terça-feira, 7 de abril de 2009

Montal Folia - Montalvânia - MG

Montal Folia - Montalvânia - MG
18/19/20 de Abril



segunda-feira, 6 de abril de 2009

Boletim Eletrônico do CEAP

Apresentamos a segunda edição do Boletim Eletrônico do CEAP. O Arquivo está em pdf em anexo. Esperamos sugestões dos leitores para as próximas edições. Todas as edições estão disponíveis na página:

http://www.ceap-rs.org.br/

ou

http://issuu.com/r.roman/docs/informativo_02

Jorge Gimenez
CEAP
http://www.ceap-rs.org.br/
(54) 3313-6325

Abril Indígena - Belo Horizonte - MG

Abril Indígena - Belo Horizonte - MG

Terra - Direitos - Autonomia

PROGRAMAÇÃO:

Dia 14/04/09 – Terça-feira
Chegada das delegações indígenas em Belo Horizonte - Imprensa.
Dia 15/04/09 – Quarta-feira
LOCAL: Auditório Loyola da Escola Superior Dom Helder Câmara
Endereço: Rua Álvares Maciel, 628 - Sta. Efigênia – Belo Horizonte-MG

08:30 horas – Cerimônia Religiosa de abertura
09:00 horas – Conferência: "A LUTA PELOS DIREITOS DOS POVOS INDIGENAS: CONQUISTAS E DESAFIOS".
Conferencista convidado: Professor Dalmo Dallari
Debatedores:
Dr. Luiz Chaves – Advogado indigenista. Assessor do Conselho dos povos Indígenas de Minas Gerais -COPIMG
Douglas Krenak – Coordenação do Conselho dos Povos Indígenas de Minas Gerais – COPIMG
Coordenação: Prof. João Batista – Coordenador do DH.
12:30 horas - Almoço
14:00 horas –
PAINEL I - ESTATUTO DOS POVOS INDÍGENAS E VIOLAÇÃO DOS DIREITOS INDÍGENAS
Convidados:
Dra. DÉBORA DUPRAT – Ministério Público Federal – 6ª Câmara;
Mezaque Silva Pataxó – Coordenação do Conselho dos Povos Indígenas de Minas Gerais;
Antônio Carvalho Guarani – Comissão Nacional de Política Indigenista- CNPI;
Luciano Marcos – Instituto Dom Luciano Mendes de Promoção da Causa Indígena
Coordenação:
Romildo Pataxó- Coordenação da APOINME e COPIMG
17:30 – Cerimônia de encerramento

Dia 16/04/09 - Quinta-feira
09:00 Horas
PAINEL II – SUSTENTABILIDADE DOS POVOS INDÍGENAS – Desafios para construção da autonomia.
Convidados:
Edimar Gadelha – Secretário executivo do CONSEA-MG
Rede de Educação Cidadã
Jackson Júnior – Coordenador da SBRASIL
José Nunes – Prefeito de São João das Missões
Coordenação: Ivan Pankararu – Coordenação do COPIMG
Tarde:
Audiências com representante do poder público e sociedade civil. (Governo de Estado, Incra, Ministério Público Federal e CNBB)
Dia 17/04/09 – Sexta-feira
09:00 horas - Debate público na Assembléia Legislativa de Minas Gerais.
Endereço: Plenário da ALMG
Rua Rodrigues Caldas, 30 – Bairro Santo Agostinho – Belo Horizonte-MG

Tema: “Os Povos Indígenas em Minas Gerais e as Políticas Públicas”
09:00 - Canto e oração dos povos indígenas, apresentação dos presentes.
09:30 – Painel – convidados:
- Conselho dos Povos Indígenas de Minas Gerais – COPIMG (Mezaque Silva de Jesus e Douglas Krenak – coordenadores);
- Presidência da FUNAI;
- Superintendência Regional da FUNASA;
- Secretaria Estadual da Educação;
- Governo Federal – Ministério do Desenvolvimento Social – MDS – coordenação da carteira indígena;
- Ministério Público Federal – Procuradoria Geral da República em Minas Gerais.
Apresentação de experiência: Prefeitura municipal de São João das Missões.

16:00 – Encerramento - Cerimônia religiosa em defesa da PACHAMAMA – Mãe-terra

REALIZAÇÃO:
CONSELHO DOS POVOS INDÍGENAS DE MINAS GERAIS – COPIMG
ESCOLA SUPERIOR DOM HELDER CÂMARA
INSTITUTO DH: PROMOÇÃO, PESQUISA E INTERVENÇÃO EM DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA
INSTITUTO DOM LUCIANO MENDES DE PROMOÇÃO DA CAUSA INDÍGENA E CIDADANIA
SBRASIL – REDE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL

APOIO:
ARTICULAÇAO DOS POVOS INDIGENAS DO NORDESTE, MINAS GERAIS E ESPÍRITO SANTO-APOINME
COLÉGIO SANTA DOROTÉIA
COMISSÕES DE PARTICIPAÇÃO POPULAR E DIREITOS HUMANOS – ALMG
CONSELHO DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL DE MG - CONSEA
COORDENADORIA ECUMÊNCIA DE SERVIÇOS – CESE-BA
INSTITUTO MARISTA DE SOLIDARIEDADE- IMS
MANDATO POPULAR – DEP. ANDRÉ QUINTÃO-PT
PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO CARMO-BH
REDE DE EDUCAÇÃO CIDADÃ - TAHER MINAS GERAIS
SOCIEDADE INTELIGÊNCIA E CORAÇÃO – AGOSTINIANOS

Vestibular unificado será mais democrático

Vestibular unificado será mais democrático, afirma Inep

Seg, 06 Abr, 08h05

O vestibular define o que os alunos do ensino médio vão estudar. A constatação, consenso entre especialistas, deve ganhar novo rumo a partir deste ano, com a iniciativa do Ministério da Educação (MEC) de unificar o processo seletivo das 55 universidades federais e de as universidades paulistas discutirem fazer uma primeira fase única, além de reverem as provas. Um ganho da unificação do vestibular, segundo Reynaldo Fernandes, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), será um sistema mais eficiente e democrático.

"A gente sabe que as escolas são influenciadas pelo que é exigido no vestibular e queremos usar a prova para orientar o ensino médio num outro caminho, por isso estamos convidando as universidades para discutirem o tema juntas", afirma o presidente do Inep, braço do ministério responsável pelas avaliações. "Não adianta o ministério e as secretarias de educação pensarem currículo se os vestibulares mudam tudo."

O MEC quer usar a experiência adquirida com o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com questões que buscam analisar competências mais do que conteúdo, e que já é feito por cerca de quatro milhões de alunos. O novo exame incorporaria perguntas de ciências humanas e biológicas, por exemplo, além de ganhar uma escala mais calibrada, para ter o mesmo nível de dificuldade todos os anos - hoje em dia, em certos anos a prova é mais fácil, e em outros, mais difícil.

Nas próximas semanas, após reuniões com os reitores das federais, o Inep deverá decidir se aplica o novo Enem neste ano ou se fica para 2010. Caso aconteça agora, a prova atualmente marcada para agosto seria transferida para outubro. Seria uma prova única, e o aluno, com nessa nota, poderia se candidatar para vagas em qualquer uma das universidades. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Dia Mundial da Saúde - 7 de Abril

Dia Mundial da Saúde (7/4): cuidados com a saúde física e mental garantem qualidade de vida

Dia 07 de abril é o Dia Mundial da Saúde, mas não é somente neste dia que se deve cuidar dela. A saúde resulta de um equilíbrio físico, orgânico e mental do nosso organismo, conquistado no dia - a - dia. Esse equilíbrio é adquirido através de vários fatores, como uma boa alimentação, um bom descanso, lazer, atividade física e cuidados com a higiene pessoal.

Segundo a endocrinologista e psicanalista Soraya Hissa de Carvalho, ter uma vida saudável é mais do que ter um corpo saudável. Percebe - se que quando as funções orgânicas não funcionam como deveriam tudo começa a ir mal. A falta de ânimo, as dores, doenças e os medos ficam insuportáveis. Para a médica e psicanalista, o bem - estar não está limitado apenas ao físico e a nossa saúde é construída diariamente, seja por nós mesmos, seja pelas contingências e condições que nos são impostas, oferecidas ou conquistadas. “Nossa mente é a grande mola propulsora de nosso bem - estar”, afirma ela.

Outro fator importante para uma boa saúde é a atividade física. Segundo a médica, a atividade física diária promove a saúde mental, contribui para reduzir ansiedade, insônia e depressão; ajuda a controlar o estresse e manter o peso ideal; regula as funções cardiorrespiratórias, fortalece a musculatura, dá mais equilíbrio ao corpo e faz o sangue fluir melhor e levar mais oxigênio para todas as partes do corpo, reduzindo o colesterol ruim que obstrui as artérias, elevando o nível de colesterol bom, que ajuda a proteger contra as doenças cardíacas. Além disso, o exercício físico aumenta a auto - estima, propicia uma maior interação social e gera prazer pela vida.

A endocrinologista Soraya Hissa de Carvalho, garante que com a adoção de uma alimentação saudável, aliada à prática de atividade física regular, estaremos, certamente, contribuindo para importantes mudanças em nossas vidas. “Porém, para que possamos construir uma vida saudável, será preciso agregarmos outros aspectos igualmente relevantes, que têm a ver com o ambiente em que vivemos. São muitas as situações que provocam estresse, e lidar com elas, de forma a não permitir que isso venha a comprometer nosso bem - estar, é agir na promoção e na proteção de nossa saúde, seja ela física ou mental”, afirma a médica.

A psicanalista ressalta ainda que construir uma vida saudável implica em adotar certos hábitos, como é o caso da atividade física, da alimentação saudável,de saber enfrentar condições ou situações adversas e, também, estabelecer relações afetivas, solidárias e cidadãs. Soraya lembra que “saúde e qualidade de vida são, antes de tudo, comportamentos”. E segundo ela, para cuidarmos bem do nosso corpo, do nosso tempo e do nosso espírito, dependemos de hábitos saudáveis. “Precisamos adotar uma postura de ser e estar com o objetivo de viver bem. Afinal, não se constrói uma vida saudável sozinho”, finaliza a psicanalista.

Soraya Hissa de Carvalho é especialista em endocrinologia e metabologia, geriatria e reabilitação, psiquiatria, medicina tradicional chinesa, medicina ortomolecular, medicina psicossomática, psicooncologia e tanatologia, neurociência e comportamento, suicidologia e psicanálise.

Informações para a imprensa:
Ampla Soluções em Comunicação:
Liège Camargos e Marianna Moreira
(31) 3225 - 1116 / 3221 - 9241/ 8899 - 0353
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Marianna Moreira
Ampla Soluções em Comunicação
Rua Juiz da Costa Val, 157 / sala 13 - Santa Efigênia
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imprensa@amplacomunicacao.com.br

4º FELCO - Festival Latino Americano da Classe Obrera

Festival Latino Americano da Classe Obreira
De 08 a 12 de abril
Cine Humberto Mauro

FELCO BH chega à quarta edição

Jogo da Vida
L.A.P.A
Memórias do Subdesenvolvimento

De 8 a 12 de abril, acontece no Cine Humberto Mauro, em Belo Horizonte a 4ª edição do FELCO – Festival Latino Americano da Classe Obrera. Neste ano o festival apresenta a Mostra Memórias do Subdesenvolvimento, que conta com realizadores contemporâneos, cinema militante e vídeo-ativismo. Durante cinco dias o público poderá conferir não só produções atuais realizadas em várias partes da América Latina, como também das décadas de 60 e 70. Marcam presença na mostra Cine Militante, grandes nomes do cinema latino como Fernando Birri, Raymundo Glayzer e Maurice Capovilla. Como exemplo das produções contemporâneas, o Festival trás novamente a obra do cineasta Carlos Pronzato, que este ano promove o lançamento de seu livro Poemas Sem Terra, sobre sua experiência nos acampamentos do MST.

A primeira edição do FELCO aconteceu em 2004, na Argentina, por iniciativa do grupo Ojo Obrero de estudantes e militantes do Partido Obrero. Em Belo Horizonte, o FELCO é realizado pela Rede FELCO Minas, formada por vários coletivos e representantes de movimentos sociais, e conta com o apoio da Fundação Clóvis Salgado.

A programação completa pode ser acessada no site http://www.redefelcominas.ning.com/

PROGRAMAÇÃO

4° FELCO BH – Festival Latino Americano da Classe Obreira
[DE 08 A 12 DE ABRIL DE 2009]

08 QUA
17h Mostra Cine Militante: Tire Dié 1968
19h MOSTRAVIDEO ITAÚ CULTURAL
21h Mostra Realizadores Contemporâneos: Cinema de Quebrada - Deseducados

09 QUI
17h Mostra Vídeo-Ativismo: Romper El Cerco La Derecha no Passará - O Preço da Luz é um Roubo
19h Mostra Cine Militante: Los Traidores
21h Debate - Estética da Resistência e Cinema Militante no Brasil
22h Pré- lançamento do Livro "Poemas sem terra" - Autor: Carlos Pronzato

10 SEX
17h Mostra Realizadores Contemporâneos: L.A.P.A.
19h Mostra Cine Militante: Memórias do Subdesenvolvimento - Sessão Comentada por integrante do Ojo Obrero e o ativista social Jackson David
21h Mostra Realizadores Contemporâneos / Vídeo-Ativismo: Sigue-me Cantando Nem 1 minuto de Silêncio

11 SAB
16h Mostra Realizadores Contemporâneos: À Margem do Lixo
18h Mostra Cine Militante: Um tigre de Papel La Tierra Quema
20h Mostra Cine Militante e Realizadores Contemporâneos: Jogo da Vida

12 DOM
16h Mostra Vídeo-Ativismo e Mostra Realizadores Contemporâneos: Motim Policial La Palavra del Água Quando a parede cai
18h Mostra Cine Militante: Terra em Transe
20h Mostra Realizadores Contemporâneos: Terra Refletindo 2 min As Locações do Corpo Protex Buscando a Allende

4° FELCO BH: ENTRADA FRANCA COM RETIRADA DE INGRESSOS MEIA HORA ANTES DA SESSÃO.

Serviço
Evento: Felco - Festival Latino Americano da Classe Obreira
Local: Cine Humberto Mauro
Data: de 08 a 12 de abril
Horário: Confira a programação
Entrada Franca
Balcão de Informações: 31 3236-7400.
No mês de março o Balcão de Informações funciona em horário especial, de 14h às 21h.

Adital lança Memorial Virtual sobre vida e obra de Frei Tito

Adital lança Memorial Virtual sobre vida e obra de Frei Tito

A partir de hoje, está disponível no site da Adital o Memorial Virtual Frei Tito, um espaço dedicado a um dos maiores símbolos da luta pelos direitos humanos e pela democracia na América Latina e Caribe. Documentos, fotos, testemunhos e textos estarão à disposição dos leitores de Adital que poderão conhecer um pouco mais da vida de Tito de Alencar Lima, frade dominicano que colaborou com a luta armada durante a ditadura militar no Brasil.

Na primeira sessão do Memorial "As próprias pedras gritarão", pode- se acessar um material produzido pelo próprio Frei Tito. Lá, o leitor encontra o relato, feito em fevereiro de 1970, sobre os momentos de tortura sofrida pelo frade: "Faço esta denúncia e este apelo a fim de que se evite amanhã a triste notícia de mais um morto pelas torturas". Nesta sessão, também ficam disponíveis poesias, cartas, posições e análises, escritas pelo frade.

Personalidades que mantiveram contato com Frei Tito também colaboraram na construção do memorial. Por meio de depoimentos, artigos, entrevistas e relatos, poesias, cordel, eles comentam a história de vida do dominicano. Nesta sessão, pode-se conferir o texto completo da peça teatral "Tito", de Solange Dias.

Há também uma lista de entidades que homenageiam Frei Tito, com seus respectivos contatos. Na sessão de multimídia, encontram-se livros, vídeos, áudios, fotografias e websites relacionados à temática da vida do Frei Tito.

Para conhecer o Memorial Virtual, basta clicar abaixo

http://www.adital.com.br

Concursos FNLIJ 2009

Concursos FNLIJ 2009: (regulamentos no site: www.fnlij.org.br)

Concurso FNLIJ/Petrobras Os Melhores Programas de Incentivo à Leitura junto a Crianças e Jovens de todo o Brasil, uma iniciativa da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ, que conta com a parceria da Petrobras, nesta sua 14ª edição, tem como objetivos: identificar e dar publicidade aos diversos programas de incentivo à leitura junto aos públicos infantil e juvenil já existentes no Brasil, buscando conhecer quem, como e com que dificuldades, soluções e metas lidam as pessoas, físicas e/ou jurídicas, responsáveis por estes programas; estimular o desenvolvimento de novos programas, gerando subsídios técnico-científicos para o desenvolvimento de políticas, públicas ou privadas, de incentivo à leitura no Brasil.

Concurso FNLIJ Curumim - Leitura de Obras de Escritores Indígenas - 6ª edição - Concurso dirigido a adultos que trabalham com a promoção de obras literárias de autoria indígena. A Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, com o propósito de incentivar a produção literária para crianças e jovens e a leitura, tem promovido concursos de textos para professores que incentivam a leitura literária junto a crianças e jovens. Em 2004, a FNLIJ iniciou a parceria com o INBRAPI - Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual, presidido pelo escritor Daniel Munduruku. Como uma ação de fortalecimento da nova década dos povos indígenas (2005 – 2015) proclamada pela UNESCO, em parceria com o INBRAPI, através do Núcleo de Escritores e Artistas Indígenas – NEArIn, a FNLIJ promove este concurso. Realizado desde 2004, em parceria com o INBRAPI; e, a partir de 2006, conta com a participação do Núcleo de Escritores e Ilustradores Indígenas – NEII. Seleciona textos que registram experiências com obras de autores indígenas em salas de aula, bibliotecas, escolas, comunidades, desenvolvidas por professores, bibliotecários e educadores. Uma bibliografia recomendada de obras indígenas acompanha o regulamento.

Concurso FNLIJ Tamoios de Textos de Escritores Indígenas - 6ª edição - Concurso dirigido a autores indígenas, ou que possuam alguma filiação indígena, realizado como uma ação de fortalecimento da nova década dos povos indígenas (2005 – 2015) proclamada pela UNESCO, em parceria com o INBRAPI - Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual, através do Núcleo de Escritores e Artistas Indígenas – NEArIn. A FNLIJ realiza este concurso desde 2004, em parceria com o INBRAPI. E, a partir de 2006, conta com a participação do Núcleo de Escritores e Artistas Indígenas – NEArIn. Seleciona textos literários inéditos de escritores indígenas, em prosa ou poesia.

Concurso Leia Comigo - 8ª edição - Concurso dirigido a adultos, pais, professores, educadores, que queiram relatar uma experiência com a leitura dirigida às crianças e adolescentes. Iniciado em 2002, em duas categorias (relato real e relato ficcional), para experiências bem sucedidas de leitura compartilhada de adultos com crianças e/ou jovens. A FNLIJ tem procurado incentivar nas famílias o interesse pela leitura, acreditando que o adulto é, efetivamente, o mediador desse interesse da criança e do jovem pelos livros. Como parte integrante dessas ações, a FNLIJ criou a campanha Leia Comigo! em 2001, e o Concurso FNLIJ Leia Comigo! em 2002. Podem se inscrever adultos que tenham uma experiência realizada com a promoção da leitura ou que criem um relato de ficção, cujo assunto principal seja a leitura compartilhada.

Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ
Brazilian Section of IBBY
Rua da Imprensa, 16, sala 1215
20030-120 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel.: 55 + 21 + 2215-3406 / 2262-9130
Fax: 55 + 21 + 2240-6649
comunicacao@fnlij.org.br
www.fnlij.org.br

As inscrições são gratuitas e encerram-se no dia 30 de abril de 2009 (data de postagem do correio).

sábado, 4 de abril de 2009

Catálogo de Filmes Raros e Alternativos

Agora estamos com mais de 700 títulos.

Veja nossa nova lista, separados por gêneros. Ela está em formato.doc

Tem uma forma mais simples de procurar os filmes usando as teclas Ctrl + F e digitando o título correto do filme.
Recebemos em média 20 títulos por semana. Por isso, esta lista, apesar de todo o nosso trabalho, poderá estar desatualizada. Caso você esteja buscando um filme que não consta na lista, não hesite em me escrever: ele poderá ter acabado de chegar ou estar na nossa lista de futuras inclusões. Também fazemos encomendas, onde pesquisamos os títulos procurados.
Enviamos os filmes por correios também, onde é cobrada a taxa de entrega, que é calculada pelo CEP. Trabalhamos via depósito bancário numa conta da Caixa Econômica Federal. As informações da conta são enviadas em e-mail direto ao interessado.
Cada filme sai R$ 10,00 , fazemos 3 por R$25,00 e ainda rola descontos maiores para pacotes maiores.

Qualquer dúvida perguntem pelo e-mail ou telefone.
Bazar de Filmes
Email: bazardefilmes@gmail.com
Tel: (11) 8974 2010

Genero E Autor.doc

Encontro dos povos do cerrado e Feira de EPS

Encontro dos povos do cerrado e Feira de EPS

quarta-feira, 1 de abril de 2009

ViaShopping - Aspectos urbanos

Lei Rouanet: a cultura como marketing e negócio

Lei Rouanet: a cultura como marketing e negócio

Diretor teatral explica o histórico da lei e analisa como as grandes corporações são as que mais se beneficiam dela
Diretor teatral explica o histórico da lei e analisa como as grandes corporações são as que mais se beneficiam dela
27/03/2009

Dafne Melo
da Redação

“A pobreza do imaginário definido por uma arte que não tem perspectiva crítica condena as relações sociais à impossibilidade de cidadania”, alerta Marco Antônio Rodrigues, diretor e autor teatral e um dos fundadores do grupo Folias d'Arte, de São Paulo. Para ele, é exatamente esse o cenário cultural do Brasil de hoje, em grande parte, acredita, é decorrente da manutenção do modelo de financiamento da Lei Rouanet, sancionada em 1991.

Em entrevista ao Brasil de Fato, Rodrigues critica o paradoxo da Lei "que desmentiu a velha ladainha de que somos um país com muitos problemas sociais mais urgentes do que a promoção cultural. Taí pra todo mundo ver: um bilhão de reais são reservados anualmente à renúncia fiscal. Seria muito dinheiro, se bem aplicado, daria pra fazer uma revolução gigantesca". Confira a entrevista abaixo:


Brasil de Fato - A Lei Rouanet foi sancionada em 1991, durante a gestão Collor. Qual era o objetivo daqueles que a implementaram?

Marco Antônio Rodrigues - A lei Rouanet é filha de uma outra lei de incentivo implementada no Governo [José] Sarney por ninguém mais ninguém menos que Celso Furtado, então ministro da Cultura daquele governo. A memória que tenho da Lei Sarney é que, embora se apoiasse no mesmo falso princípio de que é possível mobilizar o empresariado nacional para algum objetivo nobre que não seja a obsessiva perseguição do lucro, ela era mais democrática.

Era possível, por exemplo, participar de um projeto cultural com serviços, com produtos, enfim, não ficava reduzida a destinação de recursos financeiros. Também não eram necessários lucros astronômicos para que o incentivo fiscal tivesse qualquer efeito, de forma a interessar pequenos empresários na aplicação da Lei. Pensava-se, que num eventual processo de aperfeiçoamento, a Lei poderia ter efeitos comunitários, fazendo com que, por exemplo, o comércio local participasse da "produção" de um espetáculo, cedendo materiais, apoio e até dinheiro, podendo abater do pagamento de seus impostos. Bem, talvez a memória me traia e eu esteja tendo um delírio polianesco.

Qual era o objetivo do Celso Furtado ao elaborar a lei?

Acredito que o Celso Furtado, percebendo a dificuldade que teria para conseguir mais recursos orçamentários diretos para a Cultura, optou, à época, por uma estratégia indireta e de longo prazo. Acreditava, que com o tempo, se criaria um ambiente de exuberante produção artística, que acabaria por pressionar um quadro em que não houvesse saída política para a manutenção vergonhosa de uma participação tão ínfima da cultura na vida nacional. Quadro que aliás permanece, a despeito destas supostas boas intenções (interpretação minha) do mestre Celso Furtado.

Como foi a mudança com o governo Collor?

Collor, como sabem todos, entrou rasgando. Aliás, os primeiros órgãos a serem destruídos foram aqueles da cultura: a Fundação Nacional de Artes Cênicas, a Funarte, enfim, terra arrasada. Acabou com o cinema nacional. E como era o rei da moralidade, atingiu de cara a Lei Sarney, inventando no seu lugar a Lei Rouanet, que entrega ao empresariado os destinos da produção artística e da cultura nacional. Acabou com a Lei Sarney dizendo que havia muitas distorções na sua aplicação, com gente se locupletando com os recursos da renúncia fiscal. O discurso pegou fácil, como qualquer discurso pretensamente moralista, policialesco e de retórica revisionista pega desde sempre, à direita e à esquerda.

O escopo da Lei Rouanet é o seguinte: só podem se beneficiar dela as empresas que pagam imposto de renda pelo regime de lucro real. Ou seja, os grandes lucros. Estão excluídas as empresas que pagam imposto por lucro presumido ou lucro arbitrado, ou seja, de lucros menores. Também se excluem benefícios sobre operações de capital, vendas de empresas, impostos sobre heranças. Apenas o lucro real: grandes corporações, bancos e etc.

É claro que os artistas que têm poder de acessar estes recursos são também os mais conhecidos, com projetos sem qualquer perspectiva crítica. Ou seja: matou vários coelhos com uma porrada só: agradou as estrelas, que até hoje se mobilizam para manter intocados os seus privilégios, agradou a empresa que o levou à presidência da república, a famigerada Rede Globo e outras mídias em geral, agradou as grandes empresas e seus diretores de marketing que têm mais poder na formulação de políticas de fomentos às artes do que o próprio presidente da república.

Para não falar dos ministros da cultura que, desde aí, são apenas fantoches na manutenção desta política pública de cunho fascista, privatizante e altamente alienada. Por último, fomentou a organização das grandes fundações, tipo Roberto Marinho e Itaú, que sendo as maiores captadoras, legitimam uma operação política que transfere recursos públicos de um bolso para o mesmo bolso, camuflados por uma aparência de preocupação cívica e cultural. Goebbels vira no túmulo de inveja.

Na sua opinião, quais são as maiores problemas que esse modelo de financiamento traz?

A maior distorção é que este modelo atravessou os governos ditos democráticos de Fernando Henrique Cardoso e Lula sem nenhum retoque. No atual governo houve algumas tentativas pontuais de maquiagem da lei, que foram imediatamente soterradas pela resposta imediata das organizações Globo.

Celso Frateschi, ex-presidente da Funarte, caiu, na minha opinião porque sinceramente tentou fazer com que a Lei fosse, digamos, submetida a controle público. Uma reportagem no Jornal O Globo sugerindo prevaricação foi o suficiente para que o ambiente em que trabalhava ficasse infernal levando-o à renúncia.

Ou seja, a maior distorção é que da direita mais canina à esquerda mais radical (se é que isto ainda pode se aplicar como adjetivo) a visão sobre cultura é a mais provinciana, estúpida e leviana que se pudesse imaginar. É um beco quase sem saída porque a compreensão da sociedade, ou das forças sociais mais progressistas é exatamente igual: para elas, cultura e produção artística é uma matéria cosmética que deve ser tratada da forma mais subalterna possível.

É possível, por meio dessa reforma na lei, melhorar seu funcionamento, ou ela tem um problema de fundo e deve ser extinta?

Na minha opinião, a única forma de ser realmente funcional é que metade do bilhão de recursos destinados ao incentivo fiscal por ano, constituam um fundo público regido por editais com participação, em seu julgamento, dos setores organizados da sociedade civil. Segundo, que o empresário arque com parte dos recursos, não como funciona agora, onde o recurso utilizado é exclusivamente público. Terceiro, que os recursos captados pelos que se beneficiam deste estelionato legalizado sejam submetidos a controle público: ou seja, qual a relevância do projeto para a sociedade? Tem qualidades artísticas? Necessita realmente do dinheiro público ou não passa de uma jogada mercadológica espúria, como a primeira temporada do Cirque du Soleil no Brasil que captou nove milhões de reais pela Lei e vendeu seus ingressos a razão de duzentos reais? Quarto, que o dinheiro captado pague um pedágio de pelo menos vinte por cento ao Fundo Público que será destinado a projetos que não têm instrumentos para captação, como constituição de bibliotecas públicas, apoio a novos artistas, investimento em projetos de pesquisa de linguagem e etc.

Além dos empresários, quais outros segmentos da sociedade se beneficiam desse modelo de incentivo fiscal?

A cultura é a forma que as pessoas vivem, se relacionam e se manifestam. E mais do que isso, é o sonho coletivo. A produção artística é a forma concreta com que a cultura se manifesta. A pobreza do imaginário definido por uma arte que não tem perspectiva crítica condena as relações sociais à impossibilidade de cidadania. A quem isto interessa: a manutenção de um programa econômico e político que se baseia justamente nisto: na ignorância, na exclusão, na competição mais violenta como forma de exercício de poder.

Por fim, qual seria um modelo alternativo de política pública e financiamento para a área cultural?

Há inúmeros exemplos em todo o mundo, de países inclusive conservadores em seu exercício democrático: financiamento público movido pelos interesses genuínos de desenvolvimento da população. Orçamento público. O paradoxo da Lei Rouanet é que ela desmentiu a velha ladainha de que somos um país com muitos problemas sociais mais urgentes do que a promoção cultural. Taí pra todo mundo ver: um bilhão de reais são reservados anualmente à renúncia fiscal. Seria muito dinheiro, se bem aplicado, daria pra fazer uma revolução gigantesca. Da forma que é, destinando recursos públicos pra quem deles não precisa atende precisamente aos interesses de uma política cultural fascista e excludente.

Quem é:
Marco Antônio Rodrigues é diretor e autor teatral e um dos fundadores do grupo Folias d'Arte, que existe a 11 anos. É também professor do Teatro-escola Célia Helena, e funcionário da Fundação Nacional das Artes (Funarte), desde 1987, como profissional de artes cênicas.

Fonte: Boletim Brasil de Fato

Renomado fotógrafo Walter Firmo ministra curso ‘Preto e Branco’ na Escola de Imagem

Renomado fotógrafo Walter Firmo ministra curso ‘Preto e Branco’ na Escola de Imagem

Nos dias 18 e 19 de abril (sábado e domingo), a Escola de Imagem (Rua Colômbia, 375 – Sion) de Belo Horizonte (MG) recebe o fotógrafo carioca, Walter Firmo, um dos ícones da fotografia brasileira, para ministrar o curso ‘Preto e Branco’, que será realizado nos dois dias de 9h às 17h.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas por telefone ou fax (31) 3264-6262 ou enviada por e-mail (contatomg@escolademagem.com.br).

No curso, Walter mostrará aos alunos sua concepção de fotografia em Preto e Branco. Embora seja um colorista nato, ele sabe como ninguém o que está fazendo quando o assunto é foto P&B. Aos 66 anos de idade, o fotógrafo mostra toda sua garra e empolgação pela fotografia, enfrentando grandes desafios e cansativas viagens em busca de fotos únicas, de uma expressão artística peculiar e fazendo poesia das imagens que vê.

Walter Firmo, formado em fotojornalismo, faz parte da história da fotografia brasileira. Estreou no Jornal Última hora em 1957 e, desde então, trabalhou em importantes veículos de imprensa escrita brasileira, como Jornal do Brasil, Revistas Realidade e Manchete, Veja e Isto é. Em 1986, dirigiu o Instituto Nacional de Fotografia da Funarte e desde 1992, compartilha seu conhecimento fotográfico em cursos por todo o país.

Walter já realizou inúmeras exposições e ganhou vários prêmios de destaque, como o Prêmio Esso de Reportagem em 1963 e nove Prêmios Nikon. Este ano, lançará o livro "Erudito Popular", coletânea de 160 fotos em preto e branco, realizadas ao longo de vários anos.

Sobre a Escola

A Escola de Imagem tem como objetivo ensinar a fotografia e vídeo digital de forma prática e objetiva, através de didática pioneira e foco no cliente para promover maior qualidade de vida e melhor desempenho profissional. É a única escola de fotografia e vídeo de Belo Horizonte (MG), onde são ministrados mais de 32 cursos nestas áreas, sendo a escola de fotografia mais completa do Brasil.

AGENDA: Curso ‘Preto e Branco, com Walter Firmo
Data: 18 e 19 de abril (sábado e domingo)
Local: Escola de Imagem - Rua Colômbia, 375 – Sion – Belo Horizonte - MG
Horário: 9h às 17h
Informações: (31) 3264-6262 ou www.escoladeimagem.com.br
Investimento: R$ 603,00

Informações para a imprensa:
Ampla Soluções em Comunicação:
Liège Camargos e Rachel Wardi
(31) 3225-1116 / 3221-9241 / 8899-0353
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Abril/2009

O MNDH e a articulação da 1ª CONSEG

O MNDH e a articulação da 1ª CONSEG

O Governo Federal através do Ministério da Justiça convocou para os dias 27 a 30 de agosto de 2009, em Brasília, a 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública com o objetivo de “consolidar os mecanismos de participação social no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública - SUSP”.

O processo de articulação, sob o comando da Comissão Organizadora Nacional – CON constituída pelo poder público, sociedade civil, representantes de trabalhadores da segurança pública e a Coordenação Executiva do Ministério da Justiça, está em curso buscando promover o mais amplo debate sobre o tema e envolvendo atores direta e indiretamente ligados à área.

A Conferência Nacional, de caráter deliberativo, será precedida de etapas municipais e estaduais. O detalhamento do processo está por completo no site oficial da Conferência – www.conseg.gov.br – e deve ser acompanhado de perto em razão das informações acerca de critérios e regras a serem aplicadas a cada uma de suas etapas e também no que diz respeito às experiências e definições políticas que estão acontecendo em nível nacional.

A participação de cada segmento representado está instituída pelos percentuais de 40%, 30% e 30% para a sociedade civil, poder público e trabalhadores da segurança pública, respectivamente, via decreto presidencial que convocou a Conseg.

Diante de uma realidade sem justiça social, marcada pela violência, pela corrupção, pela impunidade, pelo crime organizado e criminalização da pobreza é cada vez maior a falta de segurança. Ao longo da história o sistema de segurança foi contaminado pela deformação que se manifesta na herança que privilegia a defesa do patrimônio, da propriedade privada, contra os despossuídos e também pelas marcas da ditadura militar que por vinte e cinco dominou e manipulou o Estado.

Neste contexto nós, sociedade civil, portadores das chagas ainda vivas originadas na crueldade da ditadura militar, vitimados pela violência de cada dia e criminalizados por seu combate somos chamados a participar deste processo.

É de fundamental importância a atuação do MNDH como sujeito político deste momento, construindo a partir de sua capilaridade a formulação de políticas públicas de segurança que quebre paradigmas e reconstrua o senso comum. O Portal apresenta-se como um instrumento para além da rede, um instrumento de interlocução com parceiros e todos e todas que possam contribuir, criticar e acrescentar.

É claro que diante da complexidade que se reveste, o tema não se esgotará nesta 1ª Conseg, mas nos cabe qualificar o debate e lutar para que as reivindicações justas e históricas de toda a sociedade, acuada por um contexto de medo e violência, façam parte do presente e consolidem o modelo de segurança pública que queremos.

Movimento Nacional de Direitos Humanos
Brasília, março/2009.

2ª Conferência Internacional de Tecnologia Social

Acontece em Brasília entre 15 e 17 de abril a 2ª Conferência Internacional de Tecnologia Social cujo objetivo é estabelecer parâmetros para a viabilização das Tecnologias Sociais, integrando diferentes experiências internacionais e aprofundando a discussão conceitual sobre o tema.

Estarão presentes representantes de instituições associadas à RTS, gestores de instituições públicas e privadas, empresários/as, lideranças comunitárias, empreendedores/as sociais, representantes governamentais e de organizações de pesquisa. Para isso, estão previstas palestras e mesas-redondas, além de painéis onde serão apresentadas experiências nacionais e internacionais no campo das Tecnologias Sociais.

Inscrições e programação, no site: http://conferencia.rts.org.br/

O convite pode ser acessado em:



Realização e Organização: Abong e RTS.

Adolpho von Randow Neto
Tel +55 31 34868040
Cel +55 31 99350613
mailto: avrandow@oi.com.br
Web : http://avrandow.blogspot.com/