quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Cuidados com a beleza atraem cada vez mais a atenção do público masculino

Cuidados com a beleza atraem cada vez mais a atenção do público masculino

O culto ao corpo não é só assunto para mulheres. Os homens vêm quebrando esse ‘preconceito’ e se preocupando cada vez mais com o físico e a aparência. Prova disso é o crescimento dos tratamentos especializados para o público masculino, com a intenção de suprir essa nova demanda que vem surgindo nos mercados da saúde, estética e beleza.


Segundo a fisioterapeuta Tatiana Campos Rocha , os homens estão cada vez mais vaidosos e querem investir na aparência não só pela estética, mas pela saúde e qualidade de vida. “Eles agora encontram uma infinidade de tratamentos e produtos disponíveis no mercado, que contribuem para manter a aparência jovem e saudável por mais tempo, minimizando os impactos da idade”, destaca.

Em sua clínica, o Espaço Equilíbrio, a fisioterapeuta já oferecer alguns tratamentos que vêm conquistando muitos adeptos. Entre eles, a Drenagem Linfática Manual Corporal e Facial, a Quick Massagem (relaxante), a limpeza de pele com hidratação e revitalização e os tratamentos de pele em geral têm sido constantemente procurados pelo público masculino.

“O envelhecimento da pele é influenciado por fatores genéticos e estilo de vida, como exposição ao sol, alimentação e cuidados”, alerta Tatiana. Por esta razão, alguns cuidados são fundamentais para manter a aparência sempre jovem: usar cosméticos indicados para cada tipo de pele (tanto homens como mulheres); usar protetor solar diariamente em todas as estações do ano; tomar bastante água; evitar o sedentarismo e a obesidade; praticar atividades físicas; dormir bem e tomar cuidado com os hábitos e escolhas.

Está mais do que provado que ter uma boa aparência tornou-se essencial para garantir sucesso profissional e pessoal. E o que ocorre no mercado de beleza masculino pode ser explicado como uma verdadeira quebra de paradigma: para o homem, o tabu de assumir-se como vaidoso, reforçado por séculos de preconceito, começa a ser desconstruído. "Nos últimos anos, os homens recriaram seu estilo e hoje manifestam de forma mais direta o desejo de cuidar da saúde e da aparência”, conclui Tatiana.

Sobre a fisioterapeuta

Tatiana Campos Rocha é fisioterapeuta com pós-graduação em Fisioterapia Cardiorrespiratória. Atua em domicílio e em clínica própria, o Espaço Equilíbrio, com atendimentos que incluem: Drenagem Linfática Manual, Reabilitação Vascular e Vascular Periférica, Pré e Pós-operatório (geral e plástica), Reabilitação na ATM, Alongamento Terapêutico (técnicas de solo), Reabilitação Cardiorrespiratória e Reabilitação Geriátrica e Fisioterapia Dermato-Funcional.

Espaço Equilíbrio

Endereço: Rua Tomáz Gonzaga, 802, sala 1106 – Lourdes – Belo Horizonte - MG

Informações: (31) 3275-1230 //
espaco.equilibrio@hotmail.com

Informações para a imprensa:

Ampla Soluções em Comunicação: Liège Camargos e Rachel Wardi

(31) 3221-9241 / 3225-1116 / 8899-0353

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Rachel Wardi Lopez
Ampla Soluções em Comunicação
Rua Juiz da Costa Val, 157 / sala 13 - Santa Efigênia
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Representantes de comunidades negras e povos tradicionais participam de oficina

Representantes de comunidades negras e povos tradicionais participam de oficina

A oficina de preparação de conselheiros representantes de comunidades negras e povos tradicionais teve início nesta terça-feira (13), na Fundação Cultural Palmares (FCP), em Brasília, e segue até quinta-feira (15). Um dos presentes na abertura, pela manhã, foi o presidente da Fundação Cultural Palmares, Zulu Araújo.

A oficina é uma espécie de curso intensivo, com duração de 24 horas, distribuídas entre três dias, com o objetivo de melhor preparar os conselheiros para exercerem seu papel, representado da melhor forma possível suas comunidades e instituições.

Neste primeiro dia, a coordenadora da Secretaria Executiva do Consea, Carmem Priscila Bocchi, falou sobre os principais documentos produzidos pelo Conselho, abordou a Lei 11.346/06 (Lei de Segurança Alimentar e Nutricional - Losan) e explicou como funciona o orçamento público.

Ana Lúcia Pereira, coordenadora da oficina, ressaltou os pontos importantes do encontro. "Eu vejo esse evento como muito positivo, pois é mais uma possibilidade para refletirmos sobre o nosso papel no Consea, sobre a importância dessa participação, além de ser um espaço de integração dos componentes da comissão", disse ela, que representa os Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs).

Entre as atividades desenvolvidas estão a leitura dos principais documentos produzidos pelo Consea, o debate de idéias, esclarecimento de dúvidas, dinâmica de grupo e outras.

Participam do treinamento representantes da Coordenação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), da Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores (CNPA), da Associação em Àreas de Assentamento no Estado do Maranhão (Assema), da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde e dos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs).

Assessoria de Comunicação
(61) 3411.3349 / 2747

www.presidencia.gov.br/consea
ascom@consea.planalto.gov.br

Representantes de comunidades negras e povos tradicionais participam de oficina

Representantes de comunidades negras e povos tradicionais participam de oficina

A oficina de preparação de conselheiros representantes de comunidades negras e povos tradicionais teve início nesta terça-feira (13), na Fundação Cultural Palmares (FCP), em Brasília, e segue até quinta-feira (15). Um dos presentes na abertura, pela manhã, foi o presidente da Fundação Cultural Palmares, Zulu Araújo.

A oficina é uma espécie de curso intensivo, com duração de 24 horas, distribuídas entre três dias, com o objetivo de melhor preparar os conselheiros para exercerem seu papel, representado da melhor forma possível suas comunidades e instituições.

Neste primeiro dia, a coordenadora da Secretaria Executiva do Consea, Carmem Priscila Bocchi, falou sobre os principais documentos produzidos pelo Conselho, abordou a Lei 11.346/06 (Lei de Segurança Alimentar e Nutricional - Losan) e explicou como funciona o orçamento público.

Ana Lúcia Pereira, coordenadora da oficina, ressaltou os pontos importantes do encontro. "Eu vejo esse evento como muito positivo, pois é mais uma possibilidade para refletirmos sobre o nosso papel no Consea, sobre a importância dessa participação, além de ser um espaço de integração dos componentes da comissão", disse ela, que representa os Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs).

Entre as atividades desenvolvidas estão a leitura dos principais documentos produzidos pelo Consea, o debate de idéias, esclarecimento de dúvidas, dinâmica de grupo e outras.

Participam do treinamento representantes da Coordenação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), da Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores (CNPA), da Associação em Àreas de Assentamento no Estado do Maranhão (Assema), da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde e dos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs).

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Juvenília: Uma cidade com sintomas de depressão coletiva

Juvenília: Uma cidade com sintomas de depressão coletiva

Por Gildázio Santos*

Ao retornar a Belo Horizonte, após o recesso de final de ano, gostaria de externar algumas reflexões e questionamentos, com os quais me ocupei durante o período de 24 de dezembro de 2008 a 10 de janeiro de 2009, tempo que estive na cidade de Juvenília.
Em uma palavra tentarei sintetizar o mal estar que afeta Juvenília nos dias atuais: Depressão, sentimento coletivo, pois atinge toda a população em geral.
Sou filósofo de formação, não sou médico, psicólogo, nem psiquiatra ou algum especialista no tema, mas, com base no senso comum, ousei encontrar a palavra que julgo melhor expressar o momento crítico que, a meu ver, é a soma de reflexos e conseqüências dos mais variados problemas lá vividos nos últimos anos. Tal impacto atinge as pessoas individualmente e a cidade como um todo.
Ao recorrer a uma ligeira pesquisa, encontrei uma definição de depressão feita por Rosemeire Zago, especialista no tema, que diz: “A depressão é uma alteração do humor na forma de uma tristeza profunda que induz a diminuição da estima por si próprio e muitas vezes a necessidade de autopunição, comprometendo a alegria de viver. Há uma incapacidade em sentir prazer e instala-se uma indiferença em relação a outras pessoas, com o mundo, perdendo a esperança que algo possa melhorar. É como se não houvesse mais um sentido para a vida.” (IN:http://www2.uol.com.br/vyaestelar/depressao_comportamento.htm)
Temos hoje uma cidade dividida, em dois lados. Isso tomou conta, de maneira especial, da vida das pessoas. Mas a depressão não é só para quem está fora da administração municipal. A depressão a que refiro atinge a todos. Em geral, Juvenília perdeu o dinamismo e a alegria.
A cidade dorme cedo, uma tristeza generalizada toma conta das pessoas que não saem de casa e uma falsa alegria externada na queima de fogos tenta romper o pouco brilho no rosto das pessoas.
As músicas tocadas repetidas vezes se limitam a fazer defesa ao uso do álcool, “ Deixa eu beber minha cachaça, enquanto eu bebo a minha tristeza passa”, ou “Eu vô beber cachaça, eu vou tomar mé,
eu vou encher a cara por causa dessa mulher”. Só que, no outro dia, a tristeza da cidade continua, parece uma ressaca sem fim.
Seja de um lado ou de outro, o sofrimento é real e abrange toda uma população. Sofrer não é “sofrê” o pássaro, mas um estado de espírito marcado pela significativa perda da auto-estima.
Sentimento de tristeza profunda, desesperança, impotência, vontade de ir embora atinge famílias e principalmente os jovens, em especial os que acabaram de tirar o terceiro ano do ensino médio. A decepção atinge os que vieram visitar a cidade.
Estamos vivendo com esse sofrimento a repressão instituída, em nossa terra, pelo “governo democrata”. Chegará a hora em que a consciência e a sabedoria poderão gerar um povo livre e crítico da realidade que se vive no momento, que não desejamos nem para o presente nem para o futuro próximo.
Romperemos o silêncio, a escuridão, haveremos de construir novas manhãs com a luz do sol e o grito da liberdade.
Não ficaremos isolados, curtindo a nossa própria melancolia e voltaremos a ser alegres e saudáveis.
No posto de saúde não faltará vacina para as crianças e a cidade terá a vacina do respeito para com as pessoas; os eleitores estarão vacinados contra os políticos que colocam a cidade em depressão e insistem em dizer que são os melhores.
A feira do domingo e o mercado voltarão a alegrar, os comerciantes em geral venderão como nunca, os dizimistas da Igreja Católica doarão sua parte com entusiasmo, sem correr o risco de serem linchados e levados à morte...
Os cantos serão entoados com alegria, com a única certeza que aos Cristãos de verdade cabe defender a vida, como exemplo maior, e não incitar a morte e a violência a quem quer que seja.
As famílias poderão se reunir e confraternizar tranquilamente, sem medo dos invasores e agressores, e todos dirão: Juvenília voltou a ser o que era, e isso é bom para todos.
Superar a depressão é atitude que depende de todos e principalmente de cada um de nós, para voltarmos a ter uma cidade feliz.
Belo Horizonte, janeiro de 2009.

Filósofo, editor do blog:
http://www.areteeducar.blogspot.com/
Fone: 31 98643647
E-mail:
santos.gildazio@ig.com.br

Obama e a beleza interior

Obama e a beleza interior

O futuro chegou. Um presidente negro nos Estados Unidos dá passos para restaurar o profissionalismo na Casa Branca - é o que anunciam os periódicos americanos ao ver o staff de Obama. Ele indicou para vários cargos pessoas da Era Clinton, antes profissionais tidos como competentes que simples políticos aliados. Vai dar certo? Não sabemos, mas sabemos que os passos até agora estão na direção correta. Ele tem muito a favor, pode dar certo.

Tudo indica que o século XXI poderá ser mais um "século americano". Obama tomará posse sob a expectativa do mundo. A cobertura da CNN é clara: toma posse o imperador da Nova Roma. A China e outros países populosos sofrem com a recessão americana, e mostram que não estavam preparados para assumir a hegemonia do mundo. Quando Roma não consome, os que diziam que iriam assaltar o futuro se mostram incapazes de oferecer alternativas, e até podem voltar a comer escorpião – ou quase! Obama promete tirar todos da crise. O centro do Império e as províncias. Ele é o primeiro americano hifenado (John Dewey dizia que o ítalo-americano, o afro-americano etc. eram os americanos típicos), isto é, o verdadeiro americano, que chega à presidência toma o comando do mundo. Seu hífen poderá fazê-lo pensar com uma cabeça mais cosmopolita que outros presidentes.

Ao mesmo tempo, nasce a primeira criança que não será vítima de câncer. Os jornais anunciaram na semana passada. Fruto de engenharia genética ela realiza o sonho que, no cinema, apareceu muitas vezes antes como terror que como conquista benéfica. Gattaca foi o filme que mostrou essa transição: alguns seriam geneticamente superiores. Uma raça de super homens, de modo antes natural que por qualquer praga jogada por Hitler.

Assim, enquanto o preconceito de cor que, enfim, queria nos impôr uma falsa desigualdade, começa a cair para valer, surge a diferença de genes, e esta não será uma falsa desigualdade. Logo seremos desiguais não por uns passarem fome na infância e outros não; seremos desiguais por uns serem geneticamente programados para vencer e outros não. Não vamos construir Gattaca, certamente (filme de Andrew Niccol, 1997, com Uma Thurman) . Pois Gattaca é uma caricatura. Mas vamos construir algo que pode ser pior, ou tão cruel quanto.

A democracia étnica vence com Obama. A democracia genética perde no momento em que vence a ciência, que promete a todos um futuro melhor. Mas não vamos renunciar à ciência - é claro! Não somos malucos. Para que possamos dar realmente o pulo prometido pela ciência precisamos, então, continuar a batalha democrática. A questão da democracia racial deverá ser substituída pela democracia genética. Teremos de criar situações para que os filhos dos pobres, no mundo todo, também possam nascer sob as condições que vão ser oferecidas aos filhos dos ricos para obter a melhoria genética. E não digo mais condições outras que não as condições genéticas. Vamos ter de criar um gigantesco serviço social de busca de melhorias genéticas para todos. Será um grande engodo irônico e terrível se viermos a terminar a primeira metade desse século com uma população adulta imune geneticamente a muitas doenças, por nascimento, enquanto que uma outra parte da população esteja condenada a ter doenças que os ricos terão esquecido de uma vez por todas - sem vacina.

Sendo assim, o Welfare State que Obama quer reconstruir para os Estados Unidos deverá ser capaz de fazer algo muito mais difícil do que todos os outros Estados de Bem Estar prometidos ao longo da história. Terá de ser capaz de dar condições a todo o Império, ou seja, ao mundo todo, salvo alguns poucos bárbaros renitentes (Bin Laden e sua turma?), a condição de gerar filhos imunes ao câncer e outras coisas que irão ser coibidas geneticamente. Logo logo, também, tudo isso não será mais negativo. Além de imunes a doenças, as crianças poderão ser programadas para a genealidade. É horrível imaginar que a melhoria de vida de cada um no mundo, do ponto de vista da estrutura corporal, não virá acompanhada do direito da maioria de gerar filhos nas condições genéticas dos mais afortunados.

O mundo de Obama não será a luta pela igualdade da cor, do que vai "fora" do corpo, mas do que vai "dentro". Quando nossos pais assistiam Flash Gordon, eles imaginaram isso? Não! Nem nós, ao vermos Jornada nas Estrelas, levávamos a sério essas coisas. Mas eles chegaram. Não tínhamos pensado nisso seriamente, tínhamos? Não tínhamos pensado para valer que o futuro chegaria.

Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo
O Filósofo da Cidade de São Paulo
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http://ghiraldelli.blogspot.com: política, filosofia, educação e comunicação.

MNDH quer solução imediata para o conflito da Faixa de Gaza

No último dia 27 de dezembro, o Estado de Israel iniciou mais uma ofensiva militar contra os Palestinos da Faixa de Gaza.

A justificativa de Israel é combater "terroristas" ligados ao Hamas.

Em 12 dias de ofensiva, 700 palestinos e 11 israelenses foram mortos, o que é inaceitável sob qualquer ponto de vista.

Tanques e canhões israelenses estão destruindo universidade, escolas e matando crianças, mulheres e homens não-combatentes.

Para se entender as ações de Israel contra o povo palestino e dos grupos antagônicos aos israelenses – entre eles, o Hamas - é preciso lembrar que a questão de fundo dos conflitos na Palestina é o veto dos EUA e da oposição militar de Israel à resolução da ONU que assegura a existência de um estado de Israel e de um estado Palestino.

O acirramento do conflito e as ações beligerantes de um lado e de outro em nada contribuem para a resolução da questão e são claramente violência e desrespeito ao direito e à dignidade de palestinos e israelenses.

O Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) reafirma a sua perplexidade frente à ação bélica do estado de Israel e à reação de milícias palestinas.

O MNDH luta contra todo tipo de opressão, violência e guerra, ocorram onde ocorrerem.

Conclamamos a Organização das Nações Unidades (ONU) a buscar uma solução para o conflito.
É isso que nós do MNDH queremos e exigimos.

Brasília, Janeiro de 2009.

Movimento Nacional de Direitos Humanos

3ª edição do Verão Arte Contemporânea 2009


VAC 2009 – Terceira Edição

Após o sucesso da segunda edição deste evento, o Verão 2009 ampliou muito seu quadro de artistas participantes e parcerias com a cidade. Em 2009, Belo Horizonte terá uma programação que ocupará diversos espaços culturais como o Teatro Francisco Nunes, Teatro Marília, Teatro Invertido, Grande Teatro do Palácio das Artes, Centro Cultural da UFMG, Fundação de Educação Artística, Galpão Cine Horto, Zap 18, Caixa Clara, Espaço Odeon, Espaço Ambiente, Usiminas Belas Artes Cinema, Museu de Arte da Pampulha, sala Humberto Mauro, a Obra bar dançante, somando um grande número de artistas mineiros que estarão em cartaz no meses de janeiro e fevereiro de 2009.

Para a 3ª edição do Verão 2009, ampliamos também o quadro de artistas participantes, e contaremos com artistas de outros estados:

1 - São Paulo - Paulo Beto (compositor e DJ), Rubens Espírito Santo (Artista plástico que vai lançar um livro naabertura do evento - ele já expôs na Pinacoteca do Estado de S. Paulo), além da exibição de um vídeo com desfile do estilista Jun Nakao (onde as modelos rasgam a roupa no final) - e o músico mineiro, residente em São Paulo, Marku Ribas.

2 - Rio de Janeiro - Grupo Chelpa Ferro que entra na parceria do MAP com uma exposição na área das Artes Plásticas.

3 - Bahia - com o artista plástico e precursor do cinema de animação no Brasil, Francisco Liberato e Alba Liberato- além do coletivo de intervenção urbana Gia.

Fiéis à proposta de sempre promover um atrativo cultural diferenciado a cada produção do Verão, em 2009 estamos propondo uma reflexão sobre Arte na Moda e Moda na Arte. Com este objetivo, instituímos o espaço da Passarela Aberta, voltado para leigos e interessados em desfilar suas roupas criadas dentro de um conceito de quebra de fronteiras entre a moda e as artes plásticas. Já confirmamos a disponibilidade de vídeos do estilista mineiro Ronaldo Fraga e do paulista Jun Nakao, que serão exibidos na abertura do evento.

Alguns espetáculos terão entrada franca, outros terão ingressos vendidos a preços populares. A partir destas iniciativas temos uma estimativa de atingir um público de aproximadamente e 20.000 pessoas de acordo com as capacidade dos teatros e espaços culturais envolvidos, além de 50 grupos e artistas convidados.

O Verão Arte Contemporânea 2009 é voltado para um público eclético pois envolve atividades em espaços abertos e fechados compreendendo:

Rua: Onde o público terá acesso a exibições de filmes e música popular
Cinema com o projeto do espaço Filmes de Quintal, e Duelo de MC's.

Galpões: Odeon, Caixa Clara, Centro Cultural da UFMG - Espaço Ambiente - Auditório do Museu de Arte da Pampulha-para apresentações de dança e de espetáculos teatrais experimentais.

Teatros Convencionais: Francisco Nunes, Marilia, Palácio das Artes, Galpão Cine Horto, Fundação de Educação Artística-para dança, teatro e música popular e erudita.

Cinemas: CineHumberto Mauro e Usiminas Belas Artes - espaço Filmes de Quintal com atividades realizadas pelo CineclubeSubterrâneo.

Galerias: Museu de Arte da Pampulha

Bar Dançante: A Obra - com shows musicais

Fonte:
http://www.veraoarte.com.br/vac2009/historico.html

Catálogo "Brasil no Salone del Gusto"

Catálogo "Brasil no Salone del Gusto"

Sabores brasileiros presentes em evento gastronômico na Itália

O catálogo "Brasil no Salone del Gusto" tem 44 páginas ilustradas, com textos em português e inglês sobre 22 produtos brasileiros de alto potencial gastronômico, além de 10 receitas especiais e o contato de 15 empreendimentos que representarão o país na Mostra da Agricultura Familiar do Brasil no Salone del Gusto, evento promovido pelo Slow Food em Turim, na Itália, entre os dias 23 e 27 de outubro de 2008.
A Mostra da Agricultura Familiar do Brasil tem apoio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e apresenta-se como uma vitrine da diversidade ambiental, cultural e social da agricultura familiar brasileira. O Salone del Gusto é um dos maiores eventos de gastronomia do
mundo.

Faça download do Catálogo:
Catálogo Brasil no Salone del Gusto (PDF de 3,8 Mb)

Produtos Brasileiros presentes no catálogo
Açaí, Arroz vermelho, Babaçu, Baru, Buriti, Café, Cagaita, Cajá, Caju, Castanha do Brasil, Cupuaçu, Graviola, Guaraná nativo, Jabuticaba, Jatobá, Licuri, Néctar de Abelhas Nativas, Palmito Juçara, Pequi, Pinhão,Pupunha, Umbu.

Receitas
Filé ao Molho de Açaí, Paçoca de Pinhão, Pesto deBaru, Cocada de Licuri, Moqueca de Palmito Pupunha, Pirarucu com Baru,Legumes ao Babaçu salteado, Porco no Cupuaçu, Beijinho Nativo, Pasta de Pequi.

EmpreendimentosACB, COPACAJU,
Central do Cerrado, COOFELIZ, COOPER, COOPERAGREPA, Projeto RECA, COOPERCUC, ECOSERRA, COOPES, Conselho Geral da Tribo Sateré-Mawé e as Fortalezas Slow Food do Arroz Vermelho, Baru, Umbu, Pinhão, Palmito Juçara, Guaraná Nativo Sateré-Mawé e Néctar de Abelhas Nativas Sateré-Mawé

Mais informações:

  • A Faixa de Gaza é aqui

    COBERTURA DA VIOLÊNCIA
    A Faixa de Gaza é aqui

    Robson Sávio Reis Souza

    No final de 2008 e nos primórdios deste ano o mundo inteiro assiste, passiva e comovidamente, ao massacre israelense na Faixa de Gaza. Independentemente das motivações político-eleitoreiras do conflito, o massacre de crianças, visivelmente indefesas, mostra o despreparo e a ineficiência bélica para resolver qualquer tipo de conflito.

    Por falar em eficiência bélica, uma das indústrias mais exitosas das últimas décadas - e que não foi sequer afetada pela tão propalada crise econômica mundial - é a indústria das armas. Nunca se fabricou tantos equipamentos letais, desde armas individuais e caseiras, até grandes equipamentos de artilharia terrestre, aérea e naval.

    Impulsionados em boa medida pelo "senhor da guerra", o presidente George W. Bush, que não poupou esforços nos anos de seu (des)governo para promover e motivar guerras em várias partes do globo, essa indústria, como polvo de vários tentáculos, vem se especializando cada vez mais e oferece todo tipo de armamento para todo tipo de demandante e quaisquer situações.

    Líder num ranking indesejável

    No Brasil, país que não está em guerra (sob o ponto de vista semântico) essa indústria cresce assustadoramente. E no seu calcanhar aumenta, não menos perigosamente, a indústria da segurança privada. Estima-se que cerca de 10% do PIB brasileiro é empenhado em segurança. E quanto mais ineficiente é a segurança pública, mais sofisticada e cara (e para muitos, indispensável) é a segurança privada.

    Os horrores das guerras em outros países parecem ofuscar a carnificina humana que dizima milhões de vidas no Brasil a cada ano. Parece algo proposital como a barbaridade alheia, noticiada em doses cavalares pela mídia, serve para anestesiar o pouco que resta da nossa sensibilidade em relação às mortes em nosso país.

    Somente numa cidade brasileira, Salvador, nos cinco primeiros dias deste ano 50 pessoas foram assassinadas, o que dá uma média de dez mortes violentas por dia, o dobro do registrado no mesmo período de 2008. Esta informação freqüentou alguns sites de notícia, mas não foi, sequer, objeto de debate sobre as causas da mortandade em nossas cidades.

    Em um dos rankings mais indesejáveis, o Brasil está muito, mas muito à frente da Itália, por exemplo, e é um dos líderes mundiais. Enquanto a taxa de homicídios por 100 mil habitantes no Brasil chega a 25,2, na Itália o índice é ínfimo, de 1,1. No Brasil, com os dados do último ano disponível (2005), foram registradas 47.578 mortes; na Itália, os dados de 2003 indicavam apenas 648 mortes (73 vezes menos). O Brasil ocupa o sexto posto entre 83 países analisados.

    Não seria uma excelente pauta?

    Quando se trata apenas de homicídios entre jovens, o Brasil avança no ranking e ocupa a quinta posição, com uma taxa de 51,6 por 100 mil habitantes. No ano em que os dados foram computados - 2005 - ocorreram 17.994 homicídios juvenis contra 29.775 de não-jovens. Na Itália, no ano avaliado (2003), ocorreram 73 homicídios entre jovens e 570 entre não-jovens. Na Europa, como um todo, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes fica em 1,2 jovens por grupo de 100 mil pessoas.

    Em uma situação melhor do que a Itália encontram-se países como Cingapura (taxa total de homicídios em 100 mil habitantes de 0,3), República das Maldivas (0,3), Reino Unido (0,4), Japão (0,5), Malta (0,5), Noruega (0,6) e República tcheca (0,9). Junto com a Itália está a Suécia, também com uma taxa 1,1.

    Já à frente do Brasil, portanto em pior situação, estão El Salvador, com uma taxa de homicídios total em 100 mil habitantes de 48,8, Colômbia (43,8), Venezuela (29,5) Guatemala (28,5) e Ilhas Virgens (28,4).

    Estes dados fazem parte de um relatório divulgado em novembro do ano passado pelo Instituto Sangari, em parceria com a Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla) e Ministério da Justiça. Salvo a notícia, amplamente divulgada, a informação não suscitou qualquer debate ou mobilização nacional.

    A probabilidade de um jovem da América Latina morrer vítima de homicídio é trinta vezes maior que a de um jovem da Europa e acima de setenta vezes maior que a de jovens de países como a Grécia ou a Hungria, ou a Inglaterra, ou a Áustria, ou o Japão, ou a Irlanda. Isso não seria uma excelente pauta? Não seria motivo para a produção de cadernos especiais, documentários e outros produtos midiáticos voltados para a discussão e compreensão do fenômeno da violência urbana?

    O carro, segunda arma mortífera

    Os dados disponíveis permitem caracterizar a América Latina como região muito violenta também em termos de mortalidade por acidentes de transporte. Efetivamente, agregando os dados dos 83 países disponíveis por região ou continente, percebe-se que a América Latina, com sua taxa de 16,2 óbitos por acidentes de transporte para cada 100 mil habitantes, ultrapassa levemente a América do Norte - 16,1 - e de forma bem mais ampla a Europa (10,5) e a Ásia (11,8). Mas, semelhante à África, seus índices de vitimização juvenil são relativamente baixos: 1,19, o que implica que morrem proporcionalmente 19% mais jovens que não-jovens, enquanto na Europa essa proporção é de 77% e na Oceania de 124% maior. Por isso, a grande responsável pelas elevadas taxas regionais é a mortalidade não-jovem, que também supera, e em alguns casos amplamente, os índices das outras regiões.

    Não obstante, a cada dia que passa e com o aumento do número de automóveis circulando (num país que incentiva o transporte privada em detrimento do transporte público), além de inúmeros homicídios, o carro virou a segunda arma mortífera nas mãos dos brasileiros. O número de mortes nas estradas federais durante o feriado de fim de ano cresceu 13,3% em relação ao mesmo período do ano passado. De 20 de dezembro de 2008 até o dia 04 de janeiro, 435 pessoas morreram ao longo dos 61 mil quilômetros de rodovias federais em todo o país. Nas festas de final de ano de 2007 para 2008, foram 384 mortos.

    No mesmo período, o conflito no Oriente Médio tinha matado 500 palestinos. Se somarmos os homicídios mais os acidentes de trânsito, no período entre o final de 2008 e a primeira semana de 2009, teremos algo semelhante a três vezes o número de vítimas fatais em relação a Gaza.

    Quando a mídia aprofundará o tema?

    Em boa medida e salvo raras exceções, a grande mídia trata a violência urbana de duas maneiras: ou superexpondo o drama das nossas cidades em folhetins policiais que, na sua maioria, prestam para aumentar o sentimento de impotência da população e, no outro extremo, insuflando a idéia de se fazer justiça com as próprias mãos; ou glamourizando a criminalidade violenta, principalmente o tráfico de drogas, transformando tão sórdida e letal atividade em inesgotável fonte de renda. Vide o sucesso do filme Tropa de Elite - o qual, segundo notícias, virará seriado na maior emissora de TV brasileira e outros tantos produtos midiáticos derivados da deificação, pela mídia, da guerra urbana.

    A TV Record está investido pesadamente numa minissérie, em dezesseis capítulos, sobre o tráfico de drogas no Rio. A emissora anuncia aos quatros ventos o requinte de sua mais ousada produção. A câmera utilizada para as filmagens custou 500 mil dólares. A TV do bispo Macedo não esconde de ninguém que vê nos dilemas urbanos da violência, na contemporaneidade, substrato para travar uma guerra de audiência com sua principal concorrente. Várias de suas novelas têm enfocado, e com sucesso, a questão da criminalidade urbana. Para uma emissora controlada por instituição religiosa caberia, no mínimo, uma pergunta: a (igreja) Universal estaria apostando na glamourização da violência, com a qual ganharia mais espaço e mais poder?

    Na avaliação da ONU, apenas 10% dos homicídios em São Paulo e no Rio são levados ao tribunal. Em Pernambuco, essa taxa é de apenas 3%. Dos casos levados a julgamento em São Paulo, apenas metade acabam em condenação.

    No estado do Rio de Janeiro, a polícia matou mais de 1,3 mil pessoas no ano de 2007, número que representa 18% de todos os assassinatos ocorridos no estado. Todos estes óbitos são descritos pelos dados da segurança pública como "resistência seguida de morte". No estado de Pernambuco, cerca de 70% dos homicídios registrados foram praticados por grupos de extermínio, muitos dos quais contam com participação de policiais.

    Os números de homicídios e mortes no trânsito, somado ao aumento constante no número dos suicídios, são responsáveis, anualmente, pela dizimação de cerca de 100 mil vidas de brasileiros.

    A mídia, que em nosso país tem influência inquestionável sobre a opinião pública, não pode ficar alheia. Quando a mídia aprofundará essa temática? A pergunta que, ano após ano, continuamos fazendo...

    Edição 520 de 13/1/2009
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    Fórum Social bate recorde de investimento público no Pará

    Fórum Social bate recorde de investimento público no Pará

    JOÃO CARLOS MAGALHÃES
    Belém

    A edição deste ano do Fórum Social Mundial, que começa no próximo dia 27, em Belém (PA), atrairá o maior volume de investimentos estatais desde a criação do encontro, no qual se reúnem organizações deesquerda de todo o mundo.

    Para capacitar a capital paraense de infraestrutura, segurança e atendimento médico adequado aos mais de 80 mil participantes jáinscritos, os governos federal e estadual e a prefeitura gastarão aomenos R$ 145,3 milhões.

    Segundo a Abong (Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais), o recorde anterior pertencia à última edição feita no Brasil, a de Porto Alegre (RS) em 2005, que teve 155 mil participantes e recebeu cerca de R$ 10 milhões de recursos públicos.

    Segundo os organizadores do fórum, o gasto deste ano ajudará a sanar uma série de falhas no serviço público de Belém --uma das capital com pior saneamento básico do país, e que tem altos índices de violência e um caos crescente no trânsito.

    "O fórum se pauta pela lógica de não fugir desses problemas. Se não fosse assim, todas as edições teriam sido feitas em Paris", disse Moema Miranda, do Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas), uma das organizações fundadoras do encontro.

    "De fato, em Belém teremos esse 'plus'", disse. "É o resultado de uma maior maturidade no diálogo com o governo estadual. Foi [um resultado] muito positivo, uma forma de apoio diferenciada", afirmou.

    Segundo ela, é errado pensar que o dinheiro público será usado apenas para promover uma reunião de entidades de esquerda, já que as melhorias devem ser duradouras. "O governo não vai gastar com passagem de avião de ninguém."

    Miranda disse ser "quase impossível" quantificar o total gasto pelas mais de 4.000 organizações inscritas.

    "Quando soubemos que o fórum viria para cá, isso foi motivo de alegria, mas também de preocupação", afirmou à Folha a governadora Ana Júlia Carepa (PT). "Por isso apresentamos uma proposta [de investimentos] ao governo federal já em 2007", disse ela.

    Para Ana Júlia, tanto ela quanto o governo federal têm "identidade" com o direcionamento ideológico do encontro, o que facilitou a liberação dos recursos. Ela afirmou que parte das reformas prometidas não ficará pronta a tempo. "Mas elas [obras] ficarão para as comunidades", disse.

    O dinheiro para policiamento, cerca de R$ 52 milhões, chega em um momento em que o Estado enfrenta uma crise política na segurança pública.

    Na sexta-feira, o então comandante da polícia militar, coronel Luiz Cláudio Rufeill, deixou o cargo, após a morte, em assaltos, de um procurador do município e de um médico.
    No último sábado, como demonstração de força, policiais prenderam cerca de 200 pessoas em uma festa em um bairro pobre da cidade --a maioria delas, adolescentes que ingeriam bebida alcoólica.

    Na operação, trabalhou parte dos 120 agentes da Força Nacional de Segurança, que chegaram na semana passada a Belém para reforçar o policiamento durante o fórum. Outros 180 são esperados. Os efetivos da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal também serão reforçados.

    "Não é um problema político, é prático", afirmou Carepa, que nega haver crise. Para ela, só haverá problemas na segurança se "forças da oposição tentarem forjar alguma coisa".
    Também serão feitos investimentos em asfaltamento e duplicação de vias, reformas de universidades, escolas e hospitais, dentre outros.

    segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

    Campanha de Popularização do Teatro e da Dança chega à 35ª edição

    Campanha de Popularização do Teatro e da Dança chega à 35ª edição

    Ailton Magioli - EM Cultura

    Se o público belo-horizontino transforma a Campanha de Popularização do Teatro e da Dança em sua verdadeira “praia” cultural no verão, para alguns atores, diretores e produtores, o evento acaba se transformando, infelizmente, em uma espécie de barraca praiana, religiosamente montada a cada ano. Ou seja, oferece-se de tudo, mas sem muita preocupação com a qualidade. A comparação crítica é feita pela atriz Cida Mendes, de 42 anos.



    Atração da 35ª edição da campanha, que volta ao cartaz na segunda-feira, a comediante Cida Mendes apresentará duas montagens. Em ambas encarnará a dona-de-casa Concessa – personagem simples e contestadora que leva o público a refletir sobre a simplicidade da vida neste mundo globalizado. “Faço Concessa desde a infância. Ela é uma espécie de mosaico de tudo o que vejo por aí. A gente vai catando um gesto aqui, um olhar ali, a mão nas cadeiras acolá”, explica a atriz autodidata, que vive filmando o jeito popular para levá-lo ao palco.

    Às sextas-feiras e sábados, no Teatro Santa Dorotéia, Cida vai apresentar Concessa – Pendura e cai, reservando os domingos para Concessa – Tecendo prosa (que, nos dias 19, 20 e 21, ficará em cartaz no Espaço Cultural do Minas Shopping). Na segunda etapa da programação, ela promete levar sua já famosa personagem para o Barreiro.

    “Prefiro fazer a campanha um ano, depois ficar o outro sem participar. Muita gente gosta de fazer do evento a sua barraca de praia. Preparam a peça exatamente para estrear nesse período”, critica a comediante. Mas Cida comemora o fato de o público transformar o evento em programa preferido de férias. “Esse povo vai acabar fazendo uma revolução cultural. Trata-se de pessoas simples, que vão ao teatro apenas uma vez por ano”, elogia. Entretanto, ela lamenta o fato de o público de maior poder aquisitivo frequentar apenas espetáculos de atores “globais”, pagando até 10 vezes o valor do ingresso da campanha apenas para ver artistas de novela.

    “Minha crítica é à quantidade de espetáculos oferecidos na campanha. O Sinparc (sindicato que reúne produtores de artes cênicas) costuma dizer que quem deve selecionar é o público. Discordo. Como ocorre em festivais e em grandes eventos teatrais, tem de haver curadoria para selecionar trabalhos. Há coisa ali que não é teatro”, pondera a atriz.

    NA TELONA

    Com o auxílio da diretora Iolene de Stéfano, Cida Mendes construiu sua Concessa inspirada na elogiada técnica do clown desenvolvida por Luís Otávio Burnier (1956-1995), do Grupo Lume, de Campinas. Se tudo der certo, em breve o público poderá conferir a performance da dona-de-casa no cinema, graças ao projeto de longa-metragem de baixo orçamento que deverá ser dirigido pela cineasta goiana Rosa Berardo.

    Em mais de uma década de carreira, Concessa atraiu cerca de 80 mil pessoas, calcula a produção da peça. Só em 2008 foram 1,5 mil apresentações, incluindo festivais em que Cida ganhou prêmios de melhor atriz.

    Duque quer superar o resultado de 2008

    Das 116 atrações da 35ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, quase metade é inédita no evento. Trinta e quatro espetáculos adultos, 13 infantis e cinco de dança vão integrar pela primeira vez a programação. Este ano, o evento participa do projeto BH espera por você, do Belo Horizonte Convention Bureau. O objetivo é atrair turistas à capital mineira em janeiro e fevereiro.

    “A meta é ultrapassar o recorde de público de 2008, quando mais de 320 mil pessoas foram ao teatro em Belo Horizonte, Contagem, Juiz de Fora, Ipatinga e Timóteo”, informa Rômulo Duque, presidente do Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Sinparc-MG), organizador da campanha.



    De segunda-feira a 8 de março, entrarão em cartaz 75 espetáculos adultos, 33 infantis e oito de dança, ocupando 38 teatros da capital, além de salas no interior. Em Belo Horizonte, dois espaços vão estrear: os teatros do Minas Shopping (onde funcionava o cinema, com 200 lugares) e do Hotel Ouro Minas (no antigo auditório, com 400 lugares). Está prevista a reabertura do Teatro do Clube dos Oficiais da PMMG, de 368 lugares, no Prado.

    Em 2009, a campanha completa 35 anos de atividade ininterrupta. Realizado parcialmente com recursos das leis federal, estadual e municipal de incentivo à cultura, pelo sexto ano consecutivo o projeto será levado a Ipatinga, no Vale do Aço. De 22 de janeiro a 15 de fevereiro, o Centro Cultural Usiminas e o Teatro Zélia Olguin receberão três peças adultas, quatro infantis e oito montagens de dança.

    Em Juiz de Fora, na Zona da Mata, a programação vai de 15 de janeiro a 15 de fevereiro, em mais de 10 espaços, com 24 espetáculos adultos, 12 infantis e quatro de dança. Timóteo, no Vale do Aço, participa do evento pela segunda vez, com programação exibida no Centro Cultural da Fundação Arcelor Mittal Acesita.

    De olho na platéia

    Tudo começou em 1972, no Rio de Janeiro. Preocupados com a redução do público – especialmente em dezembro e janeiro –, artistas e produtores propuseram ao Serviço Nacional do Teatro (atualmente extinto) a criação da Campanha das Kombis. Em dezembro, seriam vendidos ingressos dos espetáculos em cartaz na cidade a preços reduzidos. A iniciativa foi um sucesso e, já no ano seguinte, seria estendida para Minas Gerais e São Paulo. Posteriormente, chegou a outros estados. Atualmente, diante da redução de verbas, apenas paulistas e mineiros vêm realizando a campanha sem interrupção. A partir de 1999, apenas em Minas Gerais a dança foi incluída no projeto.

    Espetáculos para adultos

    Espetáculos para crianças

    Espetáculos de danças

    Lord Pub recebe a banda Tianastácia para show especial do Circuito ‘Cara-a-Cara’

    Lord Pub recebe a banda Tianastácia para show especial do Circuito ‘Cara-a-Cara’ (24/1)

    Em novembro de 2008, o Lord Pub (Rua Viçosa, 263 – São Pedro) trouxe o roqueiro Nasi a Belo Horizonte (MG) para lançamento da carreira solo. O show fez tanto sucesso que teve até apresentação extra. Nasi foi o primeiro convidado do ‘Circuito Cara-a-Cara’, projeto especial lançado pelo Lord Pub para colocar grandes nomes da música brasileira frente a frente com seus fãs, num encontro intimista no aconchego de um pub.

    Em 2009, o Lord Pub dá continuidade ao projeto e quem abre a programação do ano é a banda mineira Tianastácia, que se apresenta no próximo dia 24/1 (sábado), a partir de 23h. Após o show, haverá apresentação da banda mineira Velotrol, tocando o bom e velho ‘rock’n roll’.

    No show do Lord Pub, o Tianastácia apresentará uma coletânea de seus sucessos ao longo de sete discos. No repertório, canções como “O Grito”, “ Em Primeiro Lugar , “Amor”, “Tizumbiar”, “Conto de Fraldas”, “Dias Claros” e “Cabrobró” prometem fazer todo mundo cantar junto. A banda é formada pelos músicos Maurinho e Podé (voz e violão), Beto Nastácia (baixo), Antonio Júlio (guitarra) e Glauco (bateria).

    Para o vocalista Podé, o show é uma oportunidade especial para encontrar o público de Belo Horizonte, que é a ‘casa’ do Tianastácia. “Começamos tocando em pequenos palcos, como é a proposta do Lord Pub. Os grandes shows têm a energia da multidão. Num pub, com o artista bem próximo do público, a música fica mais corporal, numa relação direta com o fã”, destaca.

    Tianastácia

    A banda, que completa 14 anos de carreira em 2009, vem seguindo uma estrada que nunca se desviou do rock. Em todos os trabalhados, sempre bateu forte a vontade dos integrantes em conversar com o público sobre temas universais, como a vida e o amor. Os setes discos lançados são: Acebolado (1996), Tianastácia (1998), Tá na boa (1999), Criança Louca (2000), Na boca do sapo tem dente (?); Tianastácia ao vivo (?) e Orange 7 (2008). A banda tem ainda um DVD ao vivo gravado no Pop Rock Brasil 2004. Atualmente, a música de trabalho é “A boa”, que está tocando nas rádios de todo o Brasil.

    No pub

    O show da banda Tianastácia faz parte do ‘Circuito Cara-a-Cara’, lançado pelo Lord Pub em 2008. “O objetivo é trazer grandes nomes da música nacional para shows menores, perto do público, na intimidade de um pub. Este conceito de projeto musical é muito comum em Londres, que tem como exemplo clássico o Cavern Club Liverpool, pub que lançou os Beatles para a fama”, destaca Gustavo Jacob, sócio-proprietário do Lord Pub. A próxima atração do ‘Circuito Cara-a-Cara’ será a banda 14 Bis, com apresentação agendada para março.

    Agenda: Circuito Cara a Cara apresenta ‘Tianastácia’

    Data: 24 de janeiro (sábado)

    Horário: 23h

    Local: Lord Pub - Rua Viçosa, 263 – São Pedro

    Ingressos: R$40,00 (feminino e masculino)

    Informações: (31) 3223-5979 ou www.lordpub.com.br

    Informações para a imprensa:

    Ampla Soluções em Comunicação: Liège Camargos e Rachel Wardi

    (31) 3225-1116 / 3221-9241 / 8899-0353

    ampla@amplacomunicacao.com.br

    Janeiro/2009

    Rachel Wardi Lopez
    Ampla Soluções em Comunicação
    Rua Juiz da Costa Val, 157 / sala 13 - Santa Efigênia
    (31) 3221-9241 - (31) 3225-1116 - (31) 8854-2425
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    Índice de Desenvolvimento da Família (IDF)

    Índice de Desenvolvimento da Família (IDF) aponta o nível de vida da população mais pobre e permite priorizar políticas sociais

    As principais carências das 17,4 milhões de famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais - base de dados usada pelo Bolsa Família e por outros programas do governo federal - referem-se ao conhecimento e ao acesso ao trabalho. É o que mostra o Índice de Desenvolvimento da Família (IDF), uma radiografia construída pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que pode se transformar numa importante ferramenta para promover a inclusão social da população de baixa renda.

    O indicador, que varia de zero a um, traça um mapa em seis dimensões sobre as vulnerabilidades das famílias com renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até três salários. As dimensões abordadas são: composição familiar, acesso ao conhecimento, ao trabalho, disponibilidade de recursos, desenvolvimento infantil e condições habitacionais. Com a média de todos os indicadores chega-se ao IDF por família e por município.

    A Secretaria Nacional de Renda de Cidadania do MDS disponibilizou todos os dados, a Estados e municípios, no site do Ministério: www.mds.gov.br. "Com o acesso, os governos terão a oportunidade de priorizar as famílias com menos escolaridade num projeto de qualificação e também em outras ações que poderão ser desenvolvidas segundo o perfil de necessidades de cada uma das famílias", explica a secretária nacional de Renda de Cidadania, Lúcia Modesto. O nível de escolarização das famílias é uma das principais deficiências da população avaliada. O indicador médio nessa dimensão ficou em 0,36 numa escala que varia de zero a um.

    O acesso ao conhecimento só perde para o acesso ao trabalho, que alcançou 0,21. "A principal necessidade dessa população é acesso ao trabalho qualificado", afirma o pesquisador do Ipea, Ricardo Paes de Barros, que elaborou a metodologia para criação do índice. "Com esse indicador, o município poderá promover políticas para corrigir as deficiências das famílias", observa o pesquisador. Para ele, o IDF mostrou que a pobreza é igual em qualquer parte do País. Seja em São Paulo, no Rio Grande do Sul ou no Acre os indicadores são semelhantes.

    As surpresas positivas ocorreram nas dimensões do desenvolvimento infantil e condições habitacionais, com indicadores de 0,93 e 0,73, respectivamente. "Significa, por exemplo, que as crianças estão mais na escola e muitas fora do trabalho infantil", avalia Lúcia Modesto. "O IDF aponta o nível de vida da população mais pobre e permite priorizar políticas destinadas a essas famílias", justifica a secretária responsável pelo Programa Bolsa Família no Ministério do Desenvolvimento Social.

    Após conhecer uma mostra do indicador, durante evento em Brasília (DF), a secretária de Assistência Social do Mato Grosso do Sul, Tânia Garib, aprovou o indicador. "Essa ferramenta é o sonho de todos nós. Do município e do Estado. Tantas vezes sonhamos com uma ferramenta desse tipo, que mostre onde tem trabalho infantil, onde falta conhecimento".

    O aplicativo e a base de dados do município estão disponíveis no site do MDS - www.mds.gov.br/bolsafamilia. Na página da Central de Sistemas (aplicacoes2.mds.gov.br/senarc/), deve-se acessar a pasta Base de Dados IDF, em Downloads. Para baixar o arquivo, é preciso aceitar o termo de sigilo das informações do Cadastro Único. Só pode acessar a Central de Sistemas o gestor que tiver a senha específica requerida.

    Leia mais:

    Aplicativo do IDF já está disponível

    Informações
    Assessoria de Comunicação do MDS
    Kamila Almeida / Juliana Nunes
    (61) 3433-1098 / 3433- 1103

    Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

    Assessoria de Comunicação
    (61) 3411.3349 / 2747

    www.presidencia.gov.br/consea
    ascom@consea.planalto.gov.br

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    v157413
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    Cozinheiro
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    Auxiliar de Cozinha
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