para inscrever seu projeto acesse, exclusivamente,
oifuturo.org.br/meioambiente2010, e preencha o formulário eletrônico de inscrição

Antes de iniciar este processo, recomendamos o download do formulário de inscrição em pdf:
Download Formulário de Inscrição

Download do Edital -
Oi-Futuro-Meio-Ambiente-Regulamento-do-Edital-de-Seleção-2010

Conteúdos adicionais das propostas podem ser enviados para:

Oi Futuro / 1° Programa Oi de Projetos para o Meio Ambiente 2010
Rua Dois de Dezembro, 107/5º andar - Flamengo
Rio de Janeiro – RJ CEP 22.220-040

Documentos e anexos referentes às inscrições não serão devolvidos.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Petrobras lança edição 2010 do Programa Petrobras Ambiental

Petrobras
Seleção Pública de projetos 2010

Programa Petrobras Ambiental: inscrições abertas para projetos de todo o Brasil

O Programa Petrobras Ambiental está com as inscrições abertas para o Programa Petrobras Ambiental processo de Seleção Pública de projetos 2010.

Lançado em 2003, o Programa já patrocinou centenas de Projetos em 5 biomas brasileiros. Até agora, já são mais de 5 mil espécies estudadas e 3 milhões e meio de pessoas envolvidas diretamente.

Este ano, o Programa mantém o tema “Água e Clima: contribuições para o desenvolvimento sustentável” e irá investir R$ 78 milhões em projetos de pequeno, médio e grande portes.

Acesse
www.petrobras.com.br/ppa2010 e conheça mais sobre o Programa e a Seleção Pública de Projetos 2010.
Política de Privacidade
Acesse nossa política de privacidade no endereço:
http://www2.petrobras.com.br/portugues/politica-privacidade.asp

Dúvidas, sugestões e reclamações, entre em contato com:
SAC (sac@petrobras.com.br) ou acesse o

terça-feira, 15 de junho de 2010

MG - Fauna Ameaçada

O Conselho Estadual de Política Ambiental – COPAM publicou a Deliberação Normativa COPAM Nº. 147, de 30 de Abril de 2010, que aprova a lista de espécies da fauna ameaçadas de extinção no Estado de Minas Gerais.

Para as espécies ameaçadas de extinção no estado deverão ser desenvolvidos planos de recuperação e proteção, que serão elaborados sob a coordenação do Instituto Estadual de Florestas - IEF, com a participação dos demais órgãos do Sistema Estadual de Meio Ambiente

- SISEMA, dos órgãos municipais, da comunidade científica e da sociedade civil organizada, em um prazo máximo de dois anos a partir da publicação da DN.

A lista completa das espécies da fauna ameaçadas de extinção poderá ser encontrada na integra no texto da Deliberação Normativa COPAM Nº. 147, de 30 de Abril de 2010.

A Gerência de Meio Ambiente da FIEMG coloca-se à disposição para maiores informações através do e-mail
gma@fiemg.com.br

Av. do Contorno, 4520 - Funcionários - Belo Horizonte - MG - CEP 30110-916 -

www.fiemg.com.br

Leandro Almeida Ferreira
FIEMG - Regional Norte
Meio Ambiente
38-32210200, 38-91940547
leandro.ferreira@fiemg.com.br
leomaisferreira@yahoo.com.br

terça-feira, 1 de junho de 2010

II Semana do Meio Ambiente de São José da Lapa

Convite e programação da II Semana do Meio Ambiente de São José da Lapa.
Detalhes sobre a programação podem ser encontrados no site da Prefeitura:

http://www.saojosedalapa.mg.gov.br/

Maria Carolina Doretto
Secretaria de Meio Ambiente
Prefeitura Municipal de São José da Lapa
Tel.: (31) 6323-1137

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Edital Fundo Nacional do Meio Ambiente - Até 30/11

O Fundo Nacional do Meio Ambiente - FNMA lançou dia 21 de agosto o novo modelo de Demanda Espontânea de fomento de projetos de todo o país. As propostas devem ser enviadas pelo correio ou entregues no protocolo do FNMA de 1º de outubro a 30 de novembro.

Conselho Deliberativo do FNMA reabre a Demanda Espontânea com Novas Regras

Na sua 55ª Reunião Ordinária, realizada nos dias 30-31 de julho, o Conselho Deliberativo do FNMA reabriu o processo de fomento por meio de Demanda Espontânea, que estava suspenso desde 1º de outubro de 2008. A partir de agora, no início de cada ano, o Conselho divulgará alguns temas que serão apoiados, selecionados entre as linhas temáticas do FNMA. Os interessados em apresentar projetos ao Fundo Nacional terão vários meses para elaborarem suas propostas. Os projetos serão recebidos somente nos meses de outubro e novembro.

Anualmente, após a liberação do orçamento do FNMA pelo Ministério do Meio Ambiente, será estabelecido um valor para apoio a projetos por meio da Demanda Espontânea. Os projetos mais bem classificados dentro desse teto orçamento serão fomentados. Já os projetos não classificados serão devolvidos. Para o exercício de 2010, serão reservados R$3 milhões para a Demanda Espontânea.
No exercício de 2009, o FNMA somente receberá propostas de Demanda Espontânea nas Ações 1) Recuperação Florestal de Áreas Alteradas e Degradadas e 2) Educação Ambiental para a Sustentabilidade, com valores mínimos de R$ 200.000,00 e máximos de R$ 300.000,00, excluída a contrapartida. A duração dos projetos deverá ser de 12 meses. Cada instituição poderá enviar somente um projeto de Demanda Espontânea por ano.
Clique aqui para conhecer o novo manual de orientações para apresentação de projetos ao FNMA.

Como enviar um projeto ao FNMA

Os projetos deverão ser elaborados no programa FaçaProjeto e inseridos no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse - SICONV. O Decreto 6.170, de 25 de julho de 2007 e a Portaria Interministerial nº 127, de 29 de maio de 2008, definiram as novas regras para a apresentação de projetos e execução de convênios com recursos do Governo Federal. A partir de 2008, todos os convênios são executados no SICONV.

Para usar o SICONV, o proponente deverá se credenciar no Portal dos Convênios (www.convenios.gov.br) e se cadastrar em um dos órgãos cadastradores do SICAF (lista de endereços disponível no Portal). O FNMA só receberá projetos de entidades cadastradas. Visite o Portal dos Convênios para se informar mais sobre essa nova forma de execução de convênios. No portal estão disponíveis legislação, tutoriais, manuais e outras informações úteis.
Para conhecer os programas do FNMA no SICONV, siga os seguintes passos:
1. Acessar o Portal dos Convênios: www.convenios.gov.br
2. Clicar na Aba "Acesso Livre"
3. Clicar no link: "Listagem de Programas de Convênio por Órgão
4. Ir à página 4
5. Clicar no Código do Fundo Nacional do Meio Ambiente - 44204
Cada entidade deverá inserir somente um projeto, em uma das ações de Demanda Espontânea do FNMA no SICONV.

Os projetos elaborados no FaçaProjeto deverão ser enviados por correio ou entregues no protocolo do FNMA no período de 1º de outubro, a partir das 8h, até as 18h do dia 30 de novembro, horário de Brasília, e inseridos no SICONV no mesmo período. O programa FaçaProjeto, está disponível para download na primeira página do sítio eletrônico do FNMA. O arquivo do FaçaProjeto enviado ao FNMA deverá ter a extensão .sgf. Esse arquivo é gerado quando não há pendências no projeto. Consulte o link "Como Obter Recursos - Orientações para Apresentação de Projetos" para saber mais.
Atenção - nova redação:

Os projetos enviados ao FNMA por entidades privadas sem fins lucrativos poderão prever até 15% do valor repassado pelo FNMA para despesas administrativas.
Atenção!
Serão desclassificados os projetos nas seguintes condições:
• que não atendam à totalidade dos princípios do FNMA
• com cronograma de execução física superior a 12 meses
• com orçamento que extrapole os limites mínimo e máximo (R$ 200.000,00 a R$ 300.000,00)
• que não tenham sido apresentados no programa "Façaprojeto" (CD gravado e documento impresso)
• oriundos de entidades não cadastradas no SICONV
• de entidades que tenham enviado mais de um projeto, mesmo que para ações diferentes
• que não tenham sido enviados por correio ou recebidos no protocolo do FNMA (FaçaProjeto), e inseridos no SICONV, entre 8 horas do dia 1º de outubro de 2009 e 18 horas do dia 30 de novembro de 2009 (horário de Brasília). Para os projetos enviados por correio, vale a data de postagem.
Informações:
www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=1