quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

I Simpósio Sulmineiro do Marolo Frutos do Cerrado

I Simpósio Sulmineiro do Marolo Frutos do Cerrado
25 a 28 de março de 2009
Alfenas - MG

Apresentação

O Marolo é uma fruta nativa do cerrado brasileiro, sendo muito encontrada no Sul de Minas. Cientificamente o marolo é denominado Annona crassiflora, pertencente à família das anonáceas, à qual pertencem também a graviola, a fruta-do-conde, a pinha, a atemóia e outras frutas. O marolo faz parte da alimentação e da cultura das populações do cerrado, apresentando uma identidade especial. Este fruto é apreciado ao natural e também para confecção de licores e doces. Apesar do reconhecido valor, sua ocorrência no ambiente cerrado é dificultada pela degradação ambiental que esse ecossistema vem sofrendo e pela instalação de monoculturas em sua substituição.

A utilização do fruto com fins econômicos vem sendo prejudicada pela organização precária em todo o seu sistema de plantio e processamento, evidenciando a necessidade de orientações sobre essas práticas. O aprimoramento do sistema, integrando o setor produtivo, industrial e comercial promoverá a geração de trabalho e renda pela comunidade com maior valoração do produto, favorecendo o crescimento da cadeia produtiva do marolo e a conscientização dos pequenos agricultores e produtores artesanais, sobre a utilização sustentável dos recursos naturais do cerrado.

O I Simpósio Sulmineiro do Marolo e Frutos do Cerrado irá integrar os diversos segmentos que se relacionam com a exploração, produção, comércio, artesanato, pesquisa e extensão de frutos do cerrado, em especial o marolo, com o objetivo de resgatar sua importância cultural e econômica por meio da aplicação de técnicas de manipulação do fruto, melhoria da produção e na promoção da recuperação do ambiente de cerrado.

Programação

4ª FEIRA - 25/03/09
08:00 Recepção dos participantes e convidados acompanhada do café mineiro.
Abertura da Exposição "Marolo: um fruto, várias idéias", do Museu Municipal Alferes Belisário - Paraguaçu – curadoria Gilmara Aparecida Carvalho e Sandro Adauto Palhão.
Saguão do Auditório João Leão de Faria
09:00 Abertura do Simpósio.
Prof. Dr. Antonio Martins de Siqueira, Reitor da Unifal-MG.
Auditório João Leão de Faria.
09:30 Palestra: O Marolo no contexto regional.
Prof. MSc. João Afonso de Carvalho / EAFMachado.
Auditório João Leão de Faria.
10:30 Intervalo
10:45 Mesa redonda: Aspectos nutricionais, seleção e manipulação do fruto Marolo.
Profa. MSc. Flávia Della Lucia / Unifal-MG, Prof. MSc. João Afonso Carvalho / EAFMachado, Mabel Andrade – doceira / Paraguaçu – MG.
Auditório João Leão de Faria.
12:00-14:00 Almoço
14:00-17:00 Oficina 1: Propagação e cultivo do Marolo.
Prof. Dr. Marcelo Polo / Unifal-MG e Eng. Agro. MSc. Eugênio José Gonçalves / PMA
Laboratório de Botânica – Bloco S
Oficina 2: Manipulação e preparo do Marolo.
Ana Lúcia Alves Goulart / EMATER.
Laboratório de Técnica Dietética – Bloco H

5ª FEIRA - 26/03/09
08:00 Palestra: Seleção de espécies frutíferas do cerrado para cultivo.
Dra. Sueli Matiko Sano / CPAC/EMBRAPA
Auditório João Leão de Faria
08:00-19:00 Feira de Artesanato do Marolo: doces e bebidas.
Degustação do Marolo: doces, bebidas e natural
Área de Convivência da UNIFAL-MG
09:00 Palestra: Conservação, manejo e uso sustentável do bioma cerrado.
Dr. José Carlos Sousa Silva / CPAC/EMBRAPA
Auditório João Leão de Faria
10:00 Intervalo – Sabores do Marolo – degustação de produtos derivados dos Marolo
10:30 Palestra: Maturação controlada de frutos do Marolo: um caso a ser estudado.
Prof. Dr. Eduardo Valério de Barros Vilas Boas DCA/UFLA
Auditório João Leão de Faria
12:00-14:00 Almoço
14:00 Palestra: O cerrado fonte de matéria prima de moléculas.
Prof. Dr. Foued Salmen Spindola IGB/UFU
Auditório João Leão de Faria
15:00-15:30 Peça Teatral: A arte do Marolo – PET Nutrição
15:30 Intervalo
16:00 Apresentações de pôsteres

6ª FEIRA - 27/03/09
08:00 Mesa Redonda: Perspectiva ambiental e possibilidades econômicas de arranjos produtivos do Marolo na região
MSc. Marcelo Rodrigues Martins / EMATER; Prof. MSc. João Afonso Carvalho / EAFMachado; Antônio Henrique Pereira / Eng. Florestal - EMATER.
Auditório João Leão de Faria
08:00-12:00 Feira de Artesanato do Marolo: doces e bebidas.
Degustação do Marolo: fruta, doces e bebidas.
Área de Convivência da UNIFAL-MG
10:00 Intervalo - Sabores do Marolo – degustação de produtos derivados dos Marolo
10:30 Palestra: Reconstituição de reserva legal com sistema agroflorestal
Antônio Henrique Pereira / Eng. Florestal – EMATER
Auditório João Leão de Faria
11:30-13:00 Almoço
13:30 Visita Técnica a propriedades rurais com plantio de Marolo
MSc. Marcelo Rodrigues Martins / EMATER e Eng. Agr. MSc. Eugênio José Gonçalves / PMA
17:00 Reunião de Encerramento: discussão e encaminhamento de propostas e sugestões.
Auditório João Leão de Faria

SÁBADO - 28/03/09
09:00-12:00 Feira de Artesanato do Marolo: doces e bebidas
Degustação do Marolo: doces, bebidas e natural
Praça Getulio Vargas, Centro de Alfenas

Arca das Letras entrega 25 bibliotecas

Arca das Letras entrega 25 bibliotecas

Programa beneficia comunidades rurais do Médio Rio Doce com acervo

O Programa Arca das Letras entregou ontem, 25 bibliotecas para comunidades rurais no Médio Rio Doce, em Minas Gerais. A atividade vai beneficiar os municípios Alpercata, Frei Inocêncio, Governador Valadares, Sobrália, Tumiritinga e Virgolândia. A cerimônia de entrega das arcas foi realizada no auditório da Prefeitura Municipal de Governador Valadares. Técnicos do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) realizaram a capacitação de 50 agentes de leitura, moradores das comunidades rurais que ficarão responsáveis pelas atividades da biblioteca rural.

Com esta ação, Minas Gerais passa a ter 403 bibliotecas em comunidades rurais de 172 municípios. São mais de 37 mil famílias atendidas por meio do acesso à leitura. Além das arcas, Escolas Familiares Agrícolas de 18 municípios mineiros também receberam acervos especiais para auxiliar o crescimento de suas bibliotecas, em apoio às atividades de pedagogia de alternância.

Em Minas Gerais, o Programa de Bibliotecas Rurais Arca das Letras é executado em parceria com Instituto de Terras de Minas Gerais (Iter/MG), Secretaria Extraordinária para Assuntos de Reforma Agrária (Seara), Coordenação Estadual do Programa Luz para Todos, Furnas Centrais Elétricas, Programa Nacional de Crédito Fundiário e Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (Fetaemg).

Leitura e cidadania

Criado pelo MDA em 2003, o Arca das Letras implantou 5.846 bibliotecas rurais em mais de 1.700 municípios brasileiros. Até agora, cerca de 1,2 milhão de livros foram distribuídos, beneficiando mais de 700 mil famílias do campo. A administração das bibliotecas é feita por 12 mil agentes de leitura.

Instalada na casa de um morador ou na sede de uma associação rural, cada biblioteca possui, inicialmente, cerca de 200 títulos. Os acervos são formados por livros didáticos, literatura para crianças, jovens e adultos e livros técnicos e especializados nas áreas de saúde, meio ambiente, educação, técnicas agrícolas e de pesca. Também contam com publicações que orientam o exercício da cidadania.

Os agentes realizam o empréstimo dos livros, o incentivo à leitura e a ampliação dos acervos, contribuindo para melhorar os índices educacionais de suas comunidades e valorizar a cultura no meio rural. O trabalho é voluntário e a escolha é feita em reuniões de consulta popular e de planejamento das bibliotecas.

Móveis

Pela primeira vez, os 25 móveis-bibliotecas destinados à ação foram fabricados na Penitenciária Dênio Moreira Carvalho, no município de Ipaba, por meio de parceria firmada entre a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) e o Iter/MG. Esta mesma parceria prevê ainda a construção de mais 175 arcas. Ao todo, serão 200 unidades destinadas às famílias rurais de Minas.

Fonte: www.iof.mg.gov.br

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

ALMG prepara debate educacional

ALMG prepara debate educacional

Assembléia retoma em fevereiro preparativos do Fórum sobre o Plano de Educação

A Assembléia Legislativa de Minas Gerais retoma em fevereiro a preparação do Fórum Técnico sobre o Plano Decenal de Educação, agendado para o período de 13 a 15 de maio, no Plenário da Casa, em Belo Horizonte. Na próxima quinta-feira (5), às 14 horas, no Plenarinho I, acontece a 6ª Reunião Preparatória com as entidades que apóiam o evento. Já foram definidas as etapas de interiorização e a realização de debates públicos na Capital, em preparação ao Fórum. O próximo passo é elaborar o regulamento do Fórum e a estratégia de mobilização. O objetivo de todos os encontros é colher sugestões para aprimorar o Plano Decenal, que tramita na ALMG na forma do Projeto de Lei (PL) 2.215/08, do Executivo. Ele estabelece objetivos, metas e ações estratégicas para a política educacional de Minas nos próximos dez anos.

As discussões sobre o Plano Decenal de Educação de Minas Gerais serão iniciadas no dia 13 de março, com a realização de debates públicos pela Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia e Informática, no Plenário da ALMG. Entre os meses de março e abril, serão realizados oito encontros regionais no interior de Minas, nas cidades de Juiz de Fora, Varginha, Montes Claros, Uberlândia, Governador Valadares, Divinópolis, Araçuaí e Paracatu. Todas as propostas de alterações do PL 2.215/08 serão consolidadas em maio, na etapa final de Belo Horizonte.

Os encontros devem reunir sociedade civil, governo, gestores municipais, estudantes, professores, pais, conselhos de educação, representantes da educação indígena, quilombola e do campo, entre outros. Mais de 20 entidades representativas desses segmentos estão participando da preparação do Fórum. O requerimento para realização do evento é do deputado Carlin Moura (PCdoB) e da ex-deputada Elisa Costa (PT), atual prefeita de Governador Valadares.

Informações sobre o Plano Decenal de Educação de Minas Gerais já estão disponíveis na página da Assembléia na internet - www.almg.gov.br -, no hotsite criado especificamente para esse tema.

Projeto abrange 11 temas relacionados à educação

O PL 2.215/08 atende à Lei Federal 10.172, de 2001, que determina aos Estados, Distrito Federal e Municípios a elaboração de planos decenais de educação, com base no Plano Estadual de Educação. Em Minas, a proposta abrange onze áreas, cada uma delas com objetivos, metas e ações estratégicas definidas. Uma das metas que se repete é a que visa à melhoria do desempenho dos alunos, a fim de que a universalização da oferta seja acompanhada da qualidade do ensino. A implementação das metas dependerá ainda de disponibilidade orçamentária e financeira.

Áreas listadas no projeto:

Educação infantil - Uma das ações prevê a ampliação de oferta de vagas em curso Normal de nível médio para formar docentes para educação infantil. Entre as metas, destacam-se a garantia de infra-estrutura física adaptada às necessidades das pessoas com deficiência em 100% das escolas de educação infantil, no prazo de cinco anos.

Ensino Fundamental - Estão entre as ações estratégicas a estruturação de um plano de segurança para as escolas públicas, com a colaboração da comunidade escolar. Além disso, em três anos, 100% dos alunos de educação infantil e fundamental deverão ter acesso a exames de acuidade visual e auditiva.

Ensino Médio - Entre as metas para esse nível estão: universalizar o atendimento na faixa etária de 15 a 17 anos em dez anos; aumentar o número de matrículas no turno diurno em 10% em cinco anos, e em 30% em dez anos; e ampliar progressivamente a jornada escolar diária, priorizando as áreas de maior vulnerabilidade social.

Educação Superior - O planejamento do Executivo prevê a oferta da educação superior para 100% dos concluintes do Ensino Médio e, pelo menos, para 30% dos jovens de 18 a 24 anos, até o fim da vigência do plano; e a prioridade na formação de professores para as licenciaturas cuja carência for diagnosticada, eliminando em cinco anos, o déficit de professores habilitados.

Educação de Jovens e Adultos - A implantação um projeto de ensino com recursos didáticos e pedagógicos voltados para a educação de jovens e adultos; e a criação de uma avaliação sistêmica que atenda às especificidades da EJA estão entre as ações previstas no PL 2.215/08.

Educação Especial - As ações para essa modalidade incluem a implementação de programas específicos de educação profissional para os portadores de necessidades especiais. Em cinco anos, todas as escolas de educação especial deverão ter infra-estrutura física adaptada às necessidades das pessoas com deficiência.

Educação Tecnológica e Formação Profissional - Compatibilizar a política de formação profissional com políticas de geração de empregos é uma das ações estratégias dessa área, a partir de um sistema de informações sobre o mercado de trabalho e da cooperação entre o poder público e os setores produtivos.

Educação Indígena, de Escolas Rurais e Quilombolas - Em três anos, todas as escolas terão laboratório de informática com Internet. E em dez anos, o atendimento escolar de crianças e jovens indígenas e remanescentes de quilombos deverá ser universalizado.

Formação e Valorização dos Profissionais da Educação - Em quatro anos, o Executivo pretende rever e consolidar a legislação de pessoal dos servidores da educação das redes estadual e municipais. Outra ação estabelece um programa de formação continuada dos educadores e gestores da rede pública, com foco na utilização das novas tecnologias da informação e comunicação.

Financiamento e Gestão - As diretrizes englobam a gestão democrática e descentralizada, através do fortalecimento dos órgãos colegiados das escolas e municípios e o aperfeiçoamento do processo de participação dos pais e da comunidade na gestão das escolas públicas.

Diálogo entre as Redes de Ensino e sua Interação - Em três anos, o Executivo pretende institucionalizar regime de cooperação Estado/Municípios, estabelecendo regras e critérios capazes de nortear e aprimorar ações conjuntas. Essas ações incluem a distribuição das responsabilidades pelo atendimento da demanda da educação básica.

Aletria - "Feira de Histórias" será lançado em livro

Aletria transforma "Feira de Histórias" em livro que será lançado na Livraria Quixote - 07/02/09

Contadores de histórias, educadores e crianças de todas as idades irão se deliciar com as doze histórias selecionadas por Beatriz Myrrha e Rosana Mont’Alverne e publicadas no livro “Feira de Histórias” (Editora Aletria ), que será lançado no dia 7 de fevereiro (sábado), a partir das 10h, na Livraria Quixote (Rua Fernandes Tourinho, 274 – Savassi). A entrada é franca e aberta ao público.

Além das doze histórias mais queridas do público, o livro é também um registro histórico da tradicional Feira Tom Jobim, onde, desde junho de 2007, o projeto ‘Feira de Histórias’ é realizado todos os sábados. Idealizado e organizado pelo Instituto Cultural Aletria , com patrocínio da COPASA, o projeto tem parceria da Associação dos Expositores da Feira Tom Jobim e apoio da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte.

“O livro Feira de Histórias é um registro histórico de um tradicional espaço cultural de BH, além de boa literatura. Resgatar os encontros na Feira Tom Jobim, à sombra das árvores, com a família reunida para ouvir histórias e se divertir é tornar concreta a proposta do Instituto Aletria de preservar as narrativas orais, patrimônio do povo mineiro. Estamos muito felizes por compartilhar esta obra com o público que nos acompanha sempre tão atento e carinhoso”, comenta Rosana Mont’Alverne.

O conteúdo

O ‘Homem pobre e o Gênio da lâmpada’; ‘O Bicho Manjaléu’; ‘A Lenda da multiplicação das cabaças’; ‘O Mistério das sete estrelas’; ‘Pitulu; Um herói diferente’; ‘Assombração’; ‘Cachorro, gato e rato: só barraco no buraco!’; ‘A terra onde nunca se morre’; ‘O sapo e a cobra’; ‘Filosofia de um par de botas’ e ‘Um bom Natal’ são as histórias registradas no livro.

Junto das histórias, o livro traz fotos dos feirantes, do público, dos contadores de histórias e dos músicos que ali se apresentaram ao longo de 2008. Os feirantes ainda dão depoimentos e dicas culinárias. Há ainda um a coluna “Fala, Saci!”, com parlendas, adivinhas e cantigas populares.

AGENDA: Lançamento do livro “Feira de Histórias”, organização de Beatriz Myrrha e Rosana Mont’Alverne
Data: 7 de fevereiro de 2009 (sábado) // Horário: 10h às 14h
Local: Livraria Quixote - Rua Fernandes Tourinho, 274 – Savassi (Belo Horizonte – MG)
Entrada Franca

Informações para a imprensa:
Ampla Soluções em Comunicação:
Liège Camargos e Rachel Wardi
(31) 3221-9241/3225-1116/8899-0353
ampla@amplacomunicacao.com.br
http://www..amplacomunicacao.com.br/

Rachel Wardi Lopez
Ampla Soluções em Comunicação
Rua Juiz da Costa Val, 157 / sala 13 - Santa Efigênia
(31) 3221-9241 - (31) 3225-1116 - (31) 8854-2425
rachel@amplacomunicacao.com.br

Movimentos do Fórum agendam mobilizações

Movimentos do Fórum agendam mobilizações

por
Michelle Amaral da Silva última modificação 02/02/2009 15:16

Apesar da falta de um documento final, “Assembléia das Assembléias” apresenta resoluções de 22 temas
02/02/2009

Renato Godoy de Toledo,
enviado a Belém (PA)

Cinco dias de debates, 133 mil participantes de 142 países, e cerca de 2600 atividades autogestionárias. Para que todos esses números não permanecessem apenas no campo do debate, os movimentos sociais apresentaram, no último dia do Fórum Social Mundial, (01), em Belém (PA), as resoluções dos encontros setoriais.

Ao todo, 22 assembléias temáticas foram realizadas no FSM. As resoluções finais, de certa forma, responderam às críticas de muitos participantes das nove edições do Fórum, entre elas, a falta de concretização do que é discutido no encontro.

Entre os debates setoriais, destacam-se o dos movimentos sociais, indígenas, pan-amazônia, trabalho e crise. No que tange ao momento econômico mundial, o Fórum deu um recado claro: os trabalhadores não podem ser onerados pela provável recessão. “Que os ricos paguem pela crise”, foi uma consigna presente em faixas e camisetas de diversas organizações.

Já a assembléia dos movimentos sociais, apresentou um programa mínimo que deve ir às ruas de todo o mundo deste ano. Nacionalização dos bancos sem indenização, fim da dependência financeira por meio das dívidas, redução da jornada de trabalho sem redução salarial e soberania alimentar. Essas devem ser as principais bandeiras de uma jornada internacional de luta dos movimentos sociais, que, no âmbito do FSM, foi programada para ocorrer entre 28 de março e 4 de abril.

Indígenas

Com sua maior participação em todas as edições do Fórum, os indígenas foram a marca registrada do encontro no Pará. Além das inúmeras apresentações de suas culturas, o encontro setorial dos povos indígenas foi marcado por reivindicações radicais. Entre elas, a imediata abolição de programas que destroem as nações indígenas, como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), empreendido pelo governo brasileiro e a Iniciativa de Integração da Infra-Estrutura Regional Sul-Americana (irsa), planejado por governos do cone Sul.

Para além das demarcações das terras em que vivem hoje, o documento dos povos originários defende o restabelecimento das terras de seus ancestrais. Na apresentação da tese, durante o encerramento do Fórum, um representante quíchua proferiu para uma platéia de 500 pessoas: “A solução para o mundo é adotar a sabedoria de nossos ancestrais”.

Os indígenas também foram citados como exemplo de resistência nas resoluções finais de outros setores, como a assembléia das mulheres, que ressaltou a importância das mulheres indígenas e da floresta para a luta feminista.



Polêmica

A assembléia da Pan-Amazônia marcou posição contra os danos ambientais causados pelas mineradoras e, sobretudo, pela Vale. O documento também exigiu a demarcação das terras indígenas e o fim dos experimentos transgênicos. Outro ponto importante foi o combate às usinas hidrelétricas, “por desalojar os povos indígenas de sua região”. Esse ponto, aliás, foi motivo de uma polêmica e até de uma animosidade, ainda que efêmera. A Federação Nacional dos Urbanitários, filiada à CUT, defende a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte. Na Universidade Federal do Pará, a federação montou uma maquete de um projeto do Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte, que deve ser apresentado ao governo federal.

No dia 31 de janeiro, cerca de 50 pessoas de movimentos ambientalistas e do campo, cercaram o stand da FNU e gritavam palavras de ordem como: “Água e energia não são mercadoria”. Membros da FNU, preocupados com a integridade do projeto, cercaram a maquete.

Bônus sociorracial na UFMG

Bônus sociorracial na UFMG
vitória da inclusão e da democracia
Antônia Vitória Soares Aranha

Em maio de 2008, o Conselho Universitário tomou uma importante decisão, visando à ampliação da democratização do acesso à Universidade. Assim, para o vestibular de 2009, os inscritos que comprovassem uma trajetória de sete anos na escola pública (últimas séries dos ensinos fundamental e médio) teriam direito a um bônus de 10% sobre os pontos alcançados. E aqueles que, além de provenientes da escola pública, se declarassem negros teriam um bônus adicional de 5% sobre os pontos alcançados, perfazendo 15%.
Essa não foi uma decisão precipitada ou pouco discutida. Na verdade, há mais tempo a UFMG vem debatendo a utilização ou não de ações afirmativas direcionadas aos negros e às camadas mais empobrecidas da população. Há alguns marcos importantes nessa trajetória, como o Debate Sobre Inclusão Social em 2004, outro debate sobre a mesma temática dois anos depois e a existência, na FAE, do Programa Ações Afirmativas, que, desde 2002, vem desenvolvendo várias atividades no sentido de garantir a permanência dos alunos negros na UFMG.
O cenário nacional mostrava que a grande maioria das Instituções Federais de Ensino Superior (Ifes) já adotava alguma medida de ação afirmativa, quase sempre exemplificada por cotas para alunos negros e egressos da escola pública. Tal fato indicava que o debate sobre a democratização do acesso era mais que oportuno e evidenciava a responsabilidade das Ifes no sentido de contribuir para minimizar as grandes distorções sociais e raciais existentes no país. Entretanto, se a democratização do acesso para os mais pobres já era uma reivindicação mais cristalizada nas universidades, o ingrediente racial é algo mais recente.
Portanto, é nesse cenário complexo e polêmico que a UFMG, responsavelmente, optou por adotar o bônus sociorracial para ingresso nos cursos de graduação. E é com satisfação que se pode constatar que a medida surtiu um grande efeito
“O Brasil é o país das Américas que foi numericamente mais beneficiado pelo tráfico transatlântico. Segundo algumas estimativas, pelo menos 30% dos africanos deportados para a América tiveram o Brasil como destino. Costuma--se dizer retoricamente que o Brasil é o segundo maior país de negros no mundo, perdendo apenas parea a Nigéria. Oficialmente, pelo menos 45% da população brasileira atual é composta de negros e de seus descendentes mestiços, representando em termos absolutos cerca de 70 milhões de brasileiros”, escreveu o antropólogo Kabengele Munanga, professor da USP, em trabalho produzido em 2006. Apesar disso, o preconceito, a discriminação e o racismo persistem no país, dificultando a melhoria das condições de vida dessa parcela da população.
Portanto, é nesse cenário complexo e polêmico que a UFMG, responsavelmente, optou por adotar o bônus sociorracial para ingresso nos cursos de graduação. E é com satisfação que se pode constatar que a medida surtiu um grande efeito. Vejamos os dados:
* Um total de 34% dos alunos aprovados no Vestibular 2009 em todos os cursos foi beneficiado pelo sistema de bônus. Estudaram em escola pública e parte deles também se autodeclararam negros ou pardos. É verdade que, historicamente, a UFMG já absorvia um percentual significativo de estudantes desse segmento, mas provinham, frequentemente, do Coltec, Cefet e Colégio Militar. Excetuando-se o Colégio Militar, que também oferece o ensino fundamental, os outros dois possuem apenas o ensino médio. Tal fato nos permite afirmar que o percentual acima refere-se a alunos que desde a quinta série do ensino fundamental estudaram em escola pública, principalmente nas redes estadual e municipais.
* Se verificarmos os dados de alguns cursos, o quadro é ainda mais expressivo: em Medicina, um dos cursos mais elitizados da UFMG, seriam aprovados, sem o bônus, apenas 19 alunos (5,8%) com as características dos atuais “bonistas”. Com o bônus foram aprovados 92 candidatos, ou seja 28,75%. Se fizermos o mesmo cálculo para os cursos de Medicina Veterinária e Direito, os resultados também são animadores: no caso do primeiro, foram aprovados 47 “bonistas” (39,2%). Sem o bônus, apenas 21 alunos (17%) das escolas públicas teriam sido aprovados. Direito Noturno aprovou 82 “bonistas” (41%). Sem o programa, teriam sido apenas 28 (14%).
Diante desses dados, é inegável o impacto inclusivo propiciado pela política do bônus, aprovada em tão boa hora na UFMG. Atingido o propósito da democratização do acesso, alguns novos desafios se colocam, como a implementação de uma política de permanência para os alunos contemplados com o bônus e a intensificação do debate sobre a discriminação e o racismo, de forma que possamos remover preconceitos e estereótipos ainda existentes em nosso meio.
Essa é uma luta em tudo coerente com a história da UFMG, uma instituição que, no ensino, na pesquisa e na extensão, nunca acreditou que a excelência possa ser obtida em detrimento da relevância ou que a sensibilidade para com a relevância impeça a excelência.
*Professora associada e diretora da Faculdade de Educação da UFMG

Fórum Internacional de Jovens Empreendedores

Fórum Internacional de Jovens Empreendedores

O Fórum Internacional de Jovens Empreendedores é uma iniciativa da FIEMG, do Governo do Estado de Minas Gerais e do Fórum Mineiro de Jovens Lideranças, realizado com o apoio do BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento.

O FIJE tem como objetivo reunir, informar, capacitar, instruir e direcionar, por meio de palestras e debates, os jovens empreendedores e todo o público que permeia ou se interessa por empreendedorismo.
Informações gerais:
Data: 25, 26 e 27 de março de 2009
Local: Expominas
Público-alvo: jovens formadores de opinião, empresários, estudantes, órgãos públicos, sindicatos, associações de classe.
Inscrição: as inscrições para as mesas redondas e oficinas serão gratuitas e deverão ser realizadas através do site www.fije.com.br/inscricao.
Pagamento: somente para participação nas palestras magnas: inscrições via site, e pagamento através de boleto bancário.
Valores: 1 palestra magna: R$ 50,00. Pacote 3 palestras magnas: R$ 120,00. Estudantes e afiliados: desconto de 20% para o pacote
Estrutura
8 oficinas
Cada oficina será apresentada por um ou mais palestrantes. Terão como objetivo instruir na prática sobre as diversas áreas do empreendedorismo.
20 Mesas-redondas
Serão compostas por dois especialistas de cada tema e um mediador.
Serão promovidos debates sobre o tema em suas diversas visões, baseados na experiência de renomadas autoridades sobre o assunto, com o objetivo de construir novas perspectivas e horizontes sobre o tema empreendedorismo.
Apresentação de Cases
3 Palestras Magnas
3 Apresentações Culturais

Apresentações Culturais
Objetivo:
Apresentar novas formas de se fomentar a cultura através do empreendedorismo.
Durante toda a programação do evento teremos apresentações culturais:
Ambientes interativos;
Exibição de curtas metragens;
Atividades performáticas;
Intervenções culturais
Shows
Pista de skate
Oficina de grafite

Igreja da Pampulha
Belo Horizonte

A vocação de Belo Horizonte, primeira capital planejada do Brasil, para o turismo de negócios atrai cada vez mais visitantes, gerando novos negócios e investimentos. Reconhecida como centro de excelência médica, de biotecnologia e de informática, a cidade sedia importantes eventos nacionais e internacionais e, para isso, conta com uma infra-estrutura hoteleira de primeira linha.

Famosa por seus muitos bares e restaurantes – e também pela peculiar culinária mineira – a capital também tem muitos atrativos turísticos para mostrar: a lagoa e o Complexo Arquitetônico da Pampulha, a Praça e o Palácio da Liberdade – restaurados recentemente – a agitada e multicolorida Savassi, shoppings, a concorrida Feira de Artesanato da Avenida Afonso Pena, entre outros.

Fonte:
http://www.fije.com.br/

Projeto Estação Pátio Savassi - Paaletra "O Contemporâneo"

Palestra "O Contemporâneo" abre a temporada 2009 do Projeto Estação Pátio Savassi

No dia 7 de fevereiro, sábado, o Mestre em Artes Visuais , Marcelino Peixoto, ministra a palestra “O Contemporâneo”, dando início à nova programação do projeto Estação Pátio Savassi. Com o tema “Quero saber...”, o projeto preparou para 2009 uma programação mais interativa, com discussões no fórum do site da Estação do Saber (www.estacaodosaber.art.br), ou através de e-mails.

Em fevereiro, o tema é "Quero Saber sobre Arte Contemporânea", com encontros no anfiteatro (L2) do Pátio Savassi (Av. do Contorno, 6061 Savassi), a partir das 11h.

Na palestra “O Contemporâneo”, Marcelino irá discutir as principais questões que norteiam a contemporaneidade, como a produção artística, sua relação com a sociedade e a produção do conhecimento.

Marcelino Peixoto é Mestre em Artes Visuais , Bacharel em Pintura pela Escola de Belas Artes – UFMG e integra o Coletivo Xepa, onde desenvolve trabalhos em espaços e dimensões variadas, tendo como foco de pesquisa questões referentes a diluições, adensamentos e rompimento do espaço pictórico.

O ‘Estação Pátio Savassi’ é um projeto do Shopping Pátio Savassi com curadoria da Estação do Saber. A proposta é levar intelectuais, escritores e profissionais renomados para palestras gratuitas e bate-papos com o público no anfiteatro do shopping. O projeto quer ter, em 2009, uma maior participação do público, com sugestões de temas, levantamento de questões interessantes para debate e opiniões sobre as palestras. A idéia é criar uma rede interativa sobre temas diversos que envolvam a cultura brasileira. Mais informações no site
http://www.estacaodosaber.art.br/.

Agenda: “Estação Pátio Savassi – Palestra: O Contemporâneo”
Data: 7 de fevereiro de 2009, sábado // Horário: 11h
Local: Pátio Savassi – Av. do Contorno, 6061 Savassi – Belo Horizonte – MG
SAC Pátio Savassi: (31) 3263-8500
Entrada Franca

Informações para a imprensa:
Estação do Saber: Ampla Soluções em Comunicação
Liège Camargos / Rachel Wardi
(31) 3225-1116/3221-9241/8899-0353
ampla@amplacomunicacao.com.br
http://www.amplacomunicacao.com.br/

Pátio Savassi: Hipertexto Comunicação Empresarial
Cilene Impelizieri – (31) 3227-4566/3223-5137
hipertexto@hipertextoweb.com.br
http://www.hipertextoweb.com.br/

Rachel Wardi Lopez
Ampla Soluções em Comunicação
Rua Juiz da Costa Val, 157 / sala 13 - Santa Efigênia
(31) 3221-9241 - (31) 3225-1116 - (31) 8854-2425
rachel@amplacomunicacao.com.br

Sô Feira de Histórias - Elói e Roberto Di Paula - Assim Cheguei da Paraíba

"Feira de Histórias"
Sô Elói e Roberto Di Paula comandam o espetáculo
"Assim Cheguei da Paraíba"
07/02/09

No dia 7 de fevereiro, o projeto Feira de Histórias (Feira Tom Jobim - Avenida Bernardo Monteiro, próximo ao Colégio Arnaldo) recebe convidados muito especiais para um espetáculo bem diferente. O Instituto Cultural Aletria convidou o narrador e poeta paraibano Sô Elói e o violeiro Roberto Di Paula para conduzirem o espetáculo “Assim cheguei da Paraíba”. A apresentação tem início às 11h.

Após a abertura musical e o Momento COPASA, Sô Elói inicia o espetáculo com pequenos causos engraçados e canta variadas músicas, acompanhado pela viola caipira tocada por Roberto Di Paula, incluindo temas relacionados ao nordeste. A apresentação intercala causos e músicas do repertório da história contada, de Sô Eloi e de outros compositores.


Elói Januário, o Sô Elói, nasceu na cidade de Guarabira (PB), onde aprendeu a conviver com a pobreza e lutar contra a fome e a seca que castiga o sertão nordestino. Atualmente, reside em Belo Horizonte. Seu CD, que tem a participação e produção do violeiro Roberto Di Paula, mostra um pouco da musicalidade, do humor e da poesia nordestina.

O projeto Feira de Histórias tem entrada franca e é destinado ao público de todas as idades. O projeto conta com apoio cultural da COPASA e faz parte da revitalização da Feira Tom Jobim.

AGENDA: “Feira de Histórias - “Assim cheguei da Paraíba”
Data: 7 de fevereiro de 2008 (sábado)
Horários: 11h às 13h (Feira de Histórias)
Local: Av. Bernardo Monteiro, s/n, entre a Av. Brasil e a Rua dos Otoni - Funcionários
Informações: (31) 3296-7903 e http://www.aletria.com.br/ (Instituto Cultural Aletria - Belo Horizonte - MG) - Entrada Franca

Informações para a imprensa:
Ampla Soluções em Comunicação:
Liège Camargos e Rachel Wardi
(31) 3221-9241/3225-1116/8899-0353
ampla@amplacomunicacao.com.br
http://www.amplacomunicacao.com.br/

Rachel Wardi Lopez
Ampla Soluções em Comunicação
Rua Juiz da Costa Val, 157 / sala 13 - Santa Efigênia
(31) 3221-9241 - (31) 3225-1116 - (31) 8854-2425
rachel@amplacomunicacao.com.br

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Fundação Caio Martins tem nova sede

Fundação Caio Martins tem nova sede


(foto: Clovis Benevides - presidente da Fucam,
Antônio Augusto Anastasia - Governador em exercício
e dona Márcia Almeida esposa do Cel . Manoel José de Almeida - Fundador)

Anastasia participa da inauguração e libera recursos para entidade

O governador em exercício, Antonio Anastásia, participou sexta-feira (30) das comemorações de 60 anos da Fundação Caio Martins (Fucam), marcadas pela inauguração da nova sede administrativa da instituição em Belo Horizonte. Anastasia também liberou recursos extraordinários para a fundação, garantindo mais R$ 2,5 milhões em 2009, além dos R$ 3,8 milhões já previstos no orçamento. Os recursos serão aplicados na reorganização da Fucam.

A Fundação atende crianças e adolescentes com ensino regular e oficinas e cursos de qualificação profissional, desenvolvimento de habilidades básicas, relações humanas e éticas, cidadania, meio ambiente, educação sexual, empreendedorismo e inclusão digital. Mantém unidades em Juvenília, Riachinho, Januária, São Francisco, Buritizeiro, no Norte de Minas, e em Esmeraldas, na Região Metropolitana.

"A nova sede é importante, porque dá melhores condições de trabalho aos servidores. Mas o mais importante não é essa sede administrativa. É o início da recuperação das unidades da Fundação Caio Martins pelo Estado, que há muitos anos estavam necessitadas de recuperação. Agora, com a nova diretoria e o aumento do orçamento por ordem do governador Aécio Neves, vamos recuperar todas essas unidades, e dar melhores condições de ensino e aprendizagem a esses 1.500 jovens por todo o estado de Minas Gerais", afirmou Anastasia.

Como parte do processo de reestruturação das unidades da Fucam, o governador em exercício assinou o termo de entrega de kits de eletrodomésticos para as todos os centros educacionais da Fundação, com geladeira, fogão, liquidificador, entre outros. O coordenador da unidade de Buritizeiros, Paulo Roberto dos Santos, assinou o termo, representando todos os coordenadores.

Homenagem

Durante a cerimônia, Anastasia foi agraciado com uma Medalha comemorativa, assim como a auditora geral do Estado, Maria Celeste Morais Guimarães, a viúva do fundador da Fucam, coronel Manoel de Almeida, Márcia Almeida, entre outros.

O governador em exercício foi presenteado ainda pelo presidente da Fundação, Clóvis Benevides, com uma imagem de São Francisco. O novo conselho administrativo da Fundação também foi empossado durante a solenidade.

Fonte: http://www.iof.mg.gov.br/

MSU - Procura Educadores/as Quimica, Física, Maatemática e Línguas

Pré-Vestibular MSU - Procura Educadores/as Quimica, Física, Maatemática e Línguas

MSU Pré Vestibular Popular
Procura Educadores/as de Extas e Línguas

MSU, Movimento dos/das Sem Universidade, está procurando educadores/ras voluntários para trabalho nos Núcleos de Pré-Vestibulares Populares de Belo Horizonte e Contagem. Procura-se educadores/ras de química, física, matemática, inglês/espanhol, português e literatura. Oferecemos declaração de horas de trabalho e passagens de ônibus, e também há possibilidade de ajuda de custo para a hora/ aula de 7 a 10 reais.

Os/as interessados/das devem mandar o currículo para o e-mail para msuminas@gmail.com ou ligar para (31) 9745-2996 / 8827-2961 / 8896-6638. O prazo de inscrição para o processo seletivo é até 12/02.

MSU - Movimento dos Sem Universidade
www.msu-minas.blogspot.com

Movimento dos Sem Universidade - MG
Blog: www.msu-minas.blogspot.com
E-mail: msuminas@gmail.com
Endereço: Av. Andradas 1o Andar Sala 287,Centro, Belo Horizonte-MG
Horário: 19h às 22h
Telefones: 9745-2996 / 8827-2961 / 8896-6638

Venha gravar programa de Filosofia na TV

Venha Gravar Programa de Filosofia!

A Universidade São Marcos está lançando na TV Aberta de São Paulo a "TV Filosofia". São programas apresentados por Francielle Maria Chies (Fran), com entrevistas ao filósofo Paulo Ghiraldelli Jr. sobre cada grande filósofo da história da filosofia.
Os programas são gravados no estúdio da Universidade São Marcos na unidade do ABC. Anote a rua: Rua Antonio Gomes Ferreira, 89 - Ipiranga - São Paulo - SP - CEP 04257-100. São Paulo, capital. Os programas são gravados às quintas, a partir das 10 da manhã.
Caso você não possa estar em São Paulo para participar da gravação e fazer perguntas, então pode mandar e-mail. Tanto para o convite, para poder participar ao vivo, quanto para perguntas, utilize o e-mail do CEFA, da Fran:
fghi29@gmail.com
E haverá sorteio de livros de filosofia, CD e DVDs para os perguntadores!
Centro de Estudos em Filosofia Americana

Curso de pós-graduação em Jornalismo Literário

Curso de pós-graduação em Jornalismo Literário abre matrículas para as turmas 2009

O único curso de pós-graduação lato sensu em Jornalismo Literário do país está com matrículas abertas para três novas turmas em São Paulo.
O curso, com duração de 14 meses, terá início na primeira semana de março de 2009 e serão ministradas na sede da ABJL – Academia Brasileira de Jornalismo Literário, à Rua General Jardim, 618, conj.51, região central da capital paulista, próximo ao Sesc Consolação e estações de metrô Santa Cecília ou República.

As aulas começam na primeira semana de março de 2009. As matrículas podem ser feitas online no próprio site da ABJL (www.abjl.org.br) ou na sede da ABJL. Informações podem ser obtidas pelo e-mail: abjl@abjl.org.br ou pelo telefone (11) 3129-8320.

As turmas terão aulas quinzenais com três opções de horários pela manhã, à noite e, também, nos finais de semana, para permitir a participação de jornalistas que atuam em diferentes atividades em redações e dos que residem em outras cidades. Para a turma A as aulas são ministradas às segundas, terças e quartas-feiras, das 8h às 12h20; para a turma B, às segundas, terças e quartas-feiras, das 19h às 23h; e, para a turma C às sextas-feiras (das 19h às 23h) e sábados (das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30).

O período de aulas encerra-se em janeiro de 2010, embora o curso prossiga até abril com orientações individuais para as produções do trabalho final previsto no programa. Os melhores textos produzidos pelos alunos durante o curso são publicados na revista on-line da ABJL (www.textovivo.com.br), dedicada à narrativa de não-ficção. Além disso, as melhores produções podem ser incluídas em livro. O primeiro volume da série, a coletânea "Jornalistas Literários: Narrativas da Vida Real por Novos Autores Brasileiros", foi publicado pela Summus Editorial em 2007.

Reconhecimento internacional

Referendado internacionalmente, o curso de Jornalismo Literário da ABJL é realizado há quatro anos consecutivos e já formou mais de 200 profissionais em turmas em Campinas, São Paulo-Capital, Brasília, Curitiba, Goiânia e Porto Alegre.

"Tenho ensinado narrativa de não-ficção para repórteres em Harvard e também frequentemente em congressos na França, Dinamarca, Japão e África do Sul, parece-me claro, agora que tenho trabalhado com os professores da ABJL, em São Paulo, que o programa que conduzem é um dos mais sofisticados, efetivos e ambiciosos do mundo. Além disso, está em sintonia com as necessidades crescentes dos vibrantes cidadãos do Brasil e da imprensa brasileira", diz o jornalista e professor Mark Kramer, diretor-fundador do Programa de Jornalismo Narrativo (como o JL também é conhecido nos Estados Unidos) da Fundação Nieman, da Universidade de Harvard.

Sobre o curso

O curso de pós-graduação oferecido pela ABJL é realizado em parceria com a Faculdade Vicentina (Favi), de Curitiba, Paraná. Esse pioneiro programa foi criado pela ABJL especialmente para atender profissionais de diversas áreas: Jornalismo, Comunicação Social, Letras, História, Ciências Sociais, Educação e Psicologia, entre outros.

Sob a coordenação dos jornalistas-professores Celso Falaschi, Edvaldo Pereira Lima e Sergio Vilas Boas, o curso sustenta a sua proposta pedagógica em cinco pilares: no Jornalismo Literário focalizado sob perspectiva multidisciplinar, tendendo à transdisciplinaridade; em um programa que absorve propostas e princípios de novos paradigmas no campo do conhecimento contemporâneo; no compromisso com a transformação social e com a expansão de consciência dos indivíduos; na integração e na linha do tempo entre a tradição do passado, a realidade do presente e a visão do futuro; e em um modelo inovador de avaliação dos estudantes, na medida do que é possível dentro do contexto normativo do MEC – Ministério da Educação e Cultura.

Programa de aulas

As aulas são presenciais e transcorrem de março a dezembro. As principais disciplinas (ou módulos) do curso são: Jornalismo Literário: História e Conceitos; Fundamentos da Narrativa de Não-Ficção; Grande Reportagem; Perfil; Criatividade: Conceitos e Práticas; Literatura: Paralelos; Biografia; Ensaio Pessoal e Memórias; Narrativa de Viagem; Livro-Reportagem; Pauta & Produção em Jornalismo Literário.

O ponto de partida é o campo de conhecimento desenvolvido nos últimos 100 anos pelo Jornalismo Literário norte-americano, europeu, hispano-americano e brasileiro. A partir dessa base, a ABJL desenha contribuições que podem ajudar o JL a evoluir em resposta aos desafios dramáticos impostos pela ascensão da civilização global da atualidade.

O foco mais imediato é o desenvolvimento de metodologias e técnicas que possam contribuir para a melhoria da qualidade da reportagem na imprensa brasileira e para a formação de autores de narrativas de não-ficção.

A Academia Brasileira de Jornalismo Literário é uma organização não-governamental que ensina, pesquisa, divulga, promove, pratica e avança o Jornalismo Literário para novos níveis, com abordagem multicultural e multinacional.

Serviço

ABJL – Academia Brasileira de Jornalismo Literário
Fone: (11) 3129-8320
e-mail: abjl@abjl.org.br
Rua General Jardim, 618, conjunto 51 - Santa Cecília, São Paulo - SP
CEP01223-010

www.abjl.org.br

domingo, 1 de fevereiro de 2009

FSM amazônico tem saldo positivo

Observatório Aula Virtual e Democracia - notícias do Fórum Social Mundial

FSM amazônico tem saldo positivo

Por Gustavo Barreto, de Belém

Os movimentos sociais presentes no Fórum Social Mundial 2009 estão se dirigindo neste momento para a Assembléia das Assembléias, que começa por volta das 15h no palco central da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). A mobilização é muito grande e a idéia é reunir todos os encaminhamentos das assembléias que ocorreram neste domingo (1) pela manhã. Estas, por sua vez, procuraram resumir os encaminhamentos que foram feitos durante os quatro dias de debates, de 28 a 31 de janeiro.

Apesar dos inúmeros problemas de infra-estrutura, que nos impediram por exemplo de cobrir em tempo real o FSM 2009 (os textos serão divulgados pouco a pouco na próxima semana), o resultado foi muito positivo, pois o clima de integração entre os continentes foi muito intenso.

Grande parte dos debates giraram em torno da questão da destruição ambiental promovida pelo modelo capitalista, que passa por uma crise estrutural. A saída dos capitalistas - com destaque para as grandes corporações - está clara: "reformar" o capitalismo. A saída de todos os participantes também está dada: estamos em meio a uma crise civilizatória e não há como "reformar" um sistema falido, que gera tanta riqueza em pequenas "ilhas" de progresso, ao mesmo tempo em que deixa milhões de seres humanos à margem de direitos básicos como educação e saúde.

Esta perspectiva, algo que poderíamos denominar quase que um "Consenso de Belém", é importante para que as entidades e cidadãos aqui comprometidos com um novo paradigma de sociedade - que coloca as pessoas acima dos lucros - possam se fortalecer e cada vez mais derrubar os poderes hegemônicos atuais e a própria noção de "hegemonia".

Lidou-se muito com a idéia de "anti-hegemonia", com o poder descentralizado das redes, apesar da resistência de muitos dos próprios presentes no evento, alguns poucos que parecem querer substituir um grupo de dominantes por outro, supostamente iluminado, mantendo sim a lógica de opressão de muitos por alguns. A multiplicidade de atores sociais não permite que esta lógica vigore num outro mundo possível e necessário.

Como está quase na hora da assembléia, voltamos depois para escrever mais sobre este evento que, apesar dos problemas inerentes de uma sociedade civil recém-nascida, foi o maior sucesso.

(Em breve todas as fotos que registramos por aqui)

temas:


Quebradeiras de coco babaçu buscam direitos e lutam pela biodiversidade

Por Gustavo Barreto, de Belém

O Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu estiveram nesta edição amazônica do Fórum Social Mundial. A proposta é reunir uma rede de trabalhadoras rurais extrativistas do Tocantins, Pará, Piauí e Maranhão, estados localizados no norte e nordeste do Brasil. A entidade possui mais de 15 anos e é composta por mulheres que vêm transformando seu dia-a-dia em um movimento por direitos.

As principais bandeiras são a luta pelos babaçuais, pela terra, pela valorização do extrativismo e pela dignidade de ser mulher. "As quebradeiras de coco babaçu ganham força política ao se descobrirem como sujeito coletivo a partir da própria atividade produtiva que desenvolvem, sempre realizada em rodas de conversa, em grupos de amizade e em parcerias por laços de família, padrio e vizinhança", afirmam as lideranças em documento de divulgação.

No Brasil, mais de 18 milhões de hectares são cobertos por florestas secundárias de palmeiras de babaçu. Apesar disso, nas regiões onde o extrativismo se desenvolve como atividade econômico, é cada vez mais a intensa a ação devastadora dos grandes empreendimentos privados.

Além de ameaçarem a sobrevivência de 300 mil extrativistas de babaçu, estes empreendimentos vêm causando a destruição de matas, da biodiversidade e dos povos tradicionais da floresta amazônica. "Para o nosso movimento, preservar os babaçuais significa preservar a vida", afirmam as quebradeiras

temas:


Preservação da floresta e a propriedade de terra dão início às atividades do Fórum

Por Mariana Borgerth, de Belém

Um dia inteiro dedicado a discutir a Pan-Amazônia marcou o primeiro dia de atividades do Fórum (quarta 28). Líderes de movimentos sociais estão em Belém para falar sobre a necessidade de um novo modelo de desenvolvimento que não destrua os recursos naturais da floresta.

"É importante que o Fórum seja em Belém não apenas pela cidade, mas devido à importância da região. É preciso chamar atenção para a necessidade de observar e construir novos sistemas de desenvolvimento que privilegiem o coletivo, que se utiliza dos recursos sem devastar. Essa é uma causa urgente", afirma Matheus Otterllo, representante do Fórum da Amazônia Oriental.

Para ele a questão das hidroelétricas é fundamental e defende que o Brasil precisa valorizar alternativas ao sistema hidroelétrico, que prejudica não só a fauna e a flora local, mas afasta a população ribeirinha e anula a sua história e a sua cultura.
O termo Pan-Amazônia faz referência à área total de floresta e se encontra não só no Brasil mas em outros oito países da América Latina: Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Guiana, Guiana Francesa e Suriname.

Para representar a população indígena latina desses locais está presente também o representante da Coordenação Indígena dos Andes, Miguel Palacín, que defendeu que para haver preservação é preciso que os países da América Latina continuem se aproximando, mas que isso aconteça não só economicamente, e sim socialmente. Para ele é necessário que se estabeleçam novas políticas de caráter horizontal, que combatam a militarização dos estados e as ações de petroleiras em território de Floresta.

Quilombolas presentes
Além dos indígenas, também estão presentes em Belém movimentos quilombolas de diversas partes do Brasil. Eles defendem o seu direito ao território e afirmam que são capazes de defender o território de floresta, porque assim como os indígenas utilizam os recursos naturais da terra apenas para subsistência e defendem as áreas florestadas.

Daniel Souza é representante do movimento quilombola no estado do Pará, que possui cerca de 320 comunidades, porém apenas 94 foram reconhecidas pelo governo até o ano de 2006. Souza se queixa, inclusive, que desde então o processo está estagnado.

Os debates sobre a Pan-Amazônia começam hoje (28) e vão acontecer durante todo o evento. Quinta-feira (29) e sexta-feira (30) o debate será na Universidade Federal Rural da Amazônia.

Mais de 1000 indígenas reunidos em Belém
"Viemos dizer para o mundo sobre a necessidade de preservar a floresta". Segundo Paulo Mendes, da região do Alto Solimões, essa é a principal razão que levou a comitiva dos mais de mil índios brasileiros a se reunirem no Fórum Social de Belém (PA).

O que desejam os índios é que eles passem a ser vistos e respeitados como aliados na preservação da florestas. Os indígenas começaram a chegar antes mesmo do início do Fórum e estão alojados na escola pública Mario Barbosa.

Neste local, as diferentes tribos estão passando por um verdadeiro intercâmbio cultural. Mas o mais interessante é que isso vem acontecendo entre as tribos. Ticunas, Witota, Cambeba, Yanomamis, Wai Wai e muitas outras etnias estão compartilhando o mesmo espaço, trocando conhecimento e reafirmando que quando se fala em cultura indígena não se está falando sobre uma grande massa homogênea.

Um dos grandes marcos dessa comemoração são as festas que acontecem à noite dentro da escola, organizadas pelos próprios indígenas. Cada grupo trata de apresentar as manifestações culturais de sua tribo e compartilhar com os seus "parentes" – outro indígena ainda que de etnia diferente.

As festas estão acontecendo dentro da escola, destinadas aos grupos indígenas. Nesta quarta feira (28), acontece um evento especial para o público: a "Festa das Alianças". A comemoração está marcada para as 20 horas, na tenda Pan Amazônia, na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA).

temas:


http://cafe-da-manha.blogspot.com/

Conteúdos relacionados

CIÊNCIAS HUMANAS; EDUCAÇÃO; TÓPICOS ESPECÍFICOS DE EDUCAÇÃO; AULA VIRTUAL E DEMOCRACIA

Boletim Carta Maior - 30 de Janeiro de 2009
Autoria: Agência Carta Maior -
Por: Raquel Moraes - Atualizado em: 01/02/09 19:35

Fórum Social Mundial 2009
Autoria: Fórum Social Mundial (Org) - 27/01/09 a 01/02/09 -
Por: Raquel Moraes - Atualizado em: 01/02/09 11:50

Indígenas dão início à campanha de proteção à floresta, mas autoridades não comparecem
Autoria: Por Mariana Borgerth, para o Consciência.Net, de Belém, 30/01/09
Por: Raquel Moraes - Atualizado em: 31/01/09 18:17

Lançado estudo sobre devastação no Mato Grosso durante Fórum Social Mundial
Autoria: Por Mariana Borgerth, de Belém (PA), para a Revista Consciência.Net , 30/01/09
Por: Raquel Moraes - Atualizado em: 31/01/09 18:15

FÓRUM SOCIAL
Autoria: Edemilson Santana Jr. special para a Secretaria de Comunicação da UnB - 30/ 01/ 2009
Por: Raquel Moraes - Atualizado em: 31/01/09 00:15

GESITI - LIVRO: Por que GESITI?
Autoria: BALLONI, Antônio José (Org.) - CTI
Por: Raquel Moraes - Atualizado em: 29/01/09 06:46

Economistas devem repensar capitalismo, diz professor
Autoria: Kennia Rodrigues - Da Secretaria de Comunicação da UnB - 28/ 01/ 2009
Por: Raquel Moraes - Atualizado em: 28/01/09 20:06

Fórum Social Mundial foca 1º dia na Amazônia; quilombolas aparecem para a discussão
Autoria: Rodrigo Bertolotto - Enviado especial do UOL Notícias
Por: Raquel Moraes - Atualizado em: 28/01/09 14:58

Fórum Social Mundial começa em Belém
Autoria: Regina Bandeira - Da Secretaria de Comunicação da UnB, 27/ 01/ 2009
Por: Raquel Moraes - Atualizado em: 28/01/09 12:56

Resgatando o Movimento Estudantil
Autoria: Manoel Medeiros Neto - para Jornal do Commercio,, 25/01/09
Por: Raquel Moraes - Atualizado em: 25/01/09 19:37

Mundo Acadêmico - Conteúdos

Núcleo de Capacitación en Políticas Públicas

Núcleo de Capacitación en Políticas Públicas

BOLETÍN INFORMATIVO Nº2 - ENERO 2009

Abierta la inscripción a cursos a distancia

Abierta la inscripción para nuevos Cursos a Distancia de FAOLa Oficina Regional de la FAO para América Latina y el Caribe ha abierto la recepción de postulaciones para sus Cursos de Formación a Distancia del primer semestre de 2009. Además, se ha abierto la inscripción para un curso de autoaprendizaje gratuito, destinado a la prevención de la influenza aviar altamente patógena en la región.

Los cursos, impartidos por el Núcleo de Capacitación en Políticas Públicas de la FAO, están dirigidos a técnicos y profesionales vinculados con la problemática del desarrollo rural, la lucha contra el hambre y la prevención de epidemias que afecten la producción de alimentos en la región.

Los tres cursos de formación a distancia del programa regular comenzarán el 20 de abril de 2009, y tendrán una duración de entre 7 y 13 semanas. Estos cursos han sido concebidos a partir de la lectura de materiales, el intercambio de experiencias y la realización de actividades colaborativas, de manera de que los profesionales en actividad puedan seguir el desarrollo del curso y al mismo tiempo enriquecer su desempeño laboral.

Abierta la inscripción para nuevos Cursos a Distancia de FAOPor otra parte, se encuentra disponible un curso gratuito de autoaprendizaje, abierto a todas las personas interesadas en conocer las medidas de control y prevención de la influenza aviar. Para participar de este Curso interactivo de simulacros en influenza aviar, sólo es necesario inscribirse en la Plataforma Virtual del Núcleo, y seguir las instrucciones que aparecen en pantalla.

El Núcleo de Capacitación en Políticas Públicas fue creado a partir de la experiencia acumulada por el Proyecto FODEPAL, que durante 8 años sostuvo un programa de formación en políticas públicas con más de 7.500 egresados, 112 actividades de capacitación y 1.800 instituciones participantes provenientes de un conjunto de 22 países.

El Núcleo cuenta con el apoyo de la Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AECID), a través del Fondo Fiduciario ESPAÑA–FAO para América Latina y el Caribe, y busca una articulación permanente con los gobiernos e instituciones locales, los programas de campo de la FAO y otras agencias de cooperación, prestando apoyo en los procesos de capacitación mediante alianzas de trabajo.

Los cursos a distancia disponibles actualmente para postulación son:
Cursos a Distancia

Curso sobre manipulación higiénica de los alimentos
Curso a distancia de 7 semanas dirigido a docentes, manipuladores de alimentos, personal de comedores y servicios de hoteles y turismo, profesionales y técnicos especializados de industrias de alimentos, proveedores de alimentos, servicios de comedores escolares y públicos, asociaciones de consumidores y otras instituciones . El curso brinda herramientas sobre prácticas higiénicas y manipulación de alimentos que aseguren la inocuidad alimentaria, además de una revisión de las normas básicas de higiene y de los principales problemas que puede presentar un alimento en cuanto a su inocuidad.
Curso para comunicadores sociales sobre las políticas contra el hambre en América Latina y el Caribe
Curso a distancia de 7 semanas, destinado a periodistas, comunicadores y formadores de opinión, en el que se revisarán los conceptos fundamentales, herramientas e indicadores de situación relacionados a la lucha contra el hambre y la pobreza en América Latina y el Caribe, en busca de una mejor información y una mayor sensibilización social en la materia.

Este curso cuenta con el apoyo de la Iniciativa América Latina y Caribe sin Hambre.
Curso sobre asistencia en la vigilancia epidemiológica de influenza aviar (AVE) a través de un Sistema de Información Geográfico
Se trata de un curso a distancia de 7 semanas de duración, destinado a profesionales veterinarios y técnicos relacionados a la temática de la sanidad animal. Está destinado a brindar conocimiento y desarrollar habilidades para utilizar un Sistema de Información Geográfica, que permita realizar la vigilancia epidemiológica de la influenza aviar de alta patogenicidad (IAAP), así como a la revisión de conceptos asociados al modelo de vigilancia epidemiológica de la IAAP basada en riesgo, desarrollado por FAO y el INTA de Argentina.

Curso de autoaprendizaje disponible en la plataforma:
Cursos de Autoaprendizaje Curso interactivo de simulacros en influenza aviar
Curso de autoaprendizaje, destinado a fortalecer los sistemas de prevención y vigilancia de los servicios veterinarios nacionales y del sector privado de los países de la Región, ante una eventual emergencia sanitaria relacionada con la influenza aviar de alta patogenicidad (IAAP). Este curso cumple la función de apoyar la preparación, actualización y desafío de los planes de prevención y contingencia nacionales.

Los interesados en postular a los cursos pueden acceder al formulario de inscripción, que se encuentra on line en http://nucleo.rlc.fao.org/postulaciones/
Asimismo, las instituciones interesadas en suscribir convenios de capacitación y obtener descuentos para sus profesionales, pueden escribir a rlc-nucleo@fao.org solicitando mayor información.
Más información:
Núcleo de Capacitación en Políticas Públicas: http://www.rlc.fao.org/nucleo

Contacto:
rlc-nucleo@fao.org - (562) 923 2231/2158
© 2009. FAO - Núcleo de Capacitación en Políticas Públicas
Av. Dag Hammarskjold 3241, Vitacura
Santiago de Chile
Teléfono: 923 21 58 - Fax: 923 22 42