quarta-feira, 13 de abril de 2011
Teia Cultural Minas - Nº 10 - 11 de Abril de 2011 - Ano VII
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
BangalôCultural - Programação
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Marcadores: Cultura
quinta-feira, 17 de março de 2011
Confira programação Artistico-Cultural - Março
18/03- Lual Bem-Me-Quero/ Negra
Aniversário do quarto ano do Espaço Bem-Me-Quero, com músicas, histórias e poesia
Horário :18:00 às 21:00 horas
Local : Espaço Negra
25/03 - Show com a cantora Dóris e Banda
Horário: 19:00 horas
Local: Praça Tiradentes
Coordenadoria de Igualdade Racial
Coordenadoria de Políticas para Mulheres
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Mixsórdia Informativo Cultural - 16 a 20 de Março
Mixsórdia >> Guia Cultural >> Belo Horizonte MG Brasilmix.sór.dia (sin) >> miscelânea de aconteces >>
sair da inércia e arranhar o diverso >>
hoje à tarde? amanhã à noite? >> pulsar
Este sábado o RoodBoss Soundsystem realiza a sua décima edição. O sistema de som é sempre instalado em praças já passou pela Duque de Caxias (Santa Tereza), Afonso Arinos (Centro), Diogo de Vasconcelos (Savassi), dos Porcos (Cidade Jardim), Milton Campos (Cruzeiro), Prof. Godoi Betônico (Luxemburgo), da Estação (Centro) e será instalado pela segunda vez na Praça da Assembleia (Praça Carlos Chagas – Santo Agostinho). Os irmãos e designers Zumberto e Gustassifon e o DJ Fael (das festas Alta Fidelidade e Safadezas) são os principais seletores do RBS, que sempre conta com participações especiais. Os dois primeiros estiveram recentemente em Kingston onde tiveram a oportunidade de conhecer diversos artistas, gravar dubs exclusivas e agregar novos discos à coleção. Muita coisa foi reservada pra estrear no dia 19. Os integrantes do Jurassic Sound System / You & Me On a Jamboree estiveram juntos nessa viagem, garimparam muita coisa por lá também e estarão presentes carregados do enorme acervo que possuem.
http://roodboss.com/
Local: Praça da Assembleia (Praça Carlos Chagas) – Santo Agostinho // Horário: 13h às 22h // Entrada: gratuita
Citados no editorial da Samba 2, “os mineiros do Grupo Porco e do fadarobocoptubarão” aglutinam-se para festejar num único show o lançamento da revista brasiliense em BH, primeira parada da “Samba tour 2011”. Editada por Gabriel Mesquita, Gabriel Góes e Lucas Gehre, a publicação reúne trabalhos de quadrinhos, artes plásticas e experimentações gráficas. A edição de estreia recebeu o prêmio como a melhor entre as alternativas na Feira de Quadrinhos do Piauí. Esta segunda apresenta criações de 25 artistas, com diferentes traços, temas e estados de espírito, cumprindo a proposta de conduzir o leitor por boas descobertas, como o humor politicamente incorreto de Daniel Lafayette, a delicadeza sombria de Eduardo Belga, a memória apagada de Pedro Franz, as pinturas privadas de Fábio Baroli, só para repassar algumas das 132 páginas – 21 delas em 3D. Os exemplares estarão à venda por R$20 e vêm com um par de óculos 3D de brinde. A banda Tempo Plástico e os DJs JJBZ e Porquinho também tocam na festa.
Samba // Grupo Porco // Fadarobocoptubarão // Tempo Plástico // JJBZ // A Obra
Local: A Obra – r. Rio Grande do Norte, 1.168, Savassi // Horário: 22h // Entrada: R$15 // Revista: R$ 20 // Informações: (31) 3215-8077 e 3261-9431
Confira a programação completa
Mixsórdia é uma produção independente, editada por Daniel Silva, Débora Fantini e Marcelo Lustosa
Sugestões? >>> sugestoes@mixsordia.com
Informações e imagens são disponibilizadas por assessorias de imprensa ou responsáveis pelos eventos.
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Programação Cultural Nelson Bordello 15 a 19/03
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Casa Una de Cultura - Inauguração
O Centro Universitário Una completa 50 anos e Belo Horizonte recebe de presente um novo espaço cultura.
No dia 22 de março será inaugurado o novo espaço cultural dedicado às artes na capital, a Casa Una de Cultura. O belo casarão do início do século, no qual funcionará a Casa, está localizada à Rua Aimorés, 1451, próximo à Praça da Liberdade. O novo espaço cultural da cidade consiste de três salas menores e uma sala multiuso que comportará aproximadamente 50 pessoas. Com o centro a Una pretende interferir de forma mais direta na vida cultural de Belo Horizonte, e ir além das atribuições educacionais que constituem sua principal vocação. A inauguração da Casa faz parte das comemorações do cinqüentenário do Centro Universitário.
A proposta da Casa Una é criar um centro cultural, que fomente o experimentalismo e as novas linguagens, questões que marcam o cenário contemporâneo, por meio de uma gestão colaborativa, formada por uma equipe multidisciplinar. Segundo Guaracy Araújo, um dos gestores da Casa, “os idealizadores do projeto pretendem fazer uso do espaço para abrigar manifestações artísticas das mais diferentes áreas, como artes cênicas, artes digitais, artes interativas, artes plásticas, audiovisuais, documental, literatura, música instrumental e vocal, poesia, saraus, videoarte e outras”.
Ainda de acordo com Guaracy os princípios que norteiam o projeto são: o prazer de ter experiência e a interação. Para atender esses valores a Casa Una é um projeto aberto, que pretende ser construído dia a dia com os principais utilizadores do espaço: artistas, produtores e gestores culturais.
Um dos desafios do projeto é conseguir usar em toda sua potencialidade as ferramentas digitais. Desta forma, a intenção é conseguir em breve veicular as atividades artísticas realizadas internamente na rede, viabilizando uma interação mais ampla entre o público e seus projetos, a fim de democratizar o acesso à cultura.
A cada mês será proposto um tema como referência, criando um ambiente propício ao diálogo, ao envolvimento, a interação. No primeiro mês o tema será o feminino.
Gestão Colaborativa
A Casa Una de Cultura tem uma proposta inovadora, ser um espaço cultural gerido de forma colaborativa. Para atender essa diretriz o espaço foi apresentado previamente no dia 15 de fevereiro de 2011, a um grupo de 80 convidados, do qual fizeram parte produtores e gestores culturais, professores, empresários, artistas, formadores de opinião e representantes da mídia especializada. O encontro foi uma oportunidade de mostrar a Casa e convidar a todos a participar enviando propostas de projetos, exposições, cursos, seminários, mostras, shows e espetáculos.
A opinião de quem foi à apresentação no dia 15 de fevereiro:
Chico Pelúcio – Fundador e Diretor do Grupo Galpão - Em primeiro lugar é importante destacar que essa não é uma casa qualquer, é uma casa que tem seu significado para Belo Horizonte, então só de estar preservada e aberta ao público, já é uma conquista importante. Outro aspecto que merece destaque é o fato de ser um espaço cultural ligado a uma instituição de ensino, fomentando a ligação entre educação e cultura. Também achei muito bacana esse conceito contemporâneo de construir o espaço em parceria, em um diálogo contínuo com a sociedade.
José Eduardo Gonçalves - Ex-presidente da Rede Minas – Esse projeto é uma provocação é uma casa que começa de um jeito totalmente diferente de todas as que eu conheço. A proposta é sensacional e instigante, cabe a nós agora ocuparmos esse espaço. Eu estou com vontade de montar acampamento aqui.
Kiko Ferreira – Jornalista da Rádio Guarani – Os espaços têm que ser multiuso, assim como as pessoas são. Então é muito importante existir esse novo espaço e que os futuros parceiros sejam chamados a opinar. A Una está de parabéns por mais essa iniciativa.
Lena Cunha – Professora e Gestora Cultural - Em primeiro lugar o fundamental é dar uso cultural para essa casa maravilhosa, do lado do Circuito Cultural da Praça da Liberdade. Em segundo lugar a proposta de incluir a opinião das pessoas que de fato vão utilizar o espaço é muito importante.
Mauro Werkema – Jornalista - Qualquer espaço que se abra ao exercício cultural, à reflexão, à troca de ideias, ao pensamento, às expressões artísticas e culturais é algo que engrandecem a sociedade a que serve.
Casa Una de Cultura
Rua Aimorés, 1.451
Casão 2º andar
Assessoria de Imprensa
Sinal de Fumaça – A comunicação original
(31) 3264-4404
Sérgio Stockler
(31) 9143-1001
sergio@sinaldefumaca.com.br
Viviane A Araújo
(31) 8889-2901
viviane@sinaldefumaca.com.br
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Programação do Centro Cultural Salgado Filho
Março de 2011
Programação Março - 2011
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
24º Inverno Cultural UFSJ - Inscrições
Prazo de inscrições de propostas de atividades para o 24º Inverno Cultural da UFSJ termina nesta semana
Encerram-se nesta sexta-feira (11/02) as inscrições para propostas de oficinas, palestras, exposições, lançamento de livros, mostra de cinema e vídeo e espetáculos teatrais e musicais que farão parte da programação do 24º Inverno Cultural da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ).
As propostas serão recebidas exclusivamente via internet, no endereço www.invernocultural.ufsj.edu.br, no menu “Editais de Seleção 2011” .
Mais informações no Setor de Projetos Artísticos e Culturais ou na Secretaria da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da UFSJ, pelos telefones: (32)3379-2501 ou 3379-2510, no horário de 8h às 12h e das 13h30min às 17h30min, de segunda a sexta-feira ou pelo e-mail fabiane@ufsj.edu.br.
Assessoria de Imprensa
Sinal de Fumaça – A comunicação original
Fone: (31) 3264-4404
e-mail: pollyanna@sinaldefumaca.com.br
Aline Ferreira (31) 8778-1774
Pollyanna Alcântara (31) 9752-4058
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Janeiro de 2011 no Centro Cultural Salgado Filho
Programação-01-2011.doc
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Governo lança publicação cultural no Jequitinhonha, Mucuri e Norte de MG
Ter, 28 de Dezembro de 2010 04:20
A arte e a cultura enraizada nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e no Norte de Minas foram traduzidas em uma obra lúdica, no formato dos antigos almanaques, que recebeu o nome de Almanarte - Saberes e Fazeres da Cultura Popular. A publicação, da Secretaria de Estado Extraordinária para o Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas (Sedvan) e do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Idene), foi lançada em Belo Horizonte pela Editora Crisálida e é dirigida aos alfabetizadores e alfabetizandos do Programa Cidadão Nota Dez - Por um Brasil Alfabetizado.
O Almanarte foi escrito com o objetivo de ampliar o conceito de cultura no âmbito do Cidadão Nota Dez de modo a levar os participantes - alfabetizador e alfabetizando - a se reconhecerem como seres e sujeitos culturais, estimulando o reconhecimento de suas raízes e sua linguagem própria. "Isto porque muitos saberes e fazeres da cultura popular estão se perdendo devido a inúmeros fatores como as migrações do campo para a cidade, a valorização do progresso técnico obtido à custa da identidade do cidadão e da coesão familiar, algumas práticas religiosas que, por vezes, impõem restrições, entre outros fatores", explica o organizador do livro, Cid Wildhagen.
Partindo desse pressuposto, o livro foi cuidadosamente elaborado com base nas colaborações dos moradores locais, e passeia por vários assuntos: estórias, receitas, parlendas, causos, músicas, figuras, charges, festas, fábulas, saberes e sabores, tudo muito peculiar, buscados nas raízes de uma cultura.
De acordo com Oséias Ferraz, editor do trabalho, a ideia foi sair do viés acadêmico das edições anteriores realizada pelo sistema Sedvan/Idene e fazer um projeto mais lúdico e atraente. Segundo ele, um almanaque contém todas as informações relevantes, infográficas, pictográficas com um tom de humor, no agrado de qualquer leitor. "No Almanarte a informação tem um olhar de fora, das pessoas que participaram da execução do projeto, e um olhar de dentro, representado pelos textos enviados pelo povo simples da região: os artesãos, educadores, feirantes, donas de casa, benzedeiras", informa o editor. "Há inclusive participação dos alunos alfabetizados pelo programa Cidadão Nota Dez. Eles se tornaram, assim, atores e autores de suas próprias histórias".
Registro
Para o responsável pelo registro sobre as comunidades Quilombolas, Pablo Matos Camargo, o resultado final superou todas as expectativas. "A obra tem uma linguagem acessível, inclusive para os próprios quilombolas. São estórias curtas, ilustradas, fugindo do tradicional e resgatando os almanaques antigos", comemora. Pablo diz que "os Vales e o Norte de Minas são detentores de imensa riqueza cultural e representam uma 'ilha' que reflete um pouco do Brasil: com a presença de europeus, índios e africanos". O pesquisador lembra que o Vale do Gurutuba, no Norte de Minas, e o médio Jequitinhonha têm a maior concentração de comunidades quilombolas do País. "É um caminho para divulgar uma cultura desconhecida pela maioria dos brasileiros", conclui.
O Almanarte foi escrito com o objetivo de ampliar o conceito de cultura no âmbito do Cidadão Nota Dez
Clique aqui para baixar o pdf.
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Fundação Municipal de Cultura
Serão distribuídos à bibliotecas municipais e comunitárias cerca de 13 mil exemplares novos adquiridos por meio do projeto Belo Horizonte, cidade leitora.
Promover o incentivo à leitura e a qualificação das bibliotecas municipais e comunitárias. Essa é a intenção da Prefeitura de Belo Horizonte e da Fundação Municipal de Cultura (FMC) com o projeto “Belo Horizonte, cidade leitora”. Foram investidos 240 mil reais, na compra de 13 mil exemplares de livros, a maior parte composta de obras da literatura brasileira, que serão distribuídos para bibliotecas públicas municipais e comunitárias, além de computadores e mobiliários novos.
A aquisição e entrega dos livros faz parte do projeto sustentador da Cultura no programa BH Metas e Resultados da Prefeitura de Belo Horizonte. A entrega simbólica dos livros acontece no auditório JK da sede da PBH (Av. Afonso Pena, 1212), na próxima segunda-feira, dia 13, às 10h, com a presença do Prefeito Marcio Lacerda.
A aquisição dos livros, realizada pela Diretoria de Leitura e Informação da FMC, foi uma das maiores já feitas para qualificação das bibliotecas da rede pública. Foram adquiridas obras dos catálogos das maiores editoras brasileiras, como a Cia. das Letras, Cosac & Naif e Jorge Zahar, além de editoras menores como a mineira Crisálida. A escolha dos livros foi realizada por uma Comissão de Seleção de Acervo Bibliográfico, presidida por Sérgio Fantini, técnico da DILINF, e composta por especialistas em literatura, bibliotecários da DILINF e representantes dos Centros Culturais.
Segundo a diretora da DILINF, Silvana Cóser, a Comissão buscou contemplar o perfil do público que atualmente frequenta as bibliotecas: “nossas escolhas privilegiaram a ficção literária de todos os gêneros, como prosa (romances, contos, novelas, crônicas) e poesia, voltadas para crianças e jovens, que constituem a maioria do público atendido tanto nas nossas bibliotecas como nas comunitárias”, afirma.
Bibliotecas Contempladas
A seleção das bibliotecas que receberão os livros foi feita com base na necessidade social, aliada ao trabalho desenvolvido e à localização na cidade. Para a distribuição dos livros às bibliotecas dos Centros Culturais, a Diretoria de Leitura e Informação considerou a amplitude de cobertura das regionais. A estratégia de distribuição dos novos acervos foi articulada com a Diretoria Especial de Equipamentos Culturais da FMC, que coordena a rede de Centros Culturais. Cada biblioteca municipal escolhida receberá cerca de mil livros, além de computadores e mobiliário. Já as bibliotecas comunitárias receberão 400 exemplares, majoritariamente de literatura para crianças e jovens.
Para Diego Carlos da Silva, Bibliotecário do Centro Cultural Vila Santa Rita, a chegada dos livros adquiridos pela DILINF é uma iniciativa muito importante para dar condições de escolha ao usuário e as suas demandas. “Temos um fluxo de usuários enorme que contempla crianças, adolescentes e adultos e a chegada desse material irá enriquecer o acervo e fortalecerá os programas e oficinas de mediação de leitura que a biblioteca promove”, conclui.
As bibliotecas comunitárias foram escolhidas considerando sugestões da SABIC - Associação de Amigos das Bibliotecas Comunitárias de Belo Horizonte e da Associação Cultural Teia de Textos, que indicaram bibliotecas ativas, que prestam um bom serviço à comunidade, juntamente com outras que necessitam ter seu trabalho estimulado. Além disso, foi considerada a localização das bibliotecas, visando cobrir a maior amplitude possível, com prioridade para as bibliotecas de maior vulnerabilidade. Cada biblioteca comunitária receberá cerca de 400 livros.
Segundo Silvana Cóser, o atendimento à rede comunitária de bibliotecas é fundamental para que se alcance a democratização do acesso ao livro e à leitura em Belo Horizonte. “A rede municipal é insuficiente para atender às necessidades da população de uma cidade do porte de Belo Horizonte. Por isso, buscamos articular forças para ampliar o acesso da população ao livro, à leitura e, mais diretamente, à literatura”, completa.
Outro local que também receberá livros é o Ponto de Leitura do Parque Municipal Américo Renné Gianneti. Segundo pesquisa da DILINF, o espaço, que funciona aos domingos pela manhã, recebe um público considerável e variado, em sua maioria de adultos mais velhos, com preferência pela leitura de jornais, revistas e narrativas breves como contos, crônicas e poesia. Serão repassados ao espaço cerca de 500 obras. “Estamos renovando o mobiliário e também adequando o acervo a esse público, acrescentando livros novos. Será discutida ainda a introdução do sistema de empréstimos nesse local e de outras possibilidades para otimizar a ação”, afirma Silvana Cóser.
Fonte: http://www.bheventos.com.br/noticias/2280/Fundacao-Municipal-de-Cultura-reafirma-funcao-de-incentivo--leitura.html
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Lavadeiras recebem reconhecimento nacional
As lavadeiras de Almenara e o compositor Carlos Farias, regente do coral, foram recebidos com todas as honras no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, na noite de quinta-feira, 02 de dezembro, onde participaram da 16ª edição da entrega de insígnias da Ordem do Mérito Cultural, na condição de agraciados.
De acordo com o Ministro Juca Ferreira “foram escolhidas pessoas que exprimem a nossa tradição, a nossa vanguarda, as diferentes correntes de criação cultural e artística do nosso povo. Uma parte de um todo rico e generoso. Pessoas que enfrentaram a repressão política e pessoas que enfrentaram o anonimato e o preconceito. Atores e líderes comunitários; religiosos e dançarinos; humoristas e diplomatas; escritores e artistas plásticos... Pessoas que, a exemplo de Darcy Ribeiro, o grande homenageado, recriam, inventam e refletem sobre a nação que somos e a que queremos ser.”
Relação dos agraciados na edição 2010 da OMC:
Andrea Tonacci, Anna Bella Geiger, Mestre Alberto da Paz, Azelene Inácio Kaingáng, Candido Antonio Mendes de Almeida, Carlota Albuquerque, Cesária Évora, Conjunto Época de Ouro, Coral das Lavadeiras, Demônios da Garoa, Denise Stoklos, Dom Pedro Casaldáliga Pia, João Carlos de Souza-Gomes, Escuela Internacional de Cine y Television de San Antonio de los Baños (EICTV), Maria da Graça Costa Penna Burgos (Gal Costa), Glória Pires, Companhia de Danças Folclóricas Aruanda, Hermeto Pascoal, Ilo Krugli, Ismael Ivo, Ítalo Rossi, Jaguar, Joênia Wapixana, Leon Cakoff, Leonardo Boff, Maracatu Estrela Brilhante de Igarassú, Mário Gruber Correia, Maureen Bisilliat, Maurício Segall, Rogério Duarte, Sociedade Cultural Orfeica Lira Ceciliana,Tinoco. Agraciados In Memoriam:
Armando Nogueira, Carlos Drummond de Andrade, Agenor de Miranda Araújo Neto (Cazuza), João Cabral de Melo Neto, Joaquim Aurélio Nabuco de Araújo, Moacir Werneck de Castro, Nelson Rodrigues e Vinicius de Moraes.
Fotos e dados biográficos de todos os homenageados podem ser vistos no link:
http://www.cultura.gov.br/brasilidade/agraciados-2010/
Lula abraça as Lavadeiras
Além dos agraciados e das celebridades presentes (atores, cineastas, cantores, pintores, músicos, produtores culturais, políticos, jornalistas...) a grande atração da noite foi o Presidente Lula. Em emocionado discurso, ele saudou os homenageados e sancionou o Plano Nacional de Cultura (PNC), cujas diretrizes, objetivos e estratégias terão validade pelos próximos dez anos. Recebeu calorosos aplausos de todos os presentes.
Finda a cerimônia, ainda no palco, o Presidente posou ao lado de todos os homenageados, sendo que dedicou uma atenção especial aos integrantes do Coral. Pacientemente, ele abraçou e beijou cada lavadeira, recebeu afagos e recados ao pé do ouvido e demonstrou vivo interesse por Almenara, cidade que visitou durante suas primeiras campanhas à presidência.
Após a meia-noite, a confraternização continuou na Villa Riso, onde o Ministério da Cultura ofereceu um jantar aos agraciados e convidados. Mais uma vez, as lavadeiras atraíram as atenções dos presentes. Viraram celebridades.
Para Carlos Farias, regente e coordenador do coral, “o valor simbólico dessa medalha é imensurável e queremos dividir a alegria deste momento com todo o povo brasileiro, especialmente do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais , onde a cultura popular se transformou em verdadeiro veículo de inclusão para milhares de pessoas.
Para Adélia Barbosa, que recebeu a medalha em nome do grupo, “essa viagem e esse prêmio foram a realização de um sonho. Não temos palavras para agradecer tanto carinho. Esperamos que as portas continuem se abrindo e o nosso coral possa encontrar apoiadores para os novos projetos.”
A equipe presente no Rio de Janeiro foi composta pelas lavadeiras/cantoras Adélia Barbosa da Silva, Ana Isabel da Conceição, Juracy Lima da Silva, Mirian Fernandes Pessoa, Santa de Lourdes Pereira, Sebastiana Dias Silva, Teresa Fernandes de Souza Novais, Valdenice Ferreira Santos e por Carlos Farias. Também marcaram presença no apoio a cantora e diretora artística Beatriz Farias, a produtora Jucélia Alves, o fotógrafo Luã Raoni e o webdesigner e agente cultural Neilton Lima, responsável pela criação do sítio do coral (www.coraldaslavadeiras.com.br), capas dos Cds e de todo o material de divulgação do grupo, há mais de dez anos.
Contatos com as lavadeiras e Carlos Farias:
55 31 9943-3414 / 9377-7501
epovaleeventos@yahoo.com.br
lavadeirasdealmenara@gmail.com
www.facebook.com/lavadeirasdealmenara
www.facebook.com/carlosfarias
Segue matéria publicada na página do Ministério da Cultura
03 de dezembro de 2010
Ordem do Mérito Cultural 2010
Emoção e pluraridade na 16ª edição, marcada também pela sanção do Plano Nacional de Cultura
Uma surpreendente apresentação audiovisual que uniu efeitos especiais em terceira dimensão, luz, som e encenações artísticas, no palco da Sala de Espetáculos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, deu uma atmosfera de magia e poesia à 16ª edição da entrega de insígnias da Ordem do Mérito Cultural, realizada pelo Ministério da Cultura (Minc), na noite da última quinta-feira (02.12).
Focada na diversidade da cultura brasileira e nas ideias de uma nação mestiça e solidária, propagadas pelo antropólogo Darcy Ribeiro, personalidade homenageada na solenidade deste ano, a entrega das medalhas foi um grande espetáculo de brasilidade e de exaltação das expressões culturais e étnicas que constituem a população do país.
“Estamos devendo uma medalha, também, a Bia Lessa, por este espetáculo maravilhoso que nos apresentou aqui, esta noite”, comentou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, saudando a produtora teatral e cenógrafa que fez a direção artística do evento. O presidente disse que o enfoque dado às apresentações na cerimônia traçou um paralelo com o crescimento do sentimento de orgulho pela nacionalidade. “Acho que, nestes oito anos de meu governo, aconteceu um pouco do que foi repassado aqui. Perdemos a vergonha de ser brasileiros”, afirmou.
O presidente Lula, juntamente com o ministro da Cultura, Juca Ferreira, condecorou com a Medalha do Mérito Cultural 40 agraciados, entre personalidades, grupos artísticos e instituições culturais. Foram escolhidas pessoas que exprimem a tradição, a vanguarda e as diferentes correntes de criação cultural e artísticas do país, tais como atores, líderes comunitários, religiosos, dançarinos, músicos, artistas plásticos e outros.
Aqui, relação dos agraciados.
Na abertura da solenidade, o Presidente da República sancionou a lei que institui o Plano Nacional de Cultura (PNC), marco regulatório que define as diretrizes das políticas públicas do setor para os próximos dez anos. A aprovação do PNC era uma das principais reivindicações das gestões dos ministros Gilberto Gil e Juca Ferreira frente ao Ministério da Cultura.
Em seu discurso durante a cerimônia, o ministro Juca Ferreira disse que o PNC ajuda a enraizar definitivamente as políticas culturais como estratégia de Estado e marca uma nova etapa para a cultura do país. Ele agradeceu ao presidente Lula por ter destacado as atividades culturais como sendo uma necessidade e um direito de todos os brasileiros. “Nós não teríamos conseguido fazer este trabalho sem o apoio recebido” comentou o ministro.
Muito à vontade frente a uma platéia de artistas, políticos e gestores de cultura, o presidente comentou vários episódios de seu governo e fez elogios à atuação do ministro Juca Ferreira na condução do setor. “Quero cumprimentar um só ministro em nome de todos os demais. Parabéns, Juca, pelo extraordinário trabalho feito pela cultura brasileira”, disse o presidente, que também lembrou do vigor do desempenho do ministro na criação do Programa Mais Cultura, fato que, segundo comentou, o fez escolhê-lo para substituir o ministro Gilberto Gil.
Cerca de 200 convidados, entre artistas, jornalistas, políticos e autoridades governamentais compareceram à solenidade, além dos agraciados e seus familiares. Entre eles, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e o prefeito municipal, Eduardo Paes, saudados pelo presidente, que agradeceu por terem devolvido a cidadania e a auto-estima ao povo carioca, motivadas pelas recentes ações que comandaram, de combate ao narcotráfico na cidade.
(Texto: Patrícia Saldanha, Comunicação Social/MinC)
(Foto: André Melo)
Veja vídeos da cerimônia, aqui.
Obs: outra matéria interessante pode ser lida neste link:
http://www.cultura.gov.br/brasilidade/a-pluraridade-da-cultura-nacional-no-theatro-municipal-2/



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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Projetos - Plano Nacional de Cultura (PNC)
Reconhecer e valorizar a diversidade cultural, étnica e regional brasileira; proteger e promover o patrimônio histórico e artístico, material e imaterial; valorizar e difundir as criações artísticas e os bens culturais. Esses são alguns objetivos do Plano Nacional de Cultura (PNC), sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na última quinta-feira (02.12) e publicado no Diário Oficial da União dessa sexta-feira (03.12), na forma de Lei 12.343/2010.
Juntamente com a aprovação do Plano, há a criação do Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC). As diretrizes, objetivos e estratégias contidas no Plano terão validade por dez anos. Serão fixadas pela coordenação executiva a partir de subsídios do SNIIC. Essas metas serão reavaliadas periodicamente. De acordo com o projeto de lei sancionado, a primeira avaliação deverá ser realizada daqui a quatro anos.
Veja aqui a publicação no D.O.U.
2 - Seis novos bens entram na lista de Patrimônio Cultural do Brasil
Conselho esteve reunido para discutir propostas de tombamento e registro como Patrimônio Cultural do Brasil
Os seis bens avaliados pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural ,nos dias 5 e 6 de novembro, no Rio de Janeiro, foram tombados ou registrados como patrimônio Cultural do Brasil. A partir de agora, o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro que envolve mais de 22 etnias indígenas do Amazonas, e o Ritual Yaokwa do povo indígena Enawene Nawe, no estado do Mato Grosso terão proteção federal. Além destes, entraram na lista de bens preservados a paisagem cultural de Santa Tereza, no Rio Grande do Sul, do conjunto urbanístico e paisagístico da cidade de São Félix, na Bahia, do Encontro das Águas dos Rios Negro e Solimões, no Amazonas, e do Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial, no Rio de Janeiro.
Este ano, o Conselho Consultivo já esteve reunido outras duas vezes. Na primeira, em março, foram aprovados o registro da Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis, em Goiás, e o tombamento da Vila Serra do Navio, no Amapá. Já no mês de junho, os conselheiros aprovaram o tombamento dos Lugares Sagrados dos Povos Indígenas do Alto Xingu, no Mato Grosso, os Bens da Imigração Japonesa, em São Paulo, e o Teatro Oficina, também no estado paulista.
O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural que avalia os processos de tombamento e registro, presidido pelo presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia. Ao todo, são 22 conselheiros de instituições como Ministério do Turismo, Instituto dos Arquitetos do Brasil, Sociedade de Arqueologia Brasileira, Ministério da Educação, Sociedade Brasileira de Antropologia e Instituto Brasileiro de Museus – Ibram e da sociedade civil.
Saiba mais sobre os novos patrimônios culturais brasileiros.
Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro – AM
Ainda hoje no Brasil, um sistema agrícola é capaz de determinar a organização social de etnias e permite, inclusive, um mapeamento das línguas e costumes. Em linhas gerais, esse é o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro, entendido como um conjunto formado por elementos interdependentes, como as plantas cultivadas, os espaços, as redes sociais, a cultura material, os sistemas alimentares, os saberes, as normas e os direitos. O cultivo da mandioca brava (manihot esculenta) é a base desse sistema que reúne os mais de 22 povos indígenas que vivem ao longo do Rio Negro, em um território que abrange os municípios de Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, até a fronteira do Brasil com a Colômbia e a Venezuela.
Ritual Yaokwa do Povo Indígena Enawene Nawe
O Ritual Yaokwa é a mais longa e importante celebração realizada por esse povo indígena, atualmente uma população em torno de 540 indivíduos que vivem em uma única aldeia, na terra Enawene Nawe uma área de 742 mil hectares, homologada e registrada, localizada numa região de transição entre o cerrado e a floresta Amazônica, no estado do Mato Grosso. Com duração de sete meses, este ritual define o início do calendário ecológico-ritual Enawene que abrange as estações seca e chuvosa de um ciclo anual marcado pela realização de mais três rituais: Lerohi, Salomã e Kateokõ. Parte fundamental do Yaokwa ocorre quando os homens saem para a pesca de barragem, construídas com sofisticadas armações que se configuram em elaboradas obras de engenharia, dispostas de uma margem à outra do rio. Este é o ponto alto do ritual que começa em janeiro, com a coleta das matérias-primas para a construção das barragens e com a colheita da mandioca.
Paisagem cultural em Santa Tereza – RS
Localizada às margens do Rio Taquari e do Arroio Marrecão, Santa Tereza conta cerca de 570 moradores que habitam as 250 casas do núcleo urbano. Os outros quase 1,5 mil habitantes moram na área rural. A partir de 1887, os lotes foram distribuídos entre os colonos. Desde essa época a cidade destaca-se pela diversidade e a alta produtividade da agricultura desenvolvida em terras consideradas as mais férteis do estado. Ainda hoje a comunidade tira o sustento da lavoura. Entre os núcleos gaúchos, Santa Tereza é o mais singelo e também o mais íntegro do ponto de vista da ocupação urbana já que mantém quase intactas as características originais do seu traçado.
Encontro das Águas dos Rios Negro e Solimões – AM
Os mais de 10 quilômetros em que é possível observar as águas escuras e transparentes do Rio Negro correndo ao lado das águas turvas e barrentas do Rio Solimões, no Amazonas, podem se tornar o mais novo bem protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan no norte do país. O Iphan defende a proposta em função da excepcionalidade do fenômeno, considerando seu alto valor paisagístico.
Centro histórico de São Félix – BA
A cidade de São Félix, no Recôncavo Baiano, se estabeleceu, no século XVI em função da expansão do porto de Cachoeira como o ponto de partida da Estrada das Minas, importante rota comercial que seguia para Rio de Contas, na Bahia, e para os estados de Minas Gerais e Goiás. Ainda hoje mantém a trama urbana original praticamente intacta. Também é espaço de manifestações culturais, sobretudo religiosas, da população local e mantêm uma interação histórica, urbanística e paisagística com a cidade de Cachoeira, situada na outra margem do Rio Paraguaçu.
Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial – RJ
Conhecido como Monumento aos Pracinhas, localizado no Parque do Flamengo, no Rio de Janeiro, foi construído entre 1957 e 1960 e projetado pelos arquitetos Marcos Konder Netto e Hélio Ribas. O conjunto é integrado por três obras: uma escultura de metal homenageando a força aérea brasileira, outra em granito que homenageia os pracinhas das três armas e um painel de azulejos destacando os combatentes e os civis que morreram em operações navais. Simbolicamente, o Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial, estiliza duas palmeiras amparando mãos que levam até o céu nossos pracinhas mortos em combate, cujos 468 túmulos se localizam no subsolo.
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Marcadores: Cultura
domingo, 21 de novembro de 2010
Lei Municipal de Incentivo à Cultura abre inscrições para projetos culturais
Segue anexo release completo e logo (LMIC)
Lei Municipal-Incentivo-Cultura-Inscricoes-Projetos-Culturais.doc
Assessoria de Comunicação Social
Fundação Municipal de Cultura
Prefeitura de Belo Horizonte
(31) 3277-4620/4621
www.pbh.gov.br/cultura
Postado por Silvia Costa às 14:59:00 0 comentários
Marcadores: Cultura, Projetos Sociais
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Edital Procultura Juventude Negra
Aqui tem Axé - defendemos o fim do clientelismo e intolerância religiosa
Uma mensagem a todos os membros de Rede Afrobrasileira Sociocultural
Juventude Negra
NUFOC - Núcleo de Formação Cultural da Juventude Negra
Reconhecer e valorizar a importância da diversidade étnico-cultural afro-brasileira em nosso País, por meio da formação técnico-cultural de jovens negros. Este é o objetivo do projeto Juventude Negra, implementado pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Cultural Palmares, que está com inscrições abertas a instituições de ensino superior e entidades culturais, historicamente comprometidas com a cultura afro-brasileira.
Sob a coordenação do Departamento de Fomento e Promoção da Cultura Afro-brasileira da Palmares, o projeto Juventude Negra está sendo viabilizado por meio do I Edital Procultura – Núcleo de Formação Cultural da Juventude Negra. O Edital selecionará 10 projetos, visando a implantação de 10 Núcleos de Formação Cultural – NUFOC, em 10 Estados brasileiros. Serão selecionadas duas instituições em cada região (Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste).
Quem pode participar
As instituições e entidades interessadas em participar do Edital e implantar um NUFOC devem ser ligadas diretamente a Universidades e Faculdades, públicas ou privadas, de todas as cinco regiões do País – ou manter parcerias sistêmicas com as mesmas.
Vale frisar que a formação técnico-cultural prevista trata não apenas de capacitar tecnicamente os alunos, mas, também, apresentar a eles, por meio de um módulo comum, temas relativos à História da África e à cultura afro-brasileira. Com isso, o principal diferencial deste projeto será a proposta pedagógica apresentada, elaborada de modo a articular as ações com as demandas da comunidade na qual a instituição esteja contextualizada, e os resultados pretendidos.
A expectativa é a de que o envolvimento com a história e a cultura afro-brasileiras estimule os alunos, de forma geral, a refletir sobre seu papel na sociedade, particularmente no que diz respeito à forte influência da cultura africana na formação das bases culturais brasileiras, desenvolvendo uma consciência crítica. De forma particular, que esses jovens se identifiquem com novas posturas, criando novas oportunidades para experimentarem novos ‘olhares’ sobre as ferramentas e os mecanismos de trabalho nas diferentes áreas da cultura e sobre os seus resultados.
O que será o NUFOC
Os Núcleos de Formação Cultural da Juventude Negra deverão oferecer capacitação técnico-cultural a jovens negros entre 16 e 25 anos de idade, viabilizando a sua formação como produtores culturais, aptos a atuar no mercado de trabalho e em suas comunidades, desenvolvendo e consolidando experiências na área.
Cada NUFOC terá como meta atuar diretamente com 600 jovens negros, todos provenientes das classes C, D e E, e escolhidos por processo de seleção. Estes alunos serão divididos em duas turmas: a primeira será composta por 300 universitários, que receberão um programa de formação e uma bolsa de apoio. A outra turma, com 300 alunos que tenham concluído o ensino médio, não receberá bolsa de apoio, mas, sim, um programa especial de formação e auxílio-transporte.
No total, serão capacitados 6 mil jovens negros em todo o Brasil.
Abrangência do Projeto Pedagógico
As iniciativas devem apresentar um planejamento de ensino que contemple obrigatoriamente propostas relativas a:
a) Formação em História da África e cultura afro-brasileira;
b) Formação técnica em um segmento cultural;
c) Formação técnica com ênfase em gestão, tributação e legislação para o Terceiro Setor;
d) Criação do material didático a ser utilizado;
e) Orientação para encaminhamento de alunos ao mercado de trabalho, empreendimentos comunitários, atividades voluntárias e outros;
f) Emissão de certificação para a referida formação.
Além disso, as propostas devem observar os seguintes critérios:
· Cada instituição deve definir: carga horária, conteúdos e metodologia de ensino.
· O processo seletivo deverá ser estruturado com critérios claros e democráticos, e que atinjam diretamente o público do projeto.
· O sistema de ensino pode ser presencial ou semipresencial.
· Como toda a infra-estrutura para a realização do projeto é de responsabilidade do proponente, as propostas já devem apontar as disponibilidades e os diferenciais físicos para abrigar o Núcleo.
· Caso a instituição já possua programas nesse contexto, é interessante articular as iniciativas para ampliar os resultados.
Inscrições
As inscrições das propostas devem ser feitas até 11 de dezembro de 2010 pelo sistema SALIC, do MinC
Publicado no Diário Oficial da União em 27 de outubro de 2010*, o Edital também está acessível nos sítios da Fundação Cultural Palmares
* Seção 3, páginas 18, 19 e 20.
André Luiz Mendes
Chefe de Divisão
Fundação Cultural Palmares
(61) 3424 0185
Visite Rede Afrobrasileira Sociocultural em:
http://redeafro.ning.com/?xg_source=msg_mes_network
Postado por Silvia Costa às 16:33:00 0 comentários
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