quinta-feira, 15 de maio de 2008

Cidades Mineiras de Montalvânia e Juvenília realizam encontro festivo no próximo sábado

Com o objetivo de realizar um evento festivo, se reencontrarem e matarem a saudade da terra natal, conterrâneos das cidades mineiras de Montalvânia e Juvenília no extremo Norte do estado, radicados em Belo Horizonte e região metropolitana, se encontram em uma confraternização cultural no dia 17 de maio, próximo sábado, no Restaurante Maria das Tranças, rua professor Morais, 158, Savassi, Belo Horizonte.

Em sua segunda edição o encontro desse ano contará com a presença dos prefeitos de Montalvânia e Juvenília, representantes dos fundadores das duas cidades, lideranças municipais, artesãos, artistas locais e convidados amigos das duas cidades que residem em BH.

O I Encontro Montalvânia e Juvenília em BH, foi realizado em 18 de maio de 2007, no Jequitibá no bairro Floresta, e alcançou grande sucesso.

Temos como objetivo maior, reunir em uma mesma noite pessoas queridas para confraternizar e reviver as melhores lembranças que carregam em suas memórias. Pessoas, fatos, histórias, músicas.... Teremos exibição do curta metragem “... E agora Deixa Vim”, de Antônio Horácio Salles, que representou a cidade de Montalvânia na segunda edição do projeto Revelando os Brasis, iniciativa do Governo Federal/Ministério da Cultura e exposição do artesanato desta cidade, considerado um dos mais criativos e de bom gosto de toda a região.

“Voltar a linha do tempo ao nosso passado e reviver nossa origem, no mais fundo da nossa existência, nossas sólidas raízes que nos mantém fortes até hoje, e que na geografia recebeu o nome de Montalvânia e Juvenília, onde foi para nós, ao mesmo tempo, ventre, berço e nos lançou para o mundo”

Neste encontro conversamos, brincamos, sorrimos, bebemos, dançamos, trocamos idéias e reencontramos pessoas. Enfim, matamos a saudade da nossa terra e da nossa gente.

Decidimos que todos os anos nos encontraremos em Belo Horizonte, para reviver, nem que seja por pouco tempo, o que gostaríamos de viver sempre: a alegria do reencontro.

Este ano contamos com a parceria do projeto Filhos de Minas, do Restaurante Maria das Tranças e estaremos mostrando o que cada cidade tem de melhor além da oportunidade do reencontro.

Temos ainda como objetivos:

- Cadastrar os Conterrâneos das cidades de Montalvânia e Juvenília em BH e aproximá-los formando uma comunidade que gosta de se encontrar e viver a saudades da terra.

- Divertir, interagir e trocar informações de interesse mútuo.

- Desenvolver novos encontros ao longo do ano para possibilitar maior aglutinação em maio nos próximos anos.

- Divulgar nossas cidades e suas riquezas, visando ampliação do turismo e o desenvolvimento sustentável da região.

Contato: Gildázio 31 98643647

email: montalvaniaejuvenilia@yahoo.com.br

Antônio Casadei e Thalita de Oliveira Casadei

Historiadores Antônio Casadei e Thalita de Oliveira Casadei serão homenageados na 8ª Feira do Livro

A 8ª Feira do Livro, agendada para o período de 12 a 15 de junho de 2008 será dedicada aos historiadores Antônio Casadei e Thalita de Oliveira Casadei. O evento organizado anualmente pela ONG Sebo Cultural, terá exposição e vendas de livros a partir de R$ 1,00 e ainda, uma série de eventos paralelos como: Concurso de Redação, Concurso de Poesia Gioconda Labecca, Concurso Fotografe a 8ª Feira do Livro, Torneio de Xadrez, Noite de Autógrafos, Mostra Campanhense de Vídeo, Torneio de Jogo da Velha, Contadores de Histórias, Distribuição de Vale-livros, Gincanas Culturais e visitas aos Museus e Bibliotecas da cidade.

A 8ª Feira do Livro acontecerá no Ginásio Pronoama, Campanha/MG, de 14 às 22 horas, com entrada franca.

Mais informações e agendamento de estudantes:

(35) 9907-9457 com José Reinaldo

E-mail:
ong@sebocultural.org.br

http://sebocultural.blogspot.com/

http://www.sebocultural.org.br/antonio_casadei.html

http://www.sebocultural.org.br/thalita_casadei.html

ONG Sebo Cultural divulga vencedores do 2º Concurso de Poesia Gioconda Labecca

ONG Sebo Cultural divulga vencedores do 2º Concurso de Poesia Gioconda Labecca

O 2º Concurso de Poesia Gioconda Labecca recebeu 113 poemas que foram julgados por literatos reconhecidamente idôneos da comunidade poética brasileira, cuja decisão é irrevogável e irrecorrível. Foram considerados na decisão: correção de linguagem, beleza das imagens poéticas e a originalidade com que o tema foi tratado. A premiação é de R$ 700,00 divididos em três categorias:

Categoria Adulto - acima de 18 anos. Foram selecionados os 10 melhores textos, cujos autores receberão certificado de Menção Especial.. Ao 1º classificado R$ 300,00 (trezentos reais).

Categoria Juvenil - concorrente de 13 até 17 anos. Foram selecionados os 2 melhores textos, cujos autores receberão certificado de Menção Especial. Ao
1º Classificado R$ 200,00 (duzentos reais).

Categoria Infantil - concorrente até 12 anos. Foi selecionado o melhor texto, cujo autor receberá certificado de Menção Especial e R$ 200,00 (duzentos reais).

Os autores classificados terão seus poemas publicados graciosamente na Coletânea CONCURSO DE POESIA GIOCONDA LABECCA- 2007/2008, que será apresentado por ocasião da 8ª Feira do Livro, de 12 a 15 de junho de 2008, em Campanha/MG.

Em 2008 foram registrados a inscrição de trabalhos originários de vários estados do Brasil, Distrito Federal e Portugal.

CATEGORIA INFANTIL
1º Lugar - A flor - Protocolo nº 90
Autora: Gabriela de Carvalho – São Paulo/SP

CATEGORIA JUVENIL
1º Lugar - Lamentos - Protocolo nº 62 -
Autora: Daniele Cristina Dias – Campanha/MG

2º Lugar - Cidadania - Protocolo nº 08
Autora: Luana Cordeiro de Lima – Osasco/SP

CATEGORIA ADULTO
1º Lugar - Desafio - Protocolo nº 73
Autor: Antônio Roberto de Carvalho– São Paulo/SP

2º Lugar - O mensageiro - Protocolo nº 88
Autor: Eloi de Paula Pereira – Passos/MG

3º Lugar - Minha culpa - Protocolo nº 72
Autor: Célio de Oliveira Ferreira – Rio de Janeiro/RJ

4º Lugar - Coração vazio - Protocolo nº 89
Autor: João Luis de Oliveira – Jundiaí/SP

5º Lugar - Dia-a-dia - Protocolo nº 104
Autor: Mathusalécio Padilha – Rio de Janeiro/RJ

6º Lugar - Triste saudade - Protocolo nº 20
Autora: Lenir Mattos de Moura – Arraial do Cabo/RJ

7º Lugar - Tessituras - Protocolo nº 37 -
Autora: Maria de Fátima Parente – Rio de Janeiro/RJ

8º Lugar - Festa de igreja no interior - Protocolo nº 30
Autor: Cecim Calixto – Tomazina/PR

9º Lugar - Vida poeta - Protocolo nº 65
Autor: Robinson Silva Alves – Coaraci/BA

10º Lugar - Realidade - Protocolo nº 75
Autora: Lenita Jaolino Alves Pinto – Rio de Janeiro/RJ

Todas as poesias classificados estão disponíveis em - http://sebocultural.blogspot.com/

Daniel Munduruku

Daniel Munduruku

Contos Indígenas

Palestra

Debate

Leitura de textos

Sorteio de livros

Quinta, 29 de maio

18 horas

Centro Cultural da Ação da Cidadania

Av. Barão de Tefé 75, Saúde – Rio de Janeiro

2233-7460

www.acaodacidadania.com.br

ENTRADA GRATUITA

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Conferência em Roma debaterá segurança alimentar, mudanças climáticas e bioenergia

Conferência em Roma debaterá segurança alimentar, mudanças climáticas e bioenergia

A Conferência de Alto Nível sobre a Segurança Alimentar Mundial: e os Desafios das Mudanças Climáticas e da Bioenergia, da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), com a participação de Chefes de Estado e de Governo, responde à emergência internacional provocada pela alta dos preços dos alimentos. Junto a soluções imediatas, tratará de traçar uma estratégia para a segurança alimentar mundial nos próximos anos.
A reunião abordará os novos desafios da segurança alimentar, como as mudanças climáticas e a bioenergia. E também avaliará as políticas e medidas necessárias para ajudar os agricultores a conviver com preços mais altos e produzir mais alimentos para a crescente população mundial.
A importância crucial desses temas garante a participação de um número importante de líderes mundiais, incluindo o presidente da França, Nicolas Sarkozy; do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; Cristina Fernández de Kirchner, da Argentina, e o Secretario Geral da ONU, Ban Ki-moon. O presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Renato S. Maluf, integra a delegação brasileira.
Serviço
Conferência de Alto Nível sobre a Segurança Alimentar Mundial e os Desafios das Mudanças Climáticas e da Bioenergia
Data: 3 a 5 de junho
Local: Sede central da FAO (Viale delle Terme di Caracalla, Roma - Itália)

Site da conferência (em inglês)
Site da conferência (em espanhol)
Credenciamento para imprensa (em espanhol)

Informações
Escritório de Imprensa da FAO
(+39) 06 570 53625
FAO-Newsroom@fao.org
No Brasil:
Isabela Dutra
Assessora de Comunicação da FAO Brasil)
(61) 3038-2270
isabela.dutra@fao.org
Fonte: Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação

Assessoria de Comunicação
(61) 3411.3349 / 2747

www.presidencia.gov.br/consea

ascom@consea.planalto.gov.br

Merenda para o ensino médio

Merenda para o ensino médio

Entrevista Renato S. Maluf

Presidente do Consea pede aprovação de projeto que amplia oferta e diz que país seria melhor se tratasse tão bem das crianças como cuida das vacas.
Lúcio Lambranho
Congresso em Foco
Ao contrário do que muita gente imagina, o Fome Zero não acabou. É tocado pela Secretaria de Articulação Institucional e Parcerias do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Mas, na prática, o combate direto à fome foi substituído pelo governo com a ampliação do Bolsa Família.
E, há pelo menos três anos, o tema está fora dos holofotes e das preocupações midiáticas do governo e do presidente Lula, que conseguiu, no início do primeiro mandato, levar a idéia até mesmo para o debate internacional.
É também sem muito alarde que trabalha no anexo da Presidência da República, em Brasília, o presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutrição (Consea), Renato Maluf.
Com mandato até 2009, Maluf tem uma missão difícil pela frente, considerando-se que o combate à fome está, digamos, fora de moda.
Ele pretende convencer o Congresso, cercado pelo lobby da bancada ruralista, que tem ganhado apoio direto do governo em questões do seu interesse, a investir mais de R$ 362 milhões na inclusão da merenda escolar no ensino médio. Hoje esse direito está restrito aos alunos da educação infantil e fundamental.
A oferta de alimentação a esses alunos, segundo o Consea, pode ajudar a diminuir a evasão e a repetência, principalmente no período noturno. É que na escola pública muitos jovens vão do trabalho direto para a escola e sem fazer a refeição noturna.
Por isso, Maluf já cobra mais empenho do governo e do Congresso. "Eu espero que o Congresso trate disse logo. Eu acho que o governo pode articular, mas ainda não vi isso totalmente na rua. Acho que ainda é preciso um pouco mais de empenho", diz.
O grande embate que o doutor em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) deve enfrentar com os ruralistas é a proposta de que 30% dos alimentos comprados para a merenda escolar venham dos agricultores familiares e dos assentados da reforma agrária.
Vacas e crianças - O presidente do Consea também defende a universalização o Sistema de Gestão Federal e Estadual de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan). Por enquanto, o Sisvan existe em quase todos os municípios, mas a maioria funciona de forma precária e o atendimento se limita às famílias do Bolsa Família.
"Se a gente dedicasse às crianças a mesma atenção que dedicamos às vacas que exportamos, estaríamos muito melhor", dispara.
Nesta entrevista exclusiva ao Congresso em Foco, o presidente do Consea também não foge das brigas com os produtores de etanol, do atual modelo de produção de alimentos e até mesmo do Legislativo, com o qual ele terá de lidar diretamente em breve.
Para Maluf, a produção de etanol não ajuda na diminuição das desigualdades sociais no Brasil e ainda há dúvidas sobre sua ação sobre o meio ambiente. "Pode surgir energia renovável, mas que não sai sociedade justa não sai não", diz. "Há pesquisas que mostram que o etanol tem eficiência econômica, mas, dependendo de como for produzido, também pode contribuir para o aquecimento global", contesta.
Eu não quero acusar um usineiro contemporâneo pelo que fez um coronel no passado. Há quatro séculos que essa gente controla o Estado. Eles têm uma trajetória marcada pela concentração da riqueza, das terras, da superexploração do trabalho", ressalta Maluf ao falar dos usineiros.
Para Maluf, a crise dos alimentos é de modelo. Não é conjuntural e talvez nem mesmo passageira. Ele defende com veemência a aproximação da produção do consumo e a redução do "passeio" das mercadorias para reduzir os custos com o transporte. O ideal também seria, segundo o economista, intensificar a produção de forma mais sustentável e agroecológica.
Nós temos um sistema alimentar global, conduzido pelas políticas dos Estados Unidos e da União Européia, absolutamente controlado por não mais do que seis grandes corporações internacionais. E que no caso do Brasil beneficia meia dúzia de grandes exportadores. Esse é um modelo em crise", avalia.
Ridícula - Sobre o Congresso, ele não deposita muitas esperanças e sustenta que, sem uma reforma política, não será possível resolver o problema da fome, que ainda atinge hoje 20 milhões de brasileiros, cerca de oito milhões deles considerados indigentes.
O presidente do Consea também não poupa críticas aos legisladores. "A qualidade do debate congressual no Brasil se tornou ridícula. Pavorosa. Cadê o debate programático?", questiona.
Vinculado à presidência da República, o conselho tenta articular a sociedade civil e cobra do governo federal ações para garantir a segurança alimentar e o combate à fome no país. O colegiado, que tem caráter apenas consultivo, é atualmente composto por 57 conselheiros. São 38 representantes de entidades civis, 19 ministros ou representantes do governo e 23 observadores convidados.
Saiba como pensa um dos principais articuladores da política de segurança alimentar no país, lendo a íntegra da entrevista concedida ao site:
Congresso em Foco – O que mudou na segurança alimentar desde que o sociólogo Betinho propôs aquela campanha de combate à fome na década de 90? É possível saber hoje quantas passam fome ou tenham algum problema de nutrição no Brasil?
Renato Maluf – Acho que mudou em relação ao contexto do Betinho pelo fato – fruto até da luta dele e de outros – da questão passar a ser reconhecida. E ter um tratamento político devido. Isso já é em si é uma grande conquista. Porque a fome, como Josué de Castro dizia, era um tabu sobre o qual não se podia falar. Essa é a primeira grande conquista. A segunda grande conquista foi que hoje compreendemos o fenômeno e tratamos de uma maneira melhor com o foco da segurança alimentar e nutricional que foi construído nestes anos todos no Brasil. Do ponto de vista da condição das pessoas, as políticas sociais implementadas mais recentemente têm resultado bastante visíveis na melhoria de muitos indicadores no que se refere ao acesso à alimentação, à condição nutricional e à saída da pobreza.
Mas quais seriam os indicadores?
Tem um tipo de indicador indireto que é o mais universal, mas o mais limitado deles, que é a renda. É um indicador de pobreza e de indigência e por ele você deduz a maior ou menor dificuldade de acesso aos alimentos. Esse é um indicar nacional de pesquisa regular feita pela Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio). Por esse indicador, a pobreza está caindo no país, vem caindo sistematicamente, e nós devemos estar com um número próximo de 20 milhões de indigentes.
Quando o Betinho começou a campanha eram 40 milhões?
A história dos 40 milhões é dos que vivem a baixo da linha de pobreza. A linha de pobreza hoje deve estar em 20 e poucos milhões, então os indigentes são cerca de nove milhões. Eu estou usando dados do salário mínimo. Se você usar outro indicador de renda como o dólar por dia, do Banco Mundial, vai encontrar valores menores da Pnad e do Ipea. Mas a maioria dos pesquisadores usa um quarto de um salário mínimo per capital como indigência e meio salário mínimo como pobreza. Outro indicador, que infelizmente a gente tem menos porque não tem um sistema bem montado, é o que mede diretamente a condição nutricional, sobretudo das crianças. Por isso, a gente tem insistido muito na necessidade de instalar definitivamente o Sisvan, o Sistema de Gestão Federal e Estadual de Vigilância Alimentar e Nutricional em todos os municípios com uma cobertura universal. Ai nós poderíamos ter um dado direto da condição nutricional de crianças.
Qual é dificuldade de consolidar o Sisvan?
Não é muita. Principalmente, vontade política de fazer. Se dedicássemos às crianças a mesma atenção que dedicamos às vacas que exportamos, estaríamos muito melhor. Então é uma questão de colocar recursos, que as prefeituras assumam e os governos estaduais idem. Houve recentemente um pequeno problema técnico de compatibilização de sistemas de informação para consolidação dos dados nacionais, mas foi resolvido. Se você andar pelas prefeituras do país, como eu já fiz, e perguntar, vai ver coisas inacreditáveis. Mas as prefeituras acham que tem que aplicar o Sivan na amostra do Bolsa Família. Então eu só acompanho a condição das crianças que são atendidas pelo Bolsa Família. Como se fosse a referência, mas o Sivan não é para acompanhar o Bolsa Família. É feito para acompanhar o estado nutricional das famílias. Nós temos necessidade de colocar equipamentos, e ele é muito simples. Uma balança e um computador. Mas basta a prefeitura assumir e os médicos da rede de atenção básica decidirem que é importante fazer a medição, o acompanhamento antropométrico. É absolutamente possível estender para todos os municípios e universalizar.
O senhor falou da atenção dada às vacas e às crianças. Mas o senhor não acha que esse governo está dividido entre o apoio político de uma numerosa bancada ruralista no Congresso e as questões que envolvem meio ambiente e a fronteira agrícola, a produção de transgênicos e a agricultura familiar e orgânica?
Acho que o governo se divide com relação a isso porque a sociedade brasileira se divide em relação a isso. Não é uma questão só de governo. É claro que o governo tem suas opções de construção de alianças, mas não foi o governo que inventou o agronegócio e o apoio à exportação. Então há uma divisão na sociedade. Podemos afirmar que o sentimento majoritário da população é preservacionista. Agora, a visão de negócio dos alimentos e do uso da terra como mercadoria, da ocupação da Amazônia, ela é compartilhada por alguns setores da sociedade. Vá perguntar a algum prefeito da Amazônia se quer que mantenha a floresta ou se ele quer encher aquilo de soja, caminhão ou plantar pinos. É uma visão deles de desenvolvimento. Eu já vi isso mais de uma vez. Acho que o governo se divide. Acho que ele tem feito coisas muito importantes tanto no campo ambiental quanto na agricultura familiar e das políticas sociais. Há que se reconhecer. Se você me perguntar se elas predominam em relação às outras, eu diria que não.
Mas seria importante que essas políticas sociais predominassem para garantir a segurança alimentar no Brasil?
Eu acho que sim. Eu tenho uma visão de que a crise de alimentos que estamos vivendo é uma crise de modelo. Não é só uma crise conjuntural. Você pode dar várias respostas a ela. Uma delas é mais do mesmo. Estão vamos seguir com esse padrão de produção intensivo, de grande escala com muito agroquímico e tecnificado. Esse padrão do qual o Brasil é um dos principais representantes do mundo. Isso é uma resposta, a resposta que muita gente quer que se dê. É preciso produzir mais sem discutir a maneira como está sendo feito. Essa é a resposta que beneficiará a alguns, mas que tem limites absolutamente visíveis. Então esse é um modelo que tem que ser revisto. Tem que caminhar na direção de aproximar produção e consumo e reduzir o passeio das mercadorias. Intensificar a produção de forma mais sustentável e agroecológica. E o outro componente da crise do modelo é essa visão que se constrói uma segurança alimentar global baseada em fluxo comercial e com países desaparelhados para im plementar políticas soberanas. A falácia desse modelo está absolutamente evidente. Nós temos um sistema alimentar global conduzido pelas políticas dos Estados Unidos e da União Européia absolutamente controlado por não mais do que seis grandes corporações internacionais tanto na ponta dos alimentos quanto na ponta dos insumos e fertilizantes. E que no caso do Brasil beneficia meia dúzia de grandes exportadores. Esse é um modelo em crise. Você pode aproveitar essa crise dos alimentos para revê-lo se quiser ou não. Então, por isso, que eu digo que é preciso rever sim. Seria preciso que outras concepções de produção de alimentos e de organização da atividade econômica ganhassem mais espaço. É um embate permanente na sociedade e no governo.
A agricultura familiar produz hoje 70% dos alimentos que o brasileiro consome. O senhor acredita que há pouco espaço para esse setor dentro do governo e na sociedade?
A agricultura familiar que representa esses 70% é muito diversa. Vai se encontrar nesses 70% a agricultura familiar mais capitalizada e integrada à agroindústria. A maneira, a importância e a visibilidade políticas que eles recebem dependem de você diferenciar esse segmento. Ele não é homogêneo. Eu acho que esse segmento ganhou muito nesse governo em espaço. Por dois indicadores. Um deles é a evolução do Pronaf. O Pronaf multiplicou por seis os seus recursos. Saiu de dois ou três bilhões para quase 11 neste ano. O número de contratos aumentou muito. A criação do PAA, o Programa de Aquisição de Alimentos, é outro exemplo, ainda que ele seja um programa meio claudicante no que se refere a recursos e na sua operacionalização. Mas ele ganhou muita importância. Ganhou a sociedade e os movimentos de agricultores. Nesse sentido, cresceu o espaço. Eu não diria a mesma coisa da reforma agrária. A reforma agrária ainda é uma área com uma definição muito insuficiente.
Qual é sua avaliação sobre a reforma agrária e qual é a proposta do Consea para integrar os assentamentos na segurança alimentar?
A reforma agrária é inquestionavelmente importante e continua um tema atual. A comprovação disso eu tive, para minha surpresa, aliás, na Conferência que a FAO realizou aqui no Brasil, a Conferência Latino-Americana. Um dos temas era a Conferência sobre reforma agrária e desenvolvimento organizado com um forte apoio brasileiro em Porto Alegre ano passado. Quando esse tema entrou em debate na plenária, teve apoio quase que unânime dos países da América Latina com relação à importância do tema. Temos mais uma comprovação. A reforma agrária está na agenda.
Quais são os componentes de segurança alimentar num programa de reforma agrária?
Eu acho que são pelo menos dois. Para entender esses componentes, é preciso considerar que família rural, o agricultor familiar, combina a dupla condição de produtor e de demandante de alimentos. E como é nesse setor da sociedade que serão encontrados os mais elevados índices de pobreza, ao apoiá-los você simultaneamente melhora o acesso aos alimentos de gente pobre e melhora a oferta para a sociedade porque eles são produtores. Por isso é que agricultura familiar, e dentro dela a reforma agrária, tem papel estratégico na segurança alimentar. Pelos dois lados, pelo lado da demanda e da oferta.
Como assim?
Os assentamentos geram ocupação do espaço de forma mais eqüitativa e geração de oportunidades de trabalho. E se tiverem qualidade também podem ter uma relação mais amigável com a natureza. Nesse caso, de fornecedor de alimentos, seria preciso, para que a reforma agrária cumprisse o papel relevante na segurança alimentar, uma assistência técnica que orientasse a produção. Não basta ser produção de agricultor familiar. Tem que ser uma produção que respeite a natureza e que forneça produtos de qualidade e, principalmente, uma das grandes metas da agricultura familiar, para diversificar hábitos alimentares. A nossa referência principal é a aproximação produção e consumo. Essa é a chave para discutir essa crise de alimentos. Não estou negando que possamos ter sistemas integrados de produção e abastecimentos nacionais e mesmo internacionais. Mas a chave para reduzir o uso da energia, a transformação dos alimentos, custos no transportes e valorizar a variedade de hábitos é aprox imar a produção do consumo. E a reforma agrária e a agricultura familiar permitem isso. Desde que você tenha suporte. Não dá para jogar as pessoas no campo. E uma política agrícola que promova essa aproximação.
Qual é a sua avaliação sobre essa polêmica entre a produção de alimentos e de bicombustíveis? O que o senhor acha do programa brasileiro de biocombustíveis, que insere a agricultura familiar e a reforma agrária?
São dois componentes. Tem um componente dos agrocombustíveis que é o etanol. Que é totalmente diferente do biodiesel. No componente do etanol, embora reconheça que é necessário fazer um esforço para construir fontes renováveis de energia, eu penso que em primeiro lugar que há uma questão que não está sendo feita, que é sobre o consumo. Ninguém está discutindo consumo de energia. Só se discute como se troca petróleo por qualquer outra coisa mantido o patamar de consumo. O que é absolutamente inviável. Feita essa discussão, quais são as fontes melhores? De fato o etanol vindo da cana-de-açúcar tem algumas vantagens. Uma taxa de conversão e do ponto de vista de eficiência econômica. Problemas: esse é um setor secularmente poderoso nesse país. Há quatro séculos que essa gente controla o Estado. Eles têm uma trajetória marcada pela concentração da riqueza, das terras, da superexploração do trabalho.
De acordo com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), 52% dos casos de trabalho escravos registrado no ano passado aconteceram no setor sucroalcooleiro. O que o senhor acha disso?
Fazem isso há quatro séculos como exportadores de trabalho escravo no Brasil. Eu não quero acusar um usineiro contemporâneo pelo que fez um coronel no passado. Mas que muitos desses hábitos dessa sociedade autoritária nossa permanecem. Eu acho que ele tem que ser olhado com o cuidado e objeto de regulação pública. Primeiro no zoneamento agroecológico, onde pode onde não pode. Segundo, é preciso haver regulação de relações de trabalho. Terceiro, uma forte fiscalização ambiental sob o ponto de vista do cultivo. Daqui pode surgir energia renovável, mas que não sai sociedade justa não sai não. Então eu não deposito minhas fichas no modelo concentrador e de grande escala. A gente já conhece isso e sabe aonde vai dar. Agora, o zoneamento agroecológico tem que levar em conta não apenas onde a cana está se expandindo, mas o que ela está empurrando. Eles argumentam com muita freqüência que não se planta cana na Amazônia. Não é verdade, já tem pressão para plantar no Acre no Pará. Mas digamos que até o momento a expansão tem sido sobre área de pecuária. Mas essa pecuária tem que ir para algum lugar. As vacas e os bois vão para algum lugar e provavelmente vão para a Amazônia. Então o país precisa decidir o que quer fazer com a Amazônia. Mas há indicadores de expansão de milho e soja no Paraná.
E o biodiesel?
O biodiesel é outra conversa. No caso do biodiesel esse é programa bastante interessante. Porque o etanol vai além da capacidade do Estado brasileiro de regular. É uma coisa antiga e não é um governo que regula. O governo está correndo atrás. No caso do biodiesel é uma criação do governo, então é diferente e é ali que você vai ver são preocupações sociais e ambientais quando eles dizem que o agricultor não pode dedicar mais de certa parcela para plantar mamona, por exemplo. E como eles têm requisitos para a indústria que vai fazer o biodiesel do ponto de vista do seu funcionamento é um programa criado e com regulamentação. A dúvida está na capacidade da agricultura familiar e de até onde se pode ir com isso. E a capacidade da agricultura familiar de produzir matéria prima.
Ainda não se sabe se vale à pena?
Os indicadores técnicos são muitos favoráveis de conversão da matéria-prima em energia. Mas ainda estamos para ver do ponto de vista da escala.
Não há faz muito tempo o presidente Lula chamou os usineiros de “heróis” publicamente. E a Câmara aprovou recentemente um projeto de lei, com apoio da bancada do governo e que saiu do Executivo, permitindo a contratação de safristas sem o registro em carteira de trabalho. Fiscais do trabalho e procuradores avaliam que a nova lei é um estímulo ao trabalho escravo. Afinal, esse governo tem um discurso trocado?
Eu não concordo. Eu já disse publicamente que não concordo com essa qualificação dos usineiros. Acho que o presidente Lula tem se mostrado bastante entusiasmado com algumas possibilidades econômicas do país. Tem razões para ter esse entusiasmo dada a sua função de presidente. O próprio presidente Lula ganhou notoriedade internacional pela defesa que fez de coisas importantes como o combate à fome, pautando internacionalmente a pobreza. Por isso é que eu acho que, neste momento, se espera do Brasil um comportamento à altura da sua responsabilidade internacional. O Brasil não pode aparecer como um mercador de commodities. O país é conhecido internacionalmente porque vende soja, frango e produz etanol. E para isso mobiliza seus heróis. Isso é uma visão pobre de país. Não corresponde ao país. Não corresponde inclusive com o perfil do presidente e do que o seu governo tem feito. Acho que a política internacional do país é muito correta. Política externa, não a comercial. Esse é um setor poderosíssimo e é preciso ter instrumentos adequados para regulá-lo e colocá-lo dentro dos limites do tolerável do ponto de vista do que representa socialmente. Há pesquisas que mostram que o etanol tem eficiência econômica, mas, dependendo de como for produzido, também pode contribuir para o aquecimento global.
O senhor acha que o Brasil vai conseguir vencer essa dicotomia a curto ou médio prazo de um país que pode ser auto-sustentável ou ser um grande exportador de commodities?
Acho difícil. Não que eu seja cético. Eu acho que a gente avançou muito. É uma crivagem que se tem na sociedade brasileira. A sociedade brasileira construiu durante muito tempo uma das maiores desigualdades do mundo. Desigualdade no Brasil tem nome e sobrenome. Aponte uma grande fatalidade natural que explique? Nem o semi-árido explica. Nem as condições adversas do semi-árido são capazes de explicar. Com muito pouco no semi-árido, já se fez coisa que emancipa pessoas, como o programa maravilhoso que criou um milhão de cisternas.
Mas esse programa não está patinando nas suas previsões de construção de cisternas?
Não. Está muito bem. Vai devagar porque o método que eles estão usando, o pessoal da ASA, é o que respeita a dinâmica social. Não é o prefeito chegar lá, construir uma cisterna e depois ir embora. Os que fizeram isso, a cisterna virou galinheiro. Isso eu já vi lá. Agora as cisternas feitas dentro do movimento social e com organização levam as pessoas a se organizarem. Eu acho que a gente melhorou. Apenas acho que enfrentar a desigualdade no Brasil é enfrentar estruturas muito poderosas que estão enraizadas.
Essa estrutura tem um lobby muito forte no Congresso?
O Congresso é a expressão disso. Como é que você pode imaginar que é possível enfrentar todas essas desigualdades que todos nos sabemos com uma determinação política fundamental num país que não é capaz de fazer a reforma política. Com esse padrão de debate político que nós temos neste país, abaixo da crítica. A qualidade do debate congressual no Brasil se tornou ridícula. Pavorosa. Cadê o debate programático?
Falando em Congresso, o Consea, junto com outras entidades, propôs um projeto de lei que já está na Câmara prevendo a inclusão do ensino médio das escolas públicas no programa de merenda escolar. O senhor acha que o governo vai se mobilizar para aprovar esse projeto?M
Aquilo é um marco na política nutricional no Brasil caso venha a ser aprovado. Em vários aspectos. Primeiro, porque trata a alimentação escolar como um direito. Não como esmola nem como uma ajudazinha. É um direito que as crianças têm de se alimentar quando vão a escola. E se alimentar adequadamente. Segundo porque estabelece um compromisso com os entes federativos que não estava estabelecido em lei. Esse é o mais antigo programa que temos no Brasil, quase 50 anos, com uma regulamentação absolutamente precária. E a fiscalização idem. Terceiro porque obriga que 30% das aquisições de alimentos da merenda sejam feitas da agricultura familiar da região. Isso é fundamental. Capacitando a agricultura familiar para atender essa demanda, que é muito grande, é um estímulo ao desenvolvimento local muito importante. Estabelece responsabilidade para os gestores, mas estabelece que as crianças não sejam penalizadas pela incúria de gestores. Até pouco tempo, quando o gestor não prestav a contas, a alimentação escolar era suspensa. E quem pagava eram as crianças. O Consea participou de uma mudança. Agora, a Conab entrega diretamente nas escolas enquanto o prefeito acerta suas pendências. A lei acerta isso também.
Mas e a articulação no Congresso sobre esse projeto?
Eu espero que o Congresso trate disse logo. Eu acho que o governo pode articular, mas ainda não vi isso totalmente na rua. Até estamos tentando sensibilizar o presidente Lula nessa direção. O Consea e os ministros. Acho que ainda é preciso um pouco mais de empenho.
O que o Josué de Castro, patrono do Consea, diria hoje do Brasil se ele estivesse vivo? Eu espero que ele fique contente com o empenho que nós temos feito para valorizá-lo. Pelo Consea, sobretudo. Vamos comemorar o centenário de nascimento dele em 5 de setembro no Recife. E que o tema vai ser o acesso à água. Acho que ele nos pediria para fazer uma atualização de seu mapa sobre a geografia da fome. Mas, ao mesmo tempo, ele diria que estamos conseguindo, como disse quando falei sobre Betinho, o reconhecimento político do tema. Que o tema é uma questão que tem que ser tratada e não é mais um tabu. Quanto aos avanços, eu diria que o Josué teria razões para se alegrar e algumas para se preocupar. Coisas inovadoras estão sendo colocadas em prática e algumas velhas práticas ainda não foram removidas. Uma visão de saúde curativa, medicalizada. Acho que isso ele não gostaria. Uma maior valorização da prevenção, da educação e do acompanhamento nutricional que está nos faltando. Ele então teria motivos para se preocupar.

Assessoria de Comunicação
(61) 3411.3349 / 2747

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Seminário Legislativo - Minas Gerais

SEMINÁRIO LEGISLATIVO “MINAS DE MINAS”
Encontro Regional de Muriaé
20 de maio de 2008 (terça-feira)
Local: Teatro Zaccaria Marques – Av. Constantino Pinto, 400 (Terminal Rodoviário)

Minas Gerais possui uma das maiores províncias minerais do mundo. O desenvolvimento do Estado tem uma vinculação histórica com a atividade minerária, e os produtos derivados dela constituem o carro-chefe de nossa economia.
Esse potencial ganha agora nova dimensão, com a crescente demanda mundial por bens minerais e a abertura de grandes mercados consumidores. Surgem possibilidades de fortes investimentos em Minas, com significativa geração de emprego e renda.
A mineração, contudo, situa-se em um contexto complexo. A legislação sobre jazidas e minas é de competência privativa da União, mas a competência para legislar sobre meio ambiente cabe tanto à União quanto aos estados e municípios, e é freqüente a localização de jazidas em áreas de fragilidade e tensão ambiental.
Coloca-se, portanto, para Minas um desafio: conciliar as atividades da mineração com a proteção do meio ambiente e a qualidade de vida, por meio do aperfeiçoamento institucional e da gestão compartilhada dos bens naturais. É o desafio da sustentabilidade, que depende do envolvimento dos órgãos públicos, do setor empresarial, dos trabalhadores, das entidades ambientalistas, enfim, de toda a sociedade.

OBJETIVO:
Buscar, junto às entidades representativas da sociedade civil e dos setores público e privado, subsídios para a elaboração de uma política minerária estadual, que respeite as características naturais e socioculturais das diversas regiões de Minas Gerais, orientada para a sustentabilidade social, econômica e ambiental, e para o aprimoramento da política minerária nacional.

8h – Credenciamento

8h30 – ABERTURA
Deputado Alberto Pinto Coelho – Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais
José Braz – Prefeito Municipal
Antônio Augusto Pereira – Presidente da Câmara Municipal

Palestras

9h30 – A mineração no contexto estadual
Consultor da Assembléia Legislativa

9h45 – A mineração no contexto regional

Francisco Ofeni Silva – Secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Muriaé
Claret Antônio Vidal Abreu – Assessor da Diretoria de Mineração da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA)

João Paulo Dias da Fonseca – Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Muriaé, Barão de Monte Alto e Rosário da Limeira

Glauco Regis Florisbelo – Membro da Comissão Regional de Atingidos pela Mineração na Zona da Mata

11h30 – Grupos de trabalho

Grupo 1
A Sustentabilidade da Mineração em Minas Gerais
Gestão Ambiental e Mineração

Grupo 2
Sistema Federativo e a Legislação sobre Mineração – Política Tributária e Mineração
Perspectivas do Setor Mineral – Cenários e Estratégias de Sustentabilidade para o Desenvolvimento Mineral e Conhecimento do Potencial Mineral

14h – Reinício do trabalho dos grupos

15h30 – Plenária final
Apresentação do relatório dos grupos de trabalho
Eleição dos 12 delegados representantes da região para a etapa final do seminário

17h – Encerramento

Entidades de apoio

Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Abes/MG
Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais – Amig
Associação Mineira de Defesa do Ambiente – Amda
Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paraopeba
Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa
Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig
Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais – Crea/MG
Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM
Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais – Fetaemg
Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Extrativas do Estado de Minas Gerais – Ftiemg
Fórum Agenda 21 do Estado de Minas Gerais
Fundação Estadual do Meio Ambiente – Feam
Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho – Fundacentro
Fundação Rural Mineira – Ruralminas
Instituto Brasileiro de Mineração – Ibram
Instituto Ekos para o Desenvolvimento Sustentável
LAFM – Consultoria, Gestão e Engenharia Ambiental
Ministério Público do Estado de Minas Gerais – Coordenação de Promotorias de Meio Ambiente
Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana
Secretaria de Estado de Fazenda
Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
Secretaria Municipal Adjunta de Meio Ambiente – PBH
Sindicato das Indústrias Extrativas de Ouro, Metais Preciosos, Diamante, e Pedras Preciosas, Areias, Pedras Ornamentais, Lenha, Madeira, Minerais Metálicos e Não Metálicos de Minas Gerais – Sindiextra
Sindicato dos Geólogos no Estado de Minas Gerais – Singeo/MG
Sociedade Mineira de Engenheiros – SME
Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG

Calendário Cultural de Minas Gerais - Maio/2008

Clique na imagem para ver no tamanho original.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Agenda Chévere - Maio 2008

Agenda Chévere para os próximos dias: 17/05 – Status Café cultura e Arte; 22/05 – Damas e Valetes e 31/05 – Status Café Cultura e Arte

O que é Chévere?
“chévere adj. (esp. mer.) col. Excelente o estupendo.”

Diccionário General de Lengua Española

O grupo nasceu em 2004, a partir do encontro de um venezuelano, Fernando González; uma boliviana, Marcela Morón e de um brasileiro, Daniel Mariano. O trabalho desenvolvido pelo Chévere representa o resgate de várias manifestações musicais que já encantam os brasileiros há várias décadas. Através desta iniciativa é possível promover não só o reencontro dos antigos fãs dos vários gêneros musicais presentes no universo hispânico, como também permitir ao público conhecer a musicalidade e os aspectos culturais de vários países que estão localizados bem próximos do Brasil, mas que são pouco divulgados. A partir do repertório do grupo é possível fazer uma viagem pelas canções executadas nas regiões que vão desde o Rio Bravo, no México até a Patagônia, na Argentina.

No repertório configura uma enorme diversidade de ritmos e canções que retratam os diferentes aspectos do povo latino-americano. Trata-se de uma verdadeira viagem musical por vários países como Argentina, Bolívia, Cuba, Espanha, México, Venezuela e Peru.

Através de um cancioneiro rico, resultado de uma extensa e constante pesquisa, é possível esboçar as várias vertentes da música latina e sua representatividade. Uma das características marcantes do Chévere é a utilização de instrumentos originais como cuatro venezolano, charango andino, bongó caribeño e vários outros. E exaltando o caráter caliente da maioria desses ritmos, sentimentos como alegria, tristeza, ternura, coragem e o amor se revelam nos Huaynos Bolivianos, Milongas Argentinas, Tangos, Valsas Peruanas, Merengues Venezuelanos, Boleros e Rumbas Cubanas, Huapangos Mexicanos e Canciones de Cuna. E para os amantes da dança, seja ela lenta ou agitada, não faltarão oportunidades de dançar ao som da mais autêntica música latino-americana!

O Chévere vem se apresentando regularmente em diversas casas de shows de Belo Horizonte como Vinnil Cultura Bar, Ziriguidun, La Madre Café, Sari Café Lounge, Soleá Tablao Flamenco e eventos como Teia 2007, Festival de Inverno da Savassi, II e III Semanas de Cultura Hispânica da UFMG, Projeto Música no Belas, Encontro Cultural de Milho Verde e ainda vários outros.

Os Integrantes

Daniel Mariano: Licenciado em Música pela UEMG em violão, diretor musical, compositor e arranjador. Com o Chévere apresenta-se como vocalista e guitarrista.

Fernando González: Músico e investigador do folclore latino-americano, participou dos grupos Convenezuela, Americanto, Son Caribe, Dois por Dois e Fidelidade Partidária. No Chévere apresenta-se com seu cuatro venezolano, charango andino, percussão e voz.

Marcela Morón: Cantora e professora de espanhol, traz à cena toda a alegria e energia do povo latino-americano, que se traduz em suas belíssimas interpretações. Vocalista.

Juventino Dias: Trompete, vocais e percussão. Professor de Trompete nas oficinas do Bloco Tambolelê.

Luizão Lobo: Músico licenciado em violino pelo Cefar- Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado. Professor de percussão e bateria. No Chévere desempenha as funções de percussionista e backing vocal.

Eduardo Ávila: Violoncelista. Aluno do curso de Licenciatura em música da UEMG. Ex-professor de violoncelo do Conservatório de Música de São João Del Rei.

Serviço:

Chévere - Música Latina

Data: 17/05 - sábado – Status Café Cultura e Arte

Horário: 21:00h

Endereço: Rua Pernanbuco, 1.150 - Savassi

Couvert artístico: R$10,00

Informações e reservas: (31)3261-6045

Chévere - Música Latina

Data: 22/05 - quinta – Damas e Valetes

Horário: 21:00h

Endereço: Rua Antônio de Albuquerque, 862 - Savassi(antigo Sari Café)

Couvert artístico: R$6,00

Informações e reservas: (31)8445-2927

Contatos para entrevistas:

assessoria@chevere.com.br

(31)3462-5302/ 9123-6730 – Daniel Mariano
(31)9104-8621 – Marcela Morón

www.chevere.com.br

Rumos Educação Cultura e Arte

Rumos Educação Cultura e Arte (Goiânia dia 12 de maio)

Lançamento do programa em todo o Brasil

Goiânia - Dia 12 de maio - Participe!!

Prezado(a) parceiro (a) social,

O programa Rumos Educação Cultura e Arte esta sendo lançado em diversos estados através de encontros, mesas-redondas e apresentações voltadas a educadores de organizações sociais, espaços culturais e museus; estudantes e profissionais das áreas de arte, cultura e educação não-formal.

O programa Rumos Educação Cultura e Arte irá premiar ações educativasno contexto não-formal que estejam nos campos da cultura e da arte.

Gostaríamos de convidá-lo a participar do evento de lançamento em seu estado e contar com sua colaboração na divulgação do mesmo para a sua rede de contatos locais, de modo a ampliarmos a rede de participantes dos encontros, fomentando a troca de experiências e o desenvolvimento sociocultural no Brasil, além de incentivar a participação no edital de profissionais de todos os estados brasileiros.

Desde já agradecemos o seu apoio e contamos com sua participação.

Programação:
Apresentação do Programa Rumos Educação, Cultura e Arte
Palestra: Espaços da Cultura, Espaços da Educação

Goiânia - GO
12 de maio - 14h
Evento: Rumos Educação, Cultura e Arte – O diálogo como estratégia educativa
Apresentação do programa Rumos Educação, Cultura e Arte e palestra com Denise Grinspum
Local: Universidade Federal de Goiás
EMAC – Campus II GO 080 km 8 – Samambaia – Caixa Postal 131 – CEP
74001-970 / Goiânia-GO

Divulgação do edital no país - regulamento e formulário de inscrição:

www.itaucultural.org.br/rumos

Rumos Educação, Cultura e Arte

Cotidianamente, em todo o país, educadores atuam junto aos mais diversos públicos na promoção de atividades de formação em diferentes campos e criam situações em que a participação do educando é essencial. Esses educadores são profissionais de várias áreas que partilham suas experiências fora do espaço escolar, possibilitando a ampliação dos universos social, cultural e econômico dos envolvidos.

As ações no contexto da educação não-formal envolvem diferentes áreas de conhecimento. O programa Rumos Educação Cultura e Arte pretende mapear e valorizar as ações educativas no contexto não-formal que estejam nos campos da cultura e da arte.

Nesta segunda edição do programa Rumos Educação, Cultura e Arte pretende-se identificar as experiências voltadas para os mais diversos tipos de públicos, desenvolvidas tanto por organizações da sociedade civil como por museus e instituições culturais.

O programa Rumos Educação, Cultura e Arte visa mapear e valorizar os educadores e as experiências, criadas e colocadas em prática por eles no âmbito da educação não-formal. As ações nesse contexto são fundamentais para a experimentação na educação, para a transformação pessoal e profissional dos participantes e para o desenvolvimento sociocultural no Brasil.

O programa Rumos Educação Cultura e Arte irá premiar ações educativas no contexto não-formal que estejam nos campos da cultura e da arte.

Venha conhecer o programa e participar do edital!

Divulgação do edital no país - regulamento e formulário de inscrição:

www.itaucultural.org.br/rumos

sábado, 10 de maio de 2008

Ação da Cidadania abre inscrições

Ação da Cidadania abre inscrições para novos comitês

A Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida, criado em 1993 pelo sociólogo Hebert de Souza, o Betinho é um dos maiores movimentos sociais do Brasil. Formada por uma rede de 743 Comitês Locais que desenvolvem atividades sociais em 20 municípios do estado do Rio de Janeiro. A Ação da Cidadania tem a missão de mobilizar e organizar a sociedade brasileira para a luta pelo fim da miséria.

Entre os dias 13 e 30 de maio, a Ação da Cidadania abre inscrições de instituições para a formação de novos comitês locais. Para isso, são necessários três voluntários que já desenvolvam algum projeto em suas comunidades, em qualquer área (educação, geração de emprego e renda, esportes e lazer, cultura etc) e que estejam interessados em ter um suporte para melhorar suas atividades.

Os comitês são formados por grupos de amigos, associações de moradores, ONGs, igrejas, sindicatos, creches, escolas, grupos de amigos, rádios comunitárias entre outras organizações que desenvolvem ações que visem melhorar a vida das comunidades em que estão inseridas. Esta rede, além da troca de informações e experiências, atuam nos projetos desenvolvidos pelo Comitê Rio, órgão responsável por agregar os Comitês Locais organizando-os para reivindicar melhorias sociais..

Uma das campanhas que possui maior visibilidade é o Natal Sem Fome dos Sonhos, que em 2007 arrecadou 400 mil brinquedos e 150 mil livros e contou com apoio de grande parte da sociedade.

Os brinquedos foram distribuídos para crianças moradoras em áreas de risco social pelos comitês da Ação da Cidadania nas comunidades em que atuam e os livros usados para compor 200 espaços de leitura móveis, usados pelas lideranças como forma de incentivar a leitura nos bolsões de pobreza do estado. Para tanto, elas receberam capacitação em oficinas em que foram discutidas a situação da educação no Brasil, a relação entre a precariedade do ensino e pobreza e formas de diminuir a diferença social através do estímulo à leitura e a uma educação de qualidade.

Também com o trabalho em conjunto com os comitês, mil famílias foram incluídos no CadÚnico, programa do Governo Federal que assegura às famílias em situação de risco o recebimento do Bolsa Família. Foi um grande projeto em que as lideranças comunitárias identificaram pessoas em condições de receber o benefício e que ainda não o recebiam, cobrando depois da prefeitura a inclusão no programa.

Além do Natal Sem Fome dos Sonhos, dos Espaços de Leitura (foto), da reivindicação da inclusão de famílias no CadÚnico, a Ação da Cidadania realiza atividades no Centro Cultural, um prédio com 12 mil metros quadrados localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro. Uma das atividades em andamento é o Leitura em Ação, que já recebeu escritores como Ziraldo, Elisa Lucinda e Ferreira Gullar.

Tudo isso é realizado gratuitamente para todos os líderes comunitários que fazem parte dessa grande rede.

Maiores informações ligar para 2233-7460
ou 21 8175-1232 ou pelo site:

www.acaodacidadania.com.br

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Confira os próximos eventos culturais em Minas Gerais

Nos próximos meses os eventos culturais estarão a todo vapor em Minas Gerais. Tem para todos os gostos: música, teatro e claro, literatura. O grande destaque do mês é a 1ª Bienal do Livro em Belo Horizonte.

E você pode curtir muito mais a cultura brasileira. Basta ser um dos cinco primeiros a responder corretamente a pergunta "Que país será homenageado na 1ª Bienal do Livro de Minas?"e ganhar um CD da Orquestra Barroca ou um par de ingressos para a Bienal. Você escolhe.

Clique aqui para responder a pergunta. Mas seja rápido porque muita gente está de olho nesses prêmios.

Confira agora os principais destaques em Minas Gerais:

1ª Bienal do Livro de Minas Gerais
Entre os dias 15 e 25 de maio a cidade de Belo Horizonte vai receber a 1ª Bienal do Livro de Minas. O evento homenageará o Japão. Com essa iniciativa a Petrobras fomenta iniciativas educacionais com crianças e jovens e estimula a cultura e o pensamento. De quebra, a Bienal também vai fortalecer ainda mais o universo cultural de BH.

Festival Internacional de Teatro Palco & Rua de Belo Horizonte
(FIT BH)
O FIT BH é um dos mais importantes festivais do gênero no país e, mais uma vez, a Petrobras orgulha-se em ser a sua apresentadora. O evento vai de encontro ao compromisso da empresa em auxiliar a difusão e democratização das artes, além de ser um excelente espaço de intercâmbio entre artistas do Brasil e do mundo. De 26 de junho a 6 de julho.

XIX Festival Internacional de Música Colonial Brasileira
e Música Antiga
Sempre com grande destaque no calendário cultural do Brasil, esse Festival traz uma proposta inovadora no campo da pesquisa, registro e divulgação da música colonial brasileira. Em 2008, o Festival vai contar com a participação de importantes professores e grupos do exterior.
Vale a pena conferir. De 18 a 20 de julho.

Para conhecer outros destaques, acesse:
www.petrobras.com.br/cultura.

Filosofia e Sociologia

Filosofia e Sociologia: APROVADO - PLC 04/08 do Dep. Ribamar Alves (PSB/MA)

Assessoria filosófica do Centro de Filosofia
Educação para o Pensar
- Florianópolis/SC

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado aprovou nesta terça-feira (6/5) o PLC 4/08, que altera dispositivos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), para incluir no currículo do Ensino Médio as disciplinas de Filosofia e Sociologia como obrigatórias.

Por unanimidade, na Comissão de Educação do Senado Federal, o PLC 04/08 foi aprovado e contou com apoio de todos os senadores. Com elevado quorum e com pronunciamentos firmes e decisivos do senador Cristóvam Buarque que presidiu a sessão e sobretudo de Ideli Salvatti, lider do PT. O senador Marco Maciel, embora propenso inicialmente a incluir a psicologia, acabou concordando com os argumentos do Senador Valter Pereira (PMDB/MS) que fez um claro relato de defesa, importantíssimo para a sua aprovação.

Especialistas defendem que a aprovação do projeto será a maior revolução do Ensino Médio na história do Brasil, pela dimensão que a presença dessas duas disciplinas terá na estrutura curricular em nosso país. Serão 25 mil escolas que ensinarão Sociologia e Filosofia para pelo menos 10 milhões de jovens, que poderão finalmente ter acesso a um saber especial que lhes possibilitará uma melhoria substancial de sua capacidade de reflexão (Filosofia) e análise (Sociologia) da realidade que esse jovem está inserido.

Os fortes argumentos para a aprovação do PLC ("que se arrasta na Câmara e no Senado há anos" faria justiça "é, por assim dizer, uma questão de honra") a uma longa luta, de décadas, sendo intenso nos últimos onze anos, quando se buscou mudar a LDB de forma a tornar obrigatório o ensino das disciplinas. Também essa aprovação faz justiça ao ensino e à educação nacional, pois foi lembrado pelo senador Valter Pereira (PMDB/MS), que a ditadura militar, ideologicamente retirou a obrigatoriedade do ensino de ambas as disciplinas em 1971. Na ocasião, foram substituídas pelas disciplinas de Moral e Cívica e Organização Social e Política do Brasil. Desde então, teve início a luta de educadores, estudiosos e entidades de classe de trabalhadores da educação para a volta das duas matérias indispensáveis à formação integral dos jovens brasileiros.

A Comissão de Educação aprovou ainda por unanimidade um requerimento de urgência sugerido pelo Senador Flávio Arns (PT/PR) e imediatamente encaminhado pelo relator Valter Pereira para que o PLC 04/08 seja discutido logo, se possível ainda hoje, no plenário do Senado. Se não ocorrer ainda hoje, terça-feira, dia 6 de maio de 2008, um dia histórico para todos nós, - há quatro medidas provisórias obstruindo a pauta -, poderá ocorrer amanhã ou na próxima semana.

Há uma esperança de um acordo de líderes vir desobstruir a pauta. De qualquer forma foi uma grande vitória para todos os professores e instituições que defendem a qualificação do Ensino Médio e uma elevação da consciência de nossa juventude.

Hoje, o contexto é completamente distinto, tendo em vista que em mais de quinze Estados brasileiros os currículos do ensino médio já incluem as disciplinas de Filosofia e Sociologia.

O Ministério da Educação homologou a Resolução nº. 4, de 2006, da Câmara Básica do Conselho Nacional de Educação, que estabelece prazo para os sistemas de ensino fixar "as medidas necessárias para a inclusão das disciplinas de Filosofia e Sociologia no currículo das escolas de ensino médio".

A luta agora será travada no plenário do Senado, no sentido de que nenhum senador apresente qualquer emenda ao PLC 04/08, pois se isso acontecer ele voltará à Câmara e poderá atrasar mais uns três ou mais anos. Por isso, devemos estar atentos.


Entrevista com o Dep. Ribamar Alves - Jornal Corujinha nº. 59 / 3º. trimestre de 2007.

Com a apresentação do Proj. de Lei nº. 1641/2004 o senhor entra para a história da Filosofia e da Educação brasileira. Qual é o seu sentimento por essa vitória e sua perspectiva com relação aos alunos das escolas que terão Filosofia e Sociologia no Ensino Médio?

- Quanto ao sentimento que sinto é indescritível, sou plenamente feliz e fico muito emocionado com as homenagens que tenho recebido. Estou orgulhoso e muito contente por perceber-me com o dever cumprido e, sabedor que posso contribuir muito mais. Quanto a perspectiva, com relação aos alunos do Ensino Médio, o que quero e espero é que os adolescentes e jovens de hoje tenham muito mais a contribuir e exigir para uma sociedade mais igualitária, tenham muito mais sonhos a realizar do que pesadelos para viver....

Para ler toda a entrevista, clique aqui: Jornal Corujinha No. 59

Fontes:
Diap (Dep. Intersindical de Assessoria Parlamentar)
- Boletim do Sinsesp e
Jornal de Idéias da Filosofia Fundamental – Corujinha"

Como Captar recursos para ONGs com empresas através de campanhas

Como Captar Recursos para ONGs com a Criação e Desenvolvimento de Campanhas com Empresas Privadas São Paulo, dia 7 de junho, sábado, das 9h às 17h Informações e inscrições ligue (11) 3722-3929 ou acesse www.dearo.com.br - inscrições on-line

Nesse CURSO INÉDITO, Fernanda Dearo ensina sem medo as estratégias e ferramentas da Captação de Recursos para ONGs e projetos sociais, enfatizando a importância das ações de sustentabilidade operacional de uma ONG, uma das maiores dificuldades do Terceiro Setor Brasileiro, através da CRIAÇÃO e do DESENVOLVIMENTO de campanhas de marketing social e captação de recursos em parceria com EMPRESAS PRIVADAS.



À quem destinamos esse curso

- Captadores de Recursos; - Profissionais de Marketing e Responsabilidade Social de empresas privadas;
- Profissionais interessados em ingressar no Terceiro Setor em uma carreira promissora;

- Diretores de ONGs;

- Estudantes interessados em ingressar no Terceiro Setor.

PROGRAMAÇÃO - 8 horas aula
- O que é uma Campanha?

- Como identificar a empresa ideal para o perfil de sua ONG?

- Relação Empresas X ONGs
- Responsabilidade Social X Marketing Social X Marketing Institucional

- Como escrever e apresentar uma proposta de parceria de campanha?
- Modelo e Proposta de Parceria

- Como foram feitas as seguintes campanhas de sucesso:

"Doe seu troco do pedágio"
"Um dia de cortes de cabelo nos salões Jacques Janine"

"Doe seu troco em restaurantes"
"Arredonde sua conta"

"Não há nada mais na moda do que ajudar alguém no Shopping Morumbi"

"Cartões de Natal da Gente"


DATA

São Paulo, sábado, dia 7 de junho de 2008 das 9h às 17h.

LOCAL
- São Paulo
Auditório D do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia em São Paulo com apoio da Associação AVIDA Pazzanese e Fundação Adib Jatene (atrás do DETRAN, em frente ao Parque do Ibirapuera)
- Para aquelas pessoas que vierem de carro há dois estacionamentos: um à direita, um pouco antes da entrada principal do Dante
- Av. Dr. Dante Pazzanese 500 (onde acontece o curso) ou um segundo após o hospital, no Instituto de Arquitetura, do lado esquerdo da avenida. Este local fica à 30 minutos do aeroporto de Congonhas e a estação de metrô mais próxima é a Paraíso.


INVESTIMENTO
PREÇO PROMOCIONAL de LANÇAMENTO DO CURSO
de R$ 290,00 por R$ 190,00 ou duas parcelas de R$ 120,00 É preciso fazer sua inscrição on-line clicando no ícone abaixo.

MINISTRANTE

Fernanda Dearo
- Sócia-diretora da DEARO, especialista na arte de mobilizar e motivar pelas causas sociais. Iniciou sua carreira há 14 anos na Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança. Captadora de Recursos para ONGs especialista em empresas, membro do PNBE
- Pensamento Nacional das Bases Empresariais, Coordenadora do Núcleo de empresárias jovens da Assoc. Paulista de Mulheres de Negócios, palestrante de diversos temas e cursos voltados ao Terceiro Setor, incentivando sua profissionalização, consultora em captação de recursos atualmente desenvolvendo ações para Bovespa Social, Instituto Abril, Save The Children, Target Trade, BPW-SP.


Inscrições e informações ligue (11) 3722-3929 ou acesse
www.dearo.com.br

Decreto amplia PAA e beneficia agricultores familiares

Decreto amplia PAA e beneficia agricultores familiares

A partir de hoje, associações e cooperativas de agricultores familiares que se beneficiam dos mecanismos de Formação de Estoques do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), cujo teto é de R$ 3.500 por produtor, poderão também ter acesso a outra parcela de mesmo valor disponível em outras modalidades.

A condição é que o pagamento à Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), pela formação de estoques, seja feito em espécie. O decreto nº 6.447, assinado pelo presidente Luíz Inácio Lula da Silva, foi publicado nesta quarta-feira (8) no Diário Oficial da União.

O decreto estabelece, por exemplo, que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) definirá a sistemática e os procedimentos adicionais em relação aos produtos adquiridos para o Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Outra decisão é a inclusão do Ministério da Educação (MEC) no grupo gestor do PAA, formado pelos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Fazenda (MF), Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Planejamento, Gestão e Orçamento (MPOG) e Desenvolvimento Agrário (MDA).

Esse grupo gestor é responsável por definir as modalidades de aquisição dos produtos agropecuários destinados à formação de estoques estratégicos e às pessoas em situação de insegurança alimentar, inclusive para o atendimento da alimentação escolar.

O grupo também define os preços de referência para aquisição dos produtos da agricultura familiar que se enquadrem no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), levando em consideração as diferenças regionais e a realidade desta modalidade da agricultura.

Confira o decreto.

Fonte: Com informações da Conab

Assessoria de Comunicação
(61) 3411.3349 / 2747

www.presidencia.gov.br/consea

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