terça-feira, 28 de agosto de 2012

Instituto DH, Lança Especialização em Direitos Humanos em BH

O Instituto DH: Promoção, Pesquisa e Intervenção em Direitos Humanos e Cidadania em parceria com o Instituto Santo Tomás de Aquino - ISTA oferece aos profissionais do terceiro setor, técnicos do setor público e graduados em qualquer área de conhecimento o curso Pós-Graduação ‘Lato Sensu’ em Direitos Humanos. 

A Pós-graduação em Direitos Humanos Lato Sensu do Instituto DH contará com a participação de professores com mestrado e doutorado com atuação efetiva na promoção e defesa dos Direitos Humanos e, excepcionalmente, professores com especialização e com notório saber, domínio e experiência marcante nesta área.

Para mais informações, acesse o blog do curso: http://especializacaoidh.blogspot.com.br

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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

MNDH Minas Gerais, Realiza em Belo Horizonte, Seminário: Mídia e DH

Seminário: Mídia, Comunicação  e Direitos Humanos



 

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 Programação 


Seminário: Mídia, Comunicação e Direitos Humanos
Data: 01 de setembro de 2012. (sábado)
Local: UNA do Barro Preto, Rua Goitacazes, 1159, 18. Andar, Barro Preto, Belo Horizonte, MG.
Programação
Horário: 8h00 às 18h00
8h00 Acolhida - Credenciamento e Café.
9h00 Mesa de Abertura
Coordenadora: Ana Lúcia Figueiredo - Jornalista, Diretora Executiva da ONG - MiDHia, comunicação e Direitos Humanos, Conselheira Nacional do MNDH.
Convidados:
Rildo Marques - Advogado,Membro do Centro Santos Dias de Direitos Humanos da arquidiocese de São Paulo e Coordenador Nacional do MNDH.
Nilmário Miranda - Jornalista, fundador do Jornal dos Bairros na RMBH, Ex- Ministro de Direitos Humanos e Presidente da Fundação Perseu Abramo.
Marta Elizabete - Psicóloga, Presidenta do Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais- CRP4-MG.
Artur Willian - Radialista, Representante da Associação Mundial de Rádios Comunitárias - AMARC.
Douglas Lamounier – Presidente do DCE da UMA
Fernando Tadeu David - Advogado, coordenador do Fórum Mineiro de Direitos Humanos - FMDH/MG e Membro do Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos- COMEDH /MG.
Beatriz Cerqueira - Professora, Blogueira e Presidenta da Central Única do Trabalhadores de Minas Gerais - CUT-MG.
9h30 Lanche
9h45 Painel I: Direitos Humanos, Comunicação, Mídia e Democracia
Coordenação: Fernando Tadeu David - Advogado, coordenador do Fórum Mineiro de Direitos Humanos - FMDH/MG e Membro do Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos- COMEDH /MG.
Frei Gilvander Luis Moreira - Padre Carmelita, defensor de Direitos Humanos e comunicador Popular, divulgador das lutas sociais, e membro da Comissão Pastoral da Terra.
Nilmário Miranda - Jornalista, fundador do Jornal dos Bairros na RMBH, Ex- Ministro de Direitos Humanos e Presidente da Fundação Perseu Abramo.
Artur Willian - Radialista, Representante da Associação Mundial de Rádios Comunitárias – AMARC, Rio de Janeiro.
Robson Sávio - Professor da Puc Minas, membro da Comissão Pastoral dos Direitos Humanos da Arquidiocese de Belo Horizonte e Blogueiro, editor dos Blogs: conversando direito e do Núcleo de Estudos Sociais e Políticos – NESP- PUC Minas.
11h00 Debate - Fila do Povo.
11h30 Painel II - Experiências de Comunicação Alternativa para a Promoção dos Direitos Humanos e da Cidadania.
Coordenação: Gildázio Santos, Filósofo, educador popular, técnico social no Programa de Defensores de Direitos Humanos no Instituto de Direitos Humanos - IDH e Conselheiro Nacional do MNDH.
Renan - Levante popular da Juventude, João Pessoa, Paraíba.
Joana Tavares - Jornalista, Jornal Brasil de Fato.
Maria caiafa - Advogada, Diretora da TV Comunitária de Belo Horizonte.
Antônio Coquito - Jornalista do Conselho Regional de Nutrição - CRN9.
Rafaela Pereira Lima – Diretora da Associação Imagem Comunitária, Belo Horizonte.
Alcione Rezende – Secretária Executiva da Oficina de Imagens, Belo Horizonte.
Gracielle Torres – Fundadora do Projeto Proteja Seu Filho na Internet – Belo Horizonte, MG
13h00 Intervalo para o Almoço
14h00 Oficinas de Midia e Comunicação para os Direitos Humanos.
Rádios Comunitária
Artur Willian - Radialista, Representante da Associação Mundial de Rádios Comunitárias - AMARC.
TV Comunitária
Maria caiafa - Advogada, Diretora da Tv Comunitária de Belo Horizonte.
Jornal Impresso
Joana Tavares - Jornalista, Jornal Brasil de Fato.
Blogueiros (as) cidadãos(as)
Robson Sávio - Professor da Puc Minas, membro da Comissão Pastoral dos Direitos Humanos da Arquidiocese de Belo Horizonte e Blogueiro, editor dos Blogs conversando direito e do Núcleo de Estudos Sociais e Políticos – NESP- PUC Minas.
16h00 - Lanche
16h20 - Plenária de Socialização das Propostas das Oficinas.
17h00 - Entrega dos certificados ( para quem participar integralmente).
18h00 - Encerramento
Inscrições até dia 29 quinta feira no e-mail: midiadh@yahoo.com.br e mndhminas@areteeducar.org.br
Telefones: 31 86828222 (oi) e 31 94720034 (tim)

Ficha de Inscrição
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Nome:­­
Instituição:
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Endereço:
Telefone:
E-mail:
Site:
Rede Social:

Envio da Inscrição:  E-mail: midiadh@yahoo.com.br; arete.educar@yahoo.com.br

Ana Lúcia Figueiredo
Conselheira Nacional Mov. Nac. de Direitos Humanos e Diretora Executiva da MiDHia, Comunicação e Direitos Humanos.


Gildázio Alves dos Santos
Conselheiro Nacional do MNDH/MG.


Anísio Aparecida Teles
Conselheiro Nacional do MNDH/MG, Suplente.



terça-feira, 17 de julho de 2012

Cidade e Alteridade Tema de Seminário em BH

 I Seminário Internacional  "Cidade e Alteridade", organizado pelo Projeto "Cidade e Alteridade: Convivência Multicultural e Justiça Urbana", coordenado pelos professores Miracy Gustin e Boaventura de Sousa Santos.
 
I Seminário Internacional Cidade e Alteridade assume, como foco, a busca de efetivação do direito às cidades, através de um enfoque plural apto a intensificar o diálogo entre pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento que investigam o espaço urbano e as pessoas que nele vivem. Princípios como a função social da propriedade e a gestão democrática e multicultural da cidade reforçam um novo paradigma de reforma, planejamento e gestão urbana.
 
Mais informações no link abaixo:
 

quinta-feira, 28 de junho de 2012

III Seminário da RedeSol

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Arraial da FUCAM




           
Nesta sexta-feira dia 29 á partir das 17 H estaremos festejando a nossa colheita e homenageando os nossos pais e todos os trabalhadores que na terra trabalham e dela tiram o sustento. Depois de muito trabalho e dedicação, nós, alunos, professores e servidores vamos comemorar e você é nosso convidado especial. Vai ter canjica, caldos, churrasco, pipoca, cachorro quente, bingo e uma quadrilha bem marcada e muito animada. Avisa o pessoal !

“ Porque você não passa lá ?


Local: Fazendo Santa Tereza, Centro Educacional de Esmeraldas.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

MNDH MINAS GERAIS TEM NOVA COORDENAÇÃO


O Movimento Nacional de Direitos Humanos - Regional Minas Gerais  tem  Nova Coordenação.




No dia  26 de maio de 2012, o MNDH Regional Minas, realizou na sede do Sindicato do Servidores Públicos Federais de Minas Gerais - SINDSEP-MG, Rua curitiba, 689, Centro de BH, sua assembleia  Regional  e elegeu seus representantes para próxima Gestão.

Segundo Bráulio  Magalhães conselheiro Nacional do MNDH: " Em Minas Gerais temos muito a discutir. É preciso uma reflexão centrada nas nossas questões para reordenar as lutas e buscar a convergência de ações das entidades e lideranças atuantes no Estado. Também, é imprescindível analisar o contexto brasileiro, nas dimensões política, econômica, social e ambiental; temas amplos, vastos e por isso mesmo, que exigem convergências nas práticas de todas as entidades e lideranças atuantes".Conclui Magalhães o Conselheiro Nacional.



A Assembleia  contou com a participação de 23  pessoas representando 19 entidades filiadas no MNDH, contou com a presença de representantes de diversas lutas no Estado, destacamos a participação dos estudantes da associação  municipal dos estudantes secudaristas - AMES BH e do Movimento de Luta de Bairros e Vilas e Favelas de BH, de representantes do Conselho dos Povos Indigenas de Minas Gerais, o Copimg, do Instituto de direitos Humanos - IDH, das Pastorais de Direitos Humanos de BH e Contagem, da Casa do Movimento Popular, dos Quilombolas de Palmeirinha de Pedras de Maria da Cruz, a Associação dos Desbravadores de Manga e Miravânia e da    Associação  de Direitos Humanos de Jaíba - AJAM, da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Regional de Psicologia -CRP, da Mídhia  Comunicação e Direitos Humanos, Projeto Pintando Juntos o Bairro Primeiro de Maio, o Manabantu, o Instituto Pauline Reichstul, OSCOSE e a  Fundação Perseu Abramao na pessoa de Seu Presidente o Ex Ministro de Direitos Humnos, Nilmário Miranda.

Para Nova Gestão do MNDH Minas Gerais, foram Eleitos para Conselheiros Titulares: Gildázio Santos e Ana Lúcia Figueiredo,  Conselheiros Suplentes:  Makota Kizandembo - Tânia Cristina e Anísio de Aparecida Teles, Secretaria Executiva: Emely Vieira Salar.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Carta de Januária



CARTA DE JANUÁRIA
III ENCONTRO POPULAR DA BACIA DO SÃO FRANCISCO
“Por uma revitalização popular”

Nós, indígenas, quilombolas, comunidades de fundo e fechos de pasto, pescadores, ribeirinhos, geraizeiros,comunicadores populares, pastorais, ONGs, representantes do povo do rio São Francisco, reunidos entre os dias 25 a 27 de maio de 2012, em Januária/MG, constatamos a triste e repetitiva situação de nosso rio e dos povos que lhe pertencem, mas também as resistências, lutas e esperanças populares.
A revitalização do governo não anda. Os investimentos em saneamento existem, mas é impossível ver resultados concretos. Não há controle sobre as obras, não há transparência. Em termos de ação governamental é a única iniciativa da propalada revitalização em toda a bacia.
A degradação continua em nível crescente.  O despejo incessante de agrotóxicos e esgotos sem tratamento; o desmatamento e o assoreamento do leito dos afluentes e do próprio rio; o uso abusivo de suas águas por empresas ligadas ao ramo do agro e hidro negócio e da mineração; os grandes projetos de irrigação para monoculturas de exportação e a exploração do setor elétrico só vêm a agravar o imenso passivo socioambiental que historicamente se acumulou na bacia.
Há uma resistência heroica de várias comunidades para “resistir e existir” em seu lugar, mas continua a expropriação de terras e territórios dos povos que tradicionalmente ocupam a bacia, contra os quais persistem as ações violentas de despejo, perseguição, criminalização e assassinatos, bem como o descaso e a lentidão nas ações de demarcação e titulação dos territórios. Por outro lado, têm-se a cessão ilegal desses territórios para domínio de grandes empresas e implantação de atividades que exploram os bens naturais de forma criminosa e ainda impedem o acesso à terra, às águas e aos peixes do rio. Todas são práticas que ameaçam a existência físico-cultural de muitas das comunidades do São Francisco.
Persistem a ausência de políticas públicas apropriadas ao semiárido e ao cerrado brasileiros e a recorrência de fenômenos naturais como a seca, onde o governo ainda se vale de ações emergenciais e assistencialistas que acabam por sustentar os interesses político-econômicos da “indústria da seca”, sobretudo em anos eleitorais como esse. No mesmo sentido, a opção equivocada pelas grandes obras hídricas, como a transposição de águas do rio São Francisco, cujo atual estado das obras e superfaturamento dos contratos só vêm a comprovar as denúncias realizadas por tantos que se contrapuseram ao projeto. O que temos de positivo no semiárido são as iniciativas da sociedade civil na lógica da convivência com o semiárido.
O São Francisco é um rio dos cerrados mineiro e baiano, responsáveis pela quase totalidade de suas águas. A expansão do agronegócio, das hidrelétricas e das mineradoras nestas regiões tem acelerado violentamente a depredação dos bens naturais e culturais destes cerrados. Passa da hora a aprovação das Propostas de Emenda Constituições - PECs que tornam patrimônios nacionais o cerrado e outros biomas e criam fundos públicos para sua preservação. Não há saída sem restringir e submeter a ação do capital sobre a natureza e os povos.
Repudiamos as políticas de intervenção no Rio São Francisco previstas em planos atuais e futuros do governo federal, como a proposta de implementação de usinas nucleares - a exemplo da usina no município de Itacuruba (PE)-, a implementação de parques eólicos por meios que agridem as comunidades e o ambiente, a expansão das atividades de mineração e dos grandes projetos de irrigação; a proposta de emenda constitucional 215 e a ameaça de revogação do Decreto 4887/03, objeto de manobras da bancada ruralista e que ameaçam a efetivação dos direitos territoriais das comunidades tradicionais, significando imenso retrocesso democrático no nosso país.
Vimos aqui mesmo em Januária e na vizinha São João das Missões experiências significativas de revitalização popular do Rio dos Cochos e do território reconquistado pelo Xacriabás, respectivamente. Nossos povos têm iniciativas que precisam ser consideradas e valorizadas na revitalização do rio São Francisco. Basta que aqueles que governam tenham olhos para ver. São estas experiências as estrelas que guiam nossos passos. Continuamos a fluir com as águas do nosso rio. Parar, jamais. Nosso destino é o oceano da justiça, da solidariedade e da paz.
São Francisco Vivo, terra, água, rio e povo!
Januária 27 de maio de 2012.
Colônia de Pescadores Z-026, Pescadores do Baixio de Irecê, Rizicultores de Sergipe, Comissão Pastoral da Terra BA/MG/Nacional,Conselho Indigenista Missionário PE/MG, Conselho Pastoral dos Pescadores Nacional/ BA, Associação de Fundo e Fecho de Pasto, Povo Pankará, Povo Xacriabá, IRPAA (Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada), AATR (Associação de Advogados de Trabalhadores Rurais no Estado da Bahia), CETA/BA, SINDSERV/SE, SINTAGRO/BA, STR Porteirinha, STR B. Jesus da Lapa,EFA Guimarães Rosa, Cáritas Diocesana de Januária, Movimento pelas Serras e Águas de Minas, Diocese de Floresta, Diocese de Bom Jesus da Lapa, Comitê da Bacia Hidrográfica do rio Salitre, Associação Quilombola de Brejo dos Crioulos (MG), Associação Quilombola de Brejões dos Negros (SE), Associação Quilombola de Barra do Parateca (BA), CADAESF, Assent. 17 de abril,MPA/SE, Escola de Fé e Política,ACOMA
--
Ingrid Campos
Articulação Popular do São Francisco - Assessoria de Comunicação
(71) 3329-5750 / 3328-4672
www.saofranciscovivo.com.br
Visite o site da Articulação Popular São Francisco Vivo: www.saofranciscovivo.com.br
 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Congresso Justiça de Transição Faculdade de Direito UFMG

RESQUÍCIOS DA DITADURA MILITAR E ATUAÇÃO ESTUDANTIL SÃO TEMAS DE CONGRESSO NA FACULDADE DE DIREITO DA UFMG

Desvendar o passado para entender o presente. É com este objetivo que alunos do Centro Acadêmico da Faculdade de Direito da UFMG, em parceria com outras entidades, promoverão o primeiro Congresso Justiça de Transição: por um Estado Democrático de Direito, que ocorrerá nos dias 29 de maio a 1º de junho, no auditório da instituição. A atualidade das discussões do evento se confirma com a instalação daComissão da Verdade, cujo foco são as investigações de violações de direitos humanos e crimes políticos cometidos por agentes do Estado brasileiro entre1946 e 1988, o evento, que faz parte da programação dos 120 anos da Faculdade, irá receber convidados ilustres para repercutir os assuntos ligados ao tema.
Entre os palestrantes estão o prof. Dr. Oscar Vergara, da Universidade espanhola Coruña, e o Prof. Dr. Paulo Abrão, Secretário Nacional de Justiça, que abrirão as atividades com uma conferência sobre o processo de transição brasileira para a democracia.
“Queremos que a sociedade entenda que a Comissão da Verdade vai além dos seus sete representantes. Acreditamos que, através da reflexão do passado e do meio de transição dos regimes, poderemos promover uma real justiça de transição”, destaca Philppe Rodrigues da Silva, aluno e membro da organização do Congresso.
Além de vários professores e figuras públicas notórias, estarão presentes, também, Gilney Viana, Secretaria Nacional de Direitos Humanos, e Nilmário Miranda, político e ex-aluno da Faculdade de Direito da UFMG. A programação contará com painéis e Grupos de Trabalhos para aprofundar a questão das violações aos direitos humanos, a Corte Interamericana de Direitos Humanos, o direito à verdade e à memória e a criação da Comissão da Verdade.
Ao final do evento haverá uma confraternização com apresentações. O Congresso é aberto ao público e as inscrições podem ser feitas através do sitewww.semjusticadetransicao.wordpress.com.
Exposição fotográfica
Concomitante ao congresso ocorrerá a mostra fotográfica “Direito à Memória e à Verdade – A ditadura militar no Brasil - entre 1964 a 1985”. Vinte e uma fotografias serão expostas em painéis de 2,5 metros de altura por um de largura resgatarão a memórias e mostraram a atuação política dos grupos de estudantes organizados.
“A Faculdade é símbolo de resistência à opressão. Alunos foram presos e torturados nos tempos obscuros da Ditadura. Vamos fazer valer a luta deles e continuar as discussões sobre a conquista da democracia”, afirma.

Maiores informações e inscrições: http://semjusticadetransicao.wordpress.com/

O Congresso

Congresso Justiça de Transição para um Estado Democrático de Direito e Exposição Memorial do Movimento Estudantil da Faculdade de Direito
O Congresso Justiça de Transição para um Estado Democrático de Direito e o Memorial do Movimento Estudantil da Faculdade de Direito são iniciativas do CAAP e do CACE, em parceria com outras entidades. O evento faz parte das celebrações dos 120 anos da Faculdade de Direito da UFMG, um importante momento para reflexão e resgate da memória dos tempos passados, sobretudo dos anos obscuros em que a Ditadura Militar figurava no contexto político brasileiro.
O Congresso acontecerá entre os dias 29 de maio e 1º de junho de 2012, no auditório Maximum Adeodato da FDUFMG, situado à Av. João Pinheiro nº 100 – Belo Horizonte/MG. Durante a abertura será inaugurado o Memorial, que visa fazer uma retrospectiva história da atuação do movimento estudantil da Faculdade de Direito da UFMG durante toda a sua história. Conterá, sobretudo, imagens e documentos, que retratem não só culturalmente, mas também, a atuação política que o grupo de estudantes organizados teve até o presente momento.
A programação conta com painéis na parte da manhã e à noite, ministrados por professores e figuras públicas de notório saber nos temas abordados. À tarde serão realizados Grupos de Trabalhos para aprofundar a questão das violações aos direitos humanos e também os assuntos tratados nos painéis. Os principais temas a serem trabalhados são: Justiça de Transição no Brasil e no mundo, Corte Interamericana de Direitos Humanos, direito à verdade e à memória, criação da Comissão da Verdade, resquícios da Ditadura na segurança pública.
Ao final do evento haverá uma confraternização com apresentações culturais no Território Livre da FDUFMG.

Programação

CONGRESSO JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO E 120 DA FDUFMG
DATA: 29 DE MAIO A 1° DE JUNHO
29/05 (terça-feira)
(18 horas)
Conferência de Abertura: Do Brasil autoritário para um Brasil Democrático: O processo de transição brasileiro
Prof. Dr. Oscar Vergara – Universidade da Coruña – Espanha
Prof. Dr. Paulo Abraão – PUCRS/ Secretário Nacional de Justiça
30/05 (quarta-feira)
10h – Painel: O marco Jurídico internacional e constitucional para a criação de uma justiça de transição
José Luiz Quadros – Faculdade de Direito UFMG
Inês Virginia Prado Soares – Procuradora da República
Menelick de Carvalho Netto UNB
14h – Grupo de Trabalho: Direitos Humanos e Cidadania
Nilmário Miranda
Local: Auditório Raul Machado Horta (8º andar do prédio da pós-graduação)
17h30 - Painel: A condenação Brasileira na Corte Interamericana de direitos Humanos. Adpf 153
Fernando Galvão Faculdade de Direito UFMG
Heloísa Greco – IHG
31/05 (quinta-feira)
10h – Painel:  Direito à memória e à verdade: O silenciamento da História – o passado e o futuro na construção política.
José Carlos Moreira da Silva Filho – PUC-RS
Renan Quinalha USP – Idejust
Heloisa Starling – Fafich -UFMG
14h – Grupo de Trabalho: Práticas e prevenções de tortura
Conselho Estadual de Direitos Humanos
Local: Auditório Raul Machado Horta (8º andar do prédio da pós-graduação)
18h – Painel: A criação da comissão da verdade para quem?
Prof. Dr. Marcelo Cattoni – Faculdade de Direito - UFMG 
Profª. Dra. Katya Kozicki – UFPR
01/06 (sexta-feira)
10h – Painel: O que restou da Ditadura: a necessidade das reformas institucionais para efetivar o Estado Democrático de Direito.
Prof. Dr. Vladimir Safatle – USP
Prof. Dr. Juarez Guimarães – Departamento de Ciência Política - UFMG
14h – Mesa-Redonda: desafios e perspectivas da Comissão da Verdade.
Prof. Dr. Daniel Araão Reis – UFF
Paulo Vannuchi – ex-secretário nacional de Direitos Humanos
17h – Painel de Encerramento: Tortura, Perseguição e Resistência: a atuação do movimento estudantil na efetivação do Estado Democrático de Direito.
Samarone Lima – Escritor – Autor do Livro sobre José Carlos da Mata Machado
Ms. Wilkie Buzatti Antunes – Projeto República – UFMG
João Batista dos Mares Guia – Sociólogo
Bernardo Mata Machado – cientista político

sexta-feira, 25 de maio de 2012

16ª Romaria das Águas e da Terra de Minas Gerais

                                            
                           Foto: Portal Minas Livre
Por Gildázio Santos
A  Comissão Pastoral  da Terra - CPT de Minas Gerais enviou, óntem, quinta feira, 24 de maio, um convite para a 16ª Romaria das Águas e da Terra de Minas Gerais, que acontecerá no dia 10 de junho  de 2012, na Diocese de Governador Valadares.
Com o Tema:  “Terra e Água: princípio e sustentabilidade da vida” e o lema “Das montanhas e vales férteis, brote o compromisso com a vida e a saúde de seus povos!”

Percurso: saída da Praça dos Pioneiros e chegada na açucareira, no Bairro São Pedro.
Segundo Maria do Carmo Silva da coordenação da CPT o evento será a "Oportunidade impar de reviver momentos de fortes e diversas manifestações religiosas do povo, onde os sonhos de realização do plano de Deus se expressam através do anúncio, da celebração, da caminhada e das organizações do povo, motivados pela memória subversiva do Evangelho."
A cidade de Governador Valadares  se prepara para receber as caravanas de todas as regiões do Estado, a expectativa dos organizadores  é que 15 mil pessoas compareçam ao evento.
CARAVANA DE BH:
O romeiros que se interessarem, a CPT Minas contratou ônibus no valor de 60,00 por pessoa com saída de BH (Praça da Estação) no dia 09/06 e retorno logo após encerramento.
As reservas poderão ser feitas  na sede da CPT/MG pelo telefone:
 (31) 3466 0202  Referência: Franciele 
Comissão Organizadora:  Diocese de Goverandor Valadares, a Cáritas Diocesana, o Mobom, Movimento da Boa Nova, CEB’s e CPT-MG.

Fonte: Com informações da CPT Minas Gerais

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Consea Nacional pede a Dilma Veto Integral

Código Florestal: Consea pede
a Dilma o veto integral
O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) aprovou nesta quarta-feira uma exposição de motivos recomendando à presidenta Dilma Rousseff o veto integral à proposta de Código Florestal que foi aprovada no Congresso Nacional.
O pedido de veto total foi colocado em discussão e votação na manhã desta quarta-feira, durante reunião plenária do conselho, no Anexo I do Palácio do Planalto, em Brasília. A recomendação de veto foi aprovada pela unanimidade dos conselheiros presentes.
O Consea é um órgão consultivo, de assessoramento da Presidência da República. O conselho é formado por 57 conselheiros titulares, sendo 19 representantes de ministérios e 38 representantes de entidades da sociedade civil.
Para o Consea, a proposta de novo Código Florestal, na forma como foi aprovado na Câmara dos Deputados, provocaria “graves impactos sobre a segurança alimentar e nutricional da população brasileira”.
De acordo com o conselho, o projeto de Código Florestal possui “diversos dispositivos que ameaçam destruir recursos hídricos e florestais”.  Um desses dispositivos seria a anistia, “que consolida a ocupação irregular, legitima a degradação e chancela e premia a impunidade”.
Para o Consea, “é possível produzir alimentos em harmonia com a natureza ou com baixo impacto sobre o meio ambiente”. O conselho cita como exemplos os sistemas agroecológicos e da produção orgânica, que, inclusive, estão sendo discutidos na plenária, como contribuições para a Política Nacional de Agroecologia, que está sendo preparada pelo governo.
“Diante do exposto”, conclui, “recomendamos que Vossa Excelência faça uso de seu poder constitucional e vete integralmente projeto, evitando assim que normativo tão aviltante venha a ter existência no nosso ordenamento jurídico às vésperas da Rio+20, sediada pelo Brasil”, conclui o texto.
A exposição de motivos estará disponível no site do Consea (www.presidencia.gov.br/consea) a partir desta quinta-feira (25).
Fonte: Ascom/Consea

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Nossa Solidariedade ao Frei Gilvander e todo apoio a sua luta em favor do povo pobre

Despejo em Belo Horizonte viola Direitos Humanos.
“Enquanto morar for um privilégio, ocupar será um direito”.
Gilvander Luís Moreira[1]

Além do que escrevi no artigo “Em Belo Horizonte, caveirão para os pobres que lutam: Cerca de 300 famílias jogadas ao relento sob uma noite fria”, disponibilizado na internet em www.gilvander.org.br e em outros sítios e blogs – a indignação me faz acrescentar o que segue.
O despejo da Ocupação Eliana Silva, no Barreiro, em Belo Horizonte, MG, realizado nos dias 11 e 12 de maio de 2012 pelo Poder Judiciário com um fortíssimo aparato repressivo da Polícia Militar de Minas Gerais, foi feito de surpresa, desrespeitando o direito de defesa das famílias. A comunidade não foi notificada anteriormente por nenhum oficial de justiça. Este só chegou após a tropa de choque já estar posicionada para o ataque. O Ministério Público, a Defensoria Pública de Minas e os advogados da Comunidade também não foram informados de que haveria o despejo. Ficaram sabendo pela mídia. Foi desrespeitada a Lei 13.604/00 que exige a constituição de uma Comissão de representantes do Judiciário, do Legislativo e de representantes de Entidades dos Direitos Humanos para tentar uma saída negociada e, caso isso não seja possível, acompanhar o despejo.
O Ministério Público recebeu um Ofício de um Comandante da PM somente dia 10/05/2012, às 19:43h comunicando a reintegração de Posse da Ocupação Eliana silva e convidando para composição do Comitê Permanente de Crise. Não era mais horário de expediente. No Ofício se dizia que a operação seria desencadeada dia 11/05, a partir de 09:00h, mais iniciou-se a partir das 07:40h.
Na tarde do dia 11 de maio, enquanto ocorria o despejo, a Câmara dos Vereadores de Belo Horizonte votou – e aprovou - em 1º turno o PL 1698/11 que autoriza o prefeito de Belo Horizonte, sr. Márcio Lacerda, vender 118 terrenos da prefeitura, uma contradição diante do enorme déficit habitacional da capital mineira! O prefeito e os vereadores, ao invés de destinarem terrenos para o povo construir casas populares, já que a prefeitura ainda não fez nenhuma casa para famílias de zero a três salários mínimos pelo Programa Minha Casa, Minha Vida nos últimos três anos, vende terrenos da prefeitura e despeja dezenas de famílias que tentam sobreviver fugindo do aluguel e da vida de favor.
Dia 11 de maio, enquanto ocorria o despejo, a Prefeitura de Belo Horizonte – PBH - já estava com funcionários cercando a área com cerca de arame. A PBH cometeu mais uma ilegalidade, pois cercou uma área que estava sob júdice. Não havia na imprudente decisão liminar da juíza que determinou a reintegração de posse a ordem para que a área fosse cercada com fortes mourões e arame farpado.
Um trator da PBH derrubou árvores lá na área do despejo. Assim a PBH e o prefeito cometeram crime ambiental. As 350 famílias sem-casa, que por três semanas ocuparam a área, não derrubaram sequer uma árvore. Enquanto o trator da Prefeitura passava por cima das árvores, a polícia militar florestal acusava uma das lideranças da comunidade de haver cometido crime ambiental e registrou boletim de ocorrência sobre isto.
Na audiência pública na Comissão dos Direitos Humanos da ALEMG[2], um jovem da Ocupação Eliana Silva chamou todos à reflexão: “Na 2ª noite da nossa ocupação, um grupo de pessoas envolvidas com tráfico tentou invadir nossa comunidade. Com diálogo - só com palavras - conseguimos evitar a invasão e convencer aquele grupo a desistir do que pretendiam. Mas a polícia para nos expulsar não usou apenas palavras, diálogo, mas usou caveirão, tropa de choque, cavalaria, helicóptero, força bruta. Somos pessoas trabalhadoras que estamos lutando por um direito humano elementar: o direito de morar com dignidade. Não agüentamos mais pagar aluguel e deixar de comer,  nem a humilhação de viver de favor.
Um representante da PBH nos disse que, há três anos atrás, apenas no 1º dia de inscrição para o Programa Minha Casa Minha Vida houve 198 mil inscrições, ou seja, 198 mil famílias, o que equivale a cerca de um milhão de pessoas em Belo Horizonte, um terço da população. Considerando que a PBH constrói apenas mil casas por ano, serão necessários duzentos anos para zerar o déficit habitacional atual. Há em Belo Horizonte cerca de 70 mil imóveis ociosos. Uma mãe da Ocupação Eliana, ao insistir para que a PBH apresentasse alguma proposta concreta para as 350 famílias que estavam acampadas na porta da PBH por dois dias, disse: “Assim será melhor construir cemitério, porque morreremos antes.”
Ameaças estão acontecendo: dia 15 de maio, terça-feira, às 19:05h, horário em que eu, frei Gilvander, deveria chegar em casa, os freis Adailson e João Paulo, ao chegarem em nossa casa, depararam com um automóvel Fiat Uno, branco, estacionado no portão da nossa casa, com as quatro portas abertas e com quatro homens de pé fora do automóvel, um com um cacete grande na mão, em atitude ameaçadora. Já estava escuro na hora e chovia uma chuva fina. Os freis ficaram muito assustados. Não sei se porque não me viram junto com os freis no automóvel, os quatro homens entraram rápido no Uno e, ao manobrar o carro para fugirem do local, embicaram o Uno rumo ao portão da nossa casa, o que assustou mais ainda os dois freis. Estavam me esperando? Queriam me intimidar? Ou pretendiam atentar contra minha vida? Friso que isso aconteceu em um horário em que eu normalmente chego em casa e após eu ter feito denúncias de violação de direitos humanos no despejo das 350 famílias sem teto da Ocupação Eliana Silva através de textos, vídeos e em entrevistas concedidas a diversos meios de comunicação.
Na noite do dia 16 de maio, uma das nossas advogadas, enquanto voltava para casa, “de carona”, foi seguida por dois motoqueiros em uma moto por quatro bairros. Essas denúncias já foram apresentadas à Polícia Civil, à Comissão dos Direitos Humanos da ALEMG, ao Ministério Público, à Defensoria Pública e à Imprensa.
O despejo forçado da Comunidade Eliana Silva, a forma como a Prefeitura de Belo Horizonte, o TJMG, o Governo do Estado de Minas Gerais e a Polícia Militar deste Estado trataram as famílias, as lideranças e os apoiadores revelam o que é reservado para os pobres, o Povo trabalhador neste município e neste Estado.
A prática da Polícia militar de Minas, atestado nos despejos em Uberlândia, em Itabira e agora na Ocupação Eliana Silva, tem sido a de evitar matar alguém durante os despejos. Coloca-se um grande aparato repressivo: caveirão, tropa de choque, helicóptero, cavalaria, cães etc. E utiliza-se a tática do torniquete, ou seja, vai apertando gradativamente, asfixiando até os encurralados não oferecer mais nenhuma resistência. Isso não é normal, não é ação pacífica. É violência, porém sem irrupção de sangue na hora. Esconde-se o sangue, mas promove outros tipos de violência.
Não se pode mais admitir que no lugar de chegar políticas públicas eficazes e dignas, chegue a “força”, o mais bruto e violento aparato policial. Por que o Prefeito e o Governo do Estado não foram no local conversar com as famílias? Perguntar por que elas, com crianças, idosos e deficientes, tiveram que se submeter às noites de frio debaixo da lona preta? Por que indígenas (na Eliana Silva são 27 do Povo Pataxó e de outros povos), possuidores destas terras brasileiras ainda têm que lutar por moradia? Por que foram expulsos do campo e estão sendo expulsos da cidade?
Em Belo Horizonte, a única alternativa que está sobrando para as famílias que possuem renda de 0 a 3 salários mínimos é se organizar e lutar para sair do aluguel, da moradia de favor, das áreas de risco. Dandara, Zilah Spósito/Helena Greco, Irmã Dorothy e Camilo Torres são Ocupações-Comunidades que marcham em sintonia. Tem em comum a luta pela moradia digna, pela efetividade de um direito fundamental constitucional. Tem em comum a fé, a coragem, a resistência e a ousadia. Mas, não só isso: tem em comum uma rede de apoio e solidariedade. Solidariedade que no caso do Despejo ocorrido nos dias 11 e 12 de maio o Estado tentou impedir, mas quanto mais se reprime o povo se organiza e se fortalece. O mundo inteiro vai saber do que ocorreu em Belo Horizonte nos dias 11 e 12 de maio, vésperas do dia das mães. Muita indignação e repúdio estão sendo manifestados. Muita solidariedade também. Eliana Silva continua presente. Agora e sempre. Pois como grita o povo, enquanto morar for um privilégio, ocupar será um direito.
Cabe ainda lembrar a quem tem algum preconceito contra a luta dos pobres que o povo das ocupações trabalha como servente, pedreiro, vigia, carroceiro, doméstica e etc para as classes média e alta. Se a força de trabalho é bem-vinda, também a dignidade dos pobres deve ser respeitada.
Em tempo, ontem, às 23:55h, do dia 20 de maior de 2012, observei que meu sítio http://www.gilvander.org.br/ foi violado, atacado por raker que retirou todos os mais de 270 vídeos que eu tinha postado na Galeria de Vídeos de http://www.gilvander.org.br/ . Agora, às 07:20h, do dia 21 de maio, observo que todos os vídeos continuam desaparecidos do meu sítio, exceto o que está em destaque. Que terrorismo! Isso tudo é medo da verdade vir à tona?
Temos de divulgar todos esses fatos para que a sociedade esteja atenta às ameaças não apenas às pessoas que já sofrem na pele o desrespeito aos direitos humanos, mas também as ameaças que pesam sobre as pessoas que ousam defender os direitos humanos.
Retroceder, nunca! Em tempos de Comissão da Verdade não vamos nos contentar em apurar os crimes do passado, é preciso mostrar os crimes atuais travestidos de legalidade.

Belo Horizonte, MG, Brasil, 21 de maio de 2012



[1] [1] Frei e padre carmelita; mestre em Exegese Bíblica; professor do Evangelho de Lucas e Atos dos Apóstolos, no Instituto Santo Tomás de Aquino – ISTA -, em Belo Horizonte – e no Seminário da Arquidiocese de Mariana, MG; assessor da CPT, CEBI, SAB e Via Campesina; e-mail: gilvander@igrejadocarmo.com.brwww.gilvander.org.brwww.twitter.com/gilvanderluis - facebook: gilvander.moreira

[2] Assembléia Legislativa de Minas Gerais.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Acompanhe a Corbertura Fotográfica da Ocupação Eliana Silva

                                       Por Gildázio Santos
                                      PPDH/MG/ IDH/
                                      ARETE EDUCAR
                                        Direitos Humanos/
                                         Minas Gerais/
                                             Brasil

Ocupação Eliana Silva, Cobertura Fotográfica