sábado, 24 de janeiro de 2009

12ª Mostra de Cinema de Tiradentes

12ª Mostra de Cinema de Tiradentes

Um espaço generoso e enriquecedor, de formação, reflexão, exibição e difusão do cinema brasileiro, da diversidade da nossa cultura.
Uma proposta inovadora, ousada. Com perfil e conceitos bem definidos, que em consonância com o seu tempo, tem se destacado nacionalmente.
Uma realização de vanguarda, com engajamento social, turístico que agrega desenvolvimento, estabelece um diálogo com todas as forças constituintes de uma cinematografia
Um desafio sem preconceitos, sem receios que revela em imagens, fatos e atitudes
a identidade do Brasil.

De 23 a 31 de janeiro de 2009
Nove dias de programação intensa e gratuita vão ocupar o cenário barroco e histórica Tiradentes.
Você está convidado a conhecer, inserir-se, vislumbrar possibilidades, presenciar, assistir e conhecer as novidades da sétima arte brasileira contemporânea.
Considerada a maior manifestação do cinema brasileiro contemporâneo em formação, reflexão, exibição e difusão. Busca refletir e debater, em edições anuais, o que há de mais destacado e promissor na nova produção audiovisual brasileira, em longas, curtas película e digital. São mais de 120 filmes brasileiros, pré-estréias nacionais, homenagens, Encontros com a crítica, o diretor e o público, oficinas, seminário, Mostrinha de Cinema, debates, mesas temáticas, atrações artísticas para um público estimado em mais de 35 mil pessoas. Toda programação é oferecida gratuitamente ao público.

Maiores informações:
www.mostratiradentes.com.br

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

FBSAN no Fórum Social Mundial 2009

Fórum Brasileiro de Segurança Alimentar e Nutricional

A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte

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Boletim Especial - FBSAN no Fórum Social Mundial (jan/2009)

ÍNDICE:

* Direito Humano à Alimentação na pauta do Fórum Social Mundial
* Alimentação:um direito humano. Pela aprovação da PEC 47/2003
* Soberania e segurança alimentar e nutricional em resposta à crise mundial de alimentos
* Projeto de Lei da Alimentação Escolar: alimente essa idéia

Estamos nos aproximando do Fórum Social Mundial que se realizará em Belém-PA nos dias 27 de janeiro a 1º de fevereiro. Nesta edição especial do Boletim compartilhamos com vocês as atividades que o Fórum Brasileiro de Segurança Alimentar e Nutricional estará realizando durante essa edição do FSM 2009.

O Fórum Social Mundial é um grandioso espaço de alianças e convergências. É uma grande satisfação ver que na programação do FSM 2009 estão previstas a realização de diversas atividades sobre Direito Humano à Alimentação, Soberania Alimentar e Segurança Alimentar e Nutricional promovidas por diferentes organizações e redes de diversos países.

Estamos divulgando em nossa lista eletrônica as atividades que serão promovidas pelas redes e organizações parceiras do FBSAN.

Boa leitura! Até o Fórum Social Mundial!

Direito Humano à alimentação na pauta do Fórum Social Mundial 2009

A exemplo das outras edições do Fórum Social Mundial, o debate sobre soberania e segurança alimentar e nutricional estará novamente presente na pauta da próxima edição do evento, a ocorrer em Belém(PA), de 27 de janeiro a 1º de fevereiro.

Uma das principais atividades que abordarão o tema será promovida em conjunto pelo Fórum Brasileiro de Segurança Alimentar e Nutricional (FBSAN), pela Comissão Especial de Monitoramento de Violações ao Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) e pela Frente Parlamentar de Segurança Alimentar e Nutricional (FPSAN).

O seminário "Exigibilidade do Direito Humano à Alimentação Adequada: experiências e desafios" ocorrerá no dia 30 de janeiro (sexta-feira), das 12h às 15h, na Universidade Federal do Pará (UFPA), pavilhão Kp, sala Kp-06.

Os vínculos entre experiências sobre diferentes aspectos relacionadas ao direito humano à alimentação adequada, como o acesso à terra e à água, o marco legal e as políticas públicas, entre outros, serão o foco do debate.

As lutas de quilombolas, povos indígenas, sem terra e outros atores sociais; as ações do Ministério Público na defesa dos direitos econômicos, sociais e culturais e a atuação do poder legislativo na elaboração de um marco legal que proteja e promova o direito humano à alimentação adequada. Serão algumas das fontes que darão o tom do seminário.

A perspectiva é fortalecer a compreensão de que a exigência de direitos deve combinar o uso de instrumentos do próprio Estado (leis, órgãos de defesas de direitos, etc...) e a mobilização e ação direta, e legítima, de exigir direitos da sociedade civil.

Confira a programação completa abaixo.

PROGRAMAÇÃO DO SEMINÁRIO

12:00 – Boas Vindas e apresentação dos objetivos do Seminário

12:10 – Ações de exigibilidade do Direito Humano à alimentação – Clóvis Zimmermann – Comissão Especial de Monitoramento do DHAA do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana e Relator Nacional para o DHAA e Terra Rural

12:20 – 13:05 – Apresentação de experiências de exigibilidade de DHAA

- Representante dos Indígenas Guarani-Kaiowá

- Comissão Quilombola de Sapê do Norte(ES)

- Ação Civil Pública das Comunidades da Orla Lagunar de Maceió (Célia Varela - FIAN)

13:05 – 13:30 – Debate em plenária

13:40 – 14:20 – O Papel do legislativo na garantia do Direito Humano à Alimentação

Deputado Federal Nazareno Fontelles (Frente Parlamentar de SAN –PT/PI)

Senador Eduardo Sulpicy (PT/SP)

14:20 – 15:00 – Debate em plenária

Coordenação da mesa: Vanessa Schottz (FASE/FBSAN)

Alimentação: Um direito humano

Pela aprovação da PEC 47/2003 (Proposta de Emenda Contitucional)

Ter acesso à alimentação adequada e saudável é um direito humano e, portanto, deve ser garantido à todas as pessoas, sejam homens, mulheres, crianças não importa a idade, a cor, a etnia ou sexo.

Esse direito só é garantido quando há acesso a alimentos nutritivos, saudáveis e seguros, isto é, livres de agrotóxicos, contaminantes químicos ou transgênicos e que sejam adequados aos hábitos culturais da população, quando há produção sustentável e soberana de alimentos, acesso à renda, à terra e ao território, à moradia adequada, enfim, a tudo o que é preciso para que todos, se alimentem de forma digna e sem comprometer outras necessidades.

Embora, a alimentação seja um direito humano fundamental para a manutenção da vida e reconhecido em diversos tratados internacionais e legislações nacionais, ainda não está expressamente incluída em nossa Constituição Federal. Desde 2003 tramita uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 47/2003) que inclui o direito à alimentação no artigo 6º da Constituição Federal. A PEC, aprovada no Senado, está tramitando no Congresso Nacional desde 2007.

É muito importante que a sociedade civil organizada se mobilize para garantir que essa PEC seja aprovada com a máxima urgência pela Câmara dos Deputados! Por isso, a PEC 47/2003 será um dos temas do Seminário "Exigibilidade do Direito Humano à Alimentação Adequada: experiências e desafios".

Serão distribuídos, também, diversos postais solicitando a aprovação da PEC 47 para serem encaminhados pelos/as participantes do Fórum Social Mundial ao Congresso Nacional.

PARTICIPE!

Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional em resposta à Crise Mundial de Alimentos

Esse será o tema da Conferência que o FBSAN irá promover em parceria com o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea). A Conferência tem como objetivos analisar criticamente sob diversos ângulos a crise mundial de alimentos na conjuntura internacional e debater sobre propostas de enfrentamento dessa crise na perspectiva da soberania e segurança alimentar e nutricional.

Participarão da mesa de debate: Senadora Marina Silva (PT-AC), Silvia Ribeiro (ETC Group), João Pedro Stédile (Via Campesina), Alina Canaviri (Federação Nacional de Mulheres Campesinas da Bolivia Bartolina Sisa) e Írio Luiz Conti (FIAN Internacional). O debate será coordenado por Renato Maluf (FBSAN/CONSEA).

A conferência ocorrerá das 15h30 às 18h30 do dia 29 de janeiro (quinta-feira) no Auditório da Prefeitura da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA).

Projeto de Lei da Alimentação Escolar: alimente essa idéia

Como vimos divulgando na lista e boletins do FBSAN, o Projeto de Lei (2877) que trata do Programa Nacional de Alimentação Escolar está tramitando no Senado. Este projeto de lei, elaborado de forma participativa por governo e sociedade civil organizada, define a alimentação escolar como um direito humano e incorpora dimensões estratégicas para a promoção da soberania e segurança alimentar e nutricional dos escolares: valorização da cultura alimentar e da produção local, inclusão da educação alimentar e nutricional no processo pedagógico da escola, promoção da saúde do escolar e fortalecimento da agricultura familiar.

O PL estende o Programa Nacional de Alimentação Escolar para o ensino médio e de jovens e adultos, beneficiando mais 12 milhões de escolares, Este projeto também irá beneficiar diversos agricultores familiares, agroextrativistas, indígenas, quilombolas e demais povos e comunidades tradicionais.

A aprovação unânime desse projeto no Congresso Nacional reafirma o sentido estratégico dessa política para a sociedade brasileira que já manifestou se apoio através de abaixo assinado que conta com mais de 10.000 assinaturas e de cartas de apoio de organizações, movimentos e redes de todo o Brasil.

A importância desse projeto foi, inclusive, reconhecida internacionalmente em um Colóquio sobre Josué de Castro realizado na França nos dias 15 a 17 de janeiro. Os participantes do Colóquio Internacional aprovaram uma moção de apoio ao PL Alimentação Escolar.

É fundamental que a sociedade continue se mobilizando! O Fórum Social Mundial é um espaço estratégico para divulgação e manifestação de apoios ao PL Alimentação Escolar. Por isso, é muito importante que os movimentos sociais, as organizações e redes que lutam pela soberania e segurança alimentar e nutricional divulguem o Projeto de Lei durante as diversas atividades realizadas no Fórum Social Mundial.

Para maiores informações sobre o PL Alimentação Escolar entre em contato com a secretaria executiva do FBSAN: secretaria@fbsan.org.br; vanessa@fase.org.br

SERVIÇO

(1)

Seminário "Exigibilidade do Direito Humano à Alimentação Adequada: experiências e desafios"

Data: 30 de janeiro de 2009 - 12h00 às 15h00

Local: Universidade Federal do Pará – UFPA Pavilhão Kp – sala Kp 06

(2)

Conferência "Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional em resposta à crise mundial de alimentos"

Data: 29 de janeiro de 2009 – 15h30 às 18h30

Local: Auditório da Prefeitura da Universidade Federal Rural da Amazônia

EXPOSITORES CONVIDADOS DA CONFERÊNCIA

Senadora Marina Silva (PT-AC)
Silvia Ribeiro (ETC Group)
João Pedro Stédile (Via Campesina)
Renato Maluf (FBSAN/CONSEA)
Alina Canaviri (Federação Nacional de Mulheres Campesinas da Bolivia Bartolina Sisa)
Írio Luiz Conti (FIAN Internacional).

Visite nosso site: www.fbsan.org.br

Editorial:
Vanessa Schottz Rodrigues - Secretaria Executiva FBSAN, Rogerio Tomaz Jr. - Jornalista
Av. Rio Branco, nº 124 8º andar - Centro - Rio de Janeiro - Cep. 20148 - 900

Midialivristas do mundo todo, unamo-nos

Midialivristas do mundo todo, unamo-nos

Do blog de Renato Rovai,

Debater alternativas para construir uma nova estrutura de comunicação planetária é fundamental para que possamos sonhar com um Outro Mundo Possível. Nos dias 26 e 27 de janeiro, midialivristas de todos os cantos do planeta vão se reunir em Belém para encarar esse desafio. Estaremos lá construindo juntos a primeira edição do Fórum Mundial de Mídia Livre. A programação terá duas mesas, um seminário e um assembléião de confraternização e encaminhamentos.

A primeira mesa será sobre "Como Ampliar o Midialivrismo". A idéia é debater formas de aumentar a capacidade de nossa rede de informação para que os veículos que produzimos se tornem ainda mais fortes.

A verdade é que o campo da informação midialivrista já é muito maior do que nossos adversários midiáticos gostariam que fosse. E só não tem sua real importância reconhecida porque se isso acontecer teremos de receber o apoio que eles recebem, por exemplo, em verbas públicas.

A mesa dois será: "A Mídia e a Crise". Nela será discutido o comportamento e a responsabilidade dos conglomerados midiáticos na atual crise da globalização. O processo de desinformação a que fomos submetidos teve e tem um preço. E a mídia comercial é sócia desta conta.

Ainda no primeiro dia acontecerá o Seminário de Comunicação Compartilhada, que tem, como um dos objetivos, criar interação entre projetos e midialivristas brasileiros e internacionais no exercício de outra comunicação.

No dia 27, antes da marcha, a idéia que está em debate é de realizar uma grande assembléia/confraternização de midialivristas. Nela, os participantes poderiam tanto apresentar seus projetos, como propostas de luta e/ou mesmo buscar parceiros para novas iniciativas midiáticas.

Como tudo que acontece na dinâmica do FSM, o FMML também vem sendo realizado na militância e na base do consenso progressivo.

Nos próximos dias, teremos outras novidades. O mais importante agora é que você nos ajude na divulgação e construção deste evento. Coloque o link da programação no seu site, blogue, portal. Divulgue na sua rádioweb. Grite aí pro vizinho do lado. Vamos fazer barulho juntos. E mostrar a força que esse movimento já tem.

Aqui vão os links do:

•
Convite
•
Banners em formatos variados
•
Blogue
•
Wiki Mídia Livre

Curso de Ciências Eco-Espirituais – CCEE

O objetivo do Curso de Ciências Eco-Espirituais – CCEE - é o enriquecimento cultural, desenvolvimento intelectual e o despertar virtudes nos participantes.

O curso é dedicado a todas as pessoas que buscam o autoconhecimento, fornecendo uma visão ampla da Vida.

Os conteúdos são estudados dentro de uma perspectiva transdisciplinar, integrando ciência, cultura, religião, arte, política, ecologia e espiritualidade.

Os temas tratados são:

- Filosofia: consciência, metafísica, sentido da vida;
- Ética, Política e Direito: moral, bioética, ecoética, exercício de cidadania, governo de si, dinheiro e poder, liderança, espiritualidade e política;
- Psicologia: história, parapsicologia, neurolinguística, psicologia junguiana (alquimia, simbolismo, sonhos), psicologia transpessoal;
- Física Contemporânea: ciência e religiosidade, física quântica;
- Antropologia: cosmogênese, antropogênese, cultura indígena, xamanismo, mitologia, civilizações antigas, sociedades secretas, ocultismo, iniciação, ascensão;
- Religiões: Cristianismo, Judaísmo, Islamismo, Zoroastrismo, Hinduísmo, Bramanismo, Taoísmo, Budismo, Zen, Espiritismo, Confucionismo, Xintoísmo, Sufismo, Baha'i;
- Sociologia: civilização futura, movimentos filosófico-espirituais;
- Agroecologia e Saúde: Agricultura e Meio Ambiente (percepção ambiental, ecologia profunda, agrofloresta, agricultura orgânica, biodinâmica, permacultura); Saúde Integral (sistemas tradicionais de cura, fitoterapia, homeopatia, medicina antroposófica, tipos de alimentação);
- Yoga; Tai-chi-chuan;
- Desenvolvimento Artístico.

Informações e Inscrição:

1- Esta versão do curso será exclusivamente via internet, continuaremos a encaminhar assuntos diversos relacionados, mas dando mais atenção ao tema do momento. A duração aproximada do curso é de 20 meses consecutivos, com início em fevereiro de 2009 e conclusão prevista para setembro de 2010.
2- Podemos emitir certificado para os interessados, mas para isso é necessário que façam as tarefas que serão indicadas, no prazo estipulado, e que haja ao menos contribuição mínima sugerida, de R$10,00 mensais. Ao término do curso será verificado o valor de confecção do certificado com entrega via correio e assim que for feita a contribuição, enviaremos o diploma.
3- Continuaremos sempre acolhendo novos participantes, no entanto a partir de agora é necessário haver contribuição mínima para adesão e continuação.
4- Os recursos arrecadados são destinados à manutenção dos trabalhos e construção de Núcleos de Vida Criativa cultural e ecológica em locais campestres reservados.
5- Para efetivar a inscrição, é necessário o preenchimento e envio por e-mail dos dados abaixo e comprovante de depósito da primeira parcela na Conta Poupança 52.914-1, Agência 0032-9, Banco do Brasil.

Curso de Ciências Eco-Espirituais - CCEE - Inscrição

Nome Completo:
Data de Nascimento:
Endereço:
Bairro:
Cidade:
Estado:
País:
Endereço Eletrônico:
Telefone:
Escolaridade:
Área de atuação:

Como ficou sabendo do curso? Qual a sua expectativa com relação ao Curso de Ciências Eco-Espirituais?

Tatiana Regina Sandy Reis
Cirurgiã-Dentista
Especialista em Agricultura Orgânica
Coordenadora do Curso de Ciências Eco-Espirituais Ipê
Conta Poupança 52.914-1
Agência 0032-9

7º Concurso Literário Guemanisse de Contos e Poesias / 2009

7º Concurso Literário Guemanisse de Contos e Poesias / 2009
www.guemanisse.org
editora@guemanisse.com.br


Objetivando incentivar a literatura no país, dando ênfase na publicação de textos, a Guemanisse Editora e Eventos Ltda. promove o 7º Concurso Literário Guemanisse de Contos e Poesias, composto por duas categorias distintas:

a) Contos;
b) Poesias,

o qual será regido pelo seguinte Regulamento:

1. Podem concorrer quaisquer pessoas, desde que os textos inscritos sejam em língua portuguesa. Os trabalhos não precisam ser inéditos e a temática é livre.

2. As inscrições se encerram no dia 09 de março de 2009. Os trabalhos enviados após esta data não serão considerados para efeito do concurso, e, assim como os demais, não serão devolvidos. Para tanto será considerada a data de postagem (correio e internet).

3. O limite de cada CONTO é de até 6 (seis) páginas e o de cada POESIA é de 2 (duas) páginas. Os textos devem ser redigidos em folha A4, corpo 12, espaço 1,5 (entrelinhas) e fonte Times ou Arial.

4. As inscrições podem ser realizadas por correio ou pela internet da forma seguinte:

a) Via postal (correio): os trabalhos podem ser enviados em papel, CD ou disquete 3 ½ para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. CAIXA POSTAL 92.659 - CEP 25.953-970 - Teresópolis – RJ;

b) Internet: os trabalhos devem ser enviados, em arquivo Word, para o e-mail editora@guemanisse.com.br

5. Tanto os CONTOS quanto as POESIAS devem ser remetidos em 1 (uma) via, devendo, em folha (ou arquivo) separada, conter os seguintes dados do concorrente:
a) nome completo;
b) nome artístico, com o qual assina a obra e que será divulgado em caso de premiação e/ou publicação;
c) categoria a que concorre;
d) data de nascimento / profissão;
e) endereço completo (com CEP) / e endereço eletrônico (e-mail).

6. Cada concorrente pode realizar quantas inscrições desejar.

7. Para a categoria CONTOS, o valor de cada inscrição é de R$ 30,00 (trinta reais), podendo o autor inscrever até 2 (dois) textos por inscrição. Para a categoria POESIAS, o valor de cada inscrição é de R$ 30,00 (trinta reais) podendo o autor inscrever até 2 (dois) textos por inscrição. Os valores devem ser depositados em favor de GUEMANISSE EDITORA E EVENTOS LTDA, na Caixa Econômica Federal, Agência 2264, Oper. 003 - Conta Corrente Nº 451-7.

8. Os comprovantes de depósito (nos quais os concorrentes escreverão o nome) devem ser remetidos para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. pelo correio, pela internet (escaneados) ou para o fax (0XX – 21) 2643-5418 (lembramos que os moradores da Cidade do Rio de Janeiro também devem discar o código de área). Nenhum valor de inscrição será devolvido.

9. Os resultados serão divulgados pelo nosso site www.guemanisse.org (ou com.br), pela mídia e individualmente (por e-mail) a todos os participantes, no dia 11 de maio de 2009.

10. Cada Comissão Julgadora será composta por 3 (três) nomes ligados à literatura e com reconhecida capacidade artístico-cultural. Ambas as Comissões podem conceder menções honrosas ou especiais.

11. As decisões das Comissões Julgadoras são irrecorríveis.

12. Para cada Categoria (Contos e Poesias), a premiação será nos seguintes valores:

a) Premiação em dinheiro:

1º lugar: R$ 3.000,00 (três mil reais) e publicação do texto em livro;

2º lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais) e publicação do texto em livro;

3º lugar: R$ 1.000,00 (mil reais) e publicação do texto em livro.

b) Premiação de publicação em livro:

Os textos premiados, inclusive os que forem agraciados com MENÇÃO HONROSA e/ou MENÇÃO ESPECIAL, serão publicados em livro (sem ônus para seus autores, inclusive de remessa postal) e cada um destes autores receberá dez exemplares, em troca do que cedem os direitos autorais apenas para esta edição específica a qual não poderá ultrapassar a tiragem de 2.000 (dois mil) exemplares. Os exemplares restantes desta edição serão preferencialmente distribuídos por bibliotecas e escolas públicas.

13. A inscrição no presente concurso implica na aceitação plena deste regulamento.

Projeto "Estudante Solidário"

Quem já viu teve o prazer de ver e quem não viu verá nessa festa! Você Também Pode Participar!

O Evento com estrutura para 800 pessoas, com fácil acesso e ótima Qualidade!

::Atrações:::
* Dj's Guilherme Floricutura
* Banda TiHuds (Pop Rck)
* Km85 (Pop Rock)
* Black Bird (Pop Rock)
* Sorteio de Tatuagem e Piersing
* Malabares
* Peformance

::Ingressos::
Opem Bar = Cerveja, Água, Refri, Hi-Fi, Cuba, Frozen, Vodka, Wisky e Energético
Lote promocional (Limitado)
Masculino: R$ 40,00
Feminino: R$ 25,00

Doações espontanea de alimentos e Roupas no local, projeto "Estudante Solidário" Participe você Também!

::Endereço::
Salão Solaris - Rua Eridano n° 69 - Barreiro de Cima ir Sentido ao hospital JULIA KUBITSCHEK Próximo a Paraça José Verano da Silva (Antiga Praça da Febem) Clique
Aqui e saiba chegar ao local:

Informações e Venda de Ingressos:
8845-1730, 3336-6295, 9624-1045, 8529-0658 e 8447-8591
Uma Festa Para Todos Os Gostos!


Clique na imagem

MOSTRA FELCO 2009 em Rede FELCO Minas

Rede FELCO Minas
A organização coletiva em favor do cinema social.

Tormenta convidou você para o evento 'MOSTRA FELCO 2009' em Rede FELCO Minas

MOSTRA FELCO 2009

Horário: 8 abril 2009 às 17
Local: Palácio das Artes
Organizado por: Aline Souza

Descrição do evento:
A 4º Edição da Mostra FELCO BH 2009 se prepara para receber a produção de grupos de cineastas e indivíduos. Este ano o tema é Memórias do Subdesenvolvimento, com mini-mostras de realizadores contemporâneos, cinema militante e videoativismo.

A Mostra FELCO BH 2009 acontece em espaços alternativos da cidade e no Cine Humberto Mauro de 8 a 12 de abril de 2009.

DIVULGUE!!
As inscrições podem ser feitas aqui neste site. O realizador deve preencher a ficha de inscrição e enviá-la juntamente com a cópia do filme em mídia DVD até o dia 31 de Janeiro.
O endereço para envio dos filmes é CAIXA POSTAL 220 CEP 30161-970 Belo Horizonte – Minas Gerais – Brasil.

Inscreva-se e participe!!!

Ver mais detalhes e RSVP em:
Rede FELCO Minas

Fórum Mundial de Mídia Livre abre inscrições

Fórum Mundial de Mídia Livre abre inscrições

Previsto para os dias 26 e 27 de janeiro, o evento faz parte da programação do Fórum Social Mundial 2009, em Belém do Pará.

Por Leandro Uchoas, do FML

Estão abertas as inscrições para o Fórum Mundial de Mídia Livre (FMML), nos dias 26 e 27 de janeiro, evento que integra as atividades do Fórum Social Mundial 2009. As inscrições, gratuitas, são feitas pelo sítio (
http://forumdemidialivre.blogspot.com/). A produção do FMML sugere também que os fazedores de mídia livre cadastrem as informações de seus veículos no link "Mapeamento da Mídia Livre", disponível no sitio, e dêem informações sobre suas mídias no ato de inscrição.






  • Com a participação de veículos independentes de produção midiática de diversos países, o encontro visa construir alternativas de produção de informação, estruturar politicamente a mídia livre internacional, discutir alternativas de financiamento e de compartilhamento de conteúdo, propagar novas possibilidades de atuação disponibilizadas pelas novas tecnologias e somar forças de atuação nas frentes diversas de democratização da comunicação.

    A programação do FMML prevê a realização de duas mesas na manhã do dia 26, com os temas "Como ampliar o Midialivrismo" e "A Mídia e a Crise". No período da tarde, haverá ainda dois outros momentos, o "Seminário de Comunicação Compartilhada no FSM" e as "Atividades Auto-gestionadas", nas quais o participante do fórum torna-se protagonista. No dia 27, será realizada a Plenária de Encerramento, com a reunião das propostas e a elaboração de um documento síntese.

    O FMML é uma conseqüência do I Fórum de Mídia Livre, realizado no Rio de Janeiro em junho de 2008. Reunindo mais de 500 ativistas, jornalistas, professores, estudantes e empresários, o evento significou uma inédita união política entre os principais veículos independentes de mídia brasileiros, sistematizando formas conjuntas de atuação.

    Em 23 de outubro, o Grupo de Trabalho Executivo do FML lançou o Manifesto da Mídia Livre, com os dez compromissos do movimento e oito propostas principais, entre as quais a realização do FMML em Belém. O manifesto já obteve a adesão de 29 entidades e movimentos e de 25 veículos independentes nacionais. O movimento gerou a mobilização regional em vários estados do Brasil, com a realização de fóruns e seminários locais.

    Mais informações:
    Fórum Mundial de Mídia Livre – 26 e 27 de janeiro de 2009
    – Belém, PA
    Local: NPI – Escola de Aplicação da UFPA - Av. Tancredo Neves,
    nº 1000 – Bairro Montese – Belém, PA.
    Mapa do local no
    site do NPI

    http://forumdemidialivre.blogspot.com/
    Email:
    forumdemidialivre@gmail.com
    Telefone: (91) 8130 2097 (produção)
    Gustavo Barreto: (91) 9250 9594
    Leandro Uchoas: (91) 8130 2097

    quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

    Estação Pátio Savassi abre temporada 2009

    Estação Pátio Savassi abre temporada 2009 com novidades e mais interativo

    Entrando em seu quarto ano de realização, o projeto “Estação Pátio Savassi” preparou, para o ano de 2009, uma programação mais interativa, com discussões no fórum do site (http://www.estacaodosaber.art.br/), ou através de e-mails. Com o tema “Quero saber...”, o projeto quer ter uma maior participação do público, com sugestões de temas, levantamento de questões interessantes para debate e opiniões sobre as palestras. A idéia é criar uma rede interativa sobre temas diversos que envolvam a cultura brasileira.


    Em fevereiro, o tema será "Quero Saber sobre Arte Contemporânea", com palestras gratuitas, aos sábados, no anfiteatro (L2) do Pátio Savassi (Av. do Contorno, 6061 Savassi), a partir das 11h.

    Iniciando o mês, no dia 7 de fevereiro, o tema abordado na palestra será “O Contemporâneo”. No dia 14, o bate-papo com o público será sobre “A Arte Contemporânea de Inhotim”. Já no dia 28, o projeto encerra o tema do mês com a palestra “A Arte Contemporânea pelo Brasil”.

    No dia 21 de fevereiro não haverá palestra devido ao feriado de Carnaval.

    Promover debates sobre os temais mais variados da cultura, arte, literatura, turismo, moda, cinema, gastronomia, entre outros, de forma livre e espontânea, num bate-papo descontraído, no sábado pela manhã, é a proposta do projeto Estação Pátio Savassi. Criado numa parceria cultural entre a Estação do Saber e o Pátio Savassi, o projeto quer incentivar a troca de idéias entre professores, escritores e profissionais renomados e o público do shopping, com palestras gratuitas e informação de qualidade.

    Agenda: “ESTAÇÃO PÁTIO SAVASSI”
    Datas: 7, 14 e 28 de fevereiro de 2009, sábados // Horário: 11h
    Local: Pátio Savassi – Av. do Contorno, 6061 Savassi - Entrada Franca
    SAC Pátio Savassi: (31) 3263-8500

    Informações para a imprensa:
    Estação do Saber: Ampla Soluções em Comunicação
    Liège Camargos / Rachel Wardi – (31) 3225-1116/3221-9241/8899-0353
    ampla@amplacomunicacao.com.br
    www.amplacomunicacao.com.br

    Pátio Savassi: Hipertexto Comunicação Empresarial
    Cilene Impelizieri – (31) 3227-4566/3223-5137

    hipertexto@hipertextoweb.com.br
    www.hipertextoweb.com.br

    Discurso da posse de Barack Obama

    Democrata assumiu nesta terça (20) como o 44º presidente dos EUA.

    Do G1, em São Paulo

    Leia abaixo, em inglês, a íntegra do discurso de posse de Barack Obama e leia tradução em português feita para o G1.

    "My fellow citizens: I stand here today humbled by the task before us, grateful for the trust you have bestowed, mindful of the sacrifices borne by our ancestors. I thank President Bush for his service to our nation, as well as the generosity and co-operation he has shown throughout this transition.

    Forty-four Americans have now taken the presidential oath. The words have been spoken during rising tides of prosperity and the still waters of peace. Yet, every so often the oath is taken amidst gathering clouds and raging storms. At these moments, America has carried on not simply because of the skill or vision of those in high office, but because We the People have remained faithful to the ideals of our forbearers, and true to our founding documents.

    So it has been. So it must be with this generation of Americans.

    That we are in the midst of crisis is now well understood. Our nation is at war, against a far-reaching network of violence and hatred. Our economy is badly weakened, a consequence of greed and irresponsibility on the part of some, but also our collective failure to make hard choices and prepare the nation for a new age. Homes have been lost; jobs shed; businesses shuttered. Our health care is too costly; our schools fail too many; and each day brings further evidence that the ways we use energy strengthen our adversaries and threaten our planet.

    These are the indicators of crisis, subject to data and statistics. Less measurable but no less profound is a sapping of confidence across our land - a nagging fear that America's decline is inevitable, and that the next generation must lower its sights.


    Foto: Reprodução/Site Wordle.net

    Montagem mostra palavras do discurso de posse de Obama; quanto maior a palavra, mais ela foi pronunciada (Foto: Reprodução/Site Wordle.net)

    Today I say to you that the challenges we face are real. They are serious and they are many. They will not be met easily or in a short span of time. But know this, America - they will be met.

    On this day, we gather because we have chosen hope over fear, unity of purpose over conflict and discord.

    On this day, we come to proclaim an end to the petty grievances and false promises, the recriminations and worn out dogmas, that for far too long have strangled our politics.

    We remain a young nation, but in the words of Scripture, the time has come to set aside childish things. The time has come to reaffirm our enduring spirit; to choose our better history; to carry forward that precious gift, that noble idea, passed on from generation to generation: the God-given promise that all are equal, all are free, and all deserve a chance to pursue their full measure of happiness.

    In reaffirming the greatness of our nation, we understand that greatness is never a given. It must be earned. Our journey has never been one of short-cuts or settling for less. It has not been the path for the faint-hearted - for those who prefer leisure over work, or seek only the pleasures of riches and fame. Rather, it has been the risk-takers, the doers, the makers of things - some celebrated but more often men and women obscure in their labour, who have carried us up the long, rugged path towards prosperity and freedom.

    For us, they packed up their few worldly possessions and travelled across oceans in search of a new life.

    For us, they toiled in sweatshops and settled the West; endured the lash of the whip and ploughed the hard earth.

    For us, they fought and died, in places like Concord and Gettysburg; Normandy and Khe Sahn.

    Time and again these men and women struggled and sacrificed and worked till their hands were raw so that we might live a better life. They saw America as bigger than the sum of our individual ambitions; greater than all the differences of birth or wealth or faction.

    This is the journey we continue today. We remain the most prosperous, powerful nation on Earth. Our workers are no less productive than when this crisis began. Our minds are no less inventive, our goods and services no less needed than they were last week or last month or last year. Our capacity remains undiminished. But our time of standing pat, of protecting narrow interests and putting off unpleasant decisions - that time has surely passed. Starting today, we must pick ourselves up, dust ourselves off, and begin again the work of remaking America.

    For everywhere we look, there is work to be done.. The state of the economy calls for action, bold and swift, and we will act - not only to create new jobs, but to lay a new foundation for growth. We will build the roads and bridges, the electric grids and digital lines that feed our commerce and bind us together. We will restore science to its rightful place, and wield technology's wonders to raise health care's quality and lower its cost. We will harness the sun and the winds and the soil to fuel our cars and run our factories. And we will transform our schools and colleges and universities to meet the demands of a new age. All this we can do. And all this we will do.

    Now, there are some who question the scale of our ambitions - who suggest that our system cannot tolerate too many big plans. Their memories are short. For they have forgotten what this country has already done; what free men and women can achieve when imagination is joined to common purpose, and necessity to courage.

    What the cynics fail to understand is that the ground has shifted beneath them - that the stale political arguments that have consumed us for so long no longer apply. The question we ask today is not whether our government is too big or too small, but whether it works - whether it helps families find jobs at a decent wage, care they can afford, a retirement that is dignified. Where the answer is yes, we intend to move forward. Where the answer is no, programs will end. And those of us who manage the public's dollars will be held to account - to spend wisely, reform bad habits, and do our business in the light of day - because only then can we restore the vital trust between a people and their government.

    Nor is the question before us whether the market is a force for good or ill. Its power to generate wealth and expand freedom is unmatched, but this crisis has reminded us that without a watchful eye, the market can spin out of control - and that a nation cannot prosper long when it favours only the prosperous. The success of our economy has always depended not just on the size of our Gross Domestic Product, but on the reach of our prosperity; on our ability to extend opportunity to every willing heart - not out of charity, but because it is the surest route to our common good.

    As for our common defence, we reject as false the choice between our safety and our ideals. Our Founding Fathers, faced with perils we can scarcely imagine, drafted a charter to assure the rule of law and the rights of man, a charter expanded by the blood of generations. Those ideals still light the world, and we will not give them up for expedience's sake. And so to all other peoples and governments who are watching today, from the grandest capitals to the small village where my father was born: know that America is a friend of each nation and every man, woman, and child who seeks a future of peace and dignity, and that we are ready to lead once more.

    Recall that earlier generations faced down fascism and communism not just with missiles and tanks, but with sturdy alliances and enduring convictions. They understood that our power alone cannot protect us, nor does it entitle us to do as we please. Instead, they knew that our power grows through its prudent use; our security emanates from the justness of our cause, the force of our example, the tempering qualities of humility and restraint.

    We are the keepers of this legacy. Guided by these principles once more, we can meet those new threats that demand even greater effort - even greater cooperation and understanding between nations. We will begin to responsibly leave Iraq to its people, and forge a hard-earned peace in Afghanistan. With old friends and former foes, we will work tirelessly to lessen the nuclear threat, and roll back the spectre of a warming planet. We will not apologise for our way of life, nor will we waver in its defense, and for those who seek to advance their aims by inducing terror and slaughtering innocents, we say to you now that our spirit is stronger and cannot be broken; you cannot outlast us, and we will defeat you.

    For we know that our patchwork heritage is a strength, not a weakness. We are a nation of Christians and Muslims, Jews and Hindus - and non-believers. We are shaped by every language and culture, drawn from every end of this Earth; and because we have tasted the bitter swill of civil war and segregation, and emerged from that dark chapter stronger and more united, we cannot help but believe that the old hatreds shall someday pass; that the lines of tribe shall soon dissolve; that as the world grows smaller, our common humanity shall reveal itself; and that America must play its role in ushering in a new era of peace.

    To the Muslim world, we seek a new way forward, based on mutual interest and mutual respect. To those leaders around the globe who seek to sow conflict, or blame their society's ills on the West - know that your people will judge you on what you can build, not what you destroy. To those who cling to power through corruption and deceit and the silencing of dissent, know that you are on the wrong side of history; but that we will extend a hand if you are willing to unclench your fist.

    To the people of poor nations, we pledge to work alongside you to make your farms flourish and let clean waters flow; to nourish starved bodies and feed hungry minds. And to those nations like ours that enjoy relative plenty, we say we can no longer afford indifference to suffering outside our borders; nor can we consume the world's resources without regard to effect. For the world has changed, and we must change with it.

    As we consider the road that unfolds before us, we remember with humble gratitude those brave Americans who, at this very hour, patrol far-off deserts and distant mountains. They have something to tell us today, just as the fallen heroes who lie in Arlington whisper through the ages. We honor them not only because they are guardians of our liberty, but because they embody the spirit of service; a willingness to find meaning in something greater than themselves. And yet, at this moment - a moment that will define a generation - it is precisely this spirit that must inhabit us all.

    For as much as government can do and must do, it is ultimately the faith and determination of the American people upon which this nation relies. It is the kindness to take in a stranger when the levees break, the selflessness of workers who would rather cut their hours than see a friend lose their job which sees us through our darkest hours. It is the fire-fighter's courage to storm a stairway filled with smoke, but also a parent's willingness to nurture a child, that finally decides our fate.

    Our challenges may be new. The instruments with which we meet them may be new. But those values upon which our success depends - hard work and honesty, courage and fair play, tolerance and curiosity, loyalty and patriotism - these things are old. These things are true. They have been the quiet force of progress throughout our history. What is demanded then is a return to these truths. What is required of us now is a new era of responsibility - a recognition, on the part of every American, that we have duties to ourselves, our nation, and the world, duties that we do not grudgingly accept but rather seize gladly, firm in the knowledge that there is nothing so satisfying to the spirit, so defining of our character, than giving our all to a difficult task.

    This is the price and the promise of citizenship.

    This is the source of our confidence - the knowledge that God calls on us to shape an uncertain destiny.

    This is the meaning of our liberty and our creed - why men and women and children of every race and every faith can join in celebration across this magnificent mall, and why a man whose father less than sixty years ago might not have been served at a local restaurant can now stand before you to take a most sacred oath.

    So let us mark this day with remembrance, of who we are and how far we have travelled. In the year of America's birth, in the coldest of months, a small band of patriots huddled by dying campfires on the shores of an icy river. The capital was abandoned. The enemy was advancing. The snow was stained with blood. At a moment when the outcome of our revolution was most in doubt, the father of our nation ordered these words be read to the people: "Let it be told to the future world...that in the depth of winter, when nothing but hope and virtue could survive...that the city and the country, alarmed at one common danger, came forth to meet [it]."

    America. In the face of our common dangers, in this winter of our hardship, let us remember these timeless words. With hope and virtue, let us brave once more the icy currents, and endure what storms may come. Let it be said by our children's children that when we were tested we refused to let this journey end, that we did not turn back nor did we falter; and with eyes fixed on the horizon and God's grace upon us, we carried forth that great gift of freedom and delivered it safely to future generations."

    (Por Luiz Marcondes)

    "Meus co-cidadãos: estou aqui na frente de vocês me sentindo humilde pela tarefa que está diante de nós, grato pela confiança que depositaram em mim e ciente dos sacrifícios suportados por nossos ancestrais. Agradeço ao presidente Bush por seu serviço à nação, assim como também pela generosidade e cooperação que ele demonstrou durante esta transição.

    Quarenta e quatro americanos já fizeram o juramento presidencial. As palavras já foram pronunciadas durante marés crescentes de prosperidade e nas águas tranqüilas da paz. Ainda assim, com muita freqüência o juramento é pronunciado em meio a nuvens que se aproximam e tempestades ferozes. Nesses momentos, a América seguiu em frente não apenas devido à habilidade e visão daqueles em posição de poder, mas porque Nós, o Povo, continuamos fiéis aos ideais de nossos fundadores e aos documentos de nossa fundação.

    Tem sido assim. E assim deve ser com esta geração de americanos.

    Que estamos no meio de uma crise agora já se sabe muito bem. Nossa nação está em guerra contra uma extensa rede de ódio e violência. Nossa economia está muito enfraquecida, uma conseqüência da ganância e irresponsabilidade por parte de alguns, mas também de nossa falha coletiva em fazer escolhas difíceis e em preparar a nação para uma nova era. Lares foram perdidos; empregos cortados; empresas fechadas. Nosso sistema de saúde é caro demais; nossas escolas falham demais; e cada dia traz mais provas de que a maneira como utilizamos energia fortalece nossos adversários e ameaça nosso planeta.

    Esses são os indicadores da crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profunda é a erosão da confiança em todo nosso país – um medo persistente de que o declínio da América seja inevitável e de que a próxima geração tenha que baixar suas expectativas.

    Hoje, eu digo a você que os desafios que enfrentamos são reais. Eles são sérios e são muitos. Eles não serão encarados com facilidade ou num curto período de tempo. Mas saiba disso, América – eles serão encarados.

    Neste dia, nos reunimos porque escolhemos a esperança no lugar do medo, a unidade de propósito em vez do conflito e da discórdia.

    Neste dia, nós viemos proclamar um fim aos conflitos mesquinhos e falsas promessas, às recriminações e dogmas desgastados que por muito tempo estrangularam nossa política.

    Ainda somos uma nação jovem, mas, nas palavras da Escritura, chegou a época de deixar de lado essas coisas infantis. Chegou a hora de reafirmar nosso espírito de resistência para escolher nossa melhor história; para levar adiante o dom preciso, a nobre idéia passada de geração em geração: a promessa divina de que todos são iguais, todos livres e todos merecem buscar o máximo de felicidade.

    Ao reafirmar a grandeza de nossa nação, compreendemos que a grandeza nunca é dada. Ela deve ser conquistada. Nossa jornada nunca foi feita por meio de atalhos ou nos contentando com menos. Não foi um caminho para os de coração fraco – para aqueles que preferem o lazer ao trabalho, ou que buscam apenas os prazeres da riqueza e da fama. Em vez disso, foram aqueles que se arriscam, que fazem, que criam coisas – alguns celebrados mas com muito mais freqüência homens e mulheres obscuros em seu trabalho, que nos levaram ao longo do tortuoso caminho em direção à prosperidade e à liberdade.

    Foi por nós que eles empacotaram suas poucas posses materiais e viajaram pelos oceanos em busca de uma nova vida.

    Foi por nós que eles trabalharam nas fábricas precárias e colonizaram o Oeste; suportaram chicotadas e araram terra dura.

    Foi por nós que eles lutaram e morreram em lugares como Concord e Gettysburg; Normandia e Khe Sahn.

    Muitas e muitas vezes esses homens e mulheres se esforçaram e se sacrificaram e trabalharam até que suas mãos ficassem arrebentadas para que nós pudéssemos viver uma vida melhor. Eles viram a América como sendo algo maior do que a soma de nossas ambições individuais; maior do que todas as diferenças de nascimento ou riqueza ou facção.

    Esta é uma jornada que continuamos hoje. Nós ainda somos a mais próspera e poderosa nação da Terra. Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que quando esta crise começou. Nossas mentes não são menos inventivas, nossos produtos e serviços não são menos necessários do que eram na semana passada ou no mês passado ou no ano passado. Nossa capacidade permanece inalterada. Mas nossa época de proteger patentes, de proteger interesses limitados e de adiar decisões desagradáveis – essa época com certeza já passou. A partir de hoje, temos de nos levantar, sacudir a poeira e começar de novo o trabalho para refazer a América.

    Porque, em todo lugar que olhamos, há trabalho a ser feito. O estado da economia pede ação ousada e rápida, e nós iremos agir – não apenas para criar novos empregos, mas para estabelecer uma nova fundação para o crescimento. Iremos construir as estradas e as pontes, as linhas elétricas e digitais que alimentam nosso comércio e nos unem. Iremos restaurar a ciência a seu lugar de direito e utilizaremos as maravilhas tecnológicas para melhorar a qualidade da saúde e diminuir seus custos. Nós iremos utilizar a energia do sol e dos ventos e do solo para impulsionar nossos carros e fábricas. E iremos transformar nossas escolas e faculdades para que eles estejam à altura dos requisitos da nova era. Nós podemos fazer tudo isso. E nós faremos tudo isso.

    Agora, existem algumas pessoas que questionam a escala de nossas ambições – que sugerem que nosso sistema não pode tolerar muitos planos grandiosos. A memória dessas pessoas é curta. Porque eles esquecem do que este país já fez; do que homens e mulheres livres pode conquistar quando a imaginação se une por um propósito comum e a necessidade se junta à coragem.

    O que os cínicos não compreendem é que o contexto mudou totalmente – que os argumentos políticos arcaicos que nos consumiram por tanto tempo já não se aplicam. A questão que lançamos hoje não é se nosso governo é grande ou pequeno demais, mas se ele funciona – se ele ajuda famílias a encontrar trabalho por um salário justo, seguro-saúde que possam pagar, uma aposentadoria digna. Se a resposta for sim, iremos adiante. Se for não, programas acabarão. E aqueles dentre nós que gerenciam o dólar público serão cobrados – para que gastem de forma inteligente, consertem maus hábitos e façam seus negócios à luz do dia – porque só então conseguirmos restabelecer a confiança vital entre as pessoas e seu governo.

    Nem a questão diante de nós é se o mercado é uma força positiva ou negativa. Seu poder para gerar riqueza e expandir a liberdade não tem paralelo, mas esta crise nos lembrou de que, sem um olho vigilante, o mercado pode perder o controle – e a nação não pode mais prosperar quando favorece apenas os prósperos. O sucesso de nossa economia sempre dependeu não apenas do tamanho de nosso Produto Interno Bruto, mas do alcance de nossa prosperidade; em nossa habilidade de estender a oportunidade a todos os corações que estiverem dispostos – não por caridade, mas porque esta é a rota mais certa para o bem comum.

    Quanto à nossa defesa comum, nós rejeitamos como falsa a escolha entre nossa segurança e nossos ideais. Os Fundadores de Nossa Nação, que encararam perigos que mal podemos imaginar, esboçaram um documento para assegurar o governo pela lei e os direitos dos homens, expandidos pelo sangue das gerações. Esses ideais ainda iluminam o mundo, e nós não desistiremos deles por conveniência. Assim, para todos os outros povos e governos que estão assistindo hoje, da maior das capitais à pequena vila onde meu pai nasceu: saibam que a América é amiga de cada nação e de todo homem, mulher e criança que procura um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar mais uma vez.

    Lembrem-se de que gerações que nos antecederam enfrentaram o fascismo e o comunismo, não apenas com mísseis e tanques, mas com alianças robustas e convicções duradouras. Eles compreendiam que o poder sozinho não pode nos proteger e nem nos dá o direito de fazer o que quisermos. Em vez disso, eles sabiam que nosso poder cresce pro meio de sua utilização prudente; nossa segurança emana da justiça de nossa causa, da força do nosso exemplo, das qualidades temperantes da humildade e do auto-controle.

    Somos os guardiões desse legado. Mais uma vez, guiados por esses princípios, podemos encarar essas novas ameaças, que exigem esforços ainda maiores – ainda mais cooperação e compreensão entre nações. Nós começaremos a deixar o Iraque para seu povo de forma responsável e forjaremos uma paz conquistada arduamente no Afeganistão. Com velhos amigos e ex-inimigos, trabalharemos incansavelmente para diminuir a ameaça nuclear e afastar a ameaça de um planeta cada vez mais quente. Nós não iremos nos desculpar por nosso estilo devido, nem iremos vacilar em sua defesa, e para aqueles que buscam aperfeiçoar sua pontaria induzindo terror e matando inocentes, dizemos a vocês agora que nosso espírito não pode ser quebrado; vocês não podem durar mais do que nós, e nós iremos derrotá-los.

    Porque nós sabemos que nossa herança multirracial é uma força, não uma fraqueza. Somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus – e de pessoas que não possuem crenças. Nós somos moldados por todas as línguas e culturas, trazidas de todos os confins da terra; e porque já experimentamos o gosto amargo da Guerra Civil e da segregação e emergimos desse capítulo sombrio mais fortes e mais unidos, não podemos evitar de acreditar que os velhos ódios um dia irão passar; que as linhas que dividem tribos em breve irão se dissolver; que, conforme o mundo fica menor, nossa humanidade em comum irá se revelar; e que a América deve desempenhar seu papel nos conduzir a essa nova era de paz.

    Para o mundo muçulmano, nós buscamos uma nova forma de evoluir, baseada em interesses e respeito mútuos. Àqueles líderes ao redor do mundo que buscam semear o conflito ou culpar o Ocidente pelos males da sociedade – saibam que seus povos irão julgá-los pelo que podem construir, não pelo que podem destruir. Àqueles que se agarram ao poder pela corrupção, pela falsidade, silenciando os que discordam deles, saibam que vocês estão no lado errado da história; mas nós estenderemos uma mão se estiverem dispostos a abrir seus punhos.

    Às pessoas das nações pobres, nós juramos trabalhar a seu lado para fazer com que suas fazendas floresçam e para deixar que fluam águas limpas; para nutrir corpos esfomeados e alimentar mentes famintas. E, para aqueles cujas nações, como a nossa, desfrutam de relativa abundância, dizemos que não podemos mais tolerar a indiferença ao sofrimento fora de nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem nos importar com o efeito disso. Porque o mundo mudou, e nós temos de mudar com ele.

    Enquanto pensamos a respeito da estrada que agora se estende diante de nós, nos lembramos com humilde gratidão dos bravos americanos que, neste exato momento, patrulham desertos longínquos e montanhas distantes. Eles têm algo a nos contar hoje, do mesmo modo que os heróis que tombaram em Arlington sussurram através dos tempos. Nós os honramos não apenas porque são os guardiões de nossa liberdade, mas porque eles personificam o espírito de servir a outros; uma disposição para encontrar um significado em algo maior do que eles mesmos. E ainda assim, neste momento – um momento que irá definir nossa geração – é exatamente esse espírito que deve estar presente em todos nós.

    Por mais que um governo possa e deva fazer, é em última análise na fé e na determinação do povo americano que esta nação confia. É a bondade de acolher um estranho quando as represas arrebentam, o desprendimento de trabalhadores que preferem diminuir suas horas de trabalho a ver um amigo perder o emprego que nos assistem em nossas horas mais sombrias. É a coragem de um bombeiro para invadir uma escadaria cheia de fumaça, mas também a disposição de um pai para criar uma criança que finalmente decidem nosso destino.

    Nossos desafios podem ser novos. Os instrumentos com os quais as enfrentamos podem ser novos. Mas os valores dos quais nosso sucesso depende – trabalho árduo e honestidade, coragem e fair play, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo –, essas cosias são antigas. Essas coisas são verdadeiras. Elas foram a força silenciosa do progresso ao longo de nossa história. O que é exigido então é um retorno a essas verdades. O que é pedido a nós agora é uma nova era de responsabilidade – um reconhecimento por parte de todo americano, de que temos deveres para com nós mesmos, nossa nação e o mundo, deveres que não aceitamos rancorosamente, mas que, pelo contrário, abraçamos com alegria, firmes na certeza de que não há nada tão satisfatório para o espírito e que defina tanto nosso caráter do que dar tudo de nós mesmos numa tarefa difícil.

    Esse é o preço e a promessa da cidadania.

    Essa é a fonte de nossa confiança – o conhecimento de que Deus nos convoca para dar forma a um destino incerto.

    Esse é o significado de nossa liberdade e nosso credo – o motivo pelo qual homens e mulheres e crianças de todas as raças e todas as fés podem se unir em celebração por todo este magnífico local, e também o porquê de um homem cujo pai a menos de 60 anos talvez não fosse servido num restaurante local agora poder estar diante de vocês para fazer o mais sagrado juramento.

    Por isso, marquemos este dia relembrando quem somos e o quanto já viajamos. No ano do nascimento da América, no mês mais frio, um pequeno grupo de patriotas se reuniu em torno de fogueiras quase apagadas nas margens de um rio gélido. A capital foi abandonada. O inimigo avançava. A neve estava manchada de sangue. No momento em que o resultado de nossa revolução estava mais incerto, o pai de nossa nação ordenou que estas palavras fossem lidas ao povo: “Que seja contado ao mundo futuro... Que no auge de um inverno, quando nada além de esperança e virtude poderiam sobreviver... Que a cidade e o país, alarmados com um perigo em comum, se mobilizaram para enfrentá-lo.

    América. Diante de nossos perigos em comum, neste inverno de nossa dificuldades, deixe-me lembrá-los dessas palavras imortais. Com esperança e virtude, vamos enfrentar mais uma vez as correntes gélidas e suportar as tempestades que vierem. Que os filhos de nosso filhos digam que, quando fomos colocados à prova, nós nos recusamos a deixar esta jornada terminar, que nós não demos as costas e nem hesitamos; e com os olhos fixos no horizonte e com a graça de Deus sobre nós, levamos a diante o grande dom da liberdade e o entregamos com segurança às gerações futuras.”

    Palavras mais usadas

    As duas palavras mais utilizadas foram ‘nação’ e ‘novo ou nova’. ‘Nação’ foi mencionada 13 vezes, mas o número aumenta para 15 se for considerado as duas vezes em que falou ‘nações’. No total, o discurso teve 2.401 palavras.

    Já ‘novo ou nova’ (no inglês, não há a divisão de masculino ou feminino), foi dito 11 vezes. 'America' foi citada nove vezes.

    Fonte:
    www.g1.com.br

    Especialização em Gestão de Pessoas e Projetos Sociais

    A Educação a Distância da Universidade Federal de Itajubá, informa que estão abertas as inscrições para o Curso de Especialização - Lato Sensu - em Gestão de Pessoas e de Projetos Sociais do Projeto da UAB (Universidade Aberta do Brasil).

    O curso será ministrado a distância, via internet, com 1 encontro presencial a cada quadrimestre nos pólos da UAB situados em Alterosa, Boa Esperança e Cambuí.

    Período de inscrição: 05/01/2009 a 30/01/2009
    Taxa de inscrição do processo seletivo: R$ 30,00.
    Início do curso: 02/03/2009
    Taxa de Matrícula de cada disciplina: R$18,00
    Vagas: 50 por pólo
    Incrições em:
    www.ead.unifei.edu.br/~Artemis/index.php

    Informações:
    - Coordenação do Curso
    Profa. Dra. Rita de Cássia M. T. Stano
    e-mail: ritastano@gmail.com
    fone: (35) 3629-1212
    site:
    http://www.gepehumanas.unifei.edu.br

    - Monitoria e Auxilio
    Luiz Cláudio da Silva Campos
    e-mail:
    luizclaudio@unifei.edu.br
    fone: (35) 3629-1415

    - Pólo: Alterosa
    Coordenador:Walmir Silva Gomes
    Rua Rua Joaquim José Terra, No: 13. Bairro: Cruzeiro.
    Cep: 37145-000. Horário: 7:00 às 11:00 - 14:00 às 20:30h.
    (35) 3294-1963
    poloead@alterosa.mg.gov.br

    - Pólo: Boa Esperança
    Coordenador: Leydson da Costa Porto
    Praça Padre Júlio Maria, No: s/n. Cep: 37170-000. Horário: 9:00 ? 18:00h.
    (35) 3851-1982 (35) 3851-8073
    polouab@boaesperanca.mg.gov.br

    - Pólo: Cambuí
    Coordenador: João Tertuliano de Lima
    Rua João Moreira Sales, No: 690 2oandar. Cep: 37600-000. Horário: 9:00 - 12:00 e 14:00 - 20:00 h.
    (35) 3431-6693 (35) 3431-6154
    polouab@prefeituradecambui.mg.gov.br

    Atenciosamente,
    Equipe EaD UNIFEI
    www.ead.unifei.edu.br

    Estadia no Forum Mundial de Midia Livre

    A produção do Fórum Mundial de Mídia Livre (FMML) está indicando o albergue Casa de Apoio Vitória Régia a todos os que ainda não garantiram hospedagem em Belém, e que estão a procura de opções de baixo custo. A Casa de Apoio Vitória Régia ainda dispõe de 70 vagas. A produção do FMML não se responsabiliza, entretanto, pelos custos de estadia, nem por qualquer problema que venha a ocorrer no local.

    Casa de Apoio Vitória Régia
    rodriguesportal@yahoo.com.br
    Endereço: Trav. Humaitá, 2727 - Bairro São Braz
    (entre as Av. Almirante Barroso e João Paulo II)
    Fones : (91) 8151 5002 / (91) 3287 1647

    Diária : R$ 27,00 (Vinte e Sete Reais)
    Inclui café da manhã

    Gratos,
    Produção do Fórum Mundial de Mídia Livre (FMML)
    (91) 8408 3828

    Forum Mundial de Midia Livre - 26 e 27 de janeiro
    Belém do Pará
    http://forumdemidialivre.blogspot.com/
    forumdemidialivre@gmail.com
    Produção em Belém - (91) 8408-3828
    Gustavo Barreto - (21) 9250-9594
    Leandro Uchoas - (21) 8130-2097

    Captar Recursos em 2009

    Com descontos generosos em relação ao preço normal a ser praticado em 2009, a DEARO encerra o mês de janeiro com 2 cursos de férias em São Paulo: Oficina de Captação de Recursos para Sustentabilidade de ONGs e Projetos com Fernanda Dearo e Oficina de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos em 2009 entre os dias 23 e 29. Últimas vagas, apenas 10 alunos por turma. Inscrições aqui!

    Vaga para Assistente de Captação de Recursos em São Paulo. O(A) candidato(a) deve ter habilidade em vendas, conhecimentos de marketing, comunicação e inglês, estar cursando faculdade, disponibilidade em tempo integral, boa redação. O trabalho será numa ONG cliente da DEARO, acompanhado pela consultoria de Fernanda Dearo em 2009. Enviar currículo para
    rh@dearo.com.br

    Abertas inscrições até dia 28 de janeiro para a II Turma do Curso de Formação Técnica, Conceitual e Prática de Captadores de Recursos e Consultores em Captação de Recursos da DEARO com Fernanda Dearo. Serão duas turmas, uma virtual via internet à distância (para pessoas de fora do estado de SP) e outra presencial em São Paulo. Serão 12 meses de curso, um sábado por mês.
    Saiba mais!

    A DEARO capta recursos para seu projeto de forma profissional e ética. À partir de R$ 1.200,00 mensais seu projeto (aprovado ou não em uma lei de incentivo) poderá ter assessoria de um captador de recursos e ser concretizado. Mais informações, fale com nossa equipe pelo
    dearo@dearo.com.br

    Multinacionais cortam propaganda de alimentos para crianças

    Multinacionais cortam propaganda de alimentos para crianças

    Indústrias multinacionais de alimentos que atuam no Brasil decidiram extinguir propagandas e atividades de marketing para o público infantil. É o que informa uma reportagem da repórter Cristiane Barbieri, do jornal Folha de São Paulo, publicada no último sábado (17).

    "Entre as determinações, não haverá mais nenhum tipo de propaganda ou atividade de marketing para crianças de até seis anos. Nesse caso, as campanhas serão dirigidas a seus pais. Já para os maiores de seis anos, as informações transmitidas enfatizarão o uso de dietas balanceadas e saudáveis", informa a Folha.

    Segundo a reprtagem, "a iniciativa entra em vigor agora e foi tomada após a assinatura do termo de compromisso europeu EU-Pledge, em 2007, cuja intenção é fazer com que as empresas se comuniquem de forma mais responsável com as crianças".

    A Folha informou que esse compromisso foi assinado por onze grandes empresas: Nestlé, Coca-Cola, Pepsi, Danone, Kellogg's, Kraft, Unilever, Burger King, Ferrero,Mars e General Mills.

    A reportagem afirma que "a iniciativa é uma resposta às pressões que a indústria alimentícia tem enfrentado com relação a sua comunicação em todo o mundo".

    A idéia de regulamentação da publicidade de alimentos para crianças foi uma das diversas propostas extraídas da III Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, realizada em julho de 2006, em Fortaleza.

    Em 2006, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu consulta pública 71/06, para receber contribuições acerca da regulamentação da publcidade de alimentos. A consulta chegou a ser prorrogada e, ao final, recebeu 254 manifestações, encaminhadas por 248 contribuintes.

    Na reportagem do último sábado, o jornal avaliou que "o temor das empresas é de que a regulamentação rígida a ponto de banir a propaganda de alimentos, a exemplo do que aconteceu com os cigarros".

    "As mudanças são uma resposta à iniciativa da Anvisa", diz João Mattar, professor de marketing da Escola Superior de Marketing e Propaganda (ESPM), ouvido pelo jornal. "Se as empresas não se mobilizarem, acabarão pressionadas por outros setores da sociedade, que interferirão de maneira mais radical", avaliou.

    Outra fonte ouvida pela reportagem da Folha foi Laís Fontenele Pereira, coordenadora do projeto Criança e Consumo, do Instituo Alana. Segundo ela, a mudança é um avanço, mas ainda há muito a ser feito. "Seria melhor se suspendesse a publicidade até os 12 anos, e não só até os seis anos", avaliou ela.

    Assessoria de Comunicação
    (61) 3411.3349 / 2747

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    ascom@consea.planalto.gov.br

    segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

    Guerra: o que esta acontecendo com o mundo?

    Guerra: o que esta acontecendo com o mundo?

    Não há sentimentos mais sublimes que o amor e o respeito. Eles são a base para uma relação saudável, harmoniosa e de paz entre os seres, a natureza e o universo. Essa harmonia e tranquilidade, historicamente, vêm sendo quebrada. Mais uma vez, a humanidade entra para história com um episódio lamentável, a guerra entre israelenses e palestinos. O resultado são dezenas de pessoas mortas, separadas por um propósito, doentes. Mas, infelizmente estes resultados não são exclusivos das regiões onde há batalhas declaradas.

    Segundo um estudo das Nações Unidas realizado em setembro, a cada ano, mais de 800 mil pessoas morrem no mundo em conseqüência da violência. E destas, mais de 500 mil perdem a vida devido à criminalidade em lugares onde não há guerra. A morte é um dos efeitos, o mais terrível, da cólera que se abate nos seres.

    De acordo com a médica e psicanalista Soraya Hissa de Carvalho, transtornos mentais e síndromes podem ser ocasionados devido aos atos violentos – físico, emocional e verbal, pelos quais a pessoa passa. Essas consequências podem afetar não só o indivíduo que diretamente sofre a agressão, mas quem presencia também.

    Com a evolução dos meios de comunicação, facilmente milhares de pessoas são abaladas e ficam aterrorizadas com os atos violentos que acontecem nos quatro cantos do mundo. Exemplo disso é a guerra na Faixa de Gaza, que causa comoção mundial, ou exemplos mais próximos, como os casos Isabella Nardoni e Eloá Pimentel, que mobilizaram toda a população brasileira acompanhando seu desfecho.

    Consequência da violência

    Quem é vítima direta de atos violentos sofre física e psicologicamente. Emoções como raiva, medo, descrença em relação às pessoas, indignação, sede por vingança etc, se não acompanhados por especialistas podem se transformar em transtornos graves.

    Indiretamente, atos de crueldade causam vítimas também. O excesso de informação violenta é responsável por gerar medo e neuroses. "As pessoas têm acesso à informação sem experimentar a situação, pois existe diferença entre a percepção real, de como a realidade é interpretada, e a violência real, que é experimentada. Em pessoas com predisposição, isso pode desencadear até a síndrome do pânico", explica Soraya.

    Segundo a médica, as pessoas ao se depararem com tanta violência, além de tentar uma solução para o fim da mesma, também se colocam no lugar da vítima. O medo de que tal pensamento se torne realidade faz com que o ser humano se previna. “A violência deixa as pessoas mais neuróticas. Existe uma inteligência contra a violência, mas o organismo fica ansioso quando não consegue descobrir uma solução, o que faz com que as pessoas temam atitudes preventivas”, afirma a psicanalista.

    O excesso de prevenção, regido pelo medo exagerado, sem limites e infundado, pode desencadear transtornos mentais. “Os distúrbios vão da neurose e paranóia a síndrome do pânico. Como consequência, causa até problemas físicos, como: úlcera, taquicardia, hipertensão, tensão muscular, baixa imunidade e aumento de quadros infecciosos” explica a médica.

    Violência gera violência

    Segundo Soraya, o ato violento gera um novo ato violento e isso se repete numa reação em cadeia. A luta entre palestinos e israelenses é histórica por que o ódio entre os povos foi transmitido de geração em geração.

    Na violência urbana e doméstica isso também ocorre. “Um exemplo claro disso são os casos de abuso sexual do qual as crianças são vítimas. Caso essa criança não tenha um acompanhamento psicológico, pode crescer e se transformar em um pedófilo, reproduzindo o transtorno sexual”, completa a psicanalista.

    Fonte para entrevistas:
    Médica e psicanalista Soraya Hissa de Carvalho.

    Favor agendar na Ampla Comunicação, com Marianna Moreira.

    Informações para a imprensa:
    Ampla Soluções em Comunicação:
    Liège Camargos e Marianna Moreira
    (31) 3225-1116 / 3221-9241/ 8899-0353
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