sexta-feira, 11 de abril de 2008

Concurso Literário Guemanisse de Contos e Poesias

6º CONCURSO LITERÁRIO GUEMANISSE DE CONTOS E POESIAS / 2008

www.guemanisse.com.br

editora@guemanisse.com.br

Objetivando incentivar a literatura no país, dando ênfase na publicação de textos, a GUEMANISSE EDITORA E EVENTOS LTDA. promove o 6º CONCURSO LITERÁRIO GUEMANISSE DE CONTOS E POESIAS, composto por duas categorias distintas:

a) Contos;

b) Poesias,

o qual será regido pelo seguinte

REGULAMENTO

1. Podem concorrer quaisquer pessoas, desde que os textos inscritos sejam em língua portuguesa. Os trabalhos não precisam ser inéditos e a temática é livre.

2. As inscrições se encerram no dia 19 de maio de 2008. Os trabalhos enviados após esta data não serão considerados para efeito do concurso, e, assim como os demais, não serão devolvidos. Para tanto será considerada a data de postagem (correio e internet).

3. O limite de cada CONTO é de até 6 (seis) páginas e o de cada POESIA é de 2 (duas) páginas. Os textos devem ser redigidos em folha A4, corpo 12, espaço 1,5 (entrelinhas) e fonte Times ou Arial.

4. As inscrições podem ser realizadas por correio ou pela internet da forma seguinte:

a) Via postal (correio): os trabalhos podem ser enviados em papel, CD ou disquete 3 ½ para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. CAIXA POSTAL 92.659 - CEP 25.953-970 - Teresópolis – RJ;

b) Internet: os trabalhos devem ser enviados, em arquivo Word, para os e-mails editora@guemanisse.com.br ou guemanisse@globo.com

5. Tanto os CONTOS quanto as POESIAS devem ser remetidos em 1 (uma) via, devendo, em folha (ou arquivo) separada, conter os seguintes dados do concorrente:

nome completo / nome artístico, com o qual assina a obra;

categoria a que concorre / data de nascimento / profissão

endereço (com CEP) / e endereço eletrônico (e-mail).

6. Cada concorrente pode realizar quantas inscrições desejar.

7. Para a categoria CONTOS, o valor de cada inscrição é de R$ 20,00 (vinte reais), podendo o autor inscrever até 2 (dois) textos por inscrição. Para a categoria POESIAS, o valor de cada inscrição é de R$ 20,00 (vinte reais) podendo o autor inscrever até 2 (dois) textos por inscrição. Os valores devem ser depositados em favor de GUEMANISSE EDITORA E EVENTOS LTDA, na Caixa Econômica Federal, Agência 2264, Oper. 003 Conta Corrente Nº 451-7 ou no BRADESCO, Agência 2801-0, Conta Corrente Nº 8582–0.

8. Os comprovantes de depósito (nos quais os concorrentes escreverão o nome) devem ser remetidos para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. pelo correio, pela internet (escaneados) ou para o fax (0XX – 21) 2643-5418 (lembramos que os moradores da Cidade do Rio de Janeiro devem discar o código de área). Nenhum valor de inscrição será devolvido.

9. Os resultados serão divulgados pelo nosso site www.guemanisse.com.br pela mídia e individualmente (por e-mail) a todos os participantes, no dia 21 de julho de 2008.

10. Cada Comissão Julgadora será composta por 3 (três) nomes ligados à literatura e com reconhecida capacidade artístico-cultural. Ambas as Comissões podem conceder menções honrosas ou especiais.

11. As decisões das Comissões Julgadoras são irrecorríveis.

12. Para cada Categoria (Contos e Poesias), a premiação será nos seguintes valores:

a) Premiação em dinheiro:

1º lugar: R$ 3.000,00 (três mil reais) e publicação do texto em livro;

2º lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais) e publicação do texto em livro;

3º lugar: R$ 1.000,00 (mil reais) e publicação do texto em livro.

b) Premiação de publicação em livro:

Os textos premiados, inclusive os que forem agraciados com menção honrosa, serão publicados em livro (sem ônus para seus autores, inclusive de remessa postal) e cada um destes autores receberá dez exemplares, em troca do que cedem os direitos autorais apenas para esta edição específica que não poderá ultrapassar a tiragem de 2.000 (dois mil) exemplares. Os exemplares restantes desta edição serão preferencialmente distribuídos por bibliotecas e escolas públicas.

13. A inscrição no presente concurso implica na aceitação plena deste regulamento.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Convite - 46º aniversário do município Montalvânia


O Prefeito Municipal de Montalvânia, Dr. José Florisval de Ornelas, tem a honra de convidá-lo (a) a participar das comemorações do

46º aniversário do município.

Sua presença irá abrilhantar nosso evento.

Programação

Segunda-Feira 12/04/08

· 8:00 horas - Torneio de Escolinhas de futebol - Projeto Gol Solidário. Praça de Esportes Antônio Justiniano Neto.

Quinta-Feira 17/04/08

· 16:00 horas - III Maratona Cochanina. Largada - Rua Homero.

Sexta-Feira 18/04/08

· 07:00 horas - II Cavalgada Ecológica "Pelos caminhos de nossa terra!”. Percurso: Estrada para São Gonçalo de Pitarana.

· 16:00 horas - Torneio de Futebol Society Seleção de Veteranos: Montalvânia, Itacarambi, Côcos e Juvenília. Praça de Esportes A. J. Neto

· 19:00 horas – Missa em Ação de Graças pelo Aniversário da Cidade. Igreja Matriz

· 20:00 horas – Show com Artistas da Terra

· 22:00 horas – Shows com Doro do Brasamundo e Banda Lordão

Sábado 19/04/08

· 09:00 horas: Carreata com a frota municipal.

· 10:00 horas: Inauguração da Unidade de Saúde da Família – PSF Aliança. Homenagem ao Dr. José Fernandes Ervilha Filho.

· 16:00 horas – Inauguração do Terminal Rodoviário Gabriel Lima da Silva

· 18:00 horas – Concentração e saída do Bloco Me leva com a Banda Abadaba. Praça Cristo Rei

· 20:00 horas – Show com Artistas da Terra

· 22:00 horas – Shows com as Bandas Calypso e Bafafá

· 24:00 horas – Show Pirotécnico

Domingo 20/04/08

· 20:00 horas – Show com Artistas da Terra

· 22:00 horas – Shows com as Bandas Boneca Assanhada e Mania de Toalha

Segunda-Feira 21/04/08

· 20:00 horas – Show Gospel com a Banda Louvor Jovem Geração Daniel

· 22:00 horas – Show com a Banda Baião Tropical

Terça-Feira 22/04/08

· 16:00 horas – Desfile Cívico das escolas.

Venha conhecer e se apaixonar por Montalvânia!

EJA em busca de novas perspectivas

EJA em busca de novas perspectivas.

Os professores reconhecem a importância que suas disciplinas possuem para o desenvolvimento da humanização de seus educandos. Quanto aos estudantes, infelizmente não podemos fazer a mesma afirmação e com a mesma ênfase utilizada anteriormente. O grupo avaliado é bastante heterogêneo, por questões diversas de: idade, profissão, renda salarial, sexo, religião, princípios éticos e morais, entre outros.

Algumas pessoas procuram a EJA por conhecer a sua eficácia em redução de carga horária, pois enquanto no ensino regular levam-se três anos para encerrar o ensino médio, nesta nova estrutura cumpre-se a etapa em um ano e meio. Dentro desta perspectiva existe uma grande dificuldade que são os alunos vêm ao encontro do diploma e da formatura, não buscando o verdadeiro interesse pelo conhecimento. Levando isso em consideração, compreende-se o porquê de tamanho desinteresse por parte da maioria dos alunos.

Nós enquanto lideres reflexivos, devemos despertar nestes "sujeitos" maior interesse pelo conhecimento, tornando-os pensadores de suas próprias realidades, atores e não meros espectadores de suas realidades. Porém, alguns profissionais, infelizmente, demonstram enorme falta de didática ao repassarem os seus conteúdos. Outros apresentam a forma quadrada e grosseira da escola tradicional, que não teve êxito nem em seu tempo de estudantes, quanto menos nos dias atuais. Outros, ainda, supõem que seus alunos já possuem algum tipo de conhecimento prévio sobre a sua disciplina, passando os conteúdos superficialmente e impedindo que os alunos entendam a fundo o que está sendo ensinado. Isto é um mau sinal, conhecendo qual é a proposta para o ensino de jovens e adultos, pois estas atitudes justificam e fortalecem ainda mais a procura somente de um diploma, além de transformar os alunos em pessoas aversivas ao conhecimento.

Podemos afirmar então que a falha está na base, ou seja, na seleção dos profissionais, que variam de A a Z. A verdade é que nós professores, esquecemos de responsabilizar os estudastes pelos seus desenvolvimentos. Temos que ter a audácia de despertar neles, o interesse pelo estudo, pela pesquisa, tornando-os partícipes de suas próprias histórias. Devemos despertá-los para o espírito filosófico, questionador, problematizador, para que eles não se satisfaçam com apenas o que é, mas que eles se sintam instigados a ir de encontro do porque é assim.

É necessário que haja, entre professores e alunos, contatos diretos, e que esta interação garanta crescimento para ambos. O professor não deve achar-se superior ao aluno por saber o que sabe, pois na realidade, dentro da sala de aula temos muito mais a aprender do que a ensinar. Tenho comigo duas lições. A primeira é uma máxima kantiana, que em outras palavras faz a seguinte afirmação: Viva sua vida de maneira que ela se transforme em uma lei universal; ou seja, o provérbio popular explica melhor: Fazer o bem sem olhar a quem. A outra lição é a velha frase socrática: "Sei que nada sei". Na verdade o que sabemos é um nada sobre um pouco, quando pensamos já saber tudo sobre tudo.

Nós professores temos que criar coragem para nos reconhecermos pequenos, assumindo com humildade que somos meros instrumentos, que apenas mediamos os conhecimentos que estão fora do alcance dos alunos. Enquanto instrumentos devemos nos afinar para formar um conjunto melódico e harmonioso, cujo som não doa ao chegar aos ouvidos do interlocutor. Precisamos falar uma linguagem compreensível, para não nos tornarmos anormais diante de pessoas que só querem tornar-se melhores diante de seus sonhos e esperanças.

Precisamos ter uma visão profética e buscarmos os conceitos já ditos pela ética kantiana de que, não podemos encarar as pessoas como um meio para a nossa auto-estima, o nosso engrandecimento profissional, pessoal, etc. Temos que mirar as pessoas enquanto um fim, e como já dizia Maquiavel em seu livro O Príncipe, "os fins não justificam os meios". Bons meios, bons princípios, boas formas geram bons fins. Faço lembrança das palavras de Jesus: Como pode uma erva daninha gerar bons frutos? Não podemos esperar brotar maçãs se plantamos urtigas.

O professor deve fazer acontecer. Temos que instigar os alunos a refletirem sua própria realidade. Refiro-me, aqui, à palavra reflexão enquanto ato de flexionar, dobrar-se, ser flexível, pois o que se torna flexível é capaz de corrigir-se, modificar-se, tornar-se melhor. Não refletir, não repensar os próprios atos é não conseguir suportar o peso da palavra perdão, de curar-se a si e ao outro que podemos chamar de próximo.

Nos deparamos, às vezes, com pessoas que possuem a cabeça e o coração rígidos, que resistem à flexão no sentir e no pensar e, por conseqüência, no agir, encarando as coisas que acontecem no mundo (utilizo aqui um conceito do professor Dr. Roberto Crema), como uma 'normose', onde tudo é natural e normal: a violência, o tráfico, o dinheiro que dele vem, a prostituição, a corrupção dentro da política, etc.

É tempo de humanizar-nos, começando por nós professores. Precisamos reconhecer isto, somos uma das classes profissionais mais desunidas que existem na face da Terra. Concordo que existem lutas, mas algumas lutas têm objetivos muito pequenos. Eu só vejo paralisações de profissionais reivindicando aumento salarial. Ainda não vi paralisação e questionamento por falta de instrução, procurando melhorias e discussões nas formas avaliativas, etc.

É necessário que acreditemos na Educação como um resgate da dignidade das pessoas, caso contrário, estaremos jogando com as mesmas regras dos "alunos". Fica muito claro para mim que entre educando e professor são dois pesos e duas medidas, no entanto, é preciso encontrar o equilíbrio, o qual aponte para a igualdade, garantindo a diversidade.

Acredito firmemente que não podemos avaliar os alunos da mesma forma que fomos avaliados em nossa história escolar. Recordo-me daquele método onde "matéria passada, matéria cobrada", o qual já era bastante criticado por nós, enquanto estudantes. Posso citar um exemplo muito comum daquela época, quando, diante de uma prova, o aluno poderia não ter apresentado o desenvolvimento necessário, por motivos diversos: estar nervoso, ansioso, abatido, distraído, cansado; não ter compreendido a matéria no dia da explicação; por ficar envergonhado e com medo da repreensão do professor em sala; por faltar no dia da explicação e o professor marcar prova para a próxima aula, castigando os alunos que conversaram algo fora do contexto da disciplina; enfim, estas e outras características que me faltam na memória neste momento.

Amigos professores, se realmente queremos resgatar a cidadania por meio da Educação, precisamos deixar de lado os nossos preconceitos, arrancar a máscara de coronel rabugento. Ainda fazemos de nossas salas de aula um laboratório padrão, onde os alunos têm que apresentar um comportamento robótico, sentando-se um atrás do outro, sem ter direito a palavra como no velho e antiquado modelo militar. Um ambiente onde a ordem é o sucesso! Desculpem se eu exagero, mas é que existem professores que acreditam que ter silencio em sala de aula é ter progresso. Eu, porém, digo algo mais, relembrando a revolução francesa: se não houver amor, não haverá ordem, muito menos progresso.

Isto não é um simples pedido, é um apelo. A partir do momento em que nos conscientizarmos de que a escola não é uma fôrma, e que o aluno "A" não é o aluno "B", estaremos valorizando a nossa profissão que é tão pouco reconhecida por este sistema capitalista explorador.

Minha intenção não é a de escrever um tratado sobre Educação, entretanto, não poderia ficar omisso diante do que chamo de crime contra os estudantes, quando vejo professores empurrando matéria de garganta abaixo nos alunos, e ainda exigindo que suas reações sejam positivas nas avaliações construídas.

Que tipo de cidadãos queremos despertar? Não seriam autônomos, agentes de suas próprias transformações, conscientes de suas potencialidades criativas? Se isto é o que queremos, porque insistimos em engessar as suas cabeças com a repetição teórica que passamos no quadro negro, repartido com giz de cal, muitas vezes até desproporcionalmente?

Aí vêm as reclamações destes "ilustres" professores que estão sofrendo de tendinite, bursite, fibromialgia, e outras doenças originadas por esforços repetitivos; e não haveria de ser diferente, enquanto não houver a consciência de uma prática de avaliação diferenciada.

Relato aqui, amigos professores, que no meu tão curto tempo de docência, encontrei estudantes brilhantes. Crianças, jovens e adultos, que me ensinaram a pensar mais sobre a vida, e não foram nas provas que fizeram isto, mas nas suas atitudes dentro e fora do âmbito escolar. Demonstraram estes, que mesmo sendo considerados analfabetos pelo mundo, por não saberem ler ou escrever, que têm plena convicção de serem eles os agentes primordiais de suas felicidades. E qual é o outro objetivo da existência humana neste confim de universo, se não é buscar a felicidade?

Quando nos deparamos com aquele educando que consideramos "aluno-problema", que vive sempre nervoso, irritado, hiperativo, que conversa uma aula toda, desvia a atenção dos colegas, o que nos passa pela cabeça? De fato, em outros tempos eu mesmo o convidaria a se retirar da sala. Agindo assim, estaríamos nos esquecendo que nos fazemos presentes em sala de aula não somente como professores de química, português, geografia, história, matemática, filosofia, ou seja, lá de que disciplina for. Devemos nos comportar como educadores. Chamar a atenção de forma que nossa atitude diante da classe não se transforme em um trauma para o aluno que naquele momento está desatento. Nem para que os outros alunos da classe encarem este comportamento como algo autoritário ou possessivo, gerando um clima preconceituoso entre estudantes e professores.

Retornando ao assunto da forma avaliativa, recorro aos PCNs do ensino médio, os quais recomendam: "(...) novos parâmetros para a formação dos cidadãos. Não se trata de acumular conhecimento". Neste mesmo documento, destaca-se a contraposição entre ensinar os estudantes a aprenderem, criarem, formularem, ao invés do simples exercício de memorização. Reafirmo novamente o que me referi acima sobre o engessamento da potencialidade criativa destas pessoas.

Ainda estamos longe de uma Educação libertadora para a autonomia do pensar, mas como não é proibido sonhar, exponho aqui alguns de meus clamores. Sinto que a Educação possui muitos pontos negativos, entretanto, são estas dificuldades que fomentam e fortificam em mim a vontade de mudança, de correção e porque não falarmos até em conversão?

Professor Geverson Luz Godoy
Assessor filosófico-pedagógico
S.E.R – Sistema de Ensino Reflexivo.
Centro de Filosofia Educação para o Pensar
Abril de 2008

Edital Concurso de Contos e Crônicas escritores 3ª idade

O municipio de Uberlândia, abriu inscrições para o Edital do Concurso de Contos e Crônicas para escritores da 3ª idade. Segue o "link" para acesso ao edital. Não percam esta oportunidade.

www.uberlandia.mg.gov.br
(SECRETARIAS/ CULTURA/ DIRETORIA DE CULTURA/ LITERATURA E LINGUAGEM)

Cordialmente,

Tatiane Antônia Oliveira Vieira
Diretora de Informação e Fomento de Cultura do Estado de Minas Gerais
dif.sac@cultura.mg.gov.br
(31) 3269-1000 / (31) 3269-1086 / (31) 3269-1119
Acesse www.cultura.mg.gov.br

quarta-feira, 9 de abril de 2008

ONGs - Planejamento Estratégico e Captação de Recursos

Planejamento Estratégico Institucional para ONGs X Captação de Recursos com Fernanda Dearo
Inscrições e informações no site www.dearo.com.br ou no telefone (11) 3722-3929
Sábado - dia 26 de abril de 2008- das 9h às 17h em São Paulo

Curso completo sobre como FAZER e como AVALIAR o Planejamento Estratégico
Institucional de uma ONG e sua captação de recursos

Sabemos que nenhum empreendimento nasce sem um bom planejamento estratégico de ação.
Definir o que fazermos, como faremos, quem seremos e onde chegaremos é vital para o sucesso
de um negócio. Não é diferente para as ONGs. Porém, muitas delas, acreditam que é perda de
tempo PENSAR o "negócio", quando é exatamente o contrário. Sem um bom planejamento
estratégico, a maior dificuldade é a manter a ONG, pois não existe uma estratégia de captação
de recursos para manutenção e consequentemente para seu crescimento.
Conteúdo Programático
- O que é um Planejamento e como se faz;
- Perguntas que devem ser respondidas antes de iniciar um planejamento estratégico de uma ONG;
- O que é um Planejamento estratégico institucional e como se faz;
- Itens de um bom Planejamento Estratégico Institucional - O que é e como fazer os conceitos de Missão,
Visão de Futuro, Valores, Quem somos, Organograma, Cargos e Funções, Projetos, Necessidade e Utilização de
Recursos, Plano de Marketing e Comunicação da ONG;
- Particularidades em Planejamento para ONGs X Diferenças entre Plano de Negócios e Plano de Captação de Recursos;
- Influência do Planejamento Estratégico da ONG no resultado de Captação de Recursos;
- Avaliação de Planejamento Estratégico Institucional de ONGs;
- Exemplos de Planejamento Estratégico Institucional com e sem o item Captação de recursos.

Data
Dia 26 de abril de 2008 - sábado das 9h às 17h.

À quem destinamos esse curso
- Captadores de Recursos;
- Profissionais interessados em ingressar no Terceiro Setor em uma carreira promissora;
- Diretores de ONGs;
- Interessados em conhecer o Terceiro Setor e suas particularidades;
- Estudantes interessados em ingressar no Terceiro Setor.

LOCAL
Auditório D do Instituto Dante Pazzanese em São Paulo com apoio da Associação VIDA Pazzanese
e Fundação Adib Jatene (atrás do DETRAN, em frente ao Parque do Ibirapuera) - Para aquelas
pessoas que vierem de carro há dois estacionamentos: um à direita, um pouco antes da entrada principal
do Dante (Av. Dr. Dante Pazzanese 500) ou um segundo após o hospital, no Instituto de Arquitetura,
do lado esquerdo da avenida. Este local fica à 30 minutos do aeroporto de congonhas e a estação de metrô mais próxima é a "Paraíso".

Investimento
O curso oferece coffe-break pela manhã e à tarde, almoço e material didático apostilado - 3 parcelas de R$ 120,00 – ou R$ 290,00 à vista.

MINISTRANTE
Fernanda Dearo - Sócia-diretora da DEARO, especialista na arte de mobilizar e motivar pelas causas sociais. Iniciou sua carreira há 13 anos como captadora de recursos na Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e no LARAMARA - Associação Bras. de Assistência ao Deficiente Visual. Coordenadora da Comissão de Sócias Jovens da BPW-Business and Professional Women Associação de Mulheres de Negócio e Profissionais de SP, criadora do selo social EMPRESA AMIGA DA MULHER, captadora de recursos e consultora em elaboração de projetos sociais para Patrocínio da DEARO, consultora em captação de recursos da Rede Mata Atlântica, palestrante de diversos temas e cursos voltados ao Terceiro Setor, incentivando sua profissionalização.

Inscrições e informações no site www.dearo.com.br ou no telefone (11) 3722-3929

TV Caracol

SISTEMA CARACOL DE RÁDIO E TV

CONVIDA

O Sistema Caracol de Rádio e TV é produto da mobilização da comunidade do Aglomerado da Serra, da Associação Comunitária dos Moradores da Vila Santana do Cafezal e das Brigadas Populares, com o objetivo de construir um instrumento de comunicação popular, dando voz aos silenciados da sociedade brasileira. Diretamente da periferia, que muitos gostariam de esquecer, agora se levanta uma proposta concreta de luta contra o monopólio da mídia.

Com o objetivo de lançar a TV CARACOL, Canal 35 UHF, estamos convidando a todos/as companheiros da comunidade, dos projetos sociais, dos movimentos sociais e populares e apoiadores da luta do povo para o PRIMEIRO PROGRAMA DE TV CARACOL. Com o tema: Democratização dos Meios de Comunicação! Além disso, teremos a discussão da criação de espaços na programação da TV para os movimentos sociais e entidades populares interessadas a dizer algo para o povo de Belo Horizonte.

Esta primeira produção da TV será o pontapé inicial, não apenas das transmissões da TV, mas como um passo a mais na luta por um novo modelo de comunicação e de sociedade. Por isso não perca esta oportunidade, venha conosco construir o Sistema Caracol de Rádio e TV.

Dia 13 de Abril – Domingo

Horário: 10:30 horas

Local: Associação da Vila Santana do Cafezal,

Rua Bela Vista, 56ª, Cafezal, Aglomerado da Serra, BH.

(Referência: Perto do Posto de Saúde da Vila Cafezal),

Ônibus: 4107

(pegar na Av. Afonso Pena, entre Carijós e São Paulo e descer no ponto final)

Telefone: (31) 3283 9051, 8895 3584

Contamos com a sua presença!

Atenciosamente,

Associação Comunitária de Moradores da Vila Santana do Cafezal

Brigadas Populares

contatobrigadaspopulares@gmail.com

Assista:

Rádio Comunitária Resistência FM

Tevelição - Faça sua TV em 5 minutos!

Associação Brasileira Movimento Rio Carioca - Curso de Maio

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA MOVIMENTO RIO CARIOCA – ARTE, CULTURA, EDUCAÇÃO E PROJETOS.

O NÚCLEO DE CURSOS OFERECE EM MAIO CURSO NO RIO DE JANEIRO:
"TRADUZINDO A LEGISLAÇÃO APLICADA AO TERCEIRO SETOR: CONTEÚDO ADMINISTRATIVO (ESTATUTO E TRIBUTOS) E TRABALHISTA"

Objetivo do Curso:

O curso proposto é destinado a profissionais que atuam em organizações não-governamentais com vistas a facilitar a atuação e compreensão sobre as principais obrigações e rotinas das instituições abordando a legislação em seus aspectos jurídicos sobre os aspectos estatutário, tributário e trabalhista.

Metodologia:

Aulas expositivas, trabalhos em grupo e debates.

Recusos Pedagógicos:

Powerpoint, estudos de casos, apostilas.

Público alvo:

Profissionais do terceiro setor e demais interessados pelo tema.

Instrutor:


Gleyde Selma da Hora, advogada, formada em 1985, com pós graduação em Direito civil e Direito do Trabalho. Coordenadora Executiva da ONG Advocaci-Advocacia Cidadã pelos Direitos Humanos.Exepriência como advogada no Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, no período de 1999 á 2005 e Coordenadora do Departamento de Saúde do Trabalhador , do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos do Rio de Janeiro, de 1987 á 1994 e Advogada do Sindicato dos Borracheiros, União dos Servidores Públicos Civis-UNSP /RJ, Sindicatos de Trabalhadores nas Insdústrias de Bebidas(1992 á 1997). Integrante da Comissão Especial de Segurança da Mulher do Estado do Rio de Janeiro.
Participação em Publicações: " A Via crucis do Operário na (in) Justiça do Trabalho","Grupo de Reflexões e orientação jurídica: instrumentos de intervenção no atendimento interdisciplinar a mulheres em situação de violência" e " Conhecendo os Direitos Sexuais e os Direitos Reprodutivos: Um direito de todos e todas", Manual de Atendimento a Mulhres Vitima de Violência (Instituto de segurança Pública- Dirigido a Policiais Civis e Militares).
Participação na elaboração do ante projeto da lei nº 11340- Lei Maria da Penha, representando a ADVOCACI.

Danielle Melo, Advogada tributarista do escritório Paulo Cezar Pinheiro Carneiro Advogados Associados, Pós-graduada (lato sensu) em Direito Financeiro e Tributário pela UFF; Mestre em Direito Processual pela UERJ; Pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas.

Ana Paula Sciammarella, advogada, militante do movimento de direitos humanos, advogada consultora da ONG ADVOCACI - Advocacia Cidadã pelos Direitos Humanos. Membro do Conselho Diretor da Rede Jovens Brasil Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos. Consultora para elaboração de projetos da Casa de Cultura da Rocinha.

PROGRAMA DO CURSO

CONTEÚDO ADMINISTRATIVO:

1. Legislação Estatutária do Terceiro Setor
1.1. Constituição da instituição (espécies existentes);
1.2. Estatutos (elaboração, alteração e registro);
1.3. Títulos, declarações, qualificações e certificados concedidos pelo poder público:
Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ)
Registro de Entidades no CNAS
Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEAS)
Declaração de Utilidade Pública Federal
Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip)
Organizações Sociais (OS)
1.4. Contratos, convênios e termos de parceria;

2. Legislação Tributária do Terceiro Setor
2.1. Noções gerais de tributação
2.2. Benefícios
Imunidade
Isenções
2.3. Incentivos Fiscais para doações;
2.4. Prestação de serviços e comercialização de mercadorias;

CONTEÚDO TRABALHISTA

3. Legislação Trabalhista no Terceiro Setor
3.1. As garantias legais oriundas da relação de trabalho;
3.1. Relações de trabalho no terceiro setor – os contratos de trabalho;
3.2. O trabalho voluntariado;

4. Avaliação do curso.

Informações gerais:

Carga horária: 16 horas.
Data do curso: 12 a 15 de maio de 2008.
Horário do curso: 18:00 às 22:00 horas.
Local do curso: Avenida Rio Branco, 257 – Sala 611 - Cinelândia- Centro (esquina com a rua Santa Luzia em frente a saida do metrô) – Rio de Janeiro.


Investimento:

Valor de R$ 250,00 (Duzentos e cinquenta reais).

Para pagamento até o dia 05.05.2008, oferecemos:

Desconto de 10% para cada inscrição ou, para três ou mais inscrições pertencentes à mesma instituição desconto de 15%.

OBS: Incluso no preço: apostila e Certificado.

Inscrições:
Ligue para o telefone (21) 3285-0184 e (21) 2220-9133 (de segunda a sexta, das 10:00 às 17:00), ou envie um e-mail para: cursos@movimentoriocarioca.org.br (informando: nome, endereço, telefone de contato, e-mail, entidade onde atua e seu endereço, e como tomou conhecimento do curso), ou pelo site: www.movimentoriocarioca.org.br , acessando serviços/cursos.

V A G A S L I M I T A D A S.

forma de Pagamento:
Uma única parcela a ser depositada na conta corrente no 9003142-7 agência no 1692 do Banco Real. O recibo de pagamento deverá ser enviado para o fax (21) 2220-9133, ou para o e-mail: cursos@movimentoriocarioca.org.br com a identificação do depositante.

Lembrete importante:

1. O Movimento Rio Carioca se reserva no direito de cancelar ou alterar a data marcada sempre que não atingir o número mínimo de alunos que viabilize a realização do curso ou oficina. Caso isto ocorra, a taxa de inscrição poderá ser devolvida.
2. Só será aceito o cancelamento de inscrições com 48 horas úteis de antecedência a data de início do curso.

LabepeH promove Diálogos - Abril

Caro (a) colega,

O projeto "LabepeH promove DIÁLOGOS" segue com sua programação de 2008 com a palestra Leitura e Escrita no Ensino de História, que será proferida pela Lana Mara de Castro Siman, Prof da Pós Graduação da FaE – UFMG e Cefor – PUC Minas e contará com a mediação de Roseli Correia da Silva, mestre em Educação – FaE – UFMG e professora da Escola Municipal Adauto Lúcio Cardoso - PBH.

(ver cartaz em anexo)

Data: 22 de abril de 2008

Hora: 19 horas

Local: Auditório Luiz Pompeu na Faculdade de Educação da UFMG

Gostaríamos de contar com sua participação em nossas sessões contribuindo com o debate em torno do ensino de História e consolidando os nossos objetivos.

Atenciosamente

Equipe LABEPEH

Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino de História
FAE/CP/UFMG
(31) 3499 5303

terça-feira, 8 de abril de 2008

Escambau - Feira de Trocas

E S C A M B A U

** A Feira de Trocas **
6º Edição
Comemoração de 4 anos do Raízes

Sábado, 19 de Abril de 2008
Bar Raízes
CLN 110 Norte - Bloco D - Brasília, DF
Das 14h às 18h

Produtos:
Livros, CDs, DVDs, LPs, Quadrinhos, Roupas, Calçados e Acessórios.

A feira é uma forma de dar outro destino aos produtos, que não
as prateleiras empoeiradas, permitindo a
reciclagem cultural
e o
contato entre as pessoas.


Qualquer pessoa pode levar produtos que não precise mais e
trocar por outros que estejam em exposição ou "circulando" .
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Abertura da Exposição emaranhaminas na pinacoteca UFV

Jornal Aldrava Cultural divulga

Emaranhaminas - Exposição de Arte Aldravista

De 02 a 29 de abril de 2008


Déia Leal, Gabriel Bicalho e J.S.. Ferreira

Minha obra não é abstrata, nem impressionista; é aldravista.

Vejam as fotos da abertura da exposição Emaranhaminas:

http://www.jornalaldrava.com.br/pag_emaranhaminas.htm

Edital 2008 Saúde Minas Gerais

Prezados (as) senhores(as)

A Secretaria de Estado de Saúde - Programa Viva Vida informa que está disponível em seu site www.saude.mg.gov.br o Edital de Seleção de projetos de ONGs.

Estarão sendo apreciados projetos cujos objetivos sejam ações que desenvolvem ações junto a mulheres, crianças e adolescentes, que contribuam direta ou indiretamente na redução da mortalidade infantil e materna .

Serão repassados recursos financeiros para o fortalecimento do trabalho destas Instituições.Esta é uma oportunidade para a efetivação de mais uma parceria.
Para outros detalhes : www.saude.mg.gov.br - atos normativos - editais - edital 0001/2008
Este edital foi publicado no Diário Oficial o dia 01/04/2008 sob o nº 0001/2008.

Atenciosamente,
Maria da Graça de Oliveira Rocha
Programa Viva Vida / SES-MG
32473825/3826

Secretaria de Estado da Saude

domingo, 6 de abril de 2008

Evento - Políticas para a primeira Infância


Clique na imagem para ver no tamanho original

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Liderança Reflexiva

Por José Carlos Freire – Professor Zeca.
Sistema de Ensino Reflexivo – S.E.R.

"Não basta ter nascido humano, temos também que chegar a sê-lo" (...)
"Entenda-se aqui o Humano como uma espécie ideal, não uma classe animal."
(SAVATER, Fernando, O Valor de educar, p.26)

Educamos para a Humanidade: nascemos entre humanos, somos instruídos por humanos para uma humanidade, que inicialmente é uma imposição dos humanos adultos. (Prof. Zeca)

A verdadeira educação é a que forma seres livres. Uma educação reflexiva representa um diferencial, na medida em que desenvolverá a educação para o pensar como uma estratégia intencionalmente planejada para aperfeiçoar o potencial do pensamento, sendo também uma ação emancipadora. Em uma metodologia emancipatória, o conhecimento não é apenas transmitido, mas é objeto de reflexão no seio de uma Comunidade de Aprendizagem Investigativa. O conhecimento não é dado, é construído numa experiência de investigação. O educador reflexivo, que não necessariamente precisa ser um professor de Filosofia é convidado a construir uma prática investigativa em sua escola. Numa sala de aula de História, Geografia, Ciências ou Matemática, o conhecimento é conquista de todos os membros da Comunidade de Aprendizagem Investigativa, formada com objetivos comuns mediados pela reflexão.

"Numa comunidade investigativa, a reflexão significa desenvolver as habilidades cognitivas como medir, observar, escrever, estimar, explicar, prever e verificar (...) e competências de descrição, explanação, formulação de problemas, formação de hipóteses e medição" LIPMAN (2005, p.35), sendo que é necessário o diálogo investigativo para que uma investigação se torne Filosofia. Promover a educação reflexiva significa desenvolver as habilidades de compreender o sentido das próprias ações, contextualizá-las dentro do objetivo da comunidade, com capacidade de influir no rumo do pensamento, construindo conhecimento e desenvolvendo competências. Não há Filosofia sem o exercício das habilidades reflexivas como não tem sentido simplesmente transmitir conhecimentos, sem que os envolvidos neste ato possam ser os sujeitos da construção e reconstrução deste conhecimento. José Carlos Libâneo, citando M. Eduarda dos Santos (2005, p. 60) nos diz que as ações reflexivas serão aquelas que planejadas, "ajudem o aluno a utilizar de forma consciente, produtiva e racional o seu potencial de pensamento e que permitam torná-lo consciente das estratégias de aprendizagem a que recorre para construir e reconstruir os seus conceitos, atitudes e valores".

Os líderes reflexivos, e principalmente os professores de Filosofia, além de uma prática pedagógica que leve à autonomia, são convidados a exercer sua liderança na comunidade escolar na qual estão inseridos. Não se concebe um líder que vai a escola tão somente para dar sua aula e ir embora. Tampouco se pede que "se meta" em tudo que acontece na escola, mas que pense além de sua sala de aula e o faça como um projeto pedagógico em consonância com o projeto político pedagógico da comunidade escolar.

_O que se espera de um líder reflexivo? Espera-se que:

Desenvolva habilidades cognitivas,
Tenha capacidade de dialogar, de desenvolver com o grupo o diálogo investigativo,
Compreenda e leve a compreender que o pensar precisa ser desenvolvido,
Realize a construção cooperativa do conhecimento,
Desenvolva competências reflexivas em si e nos outros,
Oportunize o conhecimento e não a mera transmissão de conteúdos,
Compreenda que a sala de aula é um ambiente de reflexão, mas que a verdadeira Comunidade de Aprendizagem Investigativa está para além da porta de sua sala, pois não deixamos de pensar quando o sinal toca,
Desenvolva a cultura do pensar, compreendendo que o pensar reflexivo deve ser uma atividade constante no ambiente escolar e para além dele,
Napsterize * o conhecimento: produza conhecimento a ser compartilhado através de artigos e-mails, blogs, orkut, páginas na internet, varal filosófico, jornalzinho, murais e estabelecer o "buxixo" *
Crie uma Rede de Relacionamentos de Pessoas multiplicadoras do conhecimento.

Na criação da cultura do pensar a Liderança e a Reflexão serão parceiras inseparáveis e todos são convidados a assumir a educação enquanto a construção da humanidade de nós mesmos sujeitos de nosso próprio pensamento.

* Napsterizar é agir como o Napster – distribuir por meio de peers (pares, pessoas com algo em comum).
* Buxixo é multiplicar por meio do marketing boca a boca.

Referências Bibliográficas
LIBÂNEO, José Carlos. In PIMENTA; GHEDIN (orgs.). Professor Reflexivo no Brasil. São Paulo: Cortez, 2005.

LIPMAN, Mattew. In WONSOVICZ, Silvio. Crianças, Adolescentes e Jovens Filosofam.Florianópolis: Editora Sophos, 2005. vol. II

Dia do Jornalista - 07 de Abril

DIA DO JORNALISTA - 07 DE ABRIL

Centro de Cultura e Memória do Jornalismo
Lançamento do projeto na quarta-feira

SINDICATO E FENAJ DEFENDEM:
Democracia na Lei de imprensa

CENTRO DE CULTURA E MEMÓRIA DO JORNALISMO
Lançamento do projeto, quarta-feira, na ABL

O Rio de Janeiro vai ganhar um espaço de destaque para abrigar a história da imprensa no Brasil, que pretende se transformar em uma referência nacional de reflexão sobre a atividade jornalística. No próximo dia 9 de abril, na Academia Brasileira de Letras – Avenida Presidente Wilson 203, 1º andar, Centro –, às 19hs, será lançado o projeto do Centro de Cultura e Memória do Jornalismo, uma iniciativa do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, com patrocínio da Petrobras. Leia mais: http://www.jornalistas.org.br/ler_imprensa.asp?id=828

SINDICATO E FENAJ DEFENDEM:
Democracia na Lei de Imprensa

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro comemora o 7 de abril, Dia do Jornalista, defendendo uma nova Lei de Imprensa de conteúdo democrático. A necessidade de se regular a relação entre os meios de comunicação, os profissionais de imprensa e a sociedade se impõe no momento em que o panorama brasileiro muda rapidamente em função da entrada de novos atores no mercado. Leia mais http://www.jornalistas.org.br/ler_imprensa.asp?id=829

NÃO FIQUE SÓ. FIQUE SÓCIO!
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro
www.jornalistas.org.br

Professor explica por que ler Nietzsche

Professor explica por que ler Nietzsche hoje; leia capítulo da Folha Online

Um breve e abrangente livro sobre Nietzsche, pensador que refletiu sobre todos os problemas cruciais da cultura moderna, sobre as perplexidades, os desafios, as vertigens do fim do século 19. É o que o leitor encontra no volume da coleção
"Folha Explica" sobre o autor - o primeiro capítulo de "Nietzsche" pode ser lido abaixo.

No livro, Oswaldo Giacóia Junior mostra porque é impossível se colocar à altura dos principais temas e questões do nosso tempo sem entender o pensamento de Nietzsche, um dos pensadores mais provocativos da filosofia moderna.

Para Giacóia Junior, o impacto da filosofia de Nietzsche "advém de sua extraordinária clarividência". "Ele pressentiu, em estado de gestação, as ameaças mais fatais de nosso tempo. Anteviu o panorama sombrio que poderia advir do projeto sociopolítico de uma sociedade de massas. Nietzsche profetizou que a sociedade ocidental caminhava, desde então, para um nivelamento por baixo", explica o autor.

Oswaldo Giacóia Júnior é professor de filosofia na Unicamp. Formado em Direito pela USP, Giacóia é mestre em Filosofia pela PUC-SP e doutor em Filosofia pela Freie Uinversität Berlin (Alemanha). Além de "Nietzsche", Giacóia é autor de
"Pequeno Dicionário de Filosofia Contemporânea", "Os Labirintos da Alma" (1997), "Nietzsche & Para Além de Bem e Mal" (2002) e "Sonhos e Pesadelos da Razão Esclarecida" (2005).

Como o nome indica, a série
"Folha Explica" ambiciona explicar os assuntos tratados e fazê-lo em um contexto brasileiro: cada livro oferece ao leitor condições não só para que fique bem informado, mas para que possa refletir sobre o tema, de uma perspectiva atual e consciente das circunstâncias do país.

*

POR QUE LER NIETZSCHE HOJE

Dentre os clássicos da filosofia moderna, Nietzsche talvez seja o pensador mais incômodo e provocativo. Sua vocação crítica cortante o levou ao submundo de nossa civilização, sua inflexível honestidade intelectual denunciou a mesquinhez e a trapaça ocultas em nossos valores mais elevados, dissimuladas em nossas convicções mais firmes, renegadas em nossas mais sublimes esperanças. Essa atitude deriva do que Nietzsche entendia por filosofia.

Para ele, filosofar é um ato que se enraíza na vida e um exercício de liberdade. O compromisso com a autenticidade da reflexão exige vigilância crítica permanente, que denuncia como impostura qualquer forma de mistificação intelectual. Por isso, Nietzsche não poupou de exame nenhum de nossos mais acalentados artigos de fé. O destino da cultura, o futuro do ser humano na história, sempre foi sua obsessiva preocupação. Por causa dela, submeteu à crítica todos os domínios vitais de nossa civilização ocidental: científicos, éticos, religiosos e políticos.

Nietzsche é um dos grandes mestres da suspeita, que denuncia a moralidade e a política moderna como transformação vulgarizada de antigos valores metafísicos e religiosos, numa conjuração subterrânea que conduz ao amesquinhamento das condições nas quais se desenvolve a vida social. Nesse sentido, ele é um dos mais intransigentes críticos do nivelamento e da massificação da humanidade. Para ele, isso era uma conseqüência funesta da extensão global da sociedade civil burguesa, tal como esta se configurou a partir da Revolução Industrial.

Nietzsche se opõe à supressão das diferenças, à padronização de valores que, sob o pretexto de universalidade, encobre, de fato, a imposição totalitária de interesses particulares; por isso, ele é também um opositor da igualdade entendida como uniformidade. Assim, denunciou a transformação de pessoas em peças anônimas da engrenagem global de interesses e a manipulação de corações e mentes pelos grandes dispositivos formadores de opinião.

O esforço filosófico de Nietzsche o levou a se confrontar com as grandes correntes históricas responsáveis pela formação do Ocidente: a tradição pagã greco-romana e a judaico-cristã; e o que resultou da fusão entre as duas.

Ao longo desse seu confronto com o conjunto da herança cultural de nossa tradição, Nietzsche forjou conceitos e figuras do pensamento que até hoje impregnam nosso vocabulário e povoam nosso imaginário político e artístico. Tais são, por exemplo, as noções de Apolo e Dionísio, transformadas em categorias estéticas, os conceitos de vontade de poder, além-do-homem (Übermensch), eterno retorno e niilismo e a figura da morte de Deus.

É impossível se colocar à altura dos principais temas e questões de nosso tempo sem entender o pensamento de Nietzsche. Ateísta radical, ele atribui ao homem a tarefa de se reapropriar de sua essência e definir as metas de seu destino. Dele afirma o filósofo Martin Heidegger: "Nietzsche é o primeiro pensador que, perante a história universal pela primeira vez aflorada em seu conjunto, coloca a pergunta decisiva e a reflete internamente em toda a sua extensão metafísica. Essa pergunta reza: como homem, em sua essência até aqui, está o homem preparado para assumir o domínio da terra?" 1

Nesse sentido, Nietzsche é o pensador de nossas angústias, que não poupou nenhuma certeza estabelecida --sobretudo as suas próprias convicções-- e desvendou os mais sinistros labirintos da alma moderna. Com a paixão que liga a vida ao pensamento, Nietzsche refletiu sobre todos os problemas cruciais da cultura moderna, sobre as perplexidades, os desafios, as vertigens no fim do século 19. Dessa sua condição, postado entre o final e o início de duas eras, Nietzsche esboçou um quadro que, em todos os seus matizes, nos concerne ainda, na passagem a um novo milênio, em direção a um destino que ainda não se pode discernir.

A despeito de sua visão sombria, Nietzsche tentou ser, ao mesmo tempo, um arauto de novas esperanças. Sua mensagem definitiva --a criação de novos valores, a instituição de novas metas para a aventura humana na história-- é também um cântico de alegria. Essa é uma das razões pelas quais o estilo de Nietzsche resulta da combinação paradoxal de elementos antagônicos: sombra e luz, agonia e êxtase, gravidade e leveza.

Isso explica por que, para ele, o riso e a paródia são operadores filosóficos inigualáveis: eles permitem reverter perspectivas fossilizadas. Nietzsche, o impiedoso crítico das crenças canônicas, é também um mestre da ironia. Sua ambição consiste em tornar superfície o que é profundidade, restituir a graça ao peso da seriedade filosófica.

Opositor ferrenho da dialética socrática, Nietzsche reedita, no mundo moderno, o gesto irônico do pai fundador da filosofia ocidental. Decisivo adversário de Platão, sua filosofia talvez possa ser caracterizada como uma inversão paródica do platonismo. Definindo-se como o mais intransigente anticristão, dá, no entanto, à sua autobiografia intelectual, escrita no final de sua vida, o título Ecce Homo ("Eis o Homem") --expressão empregada por Pilatos ao apresentar Jesus a seus algozes, pouco antes da Paixão.

Nietzsche, o filósofo-artista, um poeta que só acreditava numa filosofia que fosse expressão das vivências genuínas e pessoais, vendo na experiência estética uma espécie de êxtase e redenção, é, por isso mesmo, um precursor da crítica a um tipo de racionalidade meramente técnica, fria e planificadora. A despeito da profundidade e da gravidade das questões com que se ocupa, sempre as tratou em estilo artístico, poeticamente sugestivo; só acreditava na autenticidade de um pensamento que nos motivasse a dançar. Ele mesmo imagina sobre sua porta a inscrição:

Moro em minha própria casa
Nada imitei de ninguém
E ainda ri de todo mestre
Que não riu de si também.2

Sem extravasar os limites dos livros desta série, Folha Explica Nietzsche se propõe a ser uma apresentação geral do homem e do filósofo Friedrich Nietzsche. Seu objetivo é fazer com que o leitor se familiarize com os conceitos, as figuras e o estilo de Nietzsche --não para depois encerrá-los em qualquer câmara da memória, mas sim para despertar seu interesse e estimulá-lo a seguir adiante. Aceitar o desafio de Nietzsche implica, sobretudo, pensar independentemente; e por isso, às vezes, também contra Nietzsche.

1 Heidegger, "Wer ist Nietzsches Zarathustra?"; em: Vorträge und Aufsätze. Pfullingen: Neske Verlag, 1954; p. 102.

2 Epígrafe de A Gaia Ciência; em: Nietzsche, Obra Incompleta. Trad. Rubens Rodrigues Torres Filho. Col. Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1974; p. 195.

"Nietzsche"