terça-feira, 9 de março de 2010

Malungo: Didático Popular

O Ponto de Cultura Mocambo Herbert de Souza está produzindo uma material didático voltado aos cursinhos populares. Confiram: http://www.malocalivre.blogspot.com/
Este didático destina-se a fortalecer os núcleos e redes de cursinhos populares que tem se disceminado por todo o território nacional emprendendo a luta por uma educação pública, popular e de qualidade.

Silas Eduardo
(19) 3396-0666


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sexta-feira, 5 de março de 2010

Favela é Isso Aí lança dois editais: atenção músicos da periferia e profissionais das artes gráficas!

Favela é Isso Aí lança dois editais

Estão abertas as inscrições para o concurso que vai premiar seis artistas ou grupos musicais de vilas e favelas com a gravação de CDs demos. O outro concurso é para elaboração do layout do Informativo Favela é Isso Aí. Inscrições encerram no dia 20 de abril. No caso do edital “Favela é Isso Aí mostra a diversidade cultural das vilas e favelas” cada um dos premiados vai gravar um CD demo com cinco faixas, com direito a assessoria de imprensa, incluindo fotos e releases e show de lançamento. A previsão é que as gravações sejam feitas no segundo semestre de 2010 no Estúdio Favela é Isso Aí. Os candidatos serão avaliados nas categorias: samba e pagode; Funk; Rap; Música Popular Brasileira; Forró e Sertaneja; Clássica, Instrumental, Erudita ou outros estilos não enquadrados nas categorias anteriores. No caso do informativo: o profissional ou grupo escolhido vai ser o responsável pelo design das próximas seis edições do Informativo Favela é Isso Aí, que foi lançado em 2006 e, hoje, tem periodicidade bimestral. O informativo traz a história de vilas e favelas de Belo Horizonte, textos de especialistas na área e notícias sobre os projetos da ONG e também experiência sociais de várias partes do mundo que merecem ser replicadas. Os editais para os dois concursos estão disponíveis no site http://www.favelaeissoai.com.br/festival.php

Mais informações: (31) 3282-3816
Edilene Lopes
Celular: (31) 9995-8028


Fundo de Direitos Difusos abre chamada para seleção de projetos

Fundo de Direitos Difusos abre chamada para seleção de projetos

Brasília, 02/03/2010 (MJ) – O Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (CFDD) está com inscrições abertas para o financiamento de projetos nas áreas de meio ambiente, proteção e defesa do consumidor, defesa da concorrência e patrimônio cultural brasileiro, além de outros direitos difusos e coletivos tutelados. Podem concorrer pessoas jurídicas de direito público das esferas estadual, municipal e do Distrito Federal, entidades civis sem fins lucrativos e organizações da sociedade civil de interesse público (OSCIPs).

Há duas formas de se candidatar ao financiamento dos projetos: proposta de trabalho e carta-consulta. A primeira é para pessoas jurídicas de direito público das esferas estadual, municipal e do Distrito Federal e as entidades civis sem fins lucrativos que não detenham o título de OSCIP e para as OSCIPs. O cadastro deve ser feito no Sistema de Convênios, Contrato de Repasse e Termos de Parceria (Siconv), do governo federal -
www.convenios.gov.br. Pessoas jurídicas e entidades que não são OSCIPS no Programa 3000020100015 e as OSCIPS, no Programa 3000020100016.

Os órgãos federais podem se candidatar por meio das cartas-consulta que deverão ser encaminhadas por via postal, em cinco vias (ver endereço no final do texto), ou protocolizadas diretamente no Setor de Protocolo e Controle Processual da Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça. O modelo da carta está na página de
instruções.

As instituições interessadas em receber o financiamento federal tem entre 3 de março e 15 de abril para mandar as propostas e carta-consulta ao CFDD. A lista dos escolhidos será divulgada pelo conselho até o 10º dia útil do mês de agosto, também por meio do site. A execução dos projetos será financiada ao longo de 2011.

Cerca de R$ 10 milhões

Em 2010, o Fundo de Direitos Difusos (FDD) investiu R$ 9,7 milhões em projetos. Estão sendo financiadas propostas de trabalho nas áreas de restauração de museus, meio ambiente, digitalização de acervos históricos, reestruturação de Defensoria Pública, capacitação de agentes comunitários e implantação de projetos educativos, entre outros. O orçamento é praticamente o mesmo de 2009.

Para 2010, a maior parte dos recursos do fundo veio das seguinte áreas: infração à ordem econômica, 88,12%; condenações judiciais, 6% e multas aplicadas por desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, 5.16%.

O Fundo de Defesa dos Direitos Difusos existe desde 2000. Gerido por um conselho interministerial com representantes da sociedade civil, presidido por um representante da Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça, o fundo administra verbas de condenações judiciais vencidas pela União para aplicação em projetos nas áreas de defesa do consumidor, meio ambiente e patrimônio histórico, por exemplo.

Endereço para o envio de cartas-consulta:

Ministério da Justiça
Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos -CFDD,
Esplanada dos Ministérios, Bloco T
Edifício Sede, 5º andar, sala 532,
70064-900 Brasília-DF.

Para acessar todas informações,
clique aqui.

Paulo Abrão Pires Junior
Presidente da Comissão de Anistia
Ministério da Justiça

Luciana Garcia
advogada
http://lattes.cnpq.br/4391001128596816
Justiça Global
55 21 2544-2320
www.global.org.br

Quem vai ser o professor do futuro?

Quem vai ser o professor do futuro? Entrevista especial com Regina Maria Michelotto

Uma pesquisa lançada pela Fundação Carlos Chagas revelou que somente
2% dos jovens brasileiros se interessam em atuar profissionalmente como professores. Um dado que revela a desvalorização e a perda de interesse por essa carreira. “Há que se considerar que a lacuna deixada pela classe média ou média/alta foi sendo, aos poucos, preenchida pelas classes populares na profissão de professor. Isso representa um problema, mas também um ganho para a escola pública. Problema no sentido de que a esses candidatos falta acesso a livros, museus, concertos, viagens, palestras, debates, contato com pessoas familiarizadas com a cultura letrada desde o lar. Essa falta redunda em pouca base para os estudos, o que traz grandes dificuldades. O ganho se apresenta no fato de que tais professores, atuando nas escolas públicas do ensino fundamental e médio, têm maior conhecimento das condições de vida da clientela que as frequenta”, disse a professora Regina Maria Michelotto, durante a entrevista que concedeu à IHU On-Line, por e-mail.

Ela revela pontos cruciais sobre essa questão que explicam as consequências para a área educacional, no futuro, em função da baixa procura pela licenciatura, e analisa, também, os principais desafios que a educação enfrenta neste novo século. “Buscar uma profissão apenas com base no mercado de trabalho é esquecer que é muito bom trabalhar naquilo que nos dá satisfação e prazer, em algo que nos faz sentir úteis e dignos” opinou.

Regina Maria Michelotto é graduada em pedagogia pela Universidade Federal do Paraná, onde fez também o mestrado em educação. É doutora em educação pela Università degli Studi di Padova (Itália) e pela Universidade Federal de São Carlos. Atualmente, é professora da UFPR.

Confira a entrevista.

IHU On-Line –
Segundo uma pesquisa da Fundação Carlos Chagas, apenas 2% dos jovens brasileiros se dizem interessados em seguir a carreira de professor. Como entender a perda de interesse pela profissão?


Regina Maria Michelotto –
A partir da
segunda metade do século XX, a profissão de professor foi sendo, pouco a pouco, desvalorizada: os salários foram baixando, e as condições de trabalho piorando. As causas foram políticas públicas de contenção de gastos sociais que levaram ao desrespeito do índice de recursos destinados à educação. Ao mesmo tempo, um grande leque de alternativas de profissionalização em nível superior se apresentava aos jovens de classe média ou alta, que costumeiramente se endereçariam a essa área.

Por outro lado, a partir das décadas de 1980 e 1990, a ênfase no mercado de trabalho para a escolha da profissão foi substituindo o conteúdo humanista que antes representava um estímulo aos indivíduos para se tornarem professores. A regra era (e é) atender ao que o mercado está valorizando. Outro dado desse contexto é a privatização dos cursos de formação de professores. Sendo mais fáceis de instalar, foram escolhidos por instituições de caráter mercantil, com pouca responsabilidade com a qualidade.

Há que se considerar que a lacuna deixada pela classe média ou média/alta foi sendo, aos poucos, preenchida pelas classes populares na profissão de professor. Isso representa um problema, mas também um ganho para a escola pública. Problema no sentido de que a esses candidatos falta acesso a livros, museus, concertos, viagens, palestras, debates, contato com pessoas familiarizadas com a cultura letrada desde o lar. Essa falta redunda em pouca base para os estudos, o que traz grandes dificuldades. O ganho se apresenta no fato de que tais professores, atuando nas escolas públicas do ensino fundamental e médio, têm maior conhecimento das condições de vida da clientela que as frequenta, podendo aproximar o trabalho docente da realidade desses alunos - o que é muito importante - com maior facilidade.

Para quem leciona nos cursos de formação de professores que podem ser considerados sérios, apresenta-se um
grande desafio que é o de trabalhar conhecimentos fundamentais à função de professor, com estudantes que chegam com pouca base.

IHU On-Line – Quais as consequências para o futuro da educação da pouca procura pela carreira hoje?


Regina Maria Michelotto –
Índices cada vez mais baixos, qualidade muitas vezes duvidosa, principalmente para os alunos das escolas públicas.

IHU On-Line – A senhora poderia fazer uma retrospectiva histórica do papel do professor na sociedade brasileira desde o início do século XX até os dias atuais?

Regina Maria Michelotto – Ser
professor já foi motivo de orgulho e dignidade. Vários movimentos influenciaram nessa formação. No início da década de 1920, os movimentos de base e a criação de partidos de esquerda imprimiram na educação brasileira um cunho político de “direito de todos”. Já no final da mesma década, as discussões sobre educação se desenvolveram menos voltadas a questões políticas e mais a pedagógicas. Foi um importante movimento que produziu o “manifesto dos educadores da educação nova”, cujos signatários tinham nomes bem conhecidos dentro da área, como Anísio Teixeira, Lourenço Filho, Fernando de Azevedo etc.

No contexto pós-guerra, década de 1950 e início da de 1960, novamente a educação e a cultura se viram politizadas por meio de campanhas de alfabetização, teatro para o povo, movimentos estudantis pela democratização da universidade... Tudo isso foi cortado a partir de 1964, quando os rumos da educação tomaram conotação tecnicista por influência estadunidense, em acordos com o governo militar. Nessa época, inicia a privatização da educação superior no Brasil, que foi incrementada intensamente nos governos FHC.

Estamos, agora, assistindo e participando de um grande movimento voltado à escola pública, do qual faz parte a expansão atual das universidades. Resta, porém, a garantia da qualidade, para que essa expansão não se dê apenas numericamente.

IHU On-Line – Quais os maiores entraves e desafios para a educação no Brasil hoje?

Regina Maria Michelotto – A falta de
valorização da carreira do professor. Um profissional sobrecarregado, obrigado a agregar atuação em três horários diários para poder conseguir um situação digna, nunca conseguirá se sair bem em seu trabalho.

IHU On-Line – Quais os caminhos para resolver o problema da desmotivação dos professores em função da postura dos alunos em sala de aula?

Regina Maria Michelotto – O professor que trabalha com um número razoável de alunos, em torno de 20, consegue conhecê-los, atendê-los e incentivá-los. Isso é impossível quando se tem de 40 a 50 em uma sala, e se trabalha em dois ou três turnos, em escolas diferentes. Assim, é necessário aumentar muito o número de escolas e de professores, além de proporcionar as condições necessárias a um
trabalho docente voltado para o ótimo.

IHU On-Line – Considerando um cenário de crise na educação, quais os efeitos que isso pode acarretar no mercado de trabalho e no problema do desemprego?

Regina Maria Michelotto – O mercado de trabalho é variável e volátil. Não se pode apoiar o desenrolar de uma vida profissional apenas nisso. Há que pensar que se trata de pessoas, da vida das pessoas.

Buscar uma profissão apenas com base no
mercado de trabalho é esquecer que é muito bom trabalhar naquilo que nos dá satisfação e prazer, em algo que nos faz sentir úteis e dignos.

IHU On-Line – Como entender que apenas 16% dos jovens brasileiros têm ensino médio completo? Que mercado de trabalho está se configurando a partir desta realidade?

Regina Maria Michelotto – Vivemos em uma sociedade desigual. O
produto do trabalho não chega da mesma forma para todos. Pelo contrário, é endereçado apenas a alguns. Não é de estranhar que, numa sociedade tão mal organizada, essa porcentagem seja uma realidade.

IHU On-Line – O que esperar da sociedade do futuro ao considerarmos que muitos jovens optam pelos cursos técnicos (que muitas vezes oferecem mais vagas no mercado de trabalho) ao invés da formação universitária, abrindo mão de uma formação mais humanística e teoricamente embasada?

Regina Maria Michelotto – O mercado é que está direcionando as escolhas. Mas os filhos das classes mais abonadas dificilmente optam por cursos apenas técnicos ou só práticos.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Cultura - Lançamento de livros

Família do poeta e escritor Anfrísio Lima realiza o lançamento das suas obras na capital mineira

- Fernando Abreu/Jornalista

Um evento diferente dos padrões ditos normais para o gênero. Assim foi o lançamento póstumo das obras literárias do poeta e escritor Anfrísio Lima, ocorrido em Belo Horizonte na última segunda-feira, dia 1º de março, na Biblioteca pública estadual Luis de Bessa.

A família de Anfrísio Lima, que recentemente havia realizado o lançamento de suas obras em Manga (06 de setembro/2009) e realizado um encontro da família, promoveu desta vez, o lançamento das obras na capital mineira. Muita gente compareceu ao encontro que se transformou numa grande confraternização, como gostava Anfrísio Lima.

O evento em Manga teve a coordenação da filha do escritor, Jussara França Lima, com o apoio da Prefeitura Municipal, já o de Belo Horizonte foi organizado pela neta Gertrudes Pastor Morato Dias, a Tudinha e da sua filha Isabel, bisneta do escritor, com a colaboração de Jussara Lima, mais uma vez.

Lembranças

Familiares, amigos, admiradores, poetas, escritores, políticos, artistas, jornalistas, empresários, muitas mulheres bonitas e até crianças, bem ao gosto do poeta, marcaram presença no inesquecível “dia de glória e de luz”.

A trilha sonora com músicas da região e de compositores manguenses emocionou e fez o público cantar e relembrar velhas estórias. O Buffet, com comidas típicas do Norte de Minas como requeijão, beijus, paçoca de carne de sol, cachaça, licor de jenipapo, doce de buriti... foi muito apreciado e fez as pessoas relembrarem o passado através das cores, sabores e o aroma característico da culinária do Norte.

Pessoas que não se viam há anos tiveram a oportunidade de se encontrarem, o que deve ter deixado o poeta Anfrísio muito feliz: além de conhecerem suas obras, as pessoas se reencontraram bem ao clima da Manga de outrora.

No telão eram projetadas imagens da Manga antiga e da Manga de hoje, fazendo com que muitos matassem a saudade dos tempos que não voltam mais e outros vissem ou conhecessem a situação atual da cidade, tão cantada em verso e prosa pelo saudoso poeta Anfrísio Lima.

Raízes

A neta, Maria Amarante Pastor Baracho, abriu a solenidade com um belo discurso, como os do poeta Anfrísio, carregado de teor filosófico e bastante emocionante. Confira alguns trechos:

- “... Nós, os manguenses, somos aqueles nordestinos, que ficaram pelo meio do caminho, na migração para São Paulo do final do século 18 e inicio do século 19. Muitos retirados dos caminhões de retirantes pelos amigos já estabelecidos nas gerais. Nas palavras da minha querida prima Virginia Pastor, nossa cidade de Manga é uma verdadeira Macombo - a cidade imaginária de Gabriel Garcia Marquez de seu livro Cem anos de solidão.”

- “..Como é bom dizer: nossa gente são nossas raízes, nossa argila, nosso barro de onde sorvemos nossa força e nossa energia.”

Emoção

O público foi ao delírio quando foi convidado a cantar o Hino à Manga, de autoria de Anfrísio Lima e o Hino do Encontrão - grande festival cultural ocorrido na cidade na década de 1970. As pessoas cantaram e dançaram, emocionadas e felizes por lembrarem a terra que tanto amam.

Assim foi o lançamento das obras do poeta, escritor, jornalista e político Anfrísio Lima, um evento cultural que foi marcado pela emoção, reencontros e boas lembranças. Onde quer que esteja o homenageado, deve estar muito feliz. E quem ganha com tudo isso é o município de Manga que, fica mais conhecido e com sua cultura e história ainda mais ricos através da literatura: as obras de Anfrísio Lima.

- Um grande sucesso, assim pode ser classificado este lançamento que preparamos com tanto carinho para que os manguenses e admiradores do vovô Anfrísio pudessem ter conhecimento das suas obras literárias. E o melhor é que o evento se transformou numa grande festa de confraternização de pessoas queridas e amigas. Agradeço a presença de todos e deixo aqui minha indignação aos políticos da região, que não compareceram para prestigiar um evento cultural de tamanha grandiosidade para Manga, seus filhos e toda a região Nortemineira, encerra Gertrudes Pastor.


Itabirito Cultural

Itabirito Cultural: Confira a Agenda da Semana e As Novidades da Área Cultural


www.itabiritocultural.com.br

terça-feira, 2 de março de 2010

Arande Gróvore no Parque Municipal

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Quem ainda não viu “Arande Gróvore”, pode ver nesse sábado! É para todas as idades!!

Dia 06 de março, sábado, às 15h debaixo do Cipreste da Praça do Sol – Parque Municipal (BH). Acesso Gratuito.

'Ética é política' em pauta no Estação Pátio Savassi deste sábado (6/3)

‘Ética é política’ em pauta no Estação Pátio Savassi deste sábado (6/3)

Quem não se lembra de nomes como Fernando Collor de Mello, Marcos Valério ou Roberto Jefferson? No Brasil, a toda hora, escândalos políticos e casos de corrupção vêm à tona. O mais recente é do “mensalão brasiliense”, um grande e milionário esquema de corrupção, no qual o então governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, encontra-se envolvido. Diante de fatos como estes, protagonizados pelos políticos do país, a população perplexa se questiona: onde está a ética na política hoje?

Para debater esta importante questão, o projeto Estação Pátio Savassi convidou o Mestre em Filosofia, João Carlos Lino, para ministrar a palestra “É possível a reinvenção da política no horizonte de ética?”.

O objetivo do encontro, que acontece dia 6 de março (sábado), a partir das 11h, no anfiteatro (L2) do Pátio Savassi (Av. do Contorno, 6061 Savassi), é analisar e instigar o público a conter alguns aspectos do desconforto moral no mundo contemporâneo. O evento é gratuito e aberto ao público.

Segundo João Carlos Lino, política é a arte de viver em comum. É o uso do poder que emana da prática concreta das pessoas. Já a ética, é a parte da filosofia que se ocupa do estudo da conduta humana, sob o ponto de vista do bem e do mal. Desta forma, a ética na política se constitui na conduta correta do Estado e dos cidadãos em relação ao bem da sociedade.

A atividade política, segundo o filósofo, é uma das mais importantes da experiência humana, pois ela nos permite sair dos estreitos limites da nossa privacidade e fundar, sem apagar a nossa subjetividade, um verdadeiro espaço público. “Nos tempos que correm, a política, separada de todo e qualquer ideal republicano, tem se mostrado um mero jogo de poder em benefício de uma minoria suspeita”, afirma João

João Carlos Lino
Mestre em Filosofia pela UFMG, professor da PUC-MINAS e da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia e do Instituto Santo Tomás de Aquino (ISTA). Tem artigos publicados nas coletâneas: "Deuses e monstros”; "Os sete pecados capitais”; “Variações filosóficas entre a ética e a política”; “Filosofia e política" e "A cultura vai ao shopping”.

Estação Pátio Savassi

O projeto é uma realização da Estação do Saber e do Shopping Pátio Savassi, com curadoria de Júlia Ramalho Pinto. Em seu quinto ano de existência, conta com patrocínio da CEMIG, Governo do Estado de Minas Gerais, Governo Federal, Ministério da Cultura e Lei Rouanet. As palestras são sempre aos sábados e gratuitas, onde se discutem temas contemporâneos com a participação de intelectuais, escritores e profissionais renomados, numa agradável conversa nas manhãs de sábado.

As palestras poderão ser acompanhadas através do Twitter (Julia Ramalho Pinto www.twitter.com/arpjulia) com postagem de frases e comentários ao vivo das apresentações. Ainda em fase de teste, o evento está sendo transmitido via Ustream na página da Estação do Saber
www.estacaodosaber.art.br.

Agenda: “Estação Pátio Savassi”
Datas:
6 de março(sábado)
Horário: 11h
Local: Anfiteatro (L2) do Pátio Savassi (Av. do Contorno, 6061 Savassi)
Entrada Franca
Informações:
Pátio Savassi: (31) 4003-4172
www.estacaodosaber.art.br

Informações para a imprensa:
Estação do Saber:
Ampla Soluções em Comunicação
Liège Camargos e Marianna Moreira
(31) 3225-1116/3221-9241/8899-0353
ampla@amplacomunicacao.com.br
www.twitter.com/amplacom

Pátio Savassi:
Hipertexto Consultoria e Assessoria de Imprensa
Tel: 31.3227.4566 / 3223.5137 / 9404.0123
Jornalista responsável:
Flávia Rodrigues Nunes
flavia@hipertextoweb.com.br
www.twitter.com/hipertextoweb

Marianna Moreira
Ampla Soluções em Comunicação Ltda
Rua dos Otoni, 22/ sala 603 - Santa Efigênia
Belo Horizonte - MG - 30150-270
(31) 3225-1116 / 3221-9241 / 8899-0353
imprensa@amplacomunicacao.com.br

Edital de Tomada de Preços

Tomada de Preços Nº 01/2010

Seleção Pública de Propostas para apoio a Projetos de Pesquisa sobre Construção Participativa de Indicadores em Segurança Alimentar e Nutricional em Minas Gerais

Tipo: Melhor Técnica

O Instituto Felix Guatteri, organização não governamental (ONG), declarada de utilidade pública estadual, devidamente inscrita no CNPJ/MF sob o n. 01.029.166.0001-01, torna público e convoca as Instituições de Ensino Superior e Organizações da Sociedade Civil de Minas Gerais a apresentarem propostas de Projetos de Pesquisa Sobre Construção Participativa de Indicadores em Segurança Alimentar e Nutricional, que serão selecionados por meio de licitação na modalidade “Tomada de Preços”, tipo “Melhor Técnica”,

O recebimento e a abertura dos envelopes de habilitação, proposta técnica e a de preços dar-se-á no dia 31 de março de 2010, às 8 (oito) horas, na sede do Instituto Felix Guatteri, situado à Rua Herval, 267 – Bairro Serra, Belo Horizonte - Minas Gerais.

O valor total do orçamento estimado é R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais), para execução de quatro projetos, sendo limitado em R$30.000,00 (trinta mil reais) cada um. A presente licitação será regida pela Lei de Licitações e Contratos Administrativos, n. 8.666, de 21 de junho de 1993 e alterações posteriores.

O edital e os anexos poderão ser examinados e retirados no sitio eletrônico
www.fgbbh.org.br ou na sede do Instituto Felix Guatarri, situado à Rua Herval,267 – Bairro Serra, Belo Horizonte – Minas Gerais, no horário das 9:00 às 18:00 horas, de segunda à sexta-feira, até 3 (três) dias úteis anteriores à realização do certame licitatório.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Comunicado GEEPS

Comunicado GEEPS 01/2010

Entidades de Apoio, Assessoria e Fomento vinculadas ao PROMEPS-BH

Conforme estabelecido no Termo de Referência do PROMEPS-BH, pelo presente vimos informar que estão abertas as inscrições para o curso abaixo especificado, voltado aos integrantes dos empreendimentos apoiados/assessorados.
Solicitamos que os empreendimentos sejam informados e que definam, pelo menos 01 de seus integrantes, que atenda aos pre-requisitos estabelecidos, para participar do curso.

As informações adicionais e orientações seguem abaixo.

Maria Lucia Silva
Gerente de Economia Popular e Solidária da PBH

Curso Gratuito: Gestão de Trabalhos Autônomos Módulo II. Inscrições abertas
É um curso para quem já fez “Gestão de Trabalhos Autonomos Modulo I”, realizado em 2009, e para quem esta fazendo este módulo agora (de janeiro a março de 2010), mas caso tenha alguém interessado e que possua uma boa base de matemática e empreendedorismo, poderá fazer o curso mesmo nao tendo assistido o primeiro módulo.

Também podem fazer o Curso pessoas seguradas, aposentadas, desempregadas e que trabalham com carteria assinada.

Os interessados deverão comparecer primeiro ao Centro Público para pegar o encaminhamento e depois ao NIAT, portando os documentos pessoais, solicitando ao atendente a matrícula para este curso.

Só poderão fazer o Curso pessoas que residam em Belo Horizonte. Não será aceito região metropolitana de BH.

Abaixo a descrição do curso de Gestão de Trabalhos Autonomos Módulo II.

Início: 22/03/2010 até 18/05/2010
20 vagas (podendo exceder até 25)
Horários: 08:00h as 12:30h ou 13:30h as 18:00h (o aluno poderá escolher um dos dois horários). O Curso será de segunda á sexta-feira
Entidade Executora / Local do curso: SENAC - Rua Tupinambás, 1038 - Centro
Pré- Requisitos para participar do curso: prioritariamente para pessoas que concluíram do Mod I, mínimo de 6ª série do ensino fundamental, ser profissional autônomo ou atuar em grupos produtivos (cooperativas).
Benefícios: O curso é gratuito, com vale -transporte e material incluído.
Conteúdo do Curso: Habilidades empreendedoras; Fatores essenciais para o sucesso da associação, da cooperativa e do micro empreendimento (empresa familiar); Áreas para estruturação de um empreendimento: Produção-planejamento / investimento, compras; custos (produção do período, de produto acabado, produto vendido, mercadoria, serviços, produtividade, eficiência, eficácia, custo de reposição, custo direto, indireto, variável, custo semi-variável, fixo unitário, fixo total, marginal, financeiro, real e orçado); Gastos: despesas fixas, despesas variáveis; investimento ativo, perda, ociosidade. Lucro: Preço de venda e suas fórmulas e cálculos; Ponto de equilíbrio; Formação do preço: margem de contribuição, margem de lucro;Avaliação de estoques de mercadorias e matérias-primas; Equipe - Relações interpessoais; Ética; Admissão de colaboradores (necessidades e conseqüências);Comercialização – informações sobre o produto e sua relação com o consumidor. Preço de venda e possíveis descontos; Marketing de vendas: finalidade do marketing (produto; preço; promoção; ponto de venda; pessoal de venda); Excelência em vendas; Definição do público-alvo e seu universo; Pesquisa de mercado; Catálogo, parcerias e apoios;Código de defesa do consumidor; Principais documentos utilizados no empreendimento; Aspectos importantes da legislação trabalhista; Noções de contabilidade gerencial e sua aplicação: capital de giro, contas a receber e a pagar, descontos, fluxo de caixa, bens, direitos, deveres; Modelos de organizações. Passos para criar uma associação, uma cooperativa e uma pequena empresa. Finanças: Matemática comercial básica: Juros, empréstimos e o impacto sobre o valor do produto;Despesas financeiras e sua influência nos lucros; Informática básica aplicada: editor de texto (redigir documentos de rotina), sistema operacional, gerenciador de arquivos, planilhas eletrônicas, editor de slides, internet.

Catálogo de Filmes Raros e Alternativos

Segue nova lista, separados por gêneros:

- Cinema Nacional
- Cinema Arte
- Diretores
- Documentários
- Variados
- Lançamentos

Temos mais de 1.300 títulos.

A forma mais simples de procurar os filmes usando as teclas Ctrl + F e digitando o título correto do filme.

Caso não encontre o título desejado estamos fazendo encomendas, onde pesquisamos os títulos procurados.

Enviamos os filmes pelo Correios também, onde é cobrada a taxa de entrega, que é calculada pelo CEP.

Cada filme sai R$ 10,00 e tem descontos para pacotes maiores.

Qualquer dúvida perguntem pelo e-mail:

bazardefilmes@gmail.com

Divulgue para seus amigos, vamos ajudar a difundir a proposta de uma mídia alternativa!

Clique para ver a lista completa:
Lista-de-Filmes.doc

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Política e Redes Sociais é tema do Estação Pátio Savassi em março

Política e Redes Sociais é tema do Estação Pátio Savassi em março

Contemporaneidade é a palavra-chave das discussões no quinto ano do projeto cultural, Estação Pátio Savassi. Para dar continuidade à programação do ano, no mês de março, os debates terão como tema a política na época das redes sociais (digitais).

O tema é atual e apropriado, pois une dois assuntos que estão muito presentes no dia-a-dia de todos. Estamos em ano de eleição, o que nos faz refletir mais sobre a política. E as redes sociais, digitais que utilizam a web, estão se tornando grandes e populares veículos de comunicação e divulgação de idéias.

Atualmente, no Brasil, a febre é o Twitter, microblog para troca de mensagens rápidas que vem ganhando espaço entre celebridades e anônimos. Segundo dados divulgados pela empresa responsável pelo Twitter, o microblog tem diariamente 50 milhões de mensagens (Tweets). Cerca de 20% delas fazem referência a produtos ou marcas. O que comprova a potencialidade da ferramenta para o marketing e divulgação.

Entre as redes sociais, o Twitter é um dos meios eletrônicos de maior aceitação entre os políticos brasileiros. Segundo levantamento da Secretaria de Comunicação da Câmara Federal, dos 513 deputados federais 263 estão presentes no Twitter.

De acordo com a Lei Eleitoral, até o início da campanha, no dia 5 de junho, os políticos estão impedidos de pedir votos e se apresentarem publicamente como candidatos. Contudo, os pré-candidatos têm encontrado em redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter um terreno fértil para discussões políticas visando às eleições de outubro.

O Projeto

O assunto está tão presente na vida das pessoas que o projeto Estação Pátio Savassi abordará, no mês de março, a temática sobre a política e redes sociais (digitais). Esse será o enfoque das discussões a partir do tema ‘Como pensar a política na época de redes sociais (digitais)?’. As palestras são gratuitas, aos sábados, a partir das 11h, no anfiteatro (L2) do Pátio Savassi (Av. do Contorno, 6061 Savassi).

O projeto convidou especialistas nas áreas da sociologia, filosofia e cultura para analisar e debater a política na era das redes sociais, além de instigar e esclarecer as pessoas sobre o verdadeiro pensar e fazer político.

No dia 06 de março, ‘É possível a reinvenção da política no horizonte da ética?” é tema da palestra de João Carlos Lino, Mestre em Filosofia.

No dia 20, o Doutor em Psicanálise e Mestre em Filosofia Contemporânea, Antônio Teixeira fala sobre ‘Pode-se pensar a política?”.

Encerrando a programação do mês, no dia 27, o projeto apresenta a palestra “Como pensar a mobilização política nas redes sociais?”, com o sociólogo, Daniel Perini e o especialista em Gestão de Projetos Culturais, Arthur De Lemos.

Segundo a curadora do projeto, Júlia Ramalho Pinto, coordenadora da Estação do Saber, a temática é apropriada, uma vez que o interesse pela política é mais forte em época eleitoral. “Mais do que pensar em como utilizar essas ferramentas da web 2.0 para a política, queremos dar um passo atrás e repensar a política no mundo das redes sociais (digitais). Será que a política mudou na contemporaneidade?
O homem é um ser essencialmente político, vivemos com a família, relacionamos com as pessoas no bairro, no trabalho, somos parte integrantes da cidade, pertencemos a um Estado e País, influímos em tudo o que acontece em nossa volta. Agora, cada vez mais conectados e em redes (digitais) será que isto influi na nossa política?” explica Júlia.

Estação Pátio Savassi

O Projeto Estação Pátio Savassi é uma realização da Estação do Saber e do Shopping Pátio Savassi, com curadoria de Júlia Ramalho Pinto. O projeto entra no quinto ano de realização contando com patrocínio da CEMIG, Governo do Estado de Minas Gerais, Governo Federal, Ministério da Cultura e Lei Rouanet. As palestras são sempre aos sábados e gratuitas, nelas se discutem temas contemporâneos com a participação de intelectuais, escritores e profissionais renomados, numa agradável conversa nas manhãs de sábado.

As palestras poderão ser acompanhadas através do Twitter (Julia Ramalho Pinto www.twitter.com/arpjulia) com postagem de frases e comentários ao vivo das apresentações. Ainda em fase de teste, o evento está sendo transmitido via Ustream na página da Estação do Saber
www.estacaodosaber.art.br.

Informações para a imprensa:
Estação do Saber:
Ampla Soluções em Comunicação
Liège Camargos e Marianna Moreira
(31) 3225-1116/3221-9241/8822-0858
ampla@amplacomunicacao.com.br
www.amplacomunicacao.com.br

Pátio Savassi:
Hipertexto Comunicação Empresarial
Cilene Impelizieri
(31) 3227-4566/3223-5137
hipertexto@hipertextoweb.com.br
www.hipertextoweb.com.br

Marianna Moreira
Ampla Soluções em Comunicação Ltda
Rua dos Otoni, 22/ sala 603 - Santa Efigênia
Belo Horizonte - MG - 30150-270
(31) 3225-1116 / 3221-9241 / 8899-0353
imprensa@amplacomunicacao.com.br

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Instituto Yara Tupynambá oferece vagas

O Instituto Yara Tupynambá oferece vagas para educadores (Psicólogos, Pedagogos, Assistente Social e afins)

O educador precisa ter disponibilidade para viagens de 30 dias direto, experiência na área, preferencialmente em especialização em planejamento e técnica de condução de grupo.

Irá trabalhar com qualificação profissional, ministrando aulas de Competências Básicas para o Trabalho (cidadania, meio ambiente, empreendorismo, desafios da juventude, relações humanas e ética) para cursos.

Salário a Combinar, mais ajuda de custos.

Os interessados devem encaminhar currículo com pretensão salarial para:
rh@yaratupynamba.org.br

No assunto colocar Vaga Para Educadores.

Obs.: currículos sem pretensão salarial e fora do perfil serão descartados.

Manoela Silveira
Secretária
Instituto Yara Tupynambá
Rua Espírito Santo, 1481 - Centro
Belo Horizonte - MG - 30160-031
55 31 3213-3948

Março de 2010 no Centro Cultural Salgado Filho

O Centro Cultural Salgado Filho é uma unidade da Fundação Municipal de Cultura, da Prefeitura de Belo Horizonte. Sendo público, todas as atividades são gratuitas. Nasceu da vontade popular direta, nas rodadas do Orçamento Participativo 2005-2006.
Os objetivos podem ser assim resumidos:
* Disponibilizar a biblioteca pública e oferecer atividades de incentivo à leitura a todas as faixas etárias.
* Oferecer atividades de resgate patrimonial a pessoas da melhor idade e de educação patrimonial a crianças e jovens, a fim de contribuir com a conscientização da herança cultural material e imaterial da região e da cidade.
* Oferecer oportunidades de fruição (por meio de apresentações artístico-culturais) e de criação cultural (por meio de oficinas).
* Promover atividades de diálogo com portadores de idiomas culturais distintos.
* Apoiar grupos artístico-culturais em suas carreiras e nas concorrências ao Fundo Municipal de Incentivo à Cultura.
Todas as dependências do Centro Cultural foram construídas no mesmo plano. Os poucos desníveis são facilmente vencidos por rampas, inclusive o acesso da rua ao passeio. É fácil encontrar vagas de estacionamento em frente em qualquer dia e horário.

Como chegar
O caminho por ônibus ou carro é o mesmo. Seguir pela Av. Amazonas até o viaduto sobre a Av. Silva Lobo (altura do no 4.200), virar à direita, à esquerda e a segunda novamente à esquerda, para pegar a r. Desembargador Barcelos e atravessar a av. Amazonas. Subir até o semáforo (após o qual a rua passa a se chamar Lagoa da Prata). Continuar em frente até a altura do nº 979 (Praça da Igreja São João Batista, na qual os que vêm de ônibus devem descer), seguir mais um quarteirão e virar à direita. Há nove linhas de ônibus que percorrem este trajeto:
1207A (Sta. Mônica - Betânia)
1207B (Sta. Mônica - Cj. Betânia)
1404A (Alípio de Melo - Palmeiras)
1404B (Estr. Oriente - Inconfidência)
1404C (São Salvador - Palmeiras)
3054 (Centro - Milionários)
4205 (Ermelinda - Salgado Filho)
9211 (Caetano Furquim - Havaí)
9214 (Caetano Furquim - Alto Havaí)

Mais informações
Programação 03-2010.doc

Seminário Direitos Humanos e Políticas Públicas para a Juventude

Clique na imagem

Na busca da conscientização dos direitos humanos aos jovens, será realizado no dia 27 de fevereiro, o Seminário Direitos Humanos e Políticas Públicas para a Juventude, no Centro de Pastoral da Região Episcopal Nossa Senhora Aparecida, situado na AV. Babita Camargos, 1083, Cidade Industrial, Contagem, praça da CEMIG. (ao lado da concessionária Reauto).

O evento que terá como público alvo jovens entre 14 e 24 anos, iniciará ás 8h00 e será encerrado ás 18h00.