sábado, 15 de janeiro de 2011

SOS Rio de Janeiro

Petropólis

A prefeitura tem quatro pontos de arrecadação:
- Igreja Wesleyana, no bairro Vale do Cuiabá
- Igreja de Santa Luzia, na estrada das Arcas, bairro Gentil
- Secretaria de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (Rua Aureliano Coutinho, 81, Centro)
- Centro de Cidadania de Itaipava (Estrada União e Indústria, 11.860)

Telefones para informações:
(24) 2249-4337 / 2249-4221 / 2249-4222 / 2222-2071 / 2246-8954

A empresa Frozen Spa, que produz comida congelada, também recebe alimentos não-perecíveis para preparar refeições que serão fornecidas aos desabrigados.

Para as pessoas que vivem em outros Estados, o município orienta os interessados a procurarem a Cruz Vermelha para encaminhar donativos e também disponibiliza a seguinte conta bancária para doações:

SOS Petrópolis
Banco do Brasil
agencia 0080-9
Conta Corrente 76000-5

Teresopólis

A Defesa Civil municipal também pede doações de gelo, recipientes como bandejas e tabuleiros, termômetros e luvas descartáveis, e recruta voluntários com lanternas e motosserras no bairro Caleme, um dos mais atingidos.

A Secretaria municipal de Saúde solicita que médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e fisioterapeutas se apresentem no Ginásio Pedrão para auxiliar no atendimento às vítimas

Alguns desabrigados estão sendo alojados na Igreja Batista em Barra do Imbuí (Rua Dr. Oliveira, 314), que pede a doação de glicosímetro, fitas para medição de glicose, lancetas, algodão, esparadrapo, álcool, luvas e seringas descartáveis, soro fisiológico, gaze, além de colchonetes, lençóis, toalhas de banho e água.

Conta para contribuições:
Banco do Brasil
Ag. 0741-2
C/C 100000-9
SOS Teresópolis - Donativos

Ponto de arrecadação e abrigo central: Ginásio Pedrão (Rua Ten. Luiz Meirelles, 211, bairro Várzea)

Telefones:
(21) 2741-7025 / 2741-1970 / 2742-1994 / 2742-7625.
OBS.: mesmo quem ligar do Rio tem que discar o código DDD.

O município orienta pessoas que vivem em outros Estados a procurarem a Defesa Civil mais próxima para fazer doações de produtos para as famílias atingidas.

Nova Friburgo

Três pontos concentram o recolhimento de donativos: Centro de Assistência Social (no centro da cidade), 6° Grupamento do Corpo de Bombeiros (Praça da Bandeira, 1.027, bairro Vila Nova) e Sociedade Esportiva Friburguense (Avenida Doutor Galdino do Valle Filho, 35, Centro).

Dados da conta no Banco do Brasil: agência: 0335-2, c/c:120.000-3.

Polícia Militar

Todos os batalhões da capital e da Região Serrana estão recebendo doações. Veja aqui a lista de endereços.
Telefones: (21) 2333-2568 / 2333-2369.

A PM fluminense diz que, até o momento, as doações são concentradas apenas nos batalhões do Estado do Rio, mas que pessoas de outros Estados podem procurar a Cruz Vermelha para encaminhar donativos.

Cruz Vermelha

Donativos têm que ser entregues pessoalmente, na sede da entidade na Praça da Cruz Vermelha, 1.012, Centro do Rio. O órgão também aceita colaboração para transportar o material até a Região Serrana.

A Rodoviária Novo Rio também montou um posto no piso de embarque inferior, que funciona das 9h às 17h, e a Polícia Rodoviária Federal pôs à disposição dois locais de arrecadação 24 horas, no pedágio da Rodovia Rio-Magé e na BR-101, altura do município de Casimiro de Abreu. Outros dois postos, na Rio-Petrópolis e na Rodovia Presidente Dutra, funcionam das 8h às 17h.
Tel.: (21) 2224-1941

A entidade diz que tem informado por e-mail quais são as unidades mais próximas dos interessados em fazer doações para as vítimas das chuvas no Rio. Para isso, pede que os voluntários entrem em contato por telefone ou pelo e-mail: cruzvermelhariodejaneiro@gmail.com

Viva Rio

Para ajudar, basta levar os mantimentos à sede da ONG (Rua do Russell, 76, Glória) ou fazer depósito na conta do Viva Rio:

Banco do Brasil
Agência 1769-8
C/C 411396-9
CNPJ 00343941/0001-28

A coleta também será feita em 11 estações das Linhas 1 e 2 do Metrô: Carioca, Central, Largo do Machado, Catete, Glória, Ipanema/General Osório, Pavuna, Saens Peña, Botafogo, Nova América/Del Castilho e Siqueira Campos. Poderão ser doados até o dia 11 de fevereiro água, alimentos não perecíveis e material de higiene pessoal.

Tel: (21) 2555-3750 / 2555-3785

Caixa Econômica Federal

A Caixa Econômica Federal informa que foi aberta uma conta corrente para ajudar as vítimas das chuvas no estado do Rio de Janeiro. As doações aos moradores das regiões em estado de emergência podem ser feitas na conta da Defesa Civil do Rio de Janeiro:

Conta Corrente: 2011-0
Agência 0199
operação 006

Itaú Unibanco

O Itaú Unibanco também lançou um programa de mobilização interna e externa para ajudar as vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro.

A partir de amanhã, o banco vai disponibilizar uma conta corrente para direcionar recursos para o Estado por meio de parceria com a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos. Os dados da conta são os seguintes:

Itaú (341)
Agência: 5673
Conta: 00594-7
CNPJ 02932524/0001-46
Favorecido: Fundo Estadual de Assistência Social do Estado do Rio de Janeiro

As doações podem ser feitas pela internet ou pelos caixas eletrônicos.

As agências Itaú do Estado do Rio de Janeiro vão receber roupas, cobertores, agasalhos, calçados, materiais de limpeza e higiene, água e alimentos não perecíveis.

O banco também criou uma campanha interna de mobilização, para incentivar os colaboradores a ajudarem as vítimas das chuvas.

Museu Imperial

O Museu Imperial também recebe doações desde o último dia 13. A instituição mantém um espaço como ponto de coleta, no prédio da Biblioteca do museu (com acesso pelo Bosque do Imperador), e dá a opção aos visitantes de pagarem a entrada com uma doação, diretamente na bilheteria.
O ingresso pode ser trocado, por exemplo, com a doação de, no mínimo, 1,5 litro de água potável. Itens de higiene pessoal, roupas para crianças e adultos, alimentos não-perecíveis, roupas de cama, cobertores, colchonetes e toalhas também são aceitos como pagamento.

Endereço: Rua da Imperatriz, 220, Centro - Petrópolis, RJ
Visitação: de terça a domingo, das 11h às 18h
Preços:
- Adultos: R$ 8,00
- Estudantes, professores e maiores de 60 anos: R$ 4,00
- Menores de 7 anos e maiores de 80: gratuito
- Moradores de Petrópolis às quartas-feiras e último domingo do mês: gratuito

TRT Rio

Os pontos de coleta de doações (materiais de higiene, cobertores, água mineral e alimentos não perecíveis) são:

Fórum Ministro Arnaldo Süssekind (Av. Presidente Antônio Carlos, 251 – Hall);

- Edifício Marquês do Lavradio (Rua do Lavradio, 132 – Hall);

- Fórum Advogado Eugenio Roberto Haddock Lobo (Av. Gomes Freire, 471 – Hall).

Estradas

Todos os postos de pedágio da BR-040 e da RJ-116 estão mobilizados para receber doações.

Pão de Açúcar
A rede de supermercados montou postos de coleta em suas 100 lojas no Estado.

Flamengo

A sede da Gávea (Av. Borges de Medeiros, 997) recebe donativos das 10h às 18h

HemoRio

O instituto (que fica na Rua Frei Caneca, 8, Centro do Rio) faz um apelo urgente para suprir o estoque de bolsas de sangue para as vítimas de desabamentos e deslizamentos. Pode doar quem tiver entre 18 e 65 anos, mais de 50 quilos e estiver bem de saúde. Basta levar um documento oficial de identidade com foto à sede do Hemorio, das 7h às 18h. Informações: 0800-282-0708.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Alerta para o tráfico de pessoas

Alerta para o tráfico de pessoas

Brasil é rota do tráfico de pessoas na América do Sul.

À espreita de pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica, redes organizadas de tráfico de seres humanos fazem milhares de vítimas todos os anos, tornando a atividade uma das mais lucrativas no submundo do crime. Oportunidades de trabalho em restaurantes, boates e até mesmo em casas de família são chamarizes para as potenciais vítimas, a maioria mulheres, que partem em busca de melhores condições de vida nos países ricos, principalmente os da Europa. Vendendo sonhos, essas redes criminosas por meio de exploradores e aliciadores, são formadas e se fortalecem com a prática de uma das mais cruéis modalidades de exploração: o tráfico de pessoas. O Brasil, país que lidera a estatística no número de vítimas, já acendeu sinal de alerta e busca soluções para o problema.

O tráfico de seres humanos, um dos mais graves problemas da atualidade, é apontado como a segunda atividade criminosa mais lucrativa do mundo, perdendo somente para o tráfico de drogas. Segundo dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), o tráfico de pessoas no planeta faz 2,5 milhões de vítimas por ano, movimentando aproximadamente 32 bilhões de dólares.

Organizado em redes internacionais, esse tipo de crime está fortemente atrelado à exploração sexual, ao comércio de órgãos, à adoção ilegal, à pornografia infantil, à exploração do trabalho em condições análogas à escravidão, ao contrabando de mercadorias e armas e também ao tráfico de drogas. Estima-se que 80% das vitimas são do gênero feminino - mulheres adultas, adolescentes e também crianças, geralmente oriundas de lugares onde há graves violações aos direitos humanos, em decorrência da pobreza extrema, da desigualdade social, racial e de gênero, e ainda das guerras e da perseguição religiosa.

Os traficantes de seres humanos convencem suas vítimas com ofertas de alta remuneração para serviços como os de faxineira, garçonete, dançarina, mas quando chegam ao outro país, a realidade incumbe-se de apagar os sonhos e começa uma saga marcada por sofrimentos e humilhações. Os criminosos agem sempre da mesma forma: apropriam-se do passaporte da vítima e criam uma dívida no valor da passagem e das despesas que tiveram para levar o imigrante até o país onde deverá trabalhar. Assim começa um círculo vicioso do qual é muito difícil sair.

Reféns do próprio sonho

As vítimas são obrigadas a trabalhar exaustivamente, a se drogarem e ficam confinadas em locais indicados pelos traficantes. E mesmo que consigam ter acesso às ruas, por estarem em situação irregular, têm receio de denunciar, por medo de represálias dos traficantes e de serem presas pela polícia. Sem acesso a informações precisas sobre como denunciar e sem saber a quem procurar, elas acabam vendo-se obrigadas a viver dessa forma.

Instituições que atuam no combate ao tráfico de seres humanos estimam que a vida útil de uma pessoa sob domínio da máfia é de quatro anos, em média. Cada mulher é vendida muitas vezes durante um único dia e chega a render de 10 mil a 30 mil dólares por ano. Quando consideradas sem utilidade para a máfia, que as explora, são descartadas num cruel processo de coisificação da pessoa humana.

Segundo o Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, em especial de Mulheres e Crianças (Protocolo de Palermo - 2000), instrumento já ratificado pelo Governo brasileiro, a expressão tráfico de pessoas significa: “o recrutamento, o transporte, a transferência, o alojamento ou o acolhimento de pessoas, recorrendo à ameaça, ao uso da força ou a outras formas de coação, ao rapto, à fraude, ao engano, ao abuso de autoridade ou à situação de vulnerabilidade, à entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra para fins de exploração.” É importante compreender que o tráfico de pessoas não é problema somente dos países de origem das vítimas, mas também dos de trânsito e dos de destino.

Brasil, país de origem das vítimas

Com a luz de alerta acesa, o Brasil é um dos principais países de origem das vítimas no mundo. Por isso, em 2006, o Governo brasileiro instituiu a Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, criando em 2008, o Primeiro Plano Nacional contra essa modalidade de crime. Entre as diretrizes, o plano sugere princípios e ações de prevenção, repressão e criminalização, como também de atendimento às vítimas.

Para o coordenador da Unidade de Governança e Justiça do Escritório das Nações Unidas Sobre Drogas e Crime (UNODC) para o Brasil e o Cone Sul, Rodrigo Vitória, o Governo brasileiro está no caminho certo, mas muita coisa importante ainda precisa ser feita. “Várias ações aconteceram, principalmente com o Primeiro Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, no entanto, não podemos esmorecer em momento algum”.

Ele acredita que é importante chamar a atenção da população com campanhas de prevenção para minimizar o número de ocorrências. “A fase agora é a de levar ao conhecimento da população, informar sobre o fato, tentar prevenir, dar atenção às vitimas e ao mesmo tempo, criminalizar e botar na cadeia quem está envolvido com esse tipo de atividade hedionda”.

Matéria: Henrique Ulhoa

Leia esta entrevista na íntegra no Jornal de Opinião impresso desta semana

Jornal Online
Edição 1120 - 29 de novembro a 5 de dezembro de 2010

Campanha pró-Haiti

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Certidão de Nascimento

Certidão de nascimento será emitida online e gratuitamente dentro das maternidades

Fabiana Uchinaka - Do UOL Notídcias - Em São Paulo

A partir desta quarta-feira (6), vai ficar mais fácil para as mães tirarem as certidões de nascimento de seus filhos. O processo poderá ser feito online na própria unidade de saúde onde as crianças nasceram. O documento é entregue aos pais, no momento da alta, gratuitamente.

A medida vale para estabelecimentos, públicos ou privados, e registradores que fazem parte do Sistema Justiça Aberta. Quem quiser participar deve procurar um cartório de registro civil para estabelecer a parceria e fazer a inclusão no sistema do Conselho Nacional de Justiça.

“A unidade de saúde manda os dados online para o registrador, que confere, registra no livro e manda a certidão de nascimento com certificação digital de volta. A maternidade imprime e entrega para a mãe. Tudo isso em 15 minutos, sem qualquer despesa”, explicou o juiz auxiliar da Corregedoria do CNJ, Ricardo Chimenti.

Segundo ele, existem cerca de 10 mil registradores no país e a maioria dos municípios já tem o serviço disponível. No entanto, nos locais onde não há maternidade, o documento poderá ser solicitado no cartório mais próximo.

“Se os pais vieram para São Paulo para ter o filho porque em Cananéia, por exemplo, não existe maternidade, na hora de fazer o registro eles podem escolher se querem registrar na capital ou no litoral”, ressaltou.

Chimenti disse ainda que o CNJ está trabalhando com o Ministério da Justiça para que a Casa da Moeda forneça o papel-moeda com controle de segurança para imprimir a certidão. De acordo com ele, para montar o terminal é preciso um computador, um equipamento de digitalização (scanner), impressora e tinta. O custo disso poderá ser bancado por fundos dos governos estaduais.

Pela nova lei, a comunicação entre maternidades e cartórios é feita de forma imediata e segura, por meio da internet e com uso de certificação digital. Apenas pessoas cadastradas, com acesso ao sistema por login e senha, podem prestar o serviço.

De acordo com o CNJ, o objetivo é acabar com o subregistro, diminuir os erros nas informações e facilitar a vida das mães. “Vamos ter um número muito maior de terminais, sem que haja necessidade de deslocamento físico do registrador. Com isso vai haver uma ampliação significativa do serviço e, consequentemente, uma queda drástica no subregistro, que em alguns lugares, como Roraima, chega a 40% nos três primeiros meses de vida da criança”, afirmou o juiz.

Caso a criança seja registrada apenas no nome da mãe, a informação é levada a um juiz.

“O juiz chama a mãe e pergunta quem é o pai. Se ela apontar quem é o pai, o pai é chamado para reconhecer. Se o pai não reconhecer, pode-se pedir um exame de DNA. E se o pai não aparecer ou não aceitar fazer o exame, o caso vai pra Defensoria Pública, que abre uma investigação”, explicou Chimenti. “A maioria esmagadora dos casos é de mulheres muito pobres que não sabem que podem obrigar os pais a registrar os filhos”.

As novas regras foram publicadas em setembro e começam a valer hoje. A emissão da certidão nas maternidades é facultativa, mas 50 registradores já se cadastraram no sistema para prestar o serviço em 12 Estados brasileiros. As unidades que já ofereciam o serviço não precisarão interromper as emissões, mas terão que se adaptar no prazo de um ano.

A implantação dos terminais nos estabelecimentos de saúde terá a supervisão e fiscalização das corregedorias de Justiça. O treinamento dos funcionários pelos registradores será feito em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos.

Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para Mulheres - CEPAM
Rua Pernambuco, 1000 - Loja 24 - Savassi
Belo Horizonte - MG
Cep : 30130-150
Fone/Fax: 3262-0733
coordenadoria.mulher@social.mg.gov.br

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

14 de novembro: Dia Internacional do Diabético

14 de novembro: Dia Internacional do Diabético

A cada cinco segundos, uma pessoa descobre que tem diabetes, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes. A doença atinge mais de 246 milhões de pessoas no mundo e a estimativa da Organização Mundial da Saúde para o ano de 2025 é de 380 milhões. O diabetes é tratado como epidemia nos EUA e na Europa. No Brasil, cerca de sete milhões de pessoas, acima de 18 anos, têm a doença.

Diante desses números e projeções, a doença é considera um problema de saúde pública mundial. Por reforçar o alerta mundial sobre a doença 14 de novembro foi proclamado ‘Dia Internacional do Diabético’, data para orientar e chamar a atenção da população para essa enfermidade que, na maioria das vezes, é silenciosa.

De acordo com a endocrinologista, Soraya Hissa de Carvalho, o diabetes é uma doença crônica, que se caracteriza pelo aumento dos níveis de açúcar (glicose) no sangue e pela incapacidade do organismo em transformar toda a glicose proveniente dos alimentos.

Os sintomas do diabetes nas crianças e nos jovens são muito nítidos. Nos adultos, a doença não se manifesta tão claramente, sobretudo no início, motivo pelo qual pode passar despercebida durante alguns anos. Estes sintomas muitas vezes ainda podem ser vagos, como formigamento nos pés ou cansaço. “A realização do exame é recomendada para todos que estejam com o peso acima do ideal e com pelo menos mais um fator de risco para a doença”, afirma a médica.

Soraya explica que nos adultos a doença geralmente é do tipo ‘2’ e se manifesta em sintomas, como: urinar em grande quantidade e muitas vezes; sede constante e intensa; fome constante e difícil de saciar; fadiga e visão turva.

Já nas crianças e jovens, o diabetes é quase sempre do tipo ‘1’. Os sintomas são: emagrecer rapidamente; grande fadiga associada a dores musculares intensas; comer muito sem nada aproveitar; dores de cabeça, náuseas e vômitos.

Tipos da doença

Diabetes Tipo ‘2’ – Mais freqüente esse tipo atinge cerca de 90% dos casos, sendo a grande maioria diagnosticada nos adultos. Segundo Soraya, o pâncreas produz insulina, mas as células do organismo oferecem resistência à ação da mesma. O pâncreas vê-se, assim, obrigado a trabalhar cada vez mais, até que a insulina produzida se torna insuficiente e o organismo tem cada vez mais dificuldade em absorver o açúcar proveniente dos alimentos.

Diabetes Tipo ‘1’ – Mais rara, é diagnosticada com maior freqüência em crianças e jovens. Ao contrário do tipo ‘2’, que está relacionado com hábitos de vida ou de alimentação errados, esse tipo se manifesta pela falta de insulina. O pâncreas produz insulina em quantidade insuficiente, ou em qualidade deficiente, ou ambas as situações. Como resultado, as células do organismo não conseguem absorver, do sangue, o açúcar necessário, ainda que o seu nível se mantenha elevado e seja expelido para a urina.

Diabetes Gestacional - Surge durante a gravidez e desaparece, habitualmente, quando concluído o período de gestação. “No entanto, é fundamental que as grávidas diabéticas tomem medidas de precaução para evitar que a diabetes do tipo ‘2’ se instale mais tarde em seu organismo”, alerta a médica.

Controle

A prática moderada de atividades físicas é fundamental para os portadores do diabetes, pois contribui para o bom funcionamento dos órgãos. A endocrinologista orienta que o portador da doença deve ser acompanhado por um médico e se submeter a exames de sangue periodicamente, como forma de controlar seu nível glicêmico. “Com base nos resultados, o médico fará a prescrição individualizada de medicamentos e de alimentação, de acordo com cada caso”, explica.

Fonte para entrevistas: Médica e psicanalista Soraya Hissa de Carvalho.
Favor agendar na Ampla Comunicação, com Marianna Moreira.

Informações para a imprensa:

Ampla Soluções em Comunicação:
Liège Camargos e Marianna Moreira
(31) 3221 - 9241/ 3225 - 1116 / 8899 - 0353
ampla@amplacomunicacao.com.br

Novembro/2009

Marianna Moreira
Ampla Soluções em Comunicação
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(31) 3221-9241 - (31) 3225-1116 - (31) 8822-0858
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sábado, 7 de novembro de 2009

Utilidade Pública - Farmácia para População de Baixa Renda

Tenho uma informação importantíssima para as pessoas que fazem uso de medicamentos.

Estou trabalhando na Associação Divina Providência, uma instituição filantrópica que tem como objetivo "resgatar a dignidade humana", com isso ela possui vários projetos que atendem a população carente de Belo Horizonte e região metropolitana. Para conseguir chegar a essas pessoas desde 1976 a Associação implantou: Lar dos Meninos (B.Olhos D'água), Cidade dos Meninos (em Ribeirão das Neves), uma creche, um lar para idosos, 14 centros de formação profissional, uma gráfica e agora a mais recente onde estou coordenando uma Farmácia de Manipulação.

Esta farmácia manipula medicamentos de qualidade com preço de custo (apenas matéria prima e embalagem) para a população com renda per capita de até R$ 200,00 mensais. Contudo todas as família que tiverem uma renda com valores acima, recebem um desconto de 20% de desconto em cima do valor de mercado. De qualquer maneira fica mais barato.
Aproveito para dar um exemplo para uma pessoa que está inclusa na renda até duzentos reais per capito que faz uso de Omeprazol, esse medicamento custa em outras farmácias em média R$ 25,00 e na Farmácia da Associação a pessoa pagará por 30 cápsulas apenas R$ 1,41.

A Farmácia foi inaugurada no dia 23 de setembro 2009 e preciso divulgá-la para torná-la acessível às pessoas que realmente precisam.
Então conto com você que conhece alguma pessoa que gasta um valor absurdo com medicamento ( em alguns casos mais de 50% do salário) e dessa forma conseguirá economizar para outras prioridades, tendo uma qualidade de vida melhor.

Qualquer dúvida, liguem: 3228.92.08

Michele Duarte
Conheça a Associação:
www.redesolidariedade.org.br